MOTO UBER FODE BOYCETA (HOMEM TRANS)



Olá, eu sou Kaleb e sou homem trans. Geralmente explico isso de forma mais técnica, mas aqui tenho a liberdade de dizer simplesmente: nasci com buceta e uso testosterona, portanto minha aparência é masculina, mas não fiz cirurgia de redesignação sexual (ainda tenho buceta), apenas de mastectomia (tirei os peitos). Homem com buceta.

Faz um tempo que eu mesmo sendo casado com uma mulher estou querendo dar loucamente a buceta para machos. Cada vez mais minha buceta implora por uma rola... Vou contar de uma vez que me deixei levar por esse tesão.

Saindo de uma festa de madrugada, chamei um moto uber para casa. Chegou uma moto bem grande, com um puta de um gostoso em cima, corpo musculoso, moreno, alto, com a barba média, do jeito que eu gosto.

-- Kaleb?

-- Oi, isso mesmo. Você é Anderson né?

-- Sim. Pode subir.

Eu pensei "com o tesão que eu estou, queria subir era em uma rola, montar em um macho..." mas tudo bem, se o que temos para hoje é a moto, foi nela que subi.

Quando a moto estava em movimento, meu tesão estava cada vez mais incontrolável, então eu empinei a bunda e fiquei curtindo o momento. Quando eu empinava, meu clitóris ficava mais pressionado contra o banco da moto, e eu sentia as vibrações do motor. Agarrando aquele macho, eu não estava mais aguentando.

Fui descendo a mão no corpo dele, pegando nas coxas, até apalpar aquele senhor pau. Ele bambeou um pouco a moto, e perguntou o que eu estava fazendo.

-- Desculpa, foi sem querer. Eu viajei, por um momento.

Então ele parou a moto no meio da BR, em plena madrugada, e meu coração, óbvio, palpitou a ponto de sair da boca. Puta que pariu, o que eu fiz, esse homem vai me espancar aqui, foi o meu pensamento.

-- DESÇA DA MOTO AGORA! -- Ele disse com a voz muito agressiva.

-- Moço, pelo amor de Deus, me desculpa! É sério, só me leva pra casa. Aqui não vai ter outro uber que aceite a corrida.. -- Eu disse, desesperado.

-- Ainda mais de um viado igual a você né? Tá achando o que, mano? Que pode pegar na rola de qualquer um e ter o cu arrombado fácil assim? Vai ter que ficar aqui para aprender que macho que nem eu gosta de BUCETA, não é de viado como você não. Meu lance é buceta.

-- Não me chama assim! Espera, por favor, eu faço tudo, mas não me deixa aqui no meio dessa pista escura, a pé eu nunca vou chegar em casa.

-- Você não tem como fazer nada que eu queira.

-- Será mesmo? Você disse que gosta de quê?

-- De buceta, não de viado.

-- Eu tenho buceta.

-- Ah tá. Não vou perder meu tempo. Tchaau!

-- EU DEIXO VOCÊ VER.

Vi que ele se intrigou com a situação. Esse momento para mim era vida ou morte, principalmente porque eu estava um pouco bêbado da festa, e a situação de estar numa pista BR longe de casa a pé me dava calafrios.

-- Hum... e se for mentira, o que eu faço com você?

-- E se for verdade, o que você vai fazer?

-- Depende... Você sabe o que se faz com buceta, ou é viado demais para isso?

-- Você ainda não acredita que tenho, né? Olha, eu não posso tirar a roupa aqui, mas você pode colocar a mão. -- Falei isso e puxei o cós do short que eu estava usando.

Senti que ele ficou receoso, mas colocou a mão, por dentro do meu short, mas por cima da minha cueca. Sentiu o clitóris e a entrada da minha buceta através do tecido.

-- Caralho! É verdade mesmo, mano? Como é isso? Você fez uma cirurgia? Que porra... Posso ver?

-- Não aqui. Também não quero. Você foi um babaca, só quero que termine seu trabalho. E aí, vai me levar para casa ou não?

-- Calma mocinha, vamos lembrar que quem me assediou primeiro foi você. -- Percebi que ele começou a me tratar no feminino, e isso me deu um mix de sensações...

Como todo homem trans, eu exijo respeito aos meus pronomes masculinos. Mas a verdade secreta é que com tesão eu adoro ser chamada de cadela, cachorra, putinha, safada... adoro que digam que macho tem rola e eu nunca vou ser um... porque buceta foi feita para fuder. Esse tipo de coisa, fico molhadinhaaaa!

-- Eu te dei o direito de me chamar no feminino? Por favor, me leve para casa.

Anderson cancelou a corrida no aplicativo, e eu fiquei desesperado.

-- Você vai para casa sim. Mas está me devendo uma coisa antes. Você me prometeu que iria me MOSTRAR a buceta que supostamente você tem. Ou prefere ficar aqui no meio da BR?

-- Supostamente? Você pegou!

-- Mas não vi. Preciso de provas mais concretas. -- Safado, ele já tinha sentido o suficiente, queria se aproveitar.

-- Depois você me leva para casa ou me deixa pelo menos em algum local que pegue internet e que outro uber aceite?

-- Prometo.

Subi na moto, e Anderson me levou para um motel da região.

-- Anderson, eu não autorizei e nem quero ir para motel com você. Volte agora, não entre, por favor!

-- Calma, gata, vou pagar o quarto mais barato, só quero ver e pronto. Depois a gente sai.

-- Espero mesmo. -- Eu estava confuso. Aquele tesão tinha passado um pouco, mas a situação toda, confesso que me animava. E Anderson ainda era aquele macho tesudo da primeira impressão, apesar da babaquice que veio depois.

Chegando no quarto do motel, ele estacionou a moto, descemos, e ele fechou a garagem. Então, abriu a porta e estendeu a mão para mim.

-- Primeiro as damas. -- Ele disse.

Eu revirei os olhos e entrei.

-- Por que você está me chamando de dama? Eu não era o viado?

-- Vamos decidir agora, se você é baitola... ou mulher. Tira a roupa para mim.

-- E se eu não quiser?

Anderson me empurrou contra a parede, segurou forte meus pulsos. Encostou todo o seu corpo no meu, e eu podia sentir seu ar de superioridade, seu domínio sobre mim. Ele, com um ar de riso, falou:

-- É o seguinte, ou você obedece, e cumpre o que prometeu... ou vou ter que te forçar a entender que homem de verdade tem palavra.

Eu sentia tanto o seu corpo, que comecei a perceber seu pau inchado na calça, quase rasgando o zíper, e roçando em mim.

-- E aí, o que escolhe? -- Ele insistiu, me vendo ali, totalmente vulnerável, nos meus míseros 1.60m de altura, encostado à parede por aquele homem que deveria ter mais de 1.80m com certeza.

Olhei para ele, e toda aquela situação acendeu um fogo de puta dentro de mim. Então, olhando para ele, tirei a blusa. Ele passou a mão nos meus peitos, e disse que parecia que eu nunca tinha tido seios. Então, eu tirei o short e fiquei só de cueca. Anderson não escondeu o espanto ao ver um tronco masculino com uma cueca sem volume. Passou a mão por fora, depois enfiou a mão por dentro da minha cueca. Quando ele tocou no meu clitóris, algo deve ter acendido nele, porque ele ficou selvagem.

Se abaixou, arrancou minha cueca fora e abocanhou de vez minha buceta. Eu, em pé ali mesmo na parede, me desequilibrando, Anderson levantou uma de minhas pernas e deu várias linguadas no fundo da minha buceta, depois chupava o grelo. Colocou minha perna apoiada nos seus ombros e eu sentia que ele ia entrar dentro de mim, e estava uma delícia me entregar para aquele homem. Alisei os cabelos dele enquanto ele fazia mágica com a boca, e eu estava com a buceta ensopada.

Anderson se afastou, abriu o zíper da própria calça, baixou, e colocou aquela tora de ROLA toda para fora. Não escondi o espanto.

-- Gostou, putinha?

-- De tudo, rs.

-- Então mostra que tu sabe chupar uma pica.

Me abaixei e masturbei a rola dele enquanto chupava as bolas. Depois passei a língua pela cabecinha da pica, dando chupadas. Tentei engolir o pau todo na boca, mas não ia até o final. Anderson empurrava a rola dentro da minha garganta, e eu tentei aguentar, até que engasguei.

-- Garganta curtinha né, safada? Será que a buceta é gulosa?

Era hoje que eu ia matar o desejo de muito tempo. Esse homem iria me arregaçar até eu sair igual a uma cadela, toda aberta. Cada momento me arrepiava, e eu piscava a buceta para sentir aquela rola dentro.

Me levantei e engatinhei na cama, ficando de 4 para ele.

-- Vem testar se ela é gulosa. -- Eu disse, empinando ao máximo, para ele admirar a visão da minha buceta querendo se abrir para ele.

Anderson veio como um animal por trás de mim, pincelou a entrada da minha buceta com a cabecinha da rola, e disse:

-- Eu não trouxe camisinha, e agora? Não é sempre que pego uma passageira puta como você para me dar.

Fiquei bem preocupado, pois ainda tenho útero.

-- Ai, Anderson, sendo assim, temos que pa... ahnnn -- Não pude terminar a frase, ele já tinha enterrado a rola toda na minha buceta. Comecei a gemer involuntariamente.

-- Temos que o que, puta?

-- Tem que socar gostoso nessa puta

-- Isso, cachorra! Eu sei que tu morre de vontade de um macho fazer você voltar a ser mulher na vara

-- Isso amor, isso

-- Mas não tem como fazer isso, porque você nunca deixou de ser mulher. Sempre foi fêmea. Nasceu mulher, morre mulher, cadela. Sua buceta é para servir a macho, não para fazer sabão, entendeu? Você precisa de uma rola te arrombando todos os dias.

Cada palavra que saía da boca de Anderson me fazia ficar mais molhada, e cada estocada dele se aproveitava disso, deslizando na minha lubrificação. Sentir aquele vaivém era gostoso como nunca, porque a rola escorregava para dentro, me preenchendo sem empecilhos. E de vez em quando minha buceta contraía apertando aquele pau, e eu sentia que estava sendo arrombada. A melhor sensação da vida.

-- Caralho, Anderson, você vai deixar minha buceta ardendo

-- E tu gosta, né, puta? É assim q tu faz com as sapatão? Mas você não tem cunhão, né? Usa uma rola de borracha. E depois soca em você mesma, é, safada? Você é uma cachorra da bucetinha apertada. Vai sair folgada querendo mais rola.

Eu tentava empinar para ele, mas a rola entrando me fazia querer contrair a barriga, empurrando a bunda para dentro. Era involuntário, com meu útero sendo espancado forte e rápido. Mas eu lutava para empinar a buceta, porque no fundo eu estava vivendo o que eu sempre sonhei me masturbando. Um momento de puta com direito a me sentir uma fêmea entre 4 paredes, com um macho me arregaçando gostoso e me tratando da forma que tenho mais tesão.

-- Aperta a rola, safada! Essa buceta vai ficar viciada... Vai deixar de ser sapatão para ser prostituta barata. Cadela puta do caralho. Fala para mim que você é tarada por pica, fala.

-- Ahnn... eu sou... taradinha... por rola na bu... ceta... ahnn caralhoo!

-- Aproveita cadela, queria rola, então toma. Tava pegando na minha pica na moto, achou que ia sair barato? Toma rola na buceta.

Anderson me virou de frente e continuou socando na minha buceta, dessa vez sussurrando no meu ouvido as sacanagens.

-- Eu sempre soube que toda sapatão tinha desejo reprimido por macho. Nunca pensei que iria ter a sorte de fuder uma.

Tem dias que a minha buceta molha só de olhar para os volumes dos machos na rua. O safado sabia disso.

-- A natureza não se engana né, Kaleb? Você não resiste a uma rola preenchendo sua buceta. -- Ele socou bem fundo e me deixou preenchido por aquela rola, minha buceta contraindo apertando e soltando a pica.

-- Para mim essa buceta te torna igual a todas as mulheres que já comi. Não adianta, mesmo a aparência de homem, você nunca vai deixar de ser mulher, quando tira a roupa é a mesma puta. Cadela, cachorra. Por isso vou te mostrar para que serve essa buceta que você tem.

Ele voltou a socar na minha buceta, segurando firme minhas pernas, me deixando arreganhada para ele.

-- Vou gozar dentro de você, putinha.

-- NÃO! Por favor, ahnnn... Ander...sonnnn. Paraaa... Não go...zaahnnn. Nãooo! -- Eu tentei impedi-lo de gozar, porque tenho medo de engravidar.

-- ARRRGHNNN!!! -- Anderson urrou, despejando todo o gozo no fundo da minha buceta, e deixou a rola toda dentro, falando:

-- Tá com medinho de engravidar é, puta? Deixa a natureza mandar, safada. Se engravidar você cria. Para te lembrar que você só serve de lanchinho para macho, cadela reprodutora.

Fiquei muito triste com o comentário dele, por que o tesão é maior com esse tipo de macho?

O pau dele foi amolecendo e ele tirou de dentro de mim. Senti do início ao fim seu prazer e seu gozo, mas eu não gozei.

Comecei a me masturbar na frente dele. Ele subiu em mim, e continuou falando putaria no meu ouvido.

-- Sair daqui vai contar para todo mundo que deu a buceta e gostou, safada? Que vai voltar a usar saia. Porque eu vou contar pros caras que curei uma sapatão. Que ela saiu caidinha por rola, ficou com a buceta molhadinha. Nunca vai ser homem, cadela. Goza pensando na puta que você é, vou pegar teu número que na próxima trago mais 2 para te fuder. Vamos arregaçar todos os seus buraquinhos. Vai escorrer leite da buceta, do cu e da boca. Cadela vai aprender o que é macho.

Gozei ouvindo ele falando aquilo bem no meu ouvido e esfregando a rola em mim. Só de lembrar me arrepio.

Saindo de lá, ele realmente pegou meu número e marcamos outras vezes. Anderson me deixou em casa, e voltou a me tratar no masculino em público. Quando ele me manda mensagens no feminino, já sei que preciso ativar a função puta dele rs. Quando manda no masculino, sei que está de boa. Virei seu brinquedo, e pelos pronomes que ele usa comigo, sei quando seu pau está mole ou duro.

E em sintonia, minha buceta fica molhadinha só de falar com ele.

Espero que tenham gostado amores. Beijos especialmente para os machos roludos.. Até mais rsrs.


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257690 - BOYCETA QUER VOLTAR A SER MULHER NA PICA - Categoria: Fetiches - Votos: 5

Ficha do conto

Foto Perfil Conto Erotico transboyceta

Nome do conto:
MOTO UBER FODE BOYCETA (HOMEM TRANS)

Codigo do conto:
265709

Categoria:
Bissexual

Data da Publicação:
30/06/2026

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