Notas do Autor: Olá, caro leitor. Esse conto nasceu da vontade de ter um conto de fetiche que eu raramente encontrei nesses anos todos que eu venho lendo contos eróticos. Eu pesquisei também pesquisei bastante antes de escrever para tentar vestir bem as personagens com detalhes do mundo real.
Ainda falando sobre minha vontade de ler um conto diferente, aqui vai um comentário sobre essa concepção desse conto.
Infelizmente a maioria dos contos que chegam perto de uma dinâmica de feminização se dividem em duas vertentes que é até bom de gozar, mas parando pra pensar no pós gozo, você diz "puta merda. Que porra de conto foi esse que eu li? Espero que seja falso porque se realmente tiver um casal que vive essa dinâmica é algo doentio e até criminoso." Me refiro àqueles contos onde a esposa intima o marido "ou você aceita isso, abre mão de suas próprias vontades, vira meu prisioneiro, ou eu me separo de você." Para mim, isso nunca foi uma relação saldável e passa longe de cumplicidade.
Meu conto gira em torno de um casal que curte a feminização do marido, mas sem o lance do BDSM de tapas, torturas e etc. E diferente de quase a totalidade dos contos da internet, aqui a dinâmica é de cuckquean e não de corno.
Diferente também dos contos eróticos tradicionais que se assemelham do que eu busco e que estou satisfeito nesse meu conto, aqui a esposa não vende o marido como se ele fosse uma mercadoria e ela uma esposa desalmada. Há sim um agenciamento da parte dela por ele. Mas é realmente uma cumplicidade.
PULAR NOTAS DO AUTOR
Meu nome é Ricardo e o nome da minha esposa é Jennifer. Eu tenho 29 anos de idade e ela 28. Nos amamos muito e nos casamos quando eu tinha 22 anos de idade.
Sou branco e ela parda. Eu possuo 165cm de altura e ela 172cm. O corpo dela é de tirar o fôlego. Ela já tinha genética. Mas eu fiz questão de investir nela. Nunca a forcei a nada. Na verdade. Adoro ser mandado pela minha mulher. Meu pau fica duro e explode de tesão quando eu mesmo profiro para algum amigo que vem nos visitar "Na minha casa a última palavra é a da mulher! Minha mulher que manda em mim." Eu literalmente já precisei me retirar do ambiente para me limpar após gozar falando isso pra um casal de amigos que tinha vindo jantar na nossa casa.
Eu não me deixo ser dominado cegamente à toa. Se eu deixo, se eu permito, é porque eu tenho a segurança dentro de mim de que ela nunca vai me colocar numa posição de perigo real. Nem sequer de perigo. Podem me chamar de fraco. De marica. Do que bem entenderem. Eu sinto orgulho! Eu não protejo minha mulher não! Nunca a protegi e tenho esperança de que eu nunca vou conseguir chegar perto de proteger ela. E minha mulher sabe muito bem disso! No nosso casamento. Se alguém é protegido, esse alguém é ela! Eu nasci pra ser dominado e agradeço de joelhos a minha mulher por me deixar viver quem eu sou! Eu beijo os pés dela com os olhos marejados a agradecendo por ela não ser uma mulher que me humilha, que me cobra coisas que eu sou incapaz de ser. Eu já me retirei com a minha mulher de um recinto onde uma ex amiga em comum falou na cara do marido que ele era um fraco. Que ele não servia pra nada. Minha esposa percebeu que eu não tinha gostado nada disso, e como eu tenho punho fraco pra me impor, minha mulher disse que estava ficando tarde e me tirou dali.
Eu lembro como se fosse hoje da gente já fora da casa dessa pessoa indo em direção ao nosso carro quando ela bateu na minha bunda e disse "Principe. Não fica assim não! Ela é uma idiota. Tenho pena do marido dela. Mas eu não sou assim com você. E isso que importa." Eu desabei ali mesmo nos braços dela. Disse que isso era injusto. Que o mundo não deveria ser assim. Ela me fez engolir o choro e disse que em casa ela iria fazer uma coisa que me faria dormir como o anjo que eu sou. Eu ainda estava tocado pela situação daquele amigo, mas a minha biologia falou mais alto e eu dei um pequeno sorriso tímido e sentei no banco do passageiro. A gente foi pra casa ouvindo uma música que ela e eu gostamos. Obviamente a mal dela sobre minha coxa.
Volta e meia ela subia a mão e eu retraía as pernas. Meu rosto branco ficando rosado pela vergonha da situação. Ela dizia "meu bem... não faz drama! Seu pau não te deixa mentir. Deixa eu tocar nesse seu pauzinho fofo." Quando minha mulher quer fazer alguma coisa comigo, só me resta aceitar. Eu não tenho peito pra impedir ela de nada. "Já gozou, meu bem?" Ela riu. Ela disse "Não tem problema. Mas em casa eu quero essa bananinha dura! Senão vai ter castigo!" Eu amo a minha mulher.
A gente se casou a quase uma década atrás. Mas somente há cerca de 5 anos que a gente vem vivendo a nossa dinâmica. E eu espero que nunca pare!
Minha mulher não trabalha, nunca trabalhou e se for da minha vontade ela nunca sequer vai precisar saber o que é preencher uma célula de Excel. Podemos ter nascido em uma época diferente. Não somos podres de ricos. Mas eu tento manter a vida de rainha que ela exige. E justamente por isso que cinco anos atrás a gente começou a me... como eu posso dizer... "produtificar". Eu virei um produto que minha esposa vende para manter os gastos, que não são poucos! E como um bom provedor, "um homem de família" que eu sou, meu trabalho é trazer dinheiro pra casa. Não importa como.
Ela disse naquela noite. "Amor... vamos ser sinceros... Se você é "homem", é "homem" com h minúsculo. E bem minúsculo. E você deu muita sorte de ter me encontrado. Qualquer outra mulher já teria te largado e se não tivesse largado, no mínimo você nem veria mais sua própria mulher nua. Já os outros... kkkkk" Eu lembro que aquelas palavras me deram um aperto no peito. Meus olhos encheram de lágrimas e eu chorei. Ela disse "Own... meu amor. Não fica assim. Você sabe que é verdade. E tem que ser grato por eu te querer, apesar de você passar longe de ser um homem. Eu desejo seu pauzinho, seu piruzinho, essa sua bananinha que você chama de piroca, mais que tudo! É fofo. Delicado. Longe de machucar. E ainda assim eu amo. E amo esse seu leitinho que espirra pelo menor estímulo possível! Você busca prazer. Nunca foi, não é e nunca vai ser homem de dar prazer! Eu nem consigo te imaginar você chegando todo homemzão me pegando por trás e me fazendo de fêmea. Por isso eu preciso fazer isso com você. E eu me divirto vendo você ficar todo indefeso na minha mão. Lembra quando você tá de quatro pra mim, eu beijando sua nuca e você se retraindo todo? Eu brincando com seu pauzinho? E do nada você se goza todinho? Sua puta indefesa." Aquilo me fez sentir um mixer de emoções! Eu queria exatamente aquelas coisas que ela tava me contando de transas anteriores. Mas era difícil para mim como "homem" escutar aquilo. Aquilo mexeu com meu ego. Então ela percebendo apenas disse "Eu vou te dar mais uma escolha... Você quer que a gente transe agora? Ou você quer ser o machão que vai vir pra cima de mim botando moral?" E riu. Eu tava com meu corpo queimando de uma confusão de tesão. Eu me virei na cama de bunda pra cima e ela riu "Como eu pensei. O que a gente tem é perfeito. E você não iria querer estragar isso." Eu não defendi minha masculinidade, afinal eu nem tenho. Ela veio por trás. Se encaixou em mim como uma felina em posição de cio. Meu corpo acompanhou o dela. Eu sentia cada pelo meu arrepiar. Soltei um gemidinho feminino. Ela começou a chupar minha orelha. Eu sentia o tesão descendo da minha nuca até o meu rabo. Eu tava com o meu pauzinho duro que nem pedra. Ela sabia disso e então tocou. Quando meu pauzinho sentiu o toque dela, ele deu um solavanco que bateu na minha barriga e eu me tremi todo, quase querendo escapar. Ela não deixou! Se impôs como a mulher com M maiúsculo que ela é. Eu comecei a delirar. Ela disse que queria aquela buceta cheia. Ela veio para debaixo de mim de uma maneira que parecia que eu tinha chegado por cima dela e abraçado ela. De maneira alguma remetia como se eu tivesse dominando ela. A gente transou assim. Lento. Eu sentia a bucetinha perfeita da minha mulher quente. Levemente apertada. Aquele corpão que gastava 1 terço do meu salário. Eu gemia ao menor movimento que a gente fazia. Ela me beijando com fogo. Lento. Aquele barulho gostoso de boca com boca. Ela disse "Você parece uma lésbica, amor. Nossa transa é sáfica." Eu mal entendi. Eu já estava delirando. Gozei fundo naquela bucetinha linda dela. Enchi de porra. A gente ficou agarradinhos por uns 10 minutos só trocando carícias e se beijando. Depois ela disse "Vida. Vai... me chupa. Eu também preciso gozar."
Eu desci devagar. Fui beijando o pescoço dela. Depois desci para os peitões naturais dela. Eu a elogiei das mais devotas formas possíveis. Ela disse "Caralho, amor. Que sorte você tem de me ter!" Eu agradeci e disse "Sim, minha deusa. Eu tenho muita sorte. E nem sei como seu servo pode retribuir. Perto de você eu sou só uma putinha que se esforça pra fazer sua divindade gozar." Ela não perdeu tempo e empurrando minha cabeça com uma das mãos disse "Então me chupa! Faz gozar nessa boca. Servo? Tá se perdendo no personagem? É serva, sua putinha delicada."Eu obedeci como de uma maneira que parecia que se eu não fizesse aquilo, eu morreria. Aquela buceta perfeita. Vazando porra pelos lados e por baixo indo em direção àquele cú maravilhoso. Chupei. Chupei como se eu tivesse passado uma manhã inteira com fome e aquela buceta fosse um sonho, tanto no figurado quanto na doceria. Minha porra, os fluídos da buceta dela, pareciam o leitinho condensado que a gente saberia no sonho. Eu chupava com a boca cheia. Ela se contorcia toda. Implorava pra eu parar, enquanto me prendia com as pernas e com a mão empurrava minha cabeça para mais dentro. Ela gemia. E eu gemia junto. Meu rabo empinado e minha cabeça afundada na buceta dela.
Quando ela gozou. Ela me puxou com vigor para um beijo apaixonado. Foi a primeira vez que eu me vi no feminino. Eu disse "Eu sou tua!" Ela riu olhando no fundo dos meus olhos e disse "É assim que eu quero. É isso que quero ouvir, minha puta."
No café da manhã. Eu estava terminando de me arrumar para o trabalho no nosso quarto, enquanto ela tava com um vestidinho de ceda preparando nosso café da manhã na cozinha.
Quando desci ela me deu aquele bom dia sorridente e na mesa já tomando café ela disse "Amor. Aquela conversa que a gente teve ontem foi um divisor de águas... Juntos desde o ensino médio. Três anos de casados. Eu sempre soube quem você é de verdade. As pessoas sempre comentaram sobre. Mas eu entendo seu medo. Então já tava passando da hora da gente ter tido aquela conversa de ontem onde você estabeleceu quem você é nessa relação."
Ela continuou. "Vida... não precisa mais fingir que você é um macho. Pois você não é! Se eu não proteger nós duas, estamos fodidas! Por que não tem homem nenhum pra me salvar nesse casamento. Então a gente tem que aprimorar seu lado feminino. É isso ou você não vai ser bom nem como "homem", e põe aspas nesse homem kkkkk, e nem boa como a mulher que você é." Era tudo verdade o que ela dizia. "Esquece seus treinos. Esquece treinar pesado membros superiores. Eles são inúteis pra você minha mulher vai ficar cuzuda que nem eu. Coxuda. Você vai treinar comigo!" Eu disse "Amor... ainda estou confuso sobre. Mas tudo bem." Ela disse "A gente começa hoje."
Foram 4 meses assim. Eu comecei a ter contornos que homem nenhum visava ter ao frequentar a academia. Mas a gente aproveitava melhor isso na cama. Eu... de um jeito feminino, comecei a me impor mais nas transas. Ela disse uma vez "Nossa. Você tá tão safada." Duas cuzudas e coxudas transando naquela nossa cama. Ela disse. "Amor... você tá quase perfeita. Mas uma mulher não tem esses traços de "homem" que você tem. Uma mulher deve ser delicada. Pode tratar de conseguir mais dinheiro porque o seu gasto comigo vai ser em dobro! A gente vai fazer os mesmos procedimentos juntas!" Eu tava me sentindo poderosa.
Com 8 meses eu tava em um nível de androginia que tirava olhares de homens e mulheres. E ela dizia "Tá vendo, sua puta? É difícil ser mulher e não trair, né? Então me agradece sua vadia por eu ser fiel a você!" Ela bateu na minha bunda em público e eu com aquela carinha de safada e tímida disse "Para, amor." Ela disse "Eu sei que tu gosta." E me atacou ali em público me arrancando um beijão. As pessoas ao redor, mais conservadoras, não sabiam o que diziam. Mas as caras delas pareciam reprovar totalmente a nossa dinâmica.
Até que nas vésperas de 1 ano desde aquele café da manhã, durante uma transa com ela por cima de mim sentando no meu pau começou a dizer "Nossa, gata. Sua filha da puta gostosa. A minha puta gostosa! Eu não te vejo como homem já faz tempo e você sabe disso! Então vamo abrir o jogo? Eu não vou te trair. Mas você mesma, sua putinha, percebe como aqueles homens de verdade olham pra gente, não sabe? Eu não sou de ferro. Eu fico imaginando o tamanho daqueles paus. Você também não fica?"
O propósito da minha esposa, com o acúmulo das transas com esse mesmo diálogo me mostrou que ela não queria me trair. Ela me queria como a amiga que conversa sobre paus com ela. Ela queria me ver confessando estar toda molhadinha por um pau. E quando eu finalmente, durante uma transa por debaixo dela, comecei a me soltar toda comentando sobre um cara que tava quase comendo a gente com os olhos na academia, olhando pra bunda da minha esposa e pra minha já de pau duro por debaixo da calça. Ela disse "Eu sabia, sua puta! Eu sabia que tu tava olhando pra ele! Ainda quer pagar de santa, né sua vadia!" A gente gozou tanto com ela me perguntando de que jeito eu tava olhando pra ele. O que eu pensava sobre aquilo. Ela queria arrancar o resto de masculinidade que eu mal tinha.
Depois daquela transa ela disse "Amor... Agora que a gente já sabe que gosta da mesma fruta. Eu não tô nem aí! Quero me exibir. E você me entende o porquê! Eu quero atrair paus! Assim como você quer. Não preciso me conter com você. Não com você. Não vou pagar de puritana e dizer que a maldade está nos olhos de quem vê. É minha buceta e meu cú que tá pedindo rola e você me entende melhor do que ninguém. Vamos às compras. Vou colocar roupas justíssimas. E você também vai!"
Era hilário. Um casal casado e muito bem casado! Que vivia juntos para cima e para baixo. Mas... com uma dinâmica que ninguém de fora entendi. Hora parecia que eu era um corno dominado pela mulher. Hora parecia que nosso casamento era de fachada entre um gay gostoso e uma gostosa.
A gente transava comentando sobre os olhares alheios. Mas claro. Não falávamos dos feios. Só dos gostosos. "Amor..." eu gemia "Ah... ai amor... você viu como aquele preto pauzudo tava olhando pra você? Eu já tava cheio de ciúme. Mas quando eu vi que o olhar dele também veio pra minha bunda. Eu comecei a fazer o agachamento com a bunda virada pra ele. Eu disse "Foda-se, seu gostoso! Vem aqui enfiar meu orgulho garganta à baixo. Vem meter um pouco de masculinidade dentro de mim através desse teu pau na minha bunda. Usa minha mulher. Me usa!" Minha esposa ficou perplexa com a minha resposta e disse "Nossa, sua putinha. Eu criei uma puta! Eu não sabia que você tava nesse nível. Saiu do meu controle." Ela riu e me beijou.
Mais uma vez eu enchi aquela buceta com toda a porra que eu tinha.
Minha esposa então disse durante aquela semana "Amor... vamos à praia!" Ela me levou no shopping. Comprou uma sunga pra mim que mais parecia uma calcinha. Eu fiquei tímido e disse "Amor... mas aqui não mostra nada. Eu fico com vergonha." Ela riu e disse "Teu pau? Kkkkk ai, ai... Realmente, meu amor. Aí não tem volume algum! E eu quero isso. Não quero nenhuma mulher visando minha putinha. Se bem que... que mulher aguenta um afeminado como eu? Ai, ai. Não faço nem inveja pras outras." E o conjunto dela? Um microbiquini do brasil que não escondia nada. "Amor.. eu tô com ciúmes de você." Ela me beijou e disse "Vida... a gente não quer chamar a atenção dos machos?" Eu disse "Sim. Mas eu não sei se tô pronto pra isso." Ela segurou meu rosto com as duas mãos "Pronto não... Pronta!" Eu disse "Sim, amor. Pronta." Ela disse "Relaxa, vida. Deixa a vida levar."
A gente foi pra praia. Nós dois estávamos tirando olhares aos montes. Eu tava com ciúme e tesão. Quando nós alugamos um guarda-chuva e nos deitamos na cadeira de praia ela olhou pra mim e riu "Calma, amor... Você tá afoita." Eu disse "Vida... eu tô... eu nem sei dizer." Ela olhou pra baixo e disse "Ei... não quero esse pauzinho duro não!" Eu olhei. Realmente. Tava duro. Ela brincou "As outras vão começar a ter esperança. Tô me sentindo ameaçada" E riu.
Aquele dia foi um divisor de águas pra mim. E pra ela também. Pra gente.
Na semana seguinte nós iríamos voltar.
Então ela disse "Vida... A gente tem que estar preparada para tudo nessa vida." Eu perguntei "Como assim, amor? Não estou te entendendo." Ela disse "Vida... A gente já vem sonhando com um pau de verdade a mais de um ano. Como você acha que vai ser quando acontecer? Você é fogosa. Mas não tá preparada pra receber um pau. E como eu sei que você é puta, você nem olha para caras que tem um pau igual o seu, né sua piranha?" Era verdade! Então ela disse "Amor... Eu vou te preparar para isso. Você já ouviu falar em chuca?" Eu disse "Chuca? O que é isso?" Ela fez uma carinha fofa e disse "Own... meu amor. Eu nunca te dei meu cuzinho, né vida? Por isso você não sabe." Ela me contou que era a técnica de limpeza anal.
Naquela mesma semana eu fiz o que outras moças levam meses ou anos pra aprender. Ela me ajudou com tudo. Fiz a chuca. Ela passou a cozinhar as comidinhas gostosas pra mim, mas com uma receita que ajudava na hora de limpar com a chuca. Ainda naquela semana compramos muito lubrificante e um jogo de consolos que começavam com um consolo que parecia meu pênis e ia aumentando até tamanhos que eu disse "Amor. Isso nunca vai entrar!" Ela riu e disse "É o que vamos ver!" Foi uma semana intensa de treinamentos. Mas não era nada puramente forçado. A gente começava transando normal. Então na hora da penetração ela pegava o jogo e ela me comia. Era doloroso e prazeroso. Ainda naquela semana eu consegui usar um consolo que antes eu jugava impossível.
Então chegou o domingo de praia. Ela foi quase nua de novo. Sem perceber eu desenvolvi, ou talvez aprimorei, um andar mais delicado. Foi aí que surgiu o Paulo. Um cara alto, todo malhado de academia e nós duas sentimos um tesão por ele. E ele tava focando exatamente em nós duas.
O volume na sunga dele era massivo, e olha que estava relaxado. Mas naquele dia eu descobri o que um homem de verdade faz. Um homem de verdade, coisa que eu não sou! Não fica só olhando. Ele chega junto. E nós, como boas mulheres, fazemos uma pequena resistência, mas nossa cara não nega o que nós queremos. Ele era lindo! Um safado!
"Oi princesas. Vocês são amigas a quanto tempo?" A gente riu e minha mulher guiou a conversa. "Eu e o Ricardo? Desde sempre. Ela é minha melhor amiga." Eu percebi que ela inventou uma narrativa. O Paulo começou a descaradamente dar em cima da minha mulher. "Jennifer? Pô, Jennifer. Foi muito bom te conhecer. Você é muito linda. É solteira?" Minha mulher tinha tirado nossas alianças de propósito. Eu pensei "Pronto. É isso. Acabei de me tornar um corno." Eu já estava conformado. Me senti triste. Mas parecia ser meu destino. Eu não nasci pra dominar. Nasci pra ser dominado.
Minha mulher já estava engajada com o Paulo. "Poxa, princesa. Eu queria te conhecer melhor. O que acha da gente ir pra um lugar mais reservado?" Ele era um safado. Minha esposa riu dando totalmente abertura pra ele. "Ai, gato. Eu não sei. Sabe que minha amiga vai junto, né?" Ela intimou. Ele olhou assim querendo me esquivar de ir junto. "Ele fica aqui te esperando. Eu até pago as bebidas dela. Minha esposa riu e disse "É ela, gato. Mas vem cá. Ou ele vai ou foi muito bom te conhecer e é isso." Ele disse "Não, gata. Espera. Vamo ali conversar." Ele puxou minha esposa e ela não resistiu. Ela olhou pra mim. Serrilhou os olhos e disse "Fica aí. Eu já volto." Ela viu que eu estava desolado. Meu mundo acabou ali. Eu queria gritar pra ela não ir. Mas ela foi e eu fiquei ali, estático. Meus olhos marejando. Mas ela fez questão de não ir para detrás de nada. Ela ficou a cerca de uns 60 metros à minha frente na praia conversando com ele. Não o beijou. Se esquivou de abraços intrusivos e das invertidas dele de tentar beijar ela. Então eles voltaram. "Vem, amiga. A gente vai pra um lugar mais reservado." Eles estavam de mãos dadas. Eu segui eles. Os dois pareciam estar cheios de fogo. Ele muito mais que ela. Até bateu na bunda dela "Para, Paulo." Ela disse.
Quando a gente entrou naquele quarto de hotel de frente para aquela praia. Ela disse "Você já sabe o que tem que fazer." Olhando pra ele com indiferença. Ele riu e disse "Mulher é sagaz quando quer, né?" Ela ficou olhando para as próprias unhas da mão como se nem fizesse questão daquela situação. Eu estava confuso... confusa... eu não sei... me sentia traído. Eu estava um caco. Minha esposa era de outro agora. E esse outro não queria compromisso. Quanto tempo até ter outro. E mais outro... e mais outro?
Então o Paulo veio para cima de mim. Ela exclamou "Com cuidado! Ela é virgem." Ele riu e disse "Tá certo. Conta outra." e me puxou pra ele. "Vem cá, princesa." Eu me entreguei a ele.
-------------------------------------------------------------
Leitores. Na próxima parte irei contar a transa. Muito obrigado por lerem até aqui. Deixem suas sugestões.
renatot