Brincadeiras com minha vizinha parte 2



Essa é a segunda parte da minha aventura com minha vizinha Mary, após o primeiro episódio com Mary, andei muito preocupado mas com muito tesão também, aquele primeiro ocorrido em sua casa onde ela me masturbou até eu gozar não saia do meu imaginário, passaram se algumas semanas, quando numa tarde de quinta feira por volta da 15h00min, eu estava jogando bola com meus amigos na rua, foi aí que avistei Mary vindo do serviço com três sacolas de supermercado em suas mão, quando a vi não resisti fiquei petrificado imediatamente, ela ficou me olhando com aquele sorriso disfarçado, foi aí que ela parou para conversar com uma amiga e ficou por alguns minutos, fiquei totalmente hipnotizado até que meus amigos gritaram "vai ficar aí parado igual a um dois de paus" sai do transe e pedi para sair do jogo por um tempo. Não conseguia tirar os olhos de Mary, sua bunda era um encanto pra mim, ainda mais com o vestido que ela estava, era uma tarde quente e seus seios estavam bem chamativos, o pensamento de saber o que estava embaixo daquele vestido me enlouquecia. Mary paro sua conversa com sua amiga, se despediu e passou perto de onde eu estava e falou: você vai me ajudar com a sacola ou vai ficar com essa cara de idiota me olhando. Cara ela era muito brava comigo, me tratava como seu empregado, mas prontamente já me posicionei claro que vou ajudar Dona Mary, então ela falou, se mexe e leva essas sacolas até minha casa vamos logo. Fui andando com as três sacolas na sua frente, ela falando brava comigo, você parece que só fica na rua, porque não arruma algo para fazer, acho que vou colocar você para limpar meu quintal, choveu muito semana passada e o mato cresceu bastante, sim vou colocar você para limpar assim você não fica desocupado.
Chegando em sua casa ela me mandou entrar, confesso que fiquei assustado com o que havia ocorrido algumas semanas, mas ela foi logo me empurrando e dizendo: Vamos entrar logo parece que tem problemas. Entrei na sua casa ela me falou: coloca as sacolas na mesa e vem logo aqui, vou te arrumar trabalho para você não ficar vadiando na rua. Ela me mostrou seu quintal que estava com muito mato e me deu uma ordem, amanhã você vai limpar todo esse quintal, esteja aqui às 8h00min para começar o serviço e veja se não vai atrasar ou faltar, se não vai se ver comigo, eu balancei a cabeça, ela me deu um tampa e falou como se fala mesmo? Tá bom Dona Mary falei para ela. Ela falou é assim mesmo que se fala. Amanhã às 8h00min sem falta e agora chispa da minha casa vamos, vamos, vamos e foi me mandando ir embora. A noite não parei de pensar em Mary, aquela bunda linda, seus peitos que estava doido para chupar suas pernas e sua bucetinha devia ser a coisa mais linda do mundo, não conseguia dormir pensando em Mary, tive que bater aquela punheta que me acabei de tanto gozar e acabei dormindo. No outro dia perdi a hora acordei às 9h00min e fiquei muito assutado, levantei rápido escovei os dentes engoli uma xícara de café e fui correndo para casa da Mary, chegando lá encontrei o portão apenas encostado já falei me ferrei ela vai me matar porque atrasei, entrei e fui direto para os fundos do quintal para cortar e limpar os matos, Mary estava na sua área improvisada com uma lavanderia, fumando e tomando uma xícara de café, quando me viu já foi logo falando: passarinho acorda cedo e não deve nada pra ninguém, achei que não viria já ia chamar outro moleque pra fazer o serviço, aquilo me subiu na garganta e falei eu e que vou fazer e se algum moleque entrar aqui eu quebrou na porrada, ela caiu na gargalhada e falou você se acha muito macho, quero ver se sabe trabalhar como se acha macho, vamos logo já atrasou de mais, eu achei que ela tinha ido pro trabalho e perguntei a senhora vai trabalhar? Ela me respondeu hoje e feriado seu idiota, estou vendo que além de preguiçoso e burro também, anda logo e começa o trabalho. Foi aí que me dei conta que sai tão rápido de casa que esqueci a inchada em casa, aí eu falei Dona Mary: esqueci a inchada em casa preciso voltar lá para pegar. Ela acendeu um cigarro e me falou: Se você não voltar até eu terminar esse cigarro nem precisa voltar mais, vou pegar outro moleque na rua para fazer o serviço. Nossa fiquei muito puto com ela, mas fui tão rápido buscar a inchada que não deu tempo de ela dar duas tragadas eu estava de volta. Ela riu da minha cara de bravo e ficou zuando comigo, que cara de marido traído da porra é essa e dava gargalhada. No fundo ela sabia que aquilo me irritava pra caramba, ela adorava me irritar.Trabalhei como uma mula cortando e limpando todo aquele mato do quintal, mas sempre olhava para Mary, ela estava lavando roupas com um shorts minúsculo que deixava toda a poupa da bunda pra fora, mas sempre que eu olhava ela gritava: tá olhando o quê, quero só ver quando vai terminar esse serviço. Quando terminei de cortar e rastelar todo o mato, falei pra ela terminei Dona Mary, ela olhou e me falou: Mas agora sei que você é burro mesmo, tem que colocar em sacos de lixo e jogar fora esse mato. Respirei fundo e falei tá bom Dona Mary, mas não tenho carrinho de mão pra levar todo esse mato. Ela falou vai aqui do lado na mina tia seu idiota e pega um carrinho de mão emprestado. Fui na vizinha que era tia de Mary e peguei um carrinho emprestado, quando voltei Mary estava sentada numa cadeira e com um pé em um banco menor fazendo as unhas do seu pé, foi quando percebi aquela visão maravilhosa vi pela primeira vez a borda da sua bucetinha que aparecia bem de lado devido ao tamanho do seu shorts na hora meu pau endureceu que machucou por baixo do meu shorts, ela percebeu que eu tinha visto mas se fez de desentendida e foi logo gritando vai trabalhar e para de enrolar moleque do caralho, eu estava com vontade de bater uma punheta ali mesmo, mas fui correndo levar todos os matos logo para eu ir para casa bater uma punheta, quando eu estava carregando o último saco de mato começou a chover, estava um dia muito quente e abafado, entrei para dendo da área de Mary, foi quando ela me chamou lá dentro e perguntou: já acabou ? Eu falei falta apenas um saco mas está chovendo muito e não consigo levar agora, Mary me chamou lá na sala onde ela estava muito brava e me disse: Você enrola muito para fazer serviço, quando me deparei com ela no sofá deitada e fumando um cigarro quase desmaiei, seu shorts estava tão agarrado ao seu corpo que dava para ver o formato perfeito da sua bucetinha, ela brigou comigo e falou: seu moleque burro seu suor está pingando no meu chão, vai ter que limpar agora e vê se entra naquele banheiro e toma um banho que essa chuva vai demorar a passar. Fui para o banheiro encostei a porta mas acabei esquecendo de fechar, quando eu estava tomando banho e lavando meu cabelo, me deparei com Mary olhando pra mim, ela me olhando de cima até embaixo e falou vai dar para o gasto, pegou minha toalha e minha roupa e levou pra sala, entrei em pânico não sabia o que fazer só o que vinha na minha cabeça me ferrei, me ferrei. Fiquei chamando Dona Mary devolve a toalha e minhas roupas ela ria, ria muito e falou, pode vir aqui molhado mesmo você já vai ter que limpar o chão não vai fazer diferença. Fui para sala com as mão tampando meu pênis e chegando lá ela me falou nossa parece um pinto molhado, da uma voltinha aí para eu ver, eu não obedeci então ela pegou seu chinelo e jogou em mim falando, moleque quando eu falar você obedece viu, fiquei assustado e dei uma voltinha ela me chamou para perto dela, pegou a toalha e me secou primeiro de cima para baixo deu uma parada na região do meu pênis e depois secou minhas pernas, ela me agarrou e colocou sua mão na minha boca e me ameaçou se você falar pra alguém você está fudido eu corto sua linha e coloco pimenta viu eu só balançava a cabeça e confirmava. Ela pegou as pontas do meu peito que devido a idade estavam um pouco inchada e apertava doía ela falava seu Zé punheta do caralho vamos lá me conta pra quem você bate tanta punheta pra essas porras estarem inchadas assim? Eu fiquei quieto mas acabei confessando pra Sra Dona Mary. Ela quantas vezes? Eu de manhã a tarde sempre e a noite para eu dormir. Ela você é muito safado seu moleque. Foi aí que Mary pegou meus peitos e começou a passar a ponta da linha e a chupar. Eu fui a loucura fiquei de pau duro na hora. Ela disse: seu safado olha essa sua rolinha como está dura, seu filho da puta safado. Eu já estava indo a loucura, quando ela desceu para meu pênis e começou a brincar com língua na ponta da Glande, passava a linha e depois começou a chupar com muita força e vontade e falando se você gozar na minha boca eu te mato filho da puta, foi um misto de todas as sensações do mundo fiquei louco de tesão e medo de apanhar, quando já não estava aguentando mais, falei Dona Mary vou gozar não aguento mais, ela tirou rápido da boca foi o tempo de eu gozar foi um jato tão forte pela sensação que minha porra grudou tudo na parede dela, ela falou: filho da puta agora vai ter que limpar isso também. Eu já não tinha mais forças para aguentar foi quando eu caí de joelhos no chão de tanto prazer, Mary se deitou e se ajusto no seu sofá e falou, agora você vai aprender uma coisinha, pegou minha cabeça pelo meu queixo, me deu um beijo de onde ela colocou toda sua linha na minha boca, me mandou mostrar minha língua e falou, ela é bem áspera, você vai ter que me retribuir o que eu fiz pra você, confesso que não entendi, mas quando ela puxou seu shorts todo para baixo e tirou com os pés, abriu suas pernas eu vi a visão do paraíso, aquela bucetinha toda depilada que brilhava, seu cheiro de mulher subiu na hora pelo meu nariz fiquei louco mas louco como um lobo pronto para atacar sua presa, ela olhou bem nos meus olhos e falou, você vai chupar ela todinho e meu cuzinho também se não fizer tudo que eu mandar direitinho, você vai se foder na minha mão me entendeu, eu só balancei a cabeça que sim e comecei, Mary estava com tanto tesão que aquela bucetinha estava encharcada com um melzinho delicioso e cheiroso, ela me mandava agora passa a pontinha da lingua em círculos no meu cuzinho seu moleque safado, seu taradinho, não era assim que você batia sua punheta, eu só balançava a cabeça confirmando, Mary ia a loucura quando eu alternava entre seu cuzinho e sua bucetinha, explorei o máximo que pude e aproveitei aquele momento dos sonhos, foi quando ela começou a se contorcer toda e travou minha cabeça nas sua perna e gritou, Estou gozando moleque filho da puta desgraçado, bebi todo aquele melzinho que saiu daquela bucetinha tomei tudo não deixei nada e Mary se entregou ao cansaço daquela gozada incrível, meu rosto ficou todo melada daquele mel que saiu da vagina de Mary, ela olho pra mim e riu e falou agora você é hominho, seu tarado do caralho. Mary acedeu um cigarro fumou mandou eu me vestir, pegou uma cinta que estava atrás do sofá e começou a me dar umas cintadas na bunda e falou some daqui seu filho da puta safado some daqui, sai correndo e me vestido às pressas, quando passei pela janela da sala onde eu estava com Mary ela estava sorrindo e tirando um sarro da minha cara. Fui embora sem entender nada, ela me usava e depois me mandava embora mas confesso que estava gostando da brincadeira, Mary era muito gostosa, só fiquei na ansiedade de quando iria acontecer novamente.

Faca o seu login para poder votar neste conto.


Faca o seu login para poder recomendar esse conto para seus amigos.


Faca o seu login para adicionar esse conto como seu favorito.


Twitter Facebook



Atenção! Faca o seu login para poder comentar este conto.


Contos enviados pelo mesmo autor


265416 - Brincadeiras com minha vizinha parte 1 - Categoria: Confissão - Votos: 3

Ficha do conto

Foto Perfil Conto Erotico megifor

Nome do conto:
Brincadeiras com minha vizinha parte 2

Codigo do conto:
265631

Categoria:
Confissão

Data da Publicação:
28/06/2026

Quant.de Votos:
1

Quant.de Fotos:
0