O pedreiro Tonhão negão me comeu na obra de casa - parte 01



Quando era mais novo, morava em uma favela, em uma casa que tinha alguns problemas como é normal nesse tipo de ambiente.

Os principais problemas eram as goteiras e a sala que entrava água quando chovia. Pensando nisso, minha mãe decidiu juntar dinheiro até poder fazer uma reforma, depois de alguns anos de sufoco com esses problemas.

Como sempre foi normal pra mim e pro meu irmão, quando tinha qualquer tipo de obra ou reforma, nós ajudavamos como dava, pra acelerar o trabalho, então já estava acostumado a preparar cimento, carregar tijolo e outros tipos de serviço. Por conta da nossa escola, eu e meu irmão ajudavamos em períodos diferentes. Eu estudando de tarde e ajudando o pedreiro de manhã e vice versa, então já estava acostumado a lidar com esse pedreiro, Tonhão, um negão parrudo desses que você não sabe se é gordo ou forte, o famoso gordo. Era um cara gente boa, que adorava uma cachaça e ficar conversando na rua, esse estilo de peão de obra que é boa praça e todo mundo gosta.

Das outras vezes que ele tinha vindo em nossa casa tinha sido tudo normal, mas dessa vez acabei tendo uma aventura que preencheu minhas fantasias e ajudou a moldar meu gosto por homens por muito tempo.Tudo começou quando os materiais chegaram e o Tonhão veio pra começar a trabalhar, bem cedo, umas 5 e pouco já estava por lá tomando café e conversando com minha mãe e meu irmão, que iam sair pro trabalho e pra escola. Eu geralmente essa hora estaria dormindo, não fosse pelo fato da minha mãe ter me acordado pra ajudar. Fiquei lá então entretendo ele e ajudando a mover os materiais até começar de fato o trabalho pesado, ficamos trocando algumas frases enquanto íamos trabalhando

- Seu Antônio, o senhor acha que uma obra assim leva quanto tempo?

- Nem demora não, uns 5 dias dá pra tirar esse piso todinho aqui. (O serviço era pra subir a altura do piso da sala e fazer um batente, onde tinha o problema de entrar água da rua alagada e trocar algumas telhas quebradas)

- Ah, tranquilo então

- Uhum, até porque - dando um gole no café que deixava sempre por perto - meu sobrinho tá chegando aí amanhã e já ajuda, até menos eu acho que já acaba. - Ah, vai ter outra pessoa pra ajudar então?- Vai sim, meu sobrinho é servente mas tá aprendendo ainda, então falei com ele pra vir e eu vou dando uns toques e dou um trocado pra ele ajudar

- Ah, menos mal então, sei que pro senhor é bom, mas eu gosto de obra quando acaba kkkk

- Hahaha, é, não é moleza não, por isso eu falo pros meus filhos pra estudar senão vai ficar carregando peso que nem eu. Deus abençoe que sempre tem trabalho pra fazer, mas não é moleza não

- É isso aí.

Assim íamos conversando, até criando uma amizade ali, até porque da última vez que ele tinha ido na minha casa pra fazer um serviço demorado, alguns anos antes, eu era bem mais novo, então agora como um jovem e não mais uma criança, podia conversar de igual pra igual com ele, que me tratava bem diferente. Íamos falando sobre tudo, mas nesses ambientes o maior assunto é putaria. O Tonhão me contava de coisas que tinha vivido, das "patroas" que tinham contratado ele e tinham sido "toradas" por ele nas obras, sempre contando vários detalhes das putarias da construção, de amigos que já tinham levado puta pro serviço, de algumas safadezas que faziam pra enrolar serviço etc.

Eu ia dando risada e fazendo alguns comentários, também tirava onda com ele dizendo que se pegasse ele com minha mãe eu capava ele. E ele ria de volta e tirava onda comigo, por ser baixinho e magro, dizendo que tinha que comer muito feijão pra encarar ele e nessa zoeira, acabou entrando no tópico que deu origem a tudo, me contou uma história de uma obra que tinha um magrinho que dizia que era machão e invocado, até um dia que acabaram pegando ele no banheiro sendo enrabado por um peão. Ele falou o nome desse baixinho, era alguma coisa como "Betinho", não lembro direito, só lembro que ele começou a me zoar me chamando pelo nome desse cara, por sermos parecidos.

E assim ia o trabalho; eu peneirava areia, fazia a massa, enchia o balde de cimento e levava pra ele; quando tinha o bastante, ficava conversando e trocando zoações, ele fazendo a piada de que eu parecia o baixinho gay da obra dele e eu comecei a zoar dizendo que era bem ele o peão que flagraram no banheiro comendo o cara. Ele respondia dizendo "Deus me livre", "sou espada" e ria, mas diferente de outros caras que ficariam ofendidos com esse tipo de brincadeira, ele só ria a maioria das vezes, o que me fez suspeitar se não tinha algum fundo de verdade na história.

O que fez as coisas começarem a desenrolar foi quando ele puxou o tópico de como tinha deixado a namorada uns meses atrás e tinha um tempo que tava na seca, eu já emendei falando "eita, nessa seca aí tu come até o cara lá da obra kkkkkk", em vez de negar, ele respondeu com "olha, não dispensaria não, pra quem tá na seca tudo é buraco do mesmo jeito kkkk". Eu poderia ter aproveitado a oportunidade pra zoar ele com o comentário, mas em vez disso, resolvi jogar verde e comecei a perguntar se ele ficaria com mulheres trans ou com caras mais afeminados, assim, se tivesse a chance ali no momento. Não sei se ele tava percebendo alguma coisa sobre mim, porque como já contei aqui, desde jovem tive um jeito e aparência mais afeminado, era o motivo pelo qual meus amigos mais tiravam onda comigo, então talvez ele também já estivesse mal intencionado e por isso estava puxando esses papos, pra ver se eu dava pinta.

Mas enfim, o que ele fez foi dizer que já tinha comido "travecos" e curtia sim e também quando tava na vontade já tinha comido uns caras mais femininos. Ele falou assim na lata, sem nem tentar se justificar ou florear a história e já emendou com um "em obra é bem comum, porque geralmente tu tá ou com uma dona ou com um servente que as vezes tu nem conhece, tem muito amigo meu que mete chifre nos corno aí pelas obras, eu mesmo já meti ferro numas donas que eu vi que tavam na maldade, mas em obra de empresa não dá não, tem que ser em obra assim de casa normal, que tu tá só com outra pessoa, que tu sabe que não vai chegar ninguém, aí é mais fácil". Eu, surpreso com o ritmo que as coisas tavam tomando, já mandei bem safado "tipo essa obra aqui?" E um risinho que entregou tudo pra quem não é besta (e ele não era).

- É, tipo essa aqui, que tu tá sozinho com alguém, é bom pra meter.

- Deve ser mesmo, uma hora dessas que tá todo mundo pro trabalho ou escola deve ser melhor ainda. Ele não respondeu, só me olhou dando uma risada seca e um sorriso safado enquanto dava uma segurada na rola por cima, marcando a calça que ele usava.

Nessa hora inventei uma desculpa da gente entrar pra tirar um tempo de merenda, ele topou me seguindo. Peguei algumas coisas que minha mãe tinha deixado pronta pra comermos e botei na mesa. Na minha casa, como estava em reforma na sala, o sofá e a televisão estavam na cozinha. O Tonhão já emendou "Não tem um filminho aí não pra assistir? É bom ver uma TV pra descansar". Eu decidi arriscar tudo nesse momento e peguei um filme pornô, como se um filme pornô fosse um jornal qualquer pra passar o tempo kkkk, os que tinha na minha casa na verdade eram do meu irmão, mas eu sabia onde ele deixava.

Botei um pra rodar, era um de uma loirinha tomando ferro de um negão na primeira cena, eu sabia e escolhi esse de propósito porque já tinha assistido. Ele nem se incomodou com a minha escolha ou fez algum comentário, tava bem óbvio no ar que tinha alguma malícia rolando ali.

Fiquei vendo o filme e prestando atenção na reação do seu Antônio, que tinha um pedaço de pão suspenso em uma mão e um copo de abacatada na outra. Ele botou o copo na mesa, sentado no sofá, botou o pau pra fora e começou a mexer pra cima e pra baixo, fiquei olhando hipnotizado. O pau estava meia bomba e era peludo e grosso, com um tamanho okay, bem marcado por veias e tinha uma cabeça larga deliciosa. A minha fixação olhando pra ele foi quebrada com uma olhadinha que ele me deu, dizendo em seguida "Ih, então tu é um Betinho mesmo né? Gosta de um pau de peão. Quer pegar aqui?".

Eu nem faço cerimônia nessas horas, a menos que pudesse ter algum risco pra mim, não tinha problemas em me assumir pra quem eu achasse que não ia trazer consequências, então nem fingi, só sentei do lado dele e comecei a punhetar sua rola semi dura.

- Assim, seu Antônio?- Não, tem que botar mais força e mexe mais rápido.

- Ah, assim então?

- Tu é bom nisso hein garoto, tá pegando em muita pica por aí? Kkkkk

- Ah, aqui e ali hahaha. Mas minha parte preferida é chupar.

Eu disse, me posicionando rapidamente entre as pernas dele e botando a cabeça de sua pica na boca. Comecei a chupar a cabecinha bem firme, fazendo pressão com a língua e puxando o ar pros pulmões enquanto ia deslizando os lábios pra cima, deixando a rola sair, mas mantendo ela presa na minha boca pelo pressão da sugada. Eu nem sabia se ele curtia isso ou não com homens, a parte de sexo oral, beijos etc, mas não reclamou, só elogiou.

- Tá porra, tu tá com fome hein? Chupando como se fosse fugir de ti. Chupa todinho minha caceta.

- Vou sim... Vou chupar todinha (eu dizia com a cabeça do pau já na boca de novo).Comecei a forçar a pica dura dele contra minha garganta, engolindo tudo que podia. O puto até segurou meus cabelos e começou a foder minha boca. Eu alternava entre chupar e ser engasgado, com ele fazendo minha boca de bucetinha, me fazendo tossir e babar, mas aguentava aquela rola na boca com a maestria de um putinho cheio de tesão.

Depois de mamar por vários minutos, sentindo aqueles pelos de virilha pinicando meu rosto, o Tonhão queria avançar as coisas, mas sem nenhum filtro só pergunta "Aí, tu já deu o cu?". A pergunta dele foi tão na lata que eu até fiquei envergonhado kkkkk, eu disse que sim, mas ele me olhou como se não estivesse acreditando por eu ter demorado, eu reafirmei que sim e até contei que já tinha dado na escola e pra alguns moleques da rua, ele ficou até surpreso pela minha experiência, mas tava mais preocupado em avançar a brincadeira.

- Então vai entrar brincando kkkkk, esse cu tá acostumado já kkkk

- Kkkkk tu é muito otário cara, pode te falar nada kkkk

- Para de frescura e vem aqui então, aposto que tu sabe sentar em um cacete.

Fui me ajeitando no colo dele, muito excitando com o comentário autoritário me mandando sentar na rola e fui apontando a piroca lubrificada de saliva pra entrada do meu cuzinho.

A cabeça era mais larga que o resto, então era difícil de enfiar, mas com bastante luta consegui, depois de escorregar direto umas 3x enquanto tentava encaixar. Estava tão excitando que meu pau duro encostava na barriga dele, mas nem se comparava, naquele ponto o meu era pouco mais da metade do tamanho do pau dele, que apesar de não ser enorme, era sim um pau grande, mas era mais marcante por ser grosso do que grande. Nisso eu estava parado por alguns segundos, sentindo aquele volume enorme dentro da minha bunda, que já tinha levado até bastante vara nesse ponto, mas como fodia mais com os garotos da minha idade, não era comum encarar paus grandes, então aquilo pra mim era uma tora incomum de aguentar, isso tudo enquanto ia falando com o Tonhão, o que aumentava o tesão da situação.

- Tá difícil aí putinho? Meu pau não é brincadeira não.

- Aiii, que pauzão gostoso, tá me alargando todo.

- Kkkkkkk tu é bem safado hein moleque, geme mais no meu pau sua puta.

- Que delícia de pau seu Antônio! Tá entrando gostoso no meu cuzinho! - eu dizia me soltando e falando gemendo, adorando aquele volume dentro de mim.

- Seu Antônio não, meu pau tá dentro do teu cu moleque, me chama de Tonhão! Tonhão negão kkkkkkk!

- Então fode meu cuzinho Tonhão! Seu negão safado!

- Isso mesmo, senta na pica do negão!

Depois de me acostumar com o volume, comecei a sentar, forçando aquela trolha pra dentro de mim lentamente, até sentir as bolas dele encostando na minha bunda. Então subi lentamente e desci, fui aos poucos me acostumando com o volume. Tirava de vez em quando e cospia na mão e passava no pau dele, que ia entrando mais fácil cada vez que a cabeçona da rola estourava a entrada do meu cuzinho. Quando finalmente senti que estava deslizando bem, comecei a cavalgar aquela pica enquanto olhava praquele corpo gostoso que ele tinha. Ele era bem peludo no peito, eu via bem porque ele tinha tirado a camisa, mas manteve a calça. Como padrão de pedreiro, ele usava uma roupa de trabalho surrada, até meio furada e com aquele cheiro de material de construção. Ele também já estava bem suado do sol e do calor, além do sexo que ali rolava. A posição dele era a mais tranquila do mundo, sentado no sofá, os braços apoiados no encosto do sofá, todo largado, com um moleque safado segurando nos ombros dele enquanto forçava o pau dele pra dentro e pra fora.

- Tava nesse minuto todo machão, só levar uma pica no cu que fica mansinho né? Kkkkk

- Aiiiiii, adoro uma pica no meu cu! (Eu dizia gemendo bem safado, pra provocar mais comentários dele)

- Kkkkkkkkk, não era tu dizendo que ia me capar, moleque? Kkkk só se for cortar meu pau com esse teu rabo apertado!

- Hmmmmmm, com uma rola de negão dessa não vai ficar tão apertado assim depois!

- Kkkkkkkk meu pau alarga qualquer buraco, então senta aí sem medo que esse teu cu não me machuca kkkkk

- Hmmmmm aiiiiii mas tá me machucando todinho por dentro seu negão pauzudo!

- Isso mesmo, meu pau machuca mesmo! Pra tu aprender que rola de macho não é brincadeira seu moleque!

- Hmmmmm acho que não aprendi ainda! (Eu ia provocando)

- Kkkkkkk, ah é? Vou te mostrar então já já.

E eu ia falando tudo isso enquanto estourava minha pobre bundinha naquela vara grossa de homem mais velho, que eu aguentava com muita luta, sabendo que meu cuzinho ia ficar ardido por dias, mas eu adorava sentir ele estourando ainda mais minhas pregas kkkkk.

- Caralho, mas esse pauzão tá me rasgando todo, sem brincadeira!

- Kkkk sem bobagem, meu pau é grosso mesmo, sempre faço as donas gemerem na minha rola. E uns viadinhos atirados que nem você também.

- Hmmmmm, fode meu cuzinho seu ant... Tonhão!

- Isso mesmo, o Tonhão aqui vai arrombar esse teu cuzinho, moleque curioso! Quem quer saber demais acaba sentando na vara do negão kkkkkk

- Hmmm aiiiiii eu adoro sentir a vara do negão!

- Então senta mais forte na minha rola seu putinho, não vou ter pena desse cu, passarinho que come pedra sabe o cu que tem, vai arrombar esse teu cu na minha rola!

- Isso! Me arromba todinho nessa vara! Quero meu cuzinho todo aberto com a sua pica!

Depois de cavalgar por um bom tempo, senti que foram pelo menos uns 20 minutos, ele me para e fala "Tá bom, é legal levar uma sentada, mas bom mesmo é meter em um cuzinho!". Até eu tava impressionado com o ritmo que as coisas tinham tomado, menos de 50 minutos atrás a gente estava na sala trabalhando, desde chegar na cozinha até começar o sexo foram pelo menos uns 35 minutos e já vinha mais ação pela frente.

Então eu só esperei pra ver o que ele tinha em mente e esperei pra ele me posicionar como queria, saindo de cima do pau dele, que estava tão firme dentro do meu rabo apertado que fez um som de "ploft" de algo sendo desplugado kkkkkk.

A posição que ele escolheu foi me botar de quatro enquanto ficava atrás de mim com um pé no chão e o outro no braço do sofá. Eu sentia ele pincelando meu cuzinho, enquanto ia fodendo minha bunda como uma salsicha em um hot dog, sem penetrar ainda. A pica dele deslizava bem de toda a saliva que foi juntando da mamada e do que eu adicionei enquanto sentava, mas ele fazia questão de adicionar mais cuspindo por cima da entrada do meu cu e espalhando com a rola. Não sei porque, mas sentir machos cuspindo assim na minha bunda, talvez por toda a ansiedade de estar prestes a ser enrabado, é uma das partes que mais me dá tesão, então eu reagia as cuspidas dele com gemidos, que ele aproveitava pra zombar.

- Nem meti e já tá gemendo, seu moleque? Você é uma putinha mesmo hein?

- Hmmmmm sim! Mete logo vai negão! Quero essa pica de negão no meu rabo!

- Hahaha, tá parecendo uma cadela no cio, aqui antes que tu comece a chorar implorando, vai chorar só depois na vara kkkkkkkk

- Hmmm isso! Me faz sofrer na sua pica! Me arromba todinho!

Eu disse, enquanto ele provocava só "cutucando" a entrada do meu cu com a rola, até que de surpresa ele enfia tudo de uma vez, me empurrando pra frente e me fazendo perder o equilíbrio nos braços, ficando com o rosto no sofá e só a bunda pra cima.

Ele riu e começou a meter, me segurando pela bunda enquanto socava muito forte!Ele não estava brincando, começou a 100% de potência, metendo forte e rápido. As sentadas que eu dei, até aqueles com força e velocidade, que faziam o som de palmada da minha bunda batendo nas coxas dele, não eram nada comparado aquilo, a velocidade e força era impressionante. Eu nem conseguia falar, só gemer e chorar na vara como ele tinha previsto kkkkk.

- Acha que é moleza moleque? Até mulher que é quem tem dois buracos sofre na minha rola, imagina tu que só tem um pra aguentar!

- Hmmmmmm aaaaaaaaiiiii

- Isso, geme seu putinho que tem um macho te enrabando!

- Aaaaaaaaiiiieee, caralho!

- É caralho mesmo, no teu cu! Kkkkkkkk

- Hmmmmmmmmmm

Eu só gemia e sobrevivia a curra forte que levava, o pau dele me rasgava com força, forçando meu cu a aceitar um ritmo que não estava acostumado, até que, os dois virados pra tv, vimos a cena que rolava, era exatamente a mesma que estávamos, mas só com uma exceção, o macho na cena pisava na cara da atriz pornô. O Tonhão teve a mesma ideia que eu e repetiu a cena, pisando na minha cara. Até então, nunca tinha levado uma pisada na cara, aquilo me deu muito tesão e eu gozei, apertando meu cuzinho na pica dele.

- Gozou comigo fodendo teu cu, seu moleque? Tu gosta de dar mesmo hein? Achei que ia arrancar meu pau com esse cu me apertando!- Hmmmmmm (eu nem conseguia falar nada, em transe com o orgasmo, só repetia a cena na tela fazendo o que a atriz fazia, que era gemer e lamber o pé na cara dela. Eu lambia a sola do pé do Tonhão e chupava o dedão dele, igual ela fazia no filme. )

- Isso, gosta de servir teu macho né? Até meu pé tu lambe pra ter um pau no teu cu! Vou encher esse teu rabo de porra agora, se eu continuar nesse cuzinho apertado vou te comer o dia todo, não trabalho mais hoje kkkkkk

Eu adorei a ideia dele encher meu rabo de esperma, mas também não me importaria com a outra sugestão de ser fodido o dia todo kkkkk, só aguardei a conclusão, agora aguentando melhor os trancos.

- Vai encher meu rabo de leite é?

- Vou sim e tu não vai limpar! Vai trabalhar com meu leite no teu rabo! Kkkkkk

Eu adorei a ideia de continuar com o esperma dele dentro de mim e esperei pela gozada, que veio em seguida. Ele me segurou mais forte, começou a dar umas metidas curtas, batendo muito forte a virilha na minha bunda e dando estocadas que machucavam, mas excitavam também, até que senti aquele pau pulsando dentro de mim e o líquido quente derramando. Tonhão urrou como um bicho enquanto gozava e caiu pro lado, sentado no braço do sofá. Eu fiquei alguns segundos na posição de quatro com o rosto no sofá, me recuperando. Até que o Tonhão pega o pau, limpa na minha camisa (kkkkk) e dá um tapa na minha bunda.

- Levanta que tem serviço pra adiantar, sua puta. E nada de andar mancando, senão vão saber que eu te meti o ferro hein kkkkk

Levantei com as provocações dele e me vesti, mas era difícil não mancar depois da surra de rola que levei kkkkk. Essa putaria ocorreu cedo, era 9 e pouco, eu ia ajudar até às 11 e me arrumar pra ir pra escola. Então fiz o serviço, ajudando do mesmo jeito que antes, mas dessa vez o ambiente de trabalho tinha virado uma zona, o Tonhão já tinha descido o nível total e fazia piadas abertamente sobre ter me comido, falando coisas tipo "deixei tua bunda aberta que nem esse balde aí kkkk" ou "anda direito moleque, parece que acabaram de comer teu cu... Ah é, eu comi mesmo". Eu ria e tirava onda também, mas com um pouco de vergonha. E fui trabalhando até chegar a hora de me arrumar. Avisei que ia sair e mais tarde meu irmão chegaria e ia assumir o meu lugar.

- Mas ele vai me dar o cu também? Kkkkkkkk

- Rapaz, aí tu decide com ele, mas eu acho difícil, capaz dele te comer kkkkkkk

- Ih, sai fora, tu já viu que eu só meto, não levo nada, quem foi que comeu o cu de quem aqui hoje?

- Foi você que comeu meu cu, me deixou todo arregaçado. (Eu respondi, tentando tirar a postura dele de zoeira com uma resposta direta, mas não adiantou)

- Hahaha, isso mesmo! Tu já sabe quem come e quem dá aqui né moleque?

- Kkkk, sei sim, mas vou lá senão vou me atrasar pra escola.

Segui pro banheiro e comecei a tomar banho, até que o Tonhão veio atrás e bateu na porta sanfonada, dizendo que precisava mijar. Ele já tinha me enrabado naquele dia, mijar enquanto eu tomava banho era o de menos, até que eu me surpreendo e ele entra na parte do chuveiro. Desliguei a água pra não molhar ele.

- Ué, tu não disse que queria mijar?

- Então. Vim mijar.

O filho da puta bota o pau pra fora e começa a mijar em mim. Eu tomei um susto com o jato vindo na minha direção, mas adorei a ideia, pedi pra ele trancar o mijo, que segurou o pau parando a mijada. Então eu me ajoelhei na frente dele e pedi pra me dar um banho de urina, já que ele só mijava na minha barriga no momento. O safado só riu e voltou a mijar, molhando meu peito e subindo então pro meu rosto. Fechei os olhos e fui mexendo a cabeça, pro mijo dele pegar em todo lugar do meu rosto. O safado também mijou no meu cabelo e mandou eu abrir a boca, enchendo ela de mijo. Por instinto de que isso ia ser excitante, engoli, provando urina pela primeira vez. O gosto não era ruim, era bem neutro, como uma água com uma pitada de sal, então foi moleza engolir o resto do mijo dele todo, que tava bem carregado. Depois de levar um banho de urina, liguei de novo a água pra me limpar, mas o Tonhão mandou eu desligar. Fiquei imaginando o que ia rolar, mas ele logo esclareceu me virando de costas, pegou shampoo e passou no seu pau, começou a pincelar meu cu novamente. Eu apoiava as mãos na parede, empinado e arreganhado pra ele, que meteu na minha bunda com a ajuda do shampoo (não recomendo, além de perigoso arde bastante, mas eu não tinha a menor ideia e minha bunda já tava toda ardida mesmo, só depois percebi que o shampoo piorou a queimação kkkkk).

Mal tinham passado duas horas e lá estava eu de novo levando ferro na bunda. Todo molhado de água e ainda sentia um pouco de urina, ou pelo menos o cheiro forte da urina impregnava o local. O Tonhão arregaçava minha bunda de novo, metendo forte, pedi pra ele foder mais devagar pois minha bunda estava ardida ainda, mas ele falou que ia meter com força pra gozar logo, não poderíamos demorar. Até que eu me toquei que meu irmão poderia chegar a qualquer momento e o Tonhão tinha deixado a porta aberta, o que me deixou nervoso e excitado ao mesmo tempo.

Mas dessa vez a foda não durou muito tempo, o Tonhão metia firme como um animal, eu me segurava como dava, levando aquela tora no rabo. Ele foi bem mais agressivo também, dando tapas na minha bunda e puxando meu cabelo. Até que começou a segurar minha cabeça contra ele com as duas mãos. Uma ele segurava forte meu cabelo, a outra ele enfiava os dedos na minha boca, segurava minha boca aberta e cuspia, misturando seu cuspe por dentro da minha boca, que também se misturava a urina que ainda era o principal sabor que eu sentia na boca. Depois de cuspir ele dava tapas na minha cara, possuído pelo sexo intenso que fazíamos.

- Isso sua putinha! Gosta de apanhar na cara né?

- Aaaaiiii adoro! Bate mais!

- Toma, puta! -e plaft, um tapa, seguido de enfiar os dedos na minha boca como se estivesse enfiando o pau ali e seguido por mais cuspidas. - Seu negão vai te arrombar inteiro! Vai sentar de ladinho na escola que nem menina kkkkkk

- Hmmmmm, adoro ser putinha de negão! Me fode caralho! Aaaaaaa - Plaft e mais cuspidas na boca e no rosto, que ele também espalhava com a mão bagunçando minha cara.

Ele me segurou firme nessa maratona de sexo selvagem até que disse que ia gozar.

- Perai! Goza na minha boca!

- Kkkkkkk, você é um moleque safado mesmo! Vem cá mamar então!

Me ajoelhei chupando seu pau, que ele masturbava, até gozar na minha boca vários jatos de esperma bem espessos.

- Limpa tudinho, caralho!

E eu limpava, usando a sucção da boca pra sugar até a última gota.

- Isso, gostou do teu negão te enrabando de novo?

- Uhum! - eu dizia, bom a boca cheia.

- Não vai engolir? Kkkkkk

- Ahn ahn! - eu disse, com a boca aberta, mostrando que estava cheia de esperma - vou saborear primeiro, depois engulo! - não conseguia falar as palavras corretamente por estar com a boca cheia, mas ele entendeu o que eu estava balbuciando e caiu na gargalhada.

- Hahaha, você que sabe, aproveita o gosto então, porque por hoje é só.

O Tonhão então botou o pau pra dentro da calça, fechou o zíper e voltou pra casa pra almoçar. Eu terminei o banho, me arrumei, mantendo o esperma na minha boca por vários minutos, só engoli quando meu irmão chegou em casa. Expliquei pra ele que o Tonhão tinha ido almoçar e voltaria hora x e fui pra escola, com a boca com gosto de esperma, urina e saliva, adorando o sabor que ele tinha deixado. Mas mal sabia eu que era só o começo de putaria e viveria bem mais coisas naquela reforma.

(desculpa pela introdução longa e o tamanho do texto, gosto de adicionar detalhes pra deixar a leitura realista já que estou narrando histórias reais)


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Comentários


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alda Comentou em 27/06/2026

Nossa de.pica dura aqui imaginando tudo, mas continua vai, seu Primo iria também pra essa obra, rolou algo com oa 3 e seu irmão, desconfiou denada de tudo isso? Continua vai.




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Ficha do conto

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Nome do conto:
O pedreiro Tonhão negão me comeu na obra de casa - parte 01

Codigo do conto:
265497

Categoria:
Gays

Data da Publicação:
26/06/2026

Quant.de Votos:
2

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