GPS Safado



Ooi, Delicinhas…
Olha quem andou sumidinha… A Luazinha de vocês. Andei no sigilo por aí, mas aconteceu uma coisa comigo que eu não podia deixar de contar, poderia escrever amanhã? Poderia! Mas quero aproveitar que ainda estou com a bocetinha ardendo e inchada para contar… enquanto ainda sinto resquícios daquele pau grosso me rasgando inteira.
Bom… vou começar do começo, para vocês não se perderem - como eu me perdi kkk. Tem uns meses que venho usado um aplicativo de encontros desses que eu gosto muito, onde você faz um encontro totalmente às cegas, marca uma localização, encontrou, se deu match, sentou, gozou e adeus; sem complicações, sem segundo encontro, embora dessa vez eu quisesse poder repetir; confesso que estou até passando detalhes - os que me lembro - na esperança do cara que me comeu hoje leia e se identifique, pra gente repetir.
Enfim… vamos aos fatos, como falei, esse aplicativo tem esse lema de confidencialidade, sem fotos, limite de bate-papo, só o apelido, embora use meu nome, pois vocês sabem que adoro quebrar umas regrinhas. Tive alguns encontros, uns deliciosos, outros que eu só dei uma mamadinha para não perder a viagem, entretanto esse deu tudo errado, o que foi excelente.
Estava eu indo pra casa de Uber, trânsito caótico, depois de um dia exaustivo, louquinha pra chegar em casa e me aliviar com algum vibrador bem potente, quando o tal APP anunciou que tinha um usuário nas redondezas. O nome era “DonoDoJacquin”, achando engraçado o nome, mandei apenas um “disposto??” e o danado nem respondeu, só mandou uma localização; um tanto quanto longe do meu destino, mas estava tão necessitada de levar uma bem dada que respondi “estou no trânsito parado, talvez demore. Espera?” Recebi um joinha seco e pensei… “tomara que ele soque tão seco quanto responde”, avisei ao motorista do Uber que mandaria o destino, o cara resmungou qualquer coisa e mexeu no GPS, analisando a mudança de rota, estalando a língua, ele nem me olhou na cara, porém nesse momento nada importava, fechei os olhos e comecei a imaginar o dono-chef de cozinha me comendo, ainda rindo do trocadilho, acho cochichando.
Acho, pois de repente o carro parou com um solavanco e o motorista disse entre os dentes “teu destino, moça”, atordoada de sono, desci, mal bati a porta o Uber foi embora… “certamente alguém não vai ganhar cinco estrelas”, pensei; foi aí que percebi que o filho da puta me deixou no lugar errado, em vez de me deixar em algum barzinho, me deixou numa rua sem saída, quase em frente a um armazém abandonado; estava virando os calcanhares para tentar descobrir onde estava quando ouvi uma voz grossa chamar de dentro do galpão: “Lua??” Virei e percebi que o galpão estava com a porta vertical entreaberta, minha curiosidade encharcou minha calcinha na hora; dei um oi sedutor e ele apenas respondeu “entra aqui”, confesso que não reconheci o sotaque, apenas tinha certeza que não era da Ilha, apenas a porta nos separava, todavia era possível ver que ele usava calças pretas aparentemente surradas, como ele não fez menção de terminar de subir a porta, entrei no joguinho, me abaixe para passar pela porta.
Estava tudo muito escuro, com agilidade ele me pegou por trás, agarrou meu pescoço e enfiou um lenço no meu rosto; nesses poucos segundos meu corpo registrou tais informações:
1º certamente ele media mais de 1.90 de altura,
2º sua mão em meu pescoço era quente como brasa,
3º havia éter naquele lenço
4º pau dele estava uma rocha pulsante na minha lombar, pela nossa diferença de altura. Então desmaiei.
-
Acordei atordoada, mas com os sentidos aguçados e todas as informações foram sentidas na mesma hora:
1° eu estava vendada, o tecido estava bem atado à minha nuca,
2º cada mão estava amarrada a uma estrutura que não consegui identificar, com o tecido semelhante ao que me deixava às cegas, apertado, mas me dando certa mobilidade nos braços;
3º estava sentada em uma espécie de tamborete de metal alto, porém meus pés não alcançavam o chão;
4º eu não conseguia pôr os pés no chão, porque tinha alguém com a cabeça entre minhas pernas, meus joelhos apoiados em seus ombros, com os dedos ferventes ele estava abrindo a minha xotinha e chupava meu grelo como se sua vida dependesse disso
5º segundos depois ouvi um gemido de puta gozando e percebi que estava vindo de dentro de mim, o safado me acordou pra gozar em sua língua habilidosa.
-
Mesmo depois de gozar ele não parou de me chupar até eu ter outro orgasmo, se ele não estivesse lambendo tudo feito um cachorrinho, eu estaria totalmente melada, de repente, ele agarrou minhas pernas por trás dos joelhos e grudou o corpo ao meu, percebi que ele estava inteiramente vestido, invadiu minha boca com a sua língua cheia do meu gozo, dividindo meu mel com um beijo quente, e desesperado, minhas mãos precisavam tocar naquele homem de qualquer jeito, eu tentei, mas as amarras me contiveram e ele disse no meu ouvido “você não vai sair daí… Lua!”
Um sotaque diferente, sexy; talvez do interior de São Paulo. Ainda ofegante das duas gozadas incríveis sussurrei “Jacquin?” Enfiando dois dedos fundo em mim, respondeu “o dono dele e dessa boceta gulosa” e começou a meter forte, com movimentos de vai e vem dentro de mim com o indicador e o dedo médio enquanto fazia movimentos circulares no meu clitóris, extremamente habilidoso; rebolando na sua mão, encostei a testa no peito dele me deixando levar por aquela masturbação violenta e deliciosa…
De alguma forma, ele encaixou minhas pernas na sua cintura e ouvi ele abrir o zíper, não via nada, mas todos meus outros sentidos estavam altamente despertos e percebi que ele começou a bater uma encostadinho na parte interna da minha coxa, enquanto me fodia com aquela mão vulcânica, mexi um pouco o rosto em sua direção e implorei “me devora”
Ele parou bruscamente de nos masturbar e deu um pequeno passo pra trás, meu corpo sedento pelo dele, e pela movimentação fez com que a venda escapasse um pouquinho e pude ver de relance:
1º o pau dele era bem mais grosso que eu poderia imaginar
2º ele dera o passo atrás pra rasgar minha blusa, deixando meus peitos cobertos apenas por um sutiã preto meia-taça de renda que combinava com a calcinha que estava toda de lado
3º ele massageava meus seios num mix perfeito de desejo e fúria
4º ele usava uma camiseta Camiseta Iron Maiden Somewhere Back in Time

Beijando suavemente minhas pálpebras, ele arrumou a venda, eu estava de novo totalmente no escuro; foi assim que ele arrancou meu sutiã e começou a chupar meus seios, lambendo um bico, enquanto massageava o outro, em dado momento pôs meu peito inteiro na boca e mamou com força, me fazendo jogar cabeça pra traz e gemer alto como uma gata no cio. Quanto mais eu gemia e pedia por mais, mais ele se dedicava, e novamente ele parou. Gemi em protesto e ele disse com o sotaque puxado: “agora, eu vou te foder como você nunca foi fodida antes” eu já não conseguia nem pensar de tanto tesão, balbuciando coisas como “por favor” “eu quero” “agora”. Ele apoiou uma das minhas pernas na sua cintura de novo, enquanto a outra ele apoiou no antebraço, me deixando aberta e pronta pra ser penetrada até o fundo, e foi o que ele fez.
Gritei numa mistura de surpresa, dor e prazer que fizeram as paredes da minha xota contrair ao redor daquele pau duro e grosso, ouvi ele gemer “ai caralho” baixinho, antes de começar a estocar forte e ritmado, alternando a velocidade de forma enlouquecida. Ora ele me pegava pelo rosto e me beijava com paixão, ora ele se deliciava nos meus peitos, sem sair de mim um segundo sequer ele mordiscava meu pescoço e percebi que seus caninos eram levemente proeminentes e que encontraria suas marcas de vampiros mais tarde. Percebi que ele estava quase gozando quando gozei pela terceira vez, agora no pau dele.
Ele saiu de mim com violência e eu protestei mais uma vez. Rindo ele sussurrou “calma, ainda não acabei com você” aquela voz ofegante era um afrodisíaco instantâneo.
Foi quando ele me tirou do tamborete e me virou de costas, me fazendo entender o motivo da folga das amarras das mãos; com o peito sobre o tamborete, de bruços, quase de 4, os braços cruzados acima da cabeça; ele abaixo, lambeu do meu grelo até meu cu lentamente, enquanto eu me contorcia de prazer, repetiu a lambida diversas vezes, e eu já estava sentindo o quarto orgasmo chega quando ele se debruçou sobre meu corpo segurou meus pulsos cruzados e murmurou “agora você vai entender o por que eu sou o dono dessa boceta… eu vou te machucar e você vai gostar disso” e simplesmente meteu sem dó, gritei e contrai minha xotinha apertando ele dentro de mim; sem pena, começou a bombar em mim forte, gemendo alto, ofegando na minha nuca. Nossos dedos se entrelaçaram quando eu gozei de novo. Ainda dentro, desamarrou um dos meus braços e me tirou do tamborete, com a voz urgente falou “ajoelha, rápido” só deu tempo de eu encostar o joelho no chão, com um braço preso, ele deu um banho de porra nos meus peitos, respingando na minha cara e eu recebi tudo com prazer. Então ele ajoelhou na minha frente, lambeu todo leitinho, cada gotinha, até as do meu rosto, e me beijou, engolimos tudo juntos. Rindo ele disse no meu ouvido “se desamarra, vai embora e tenta me achar, depois que recuperar essa bocetinha que eu adorei foder”. Levantou e só quando ouvi os passos se afastando que tirei a venda, dando tempo de ver aquele homem todo de preto que me comeu inteira passar pela porta vertical e ir embora.
Desatei o nó da outra mão, levantei, percebi que ficaria dolorida mesmo por alguns dias e adorei isso. Quando olhei ao redor, os botões da blusa estavam espalhados, não valia a pena pegar, a calcinha estava destruída, entretanto mesmo que estivesse inteira, não conseguiria colocar por estar toda inchadinha, já meu sutiã o gostoso filho da puta roubou. Chamei o Uber, que me trouxe pra casa rapidinho, por já ter passado o horário do rush, mal conseguindo ficar sentada. Cheguei em casa, ainda sentindo os efeitos de ter levado aquela surra de rola, vim contar pra vocês tudinho e na esperança de encontrar o “DonoDoJacquin”. Se foi você, me chama nos comentários, se não foi, me conta se foi tão divertido ler quanto foi pra mim ter sido comida tão bem.
Se der, dá um beijinho na minha inchadinha que ainda está ardendo antes de sair.
Beijinhos da Lua.



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Ficha do conto

Foto Perfil sapequinhacas
sapequinhacas

Nome do conto:
GPS Safado

Codigo do conto:
265622

Categoria:
Fetiches

Data da Publicação:
29/06/2026

Quant.de Votos:
2

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