Fodi a minha vizinha carente na horta



Era muito cedo quando cheguei à horta para fazer o tratamento nos feijoeiros.
Surpreendi-me quando verifiquei que a porta da casa de apoio das ferramentas estava entreaberta. A casa não tem luz, mas o dia já estava a nascer e deu para ver alguém deitado em um saco-cama. Pensei ser um mendigo, mas logo verifiquei que era a Raquel. Uma quarentona que tem uma horta comunitária bem ao lado da minha. É casada como o Rui, mas ele, pouco frequenta a horta.
A Raquel é alta e magra, com olhos esverdeados e loira. Tem um par de mamas que já contemplei várias vezes quando converso com ela e se encontra em posições baixas. Já senti várias vezes vontade de a foder, mas ainda não tinha surgido oportunidade.
Ela acordou quando entrei.
- Que fazes aqui? - perguntou.
- Isso, pergunto eu. Dormiste aqui?
Não respondeu.
- Dormiste?
- Dormi, e depois?
- E depois? O que se passou para dormires aqui?
- Não tens nada a ver com isso.
- Tenho, tenho.
Reparei que os olhos estavam vermelhos.
- Estiveste a chorar?
- És meu pai? Meu marido?
Quando pronunciou a palavra marido, as lágrimas surgiram.
- Podes te abrir comigo.
- O cabrão do meu marido, traiu-me com outra… Na nossa cama…
- Sério?
- Sim. Esse cabrão e a puta da Ana estavam a foder na nossa cama quando cheguei mais cedo do trabalho.
- Isso deve ser terrível.
- A puta da Ana dizia que era minha amiga e afinal andava a foder o meu marido.
Chorou de novo e o meu instinto, foi de a abraçar.
Agora chorava abraçada a mim.
- Fode-me também. Quero me vingar desse filho da puta.
- Estás louca? Quem pensas que sou?
- Quer dizer que nunca sentiste tesão por mim? Penas que não te via a olhar para as minha mamas?
- Não vou fazer isso. Não por vingança.
Levantou a blusa e o soutien e expos as mamas fartas e bem delineadas.
- Não faças isso… por favor.
- Sempre as quiseste ver e agora que te mostro, pedes para não fazer isso?
Pegou nas minhas mãos e levou-as até aos peitos, macios e firmes.
- Por favor.
- Não aguentas. Fode-me aproveita esta oportunidade.
O meu pau já estava em pedra.
- Juras que não me vais culpar mais tarde por abusar da tua fragilidade?
- Claro que não. Também já senti tesão por ti, mas eu era uma mulher casada e fiel…
Ao saber que ela já tinha sentido tesão por mim, o sentimento de culpa foi desaparecendo. Apalpei com mais força as mamas deliciosas.
- Hunnnn.
- Que delicias de mamas.
- São todas tuas… podes mamar nelas.
Obedeci e baixei-me para as chupar. Mordi um mamilo e chupei. Briguei com a língua.
Depois levante-me e despi-lhe a blusa e o soutien. Beijei-a e gostei apesar do hálito a cigarros que fumou durante a noite.
Levei-a para o saco-cama e ajudei-a a deitar. Tire-lhe as calças, mas deixei-lhe as cuecas rosa de renda.
Despi-me completamente e aproximei o meu pau ereto da sua boca.
- Que pau bonito… e grosso…
- É todo teu.
Pegou nele e masturbou-o suavemente. Meteu na boca e xupou. Sabia o que fazia e alternava as chupadelas com mordidas na glande. Xupou, mamou enquanto eu fazia movimentos de vai e vem até sentira a cabeça bater no fundo da garganta.
- Também quero que me chupes.
Tirou as cuecas e fiquei deslumbrado com o que vi. Uma cona lisinha e uns lábios bem carnudos com um clitóris bem saliente.
- Uauuuuuuuuuuuu.
- Gostas? Chupa até me fazeres vir na tua boca…
Debrucei-me e passeia a língua pela vulva. Tinha um sabor agridoce, mas rapidamente o esqueci quando ele se começou a contorcer de tesão.
- Sim, sim. Chupa-me. Haaaaaaaaaaaaaaaa.
Chupei e lambi. Penetrei-a com a língua. A cona dela, parecia apertada.
- Chupa-me e de seguida vais me foder. Quero que me fodas como uma puta para o corno do meu marido aprender.
Chupei e lambi. O sabor agridoce desapareceu e passou a ser sabor a excitação.
- Tens uma cona deliciosa.
- É toda tua. Se te portares bem, tens um presente.
Mau… queres ver que me vai dar o cú!!!
Mas que cona deliciosa. Mas só de pensar em lhe foder o cu, meu pau ainda ficou mais duro.
- Chupa-me. Isso, chupaaaaaaaaaaaaaaaa. Vou… vou me vir. Haaaaaaaaaaa.
Contorceu o corpo em um orgasmo. Suguei todo o meu que escorria e deliocie-me.
- Haaaaaaaa. Sim, sim, simmmmmmmmmmmmmmmmmmmm. Chupa-me.
Foi muito bem, mas o melhor estava para vir.
- Vou foder essa cona de quatro. Quero-te como uma cadelinha.
- Sim, sim. Sou uma cadela e podes me foder como quiseres.
Colocou-se de quatro e encostei meu caralho na entrada da cona. Meu pau é grosso e a cona era apertada, mas a cabeça entrou bem pois estava bem lubrificada.
- Mete, mete. Que caralho delicioso. Fode-meeeeeeeeeeeeeeeeeeeee.
Fodi. Meti fundo, bem fundo.
- Delícia.
Agarrei suas ancas com as mãos e comecei um vai e bem. Fundo, cada vez mais fundo e a pequena cona engoliu todo o meu caralho enorme. Por vezes as conas enganam.
Meto e tiro. Meto tudo e tiro quase tudo.
- Haaaaaaaa. Fode-me.
- Eu fodo e a seguir quero o meu presente.
- Queres o meu cu?
- Quero, claro que quero.
- Mas ele é muito apertado. Vais me rebentar toda.
- Eu sou carinhoso. Meto devagar.
Fodi mais e mais. Até a ouvir gemer novamente como uma para se vir.
- De novo?!!!
- Sim, sim, Simmmmm.
Fodi mais depressa e mais profundo, mas tinha de me controlar para não me vir já. Ainda lhe queria foder o cú.
- Fode-meeeeeeeeeeeeeee. Estou… haaaaaaaaaaaaaaaa. Venho-me como umaaaaaaaaaaaaa….
- Uma quê?
Sei que queria dizer “uma puta”.
Gemia alto, mas como era muito cedo não me preocupei. De certeza que não aparecia ninguém.
Agora era a vez do cusinho. Ela deitou-se de lado e levantou uma perna e deitei-me de conchinha e cuspi na mão e lubrifiquei-lhe o cú. Meti um dedo e vi que era apertado. Não ia ser fácil para ela.
Encostei a cabeça do meu pau avantajado nas bordas do cu. Pressionei e senti resistência. As pregas foram cedendo.
- Aii caralho. Não sei se aguento. Por favor, mete devagar.
A Cabeça entrou um pouquinho e parei.
- Queres desistir?
- Não, não, mas mete devagar.
Pressionei mais e senti ela se contrair.
- Descontrai, se não, é pior.
Ela descontraiu e meti mais um pouco e parei. Tirei um bocadinho e meti de novo. Meti e tirei um pouco, mas sempre mais fundo. Já tinha entrado metade quando ela pede para meter todo. Meti até as bolas tocarem no clitóris.
- Haaaaaaaaaaaa. Estou rebentada, mas fode-me. Fode-me o cu. O corno do meu marido nunca gostou de me foder o cú.
Mas que cu apertado. Não iria aguentar muito tempo sem me vir. Meti e tirei. Meti todo e tirei quase todo para depois aumentar a cadencia.
- Fode-me. Fode o meu cu. Ai que delicia. Fode-meeeeeeeeeeeeeeeeeee.
- Sim, eu fodo. Que cú delicioso. Vou me vir dentro dele. Vou te encher de esporra.
- Isso, vem-te. Vem-te que eu também me venho.
Ela masturbava a cona enquanto lhe fodia o cú.
Explodo dentro das entranhas. O leite morno invade o canal do cú.
- Toma leite. Toma esporra.
- Sim. Dá-me o teu leite, a tua esporra. Haaaaaaaaaaaaaa. Tmbem me venho.Haaaaaaaaaaaaa.
Viemo-nos em simultâneo em um orgasmo delicioso. Depois ficamos deitado por um pouco até nos irmos lavar.
Falamos sobre o que aconteceu, pois eu sou casado e ela concordou que não me prejudicaria.
- Mas gostava de ter esse caralho dentro de mim mais vezes.
- Quem sabe…

Foto 1 do Conto erotico: Fodi a minha vizinha carente na horta


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Comentários


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lucasemarcia Comentou em 30/06/2026

Conto super excitante. Votado. Bjos, Ma & Lu

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casalex Comentou em 30/06/2026

Muito bom...




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Ficha do conto

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srginho

Nome do conto:
Fodi a minha vizinha carente na horta

Codigo do conto:
265696

Categoria:
Traição/Corno

Data da Publicação:
30/06/2026

Quant.de Votos:
4

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