Passado algum tempo depois de ficar comendo o viadinho casado, perdemos o contato e a vida seguiu, mas aconteceu algo que eu jamais esperaria.
Estava em casa, de bobeira, num sábado à tarde, pós-almoço, e um número desconhecido me chamou no Whats. “Boa tarde, comedor de viado casado”.
Eu assustei e já perguntei: “Quem é?”.
A seguir, esse número, até então desconhecido, mandou uma foto de uma buceta pequena, bem gostosa, e me disse: “Sou a esposa do viado que você comeu. Ele me contou tudo, contou como você arrombou o cuzinho dele e o fez de putinha usando minha calcinha. Mas relaxa, não vim te cobrar. Na verdade, eu quero que você me domine como o dominou, mas quero que me humilhe, que mije em mim, que cuspa na minha cara e me trate como a puta que eu sou.” (Descobri depois que ela já metia chifre no corno e viado do marido).
Quando ela me disse isso, gente, de verdade, achei que era mentira. Mas, fluindo a conversa, a convidei para minha casa.
Quando ela chegou, já chegou querendo me beijar. Eu coloquei a mão no pescoço dela, a pressionei contra a parede e disse no ouvido dela: “Vou te mostrar como trato uma putinha”.
Vendei os olhos dela e amarrei suas mãos para trás com uma algema. Coloquei uma coleira em seu pescoço. Nisso, a vadia já estava escorrendo pelas pernas, e eu a humilhava, falando: “Mas já vai gozar, cadela? Nem começamos, sua imunda”.
Dava tapa na cara dela, cuspia nela e a fazia andar de quatro na coleira, como uma boa cadela.
Apenas com o melzinho da sua buceta, molhei o plug e enfiei com tudo no cuzinho dela, que, só nessa enfiada, já gozou, esguichando e tremendo a perna. Já aproveitei o embalo, coloquei o pé na cara dela e enfiei meu pau fundo nela.
Fodia ela com força, dando tapa na cara dela e na bunda da putinha. Fiquei assim uns 15 minutos e peguei a coleira, puxando forte o pescoço da vadia para ela andar e chupar meu pau. Fiz ela se engasgar e cuspia na cara dela.
Levei ela para o banheiro, coloquei-a de joelhos e, sem avisar, mijei muito na putinha, que gemia tentando beber. (Foi uma loucura, talvez uma das mais loucas da minha vida).
Quando terminei, coloquei meu pau de novo na sua boca e fodia a boca dela.
Coloquei ela ali, de quatro, no chão do banheiro mesmo e fodia com força, e ela gozou de novo, mas eu queria o cuzinho dela.
Retirei o plug e enfiei com força no cuzinho dela, que gozou mais uma vez. Meti durante um tempo e tirei, porque queria gozar na cara dela. Gozei muito, e a putinha ficou toda lambuzada.
Ela, no final, ainda ria e dizia que iria voltar para ficar ainda mais arrombada.
Depois de um tempo, eles criaram um grupo só para nós três. Ela queria que o corno a visse dando para mim.
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