- Eu pensei melhor sobre a sua fantasia de me ver com negros e podemos realizar mas sob as minhas condições.
- Quais são querida?
- Não quero aqui na cidade, além de ter poucas opções, não me sinto confortável. Tem de ser na nossa viagem de férias.
- Tudo bem por mim.
- Também, eu quem escolho com quem vou transar.
- Certo querida.
- Não quero ciúme nenhum, você tem de ser um verdadeiro corno mesmo, pois vou ser a vadia que você tanto quer. Mas isso será dessa vez e somente essa provavelmente para você matar a vontade. Podemos ficar 15 dias das férias fazendo isso e outros 15 relaxando.
- Tem idéia de onde vamos?
- Você é o corno, procure na internet e me mostre.
Eu nem acreditava, comecei a organizar a viagem que ainda levariam 5 meses a frente, comecei a procurar negros na internet.
As cidades com mais candidatos era RJ, SP e Bahia conversei com vários, anotei e pedi fotos que mandei para Denise.
Ela conversou com alguns mas nenhum levantou o real interesse dela, a ponto de dizer que eu podia escolher.
Certo dia, um cara de Salvador entrou em contato, tinha visto a foto dela e se apresentou como Paulo. Após elogios a ela falou de si mesmo.
Negro de 1,95 de altura, corpo normal, com pelos, forte e com uma jeba de 27 cm, grossa, o que já me excitou. Ele mandou fotos e pediu o telefone dela, o que fiz e começaram a conversar.
Conversava com os dois e se mostrou um verdadeiro dominador.
Disse que gostava de controlar o casal, que se Denise quisesse me fazer feliz e ser uma puta, que seria a melhor, pois ele faria ela fazer de tudo.
Começou a me humilhar na conversa com ela o que percebi que a excitava, resumindo ele entrou na cabeça dela e a conquistou.
Ela disse que poderia ser o Paulo que além de uma pica grande pareceu o mais esperto.
Paulo disse que tinha uma cobertura para alugar, mas a diária eram mais de 2.500 reais ao dia, prédio com piscina, academia, sauna e em frente ao mar.
Disse que o valor era alto, mas ele disse que faria de graça por 15 dias, desde que Denise fosse realmente a puta dele.
Fale com ela e simplesmente disse tudo bem, que seria a puta do Paulo e podíamos ficar lá os 15 dias sem gastar em hospedagem.
Durante o tempo que faltava pra viagem os dois se aproximaram conversando todo dia, inclusive por telefone, ele foi dando várias dicas pra ela como tratar o corno.
Denise passou a me humilhar, dizendo que seria puta dali em diante e que eu não comeria mais ela, apenas limparia a sua buceta depois de ser usada. Fazia eu a chupar enquanto falava com ele ao telefone.
Paulo fez um contrato e mandou para nós, os termos é que Denise pagaria com sexo a estadia do apartamento, a fazendo se sentir realmente uma puta. Assinamos e devolvemos pelo correio para ele sentir firmeza nas nossas intenções também.
Faltando um mês para a viagem Denise disse que não faria mais sexo comigo conforme Paulo pediu e tinha um presente que ele mandou para eu usar a partir daquele dia.
A noite ela colocou um cinto de castidade em mim, tirou uma foto e mandou pra ele, dizendo que estava tarada já e que aquele mês sem pau ia deixar ela doida.
Ele disse que ela tiraria o atraso lá, chegaria mais excitada e apta para o lhe esperava. Ela me provocava e gostava de me ver excitado sem poder gozar.
Chegamos em Salvador e Paulo foi nos buscar no aeroporto, Denise estava com um vestido e foi elogiada de monte por ele, dizia que era uma gostosa e que faria sucesso como puta.
A cobertura era top realmente, quatro quartos, piscina, churrasqueira. O prédio tinha uma piscina maior coletiva, sauna e academia. A vista para o mar era linda.
- Muito bem, então agora vocês estão sob o meu comando, só um deve mandar para não termos complicações, aqui vocês não são as pessoas que normalmente são, entrem no personagem aqui são puta e corno e assim serão tratados.
- Tá certo Paulo.
- Sr Paulo para você corno, aprenda a tratar o comedor da tua vadia, aqui você deve obediência e respeito.
- Certo Sr Paulo.
- Você é um frouxo cagão, não merece essa puta gostosa, vou mostrar a ela que você não vale o que come seu viado.
- Ele tem razão corninho, você é o último que fala aqui, disse Denise.
- Vamos a praia, vão se trocar.
Denise colocou um biquíni vermelho lindo, mas ele mandou trocar, deu outro biquíni a ela, um diminuto, fio dental onde aparecia tudo praticamente. Ela gostou.
Já vestida como uma puta ele me fez carregar as cadeiras e apetrechos enquanto ia de mãos dadas com ela pelo prédio a caminho da praia.
A praia estava cheia e ele mandou eu armar as cadeiras e guarda-sol, o que fiz, larguei uma esteira no chão e um cooler com cervejas que tive de ir buscar depois.
Quando voltei com o cooler ele passava óleo em Denise e ela nele, ficaram com os corpos brilhantes.
- Me passa uma cerveja corno!
Aquilo foi alto relativamente e outras pessoas perto ouviram. Pedi a ele pra falar mais baixo, quando me puxou pelo braço e disse ao meu ouvido.
- Cala a boca seu corno, você quer apanhar aqui na praia em frente de todos? Você tem de aprender que só obedece entendeu? - Apertou mais forte meu braço.
- Tudo bem, desculpe, tenho de me acostumar.
- Sente ali do lado da puta e fique de mãos dadas com ela como um casal apaixonado.
Fizemos o que ele mandou, ele encostou a sua cadeira perto da Denise, do outro lado e começou a falar putaria no ouvido dela, disse para não largar minha mão para que todos soubesse que era um casal corno e puta.
Dito isso, começou a beijar ela de mão dada comigo e todos vendo, foi humilhante, tentei puxar a mão mas Denise segurou.
- Você não queria ser corno? O que adianta ser corno e ninguém saber?
- Tá bom querida.
Ele se levantou e o pau estava duraço na sunga já, mas ele não ligava e fazia questão de mostrar em público. Levantou ela, a abraçou, beijando e roçando o cacete nela.
Um casal próximo que observava ria da minha cara disfarçadamente.
Ele a deitou na esteira e ficou de conchinha a beijando. Passou um tempo, todos já tinham visto a cena e se desligaram da cena, eu não.
Vi quando Paulo tirou o pau pra fora ali na areia mesmo e começou a esfregar na bundinha dela, colocou entre as coxas, ela gemeu e afastou o biquíni com a mão.
Já estava molhada e o cacete com dificuldade foi entrando aos poucos com os movimentos quase imperceptíveis que faziam.
- Que buceta gostosa a dessa puta seu corno, olha como ela é vadia, está dando pra mim em público. Tenha orgulho dessa puta!
Eu estava vidrado no que via, não conseguia falar, quando Paulo me disse para pegar o cooler e sentar em frente deles para tampar a visão da galera.
Denise só gemia com a rola entalada na sua buceta. A buceta estava molhada demais pelo seu gozo, Paulo tirou o pau e começou a pegar o líquido que escorria e levar para o cuzinho dela, onde enfiava os dedos, primeiro 2, depois 3.
Ela percebeu a intenção dele e empinou bem a bunda, ele foi enfiando devagarinho naquele buraco para outros não perceberem. Pedia para ela apertar o pau dele com o cú, piscar o cuzinho e rebolar.
Ele a abraçou e fodeu aquele rabo ali na praia mesmo, o casal ao lado percebeu e ficou analisando. Mas logo levantaram e foram embora. Ele ficou uma hora engatado naquele rabo, sobrou uns dois dedos de pica pra fora só, entrou quase tudo.
Ele saiu dela e sentou, olhou em volta e percebeu que poderia fazer o que tinha em mente. Pegou sua camiseta e tampou o lado de visão de quem estava pela esquerda, eu tampava a visão do outro lado. Ficou de joelhos, um de cada lado da cabeça dela e enfou o pau preto na sua boca.
Falava que era uma cadela, que eu era um corno e que ela deveria ser a puta que eu esperava dela, que ela tinha de fazer o marido feliz.
- Quer ele feliz? Quer o seu corno feliz?
- Sim, quero...
- Então seja a puta que ele espera de você. Você quer ser corno mesmo né?
- Sim.
- Vai ficar feliz em ver ela uma puta?
- Muito.
- Você é um corno mesmo, vamos ver se ela é a puta que te merece.
Ela chupava o cacete dele e punhetava, não tinha como tirar a boca, ele estava com o peso por cima. Gozou e via a porra encher a boca da Denise, provavelmente engoliu uma parte coisa que nunca tinha feito comigo.
A parte que escorreu ele esfregava o pau e punha em sua boca novamente e mandava limpar, que era uma puta e era normal uma vadia fazer isso.
Voltamos ao apartamento para tomar banho e comer algo. Paulo disse que ela tinha passado no primeiro teste, que era uma puta exibicionista e ele gostava de mostrar as putas que tinha.
Ele me ajeitou em um quarto e disse que Denise dormiria com ele como uma boa puta que tem de pagar a diária do apartamento. Ela se excitava visivelmente quando ele falava assim.
Que logo iríamos sair na noite, para nos arrumarmos.
Ele disse que era para eu dirigir e ele foi com a puta no bando de trás, pareciam um casal apaixonado, ela de vestido, ele de bermuda e sem cueca. Logo ele metia nela no bando de trás e ia dando as coordenadas para o bar que iríamos.
Cheguei ao local e ainda não tinham terminado. Ele parou e mandou eu descer, ela descer. Estávamos entre outros veículos e não tinham visão. Ele mandou eu entrar embaixo do vestido dela, de joelhos e começou a meter em pé com ela. Tinha a visão do pausão entrando naquela bucetinha.
Ele colocou ela deitada no banco de trás e foi por cima até encher a buceta dela de porra.
Me puxou e mandou eu limpar antes que sujasse o carro.
Comecei a sorver e chupar aquela buceta esporrada, que escorria leite, tomei tudo e deixei limpa enquanto ele mandava eu limpar tudo, que não ia querer que minha mulher pingasse porra no chão do bar.
Ela gozou mais uma vez na minha boca.
Me limpei com uma toalha e fomos ao bar, onde ele parecia o marido dela, não me davam muita bola a não ser para humilhar ou provocar. Eu tinha pedido aquilo e estava gostando.
Chegaram dois homens, mulatos, conhecidos de Paulo, nos apresentou e me humilhou, disse que era o namorado da minha esposa e eu o corno. Denise estava sorridente e gostava daquela humilhação.
- Viu você é um corno conhecido agora! - brincou comigo.
Bebemos algumas cervejas com Mário e Júlio, nos disseram que eram sócios de uma casa de prostituição. Paulo disse que Denise queria ser puta, ela tentou explicar mas foi calada e puxada para fora onde o carro estava estacionado.
Paulo chamou os dois e disse, experimentem essa puta, será que ela tem futuro por aqui?
- Abre o carro corno!
- Sim.
- Sim Senhor, já disse, quer me envergonhar na frente dos amigos? - Deu um tapa em mim.
- Sim Senhor - abri o carro como mandou.
Ele abriu o porta-malas da camionete e ali era praticamente uma cama, mandou Denise entrar e tirar a roupa.
Um a colocou sentada no pau, o outro comia seu cuzinho por trás. Pediram pra colocar música para não escutarem os gritos dela.
Todos os três gozaram no cuzinho dela e eu tive de limpar, colocaram ela sentada na minha boca.
- A vadia tem futuro, tem um rabo sensacional, bucetinha em dia também, leva pra trabalhar com a gente. - disse Mário.
Foi meio rápido tudo isso e logo estávamos indo para o apartamento descansar, não era meia noite ainda.
Fomos tomar uma última cerveja na varanda de onde podia se ver o movimento do calçadão da praia a noite.
Percebia-se que a região tinha prostitutas que assediavam os transeuntes muitas vezes, outras ficavam só sentadas ali esperando uma cantada.
Paulo chegou e a abraçou por trás.
- Olha as suas colegas ali sua puta, hoje vou te poupar, amanhã você vai lá trabalhar.
Ela ficou com tesão novamente, gostava daquilo e entrou na de Paulo. Ele a chamou para dormir, mas antes tinham de preparar o quarto pro corno e pediu a ajuda dela.
Pediu a ela as chaves do cinto de castidade e ficou com ele, disse que enquanto não o chamasse de Senhor e obedecesse realmente ficaria daquela forma.
Armou uma jaula que retirou do armário que cabia eu encolhido dentro, enfiou um vibrador no meu cú e me vestiu com uma calça plástica.
- Se tiver de mijar que se mije aí seu viado, vamos abrir teu cú a partir de hoje.
Denise sorriu e disse, quero ver se é corno mesmo agora. Foram para o outro quarto e a conversa entre ambos apimentou.
- Está gostando de humilhar seu corno né puta?
- Sim, não pensei que sentiria esse frio na barriga e esse tesão.
- Quanto mais puta você for, mais ele estará submisso.
- Percebi que gosto.
- Vou te fazer uma puta de verdade, você quer?
- Sim Senhor.
- Puta esperta, sabe como chamar o macho. Vou mudar sua vida e do seu corno, vou comer o rabo dele na tua frente para ser humilhado.
- Ah eu tenho tesão de ver isso.
- Então senta no pau e me pede pra eu te fazer você de uma puta real e teu corno um viado, quero escutar você implorando.
Ela o fez, o fez gozar novamente e dormiram....
Acabou o primeiro dia...




