Olá, esse é o meu primeiro conto e essa história é real, somente os nomes foram alterados.Conheci minha primeira esposa, Aline, quando eu tinha 22 anos e ela somente 17, a poucos dias de fazer 18. Nós estudávamos na mesma faculdade, apesar de cursos completamente diferentes. O que nos uniu foi o bar. Aline era branquinha, magrinha e com peitos médios mas que pareciam maiores já que toda a estrutura dela era pequena. Nosso sexo era incrível, talvez um dia escreva sobre algumas das nossas aventuras, mas ela não é a personagem principal aqui. E tudo foi acontecendo normalmente, ficamos, namoramos, noivamos e casamos. Sempre fudendo muito, ela não tinha preguiça e estava sempre disposta. Não tinha um dia que não rolava pelo menos um boquete e na maioria das vezes era foda intensa. Aline tinha uma característica que eu nunca vi em uma mulher, ela não gostava de ser chupada, até deixava e eu conseguia fazer ela gozar assim, mas o que ela gostava era meteção forte, toda foda eu ficava exausto mas aquilo era maravilhoso pra mim. Enfim, sabemos que quando casamos com alguém, casamos também com a sua família. Aline perdeu a mãe muito cedo, cresceu morando com o pai e duas irmãs mais novas. Eu conheci as duas quando elas tinham 13 e 14 anos cada, Alana e Natália, respectivamente. . Elas moravam em uma cidade vizinha que fica 60 kms daqui. As meninas eram bem magrinhas, e na real, não despertava nada em mim, eu realmente as via como crianças. De vez em quando a gente visitava elas e todos sempre me trataram muito bem. Mas o tempo passa pra todos, pra mim e pra elas. Quando a mais nova (Alana) fez 16 anos, começou a vir pra minha pra dormir lá, nós víamos séries, jogávamos vídeo game, sempre nos divertimos muito. O único lado ruim é que minha esposa não queria me dar, no máximo fazia um boquete, e ela era muito boa nisso, mas eu ficava com aquela sensação de querer mais.Em um final de semana desses, fizemos um churrasco na piscina e bebemos um pouco além da conta (eu e minha esposa, a Alana não bebia ainda). Minha esposa soltou a frase que caiu com uma bomba na minha cabeça. "A Alana já é uma mulher, já tem peito quase do tamanho do meu, e é extremamente ingênua, qualquer que contar uma mentira come ela". Eu olhei pra ela de biquíni e a Aline tinha razão. Apesar de magrinha, minha cunhada estava ficando muito gostosa. Depois de poucos segundos já olhei pro outro lado tentei esquecer daquela história. Mas o meu pau está explodindo de tão duro.Cheguei e falei no ouvido da minha esposa que eu precisava transar e que não dava pra ser só um boquete. Ela que já estava bebinha topou na hora, fomos pro quarto e fodemos muito. Ela arrancou meu shorts e começou a chupar loucamente, eu tive que forçar pra ela parar, eu queria buceta, queria meter e fui eu chupar aquela buceta maravilhosa, como eu gostava do sabor dela. Mas aí foi a vez dela falar que não queria chupada, queria rola. Então ela subiu em cima de mim e cavalgou com força. A gente nem lembrou da Alana. Minha esposa gemia algo (como de costume quando a irmã não estava em casa) e começou a falar que ia gozar, ficou repetindo isso até realmente gozar. Mas eu não tinha gozado. Coloquei ela de quatro e comecei a enfiar todo o meu pau (que aliás é bem generoso, 17 cm, mas muito grosso) na buceta dela e dava uns tapas fortes em sua bunda. Cada tapa fazia um estalo alto, ela adorava apanhar na bunda e logo gozou de novo.E eu tava lá com o duro igual uma pedra, pedir pra ela deixar eu colocar no cuzinho dela e a fdp negou. Aliás um breve parênteses sobre o cuzinho dela, ela nunca me deu. Em 8 anos de namoro e casamento ela nunca me deu, ela sabia que eu era maluco por anal, ela deixava eu colocar um dedo, mas na única vez que tentamos no começo do namoro, doeu muito e ela nunca deixou eu colocar o meu pau.Enfim, ela disse pra eu colocar um dedo que era o máximo que ela aguentava, mas eu era tão viciado naquele cu que só de olhar a cena e metendo forte na buceta eu finalmente gozei. Ficamos um pouco lá, suados e logo adormecemos.Um tempo depois saí do quarto pra pegar uma água pra Aline e encontrei minha cunhada na sala, já vestida, ela olhou pra mim e deu um sorriso e falou "estava animado a coisa lá dentro ein". Eu fiquei com muita vergonha, respondi que tem dias que era assim e voltei pro quarto. Fiquei pensando nisso e tive que falar pra minha esposa que a irmã dela devia ter escutado, que talvez a gente tivesse passado um pouco do ponto (na verdade foi uma foda escandalosa até pros nossos padrões). Ela sorriu e disse que ia conversar com a irmã e que eu ficasse tranquilo.A noite eu sai pra buscar comida e elas ficaram conversando. E no outro dia cedo a Alana foi embora e minha esposa me contou a conversa delas do dia anterior. Minha cunhada contou que era virgem, que já tinha feito um boquete, mas o cara não tinha camisinha e ela não quis dar. O cara ficou bravo e ela parou de ficar com ele. Ela disse também que estava numa fase difícil, que precisava se masturbar de 3 a 5 vezes por dia pq morria de tesão mas era tímida demais pra falar pra alguém que ela queria dar. E também disse pra irmã que enquanto a gente fodia, ela gozou sozinha mais do que a gente. Que sentou ao lado da porta e ficou batendo uma ali escutando a gente gemendo.Minha esposa sem querer colocou na minha mente a imagem da minha cunhada tocando uma siririca há poucos metros de mim. Fiquei de pau duraço e lá fomos nós transar de novo. Ficamos bem durante uns meses e nunca mais falamos sobre o assunto até a Alana veio nos visitar de novo e dessa vez veio junto com a Natália, mas isso fica pra um próximo dia....
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