Viagem de carro pela estrada do prazer. Essa história é verídica e aconteceu comigo a alguns anos atrás. Tudo começou quando uma vizinha me contratou para instalar algumas câmeras no sítio dela em uma cidade afastada da capital, iríamos passar o final de semana e retornariamos na segunda-feira bem cedo. Logo na sexta-feira no final da tarde arrumei as coisas no carro dela e pegamos a estrada uma viagem de aproximadamente 4:00 horas, tudo coisa bem conversamos sobre as coisas do dia a dia trabalho faculdade vizinhança, ela me falou sobre o sítio, quartos, piscina, e tudo mais e eu sou imaginava ela de biquíni na piscina. Minha vizinha é aquele tipo de mulher que soube envelhecer, 48 anos, não teve filhos, casado apenas uma vez, cuida da saúde, pratica esportes, uma mulher com muitos atributos que chama atenção, cabelos longos castanhos escuros, corpo estrutural, peitos grandes, pernas grossas e roliças e uma bunda que só de ver dá vontade de morder, cintura fina e cara de puta. À medida que a viagem prosseguia eu não conseguia parar de olhar para o seu decote, uma camiseta branca bem decotada, tecido fino, e ela sem sutiã, eu tentava disfarçar mas era inútil, ela conseguia perceber exatamente para onde eu estava olhando mas parecia não se importar, em um determinado ponto da viagem ela começou a conversar sobre sexo e falar algumas coisas bem safadas. Eu que já estava excitado sem conseguir esconder minha excitação e sem conseguir esconder dela entre no assunto e comecei também a falar algumas coisas para esquentar a conversa. Ela começou a me contar como gostava de ser chupada, tocada e como gostava de ser comida, disse que gostava de dar o cú e outras coisas que foram me deixando cada vez mais excitado, meu pau já estava tão duro que estava doendo e latejando com força. Eu tentava disfarçar mas era em vão em um determinado o momento ela perguntou o que eu gostava, eu respirei fundo e respondi, -eu gosto de todo tipo de safadeza, gosto de chupar a xoxota, gosto de lamber o cú e gosto de meter, e meter muito. Ela riu e colocou uma das mãos em minha perna, -esse é meu tipo de homem, sem frescura. Continuou com a mão sobre minha perna, apertando e relaxando, como se mandasse sinais para o que já estava bem alerta. Então, de repente, como se fosse algo normal, ela vira e me pergunta, -0 que você acha de mim? Meu coração deu aquela paupitada mais forte, eu respondi sem nem pensar -eu sempre te achei maravilhosa. Ela sorrio, dessa vez o sorriso era diferente, malicioso e com um certo ar de erotismo. A viagem prosseguiu por mais alguns minutos nessa atmosfera de safadeza putaria, até que, de repente, o carro parou, do nada sem aviso, sem sinal de celular, sem iluminação, no meio do nada. Tentamos de tudo e no final desistimos, decidimos aceitar que dependiamos da sorte. Estávamos cansados e decidimos deitar no banco de trás do carro, eu me sentei e servir de apoio para ela repousar o corpo, a visão de cima era perfeita seus peitos grandes e lindos está tendo pela camiseta e eu como sempre eu não parava de olhar até que em um momento ela olhou para mim me disse -vai em frente se quiser pode apalpar só não aperte com força que eu não gosto. Não pensei duas vezes em encher as duas mãos com aqueles dois peitos grandes e macios, meu pau que já estava duro parecia que ia explodir, eu pedi para ela se levantar um pouco para que eu pudesse me ajeitar mas ela mandou eu relaxar e deixar que ela mesma ajeitava já colocando a mão dentro da bermuda e botando meu pau para fora. Ela continuou deitada no colo, desta vez com meu caralho duro roçando em seu rosto, depois de algumas roçadas ela abriu a boca acomodando a cabeça da minha pica em sua boca e acariciando com a língua enquanto massageava as minhas bolas com as mãos, quanto mais ela massageava e acariciava e lambia maior e mais duro meu cacete ficava, ela pegou uma das minhas mãos e colocou dentro do seu short e me pediu para acariciar sua xoxota, que estava ensopada de tesão, a buceta dela estava muito quente e úmida bastante inchada como se desejasse ser acariciado, dei alguns tapas e enfiei um dedo enquanto massageava seu pinguelo, coloquei a outra mão pela parte de trás do seu short e comecei a amassar sua bunda. Logo estávamos completamente sem roupas em um 69 maravilhoso, aquela xoxotona inchada e melada em minha cara me lambuzando todo, os peitões dela precisando meu quadril e meu pau todo na sua boca, a visão daquele rabão em cima de mim, o cuzinho dela quela querendo atenção, horas eu chupava sua xoxota outras eu lambia seu cú, uma das melhores sensações que eu já senti, mas não há que é bom que não possa melhorar, ela tirou meu cacete latejante da boca e pediu para sentir ele em sua pepeka, nem respondi e ela já estava me montando como uma amazona domadora de rola dura, encaixando meu pau em sua buceta. A xoxota dela toda melada felicitou a minha entrada, mesmo assim dava pra sentir cada músculo dela me massageando, suas paredes internas me apertando e precionando, quente e pulsante, meu caralho estava em êxtase com aquela sensação maravilhosa, agarrei sua bunda suculenta e grande para ajudá-la a me cavalgar, enfiei um dedo em seu cú piscante e minha boca em suas tetonas que balançavam em minha cara, uma das fodas mais maravilhosa que eu tive em minha vida. Quando ela cansou eu assumi o controle das atividades e mandei-a ficar de 4, ela obedeceu, empinando bem o rabo e exibindo tanto a xoxota inchada quanto o cuzinho, a visão do paraíso, antes de meter minha pica dura em sua buceta faminta, dei umas duas ou três pinceladas com a chapeleta da caceta em seu pinguelo, ela urrava de desejo sem ninguém além de mim para ouvir, enfiei minha pica dura na xoxota dela e cada socada que dava mais ela empinava, agarrei seus cabelos com uma mão e simuas ancas com a outra, puxava em quanto empurrava, nossos corpos chocando, um ritmo maravilhoso de sexo e prazer, comecei a estapiar sua bunda deixando bem vermelha, quanto mais eu batia, mais ela gostava, pedia pra falar coisas sacanas e pornográficas, chama-la de minha puta, cadela safada. Com mais um pouco e ela gozou, descontrolada e excessiva, não demorou muito e eu também gozei, aquela gozada que você só dá quando fode muito gostoso, pedi a ela pra gozar em seus seios e ela aceitou, os espirros de gala jorraram e seu rosto e em sua boca, mas ela não ligou, abrindo mais a boca e colocando a língua pra fora, tomou banho de porra e ainda engoliu um pouco. Acabamos dormindo no carro exaustos, acordamos pela manhã bem cedo com um senhor perguntando se estava tudo bem e oferecendo ajuda quando soube do defeito do carro, conseguimos chegar ao sítio, mas aí já é uma história para o próximo conto.
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