Primeiro, isso não é um conto, é uma confissão. Não uma história movida pelo sexo, mas o sexo como transformação de uma história. Há muitos anos, quando ainda era novo, namorava uma garota, tão jovem quanto eu, mas muito mais ativa e inteligente do que eu pensava. Essa garota, acabou por formar em mim, bases para grandes prazeres e desejos que estavam mais ou menos despertos, alguns mais naturais, e outros mais novos, desejos os quais me acompanham em parte até hoje. Ambos gostávamos de nossas aventuras e éramos muito curiosos, tudo fluiu muito bem, uma hora um era o fogo, uma hora o outro. Como era um relacionamento recente, e eu era novo, haviam muitas coisas que eu não podia notar, tanto por não saber, como por não poder enxergar, e o fato é, assim eu também pensava sobre ela, mas, ela era muito mais inteligente do que eu pensava, muito mais astuta, e sabia disso. Ela parecia doce e inocente, na flor da idade, brincalhona, divertida e tinha personalidade, onde chegava, fazia amigos e chamava atenção, além disso, era de uma beleza encantadora, nada muito exagerado, corpo bonito, gordinha nos lugares certos. Apesar disso, era dona de uma certa rebeldia, que muito me agradava, eu mais reservado, ela mais expansiva, porém, sem deixar perder o traço de carinhosa e inocente, especialmente a sós, traço que ela prezava manter intacto para mim, apesar de, claramente, eu já notar que ela era dona de traços desinibidos e picantes. Enfim, muito no começo da relação, aconteceram coisas em alguns momentos, onde eu, acreditei ser apenas puro acaso, mas, por trás, existia uma sedução, uma ousadia, que, em segredo, implicitamente, foi rapidamente construída entre nós. Então, desde já, estarei contando um desses casos, que, apesar de simples, guarda uma picância especial, que, além dos fatos, deixa certas possibilidades amais, usem sua imaginação. E vamos ao que interessa: Era um sábado qualquer, tínhamos cerca de dois meses de namoro. Pela tarde, ela recebe uma mensagem, e me convence a ir em uma festa que alguns amigos estavam fazendo, então, aceito, para acompanhar ela. Chegamos lá, já estavam todos meio bêbados, curtindo, a gente conversou um pouco, nada demais, e depois, eu e ela vamos para o quarto do amigo dono da casa. Ficamos no quarto, conversando, e depois, deitamos na cama e trocamos alguns beijos, nada demais, ela estava com dor de cabeça e com frio, então, pede para mim meu casaco e lhe dou. Ela estava vestida com uma blusa simples, short jeans e um sapato allstar, eu estava com uma camisa simples e um casaco quadriculado de botão, então, ela tira a blusa, ficando de sutiã, e coloca meu casaco, abotoado até a metade, e fica deitada, para tentar fazer a dor de cabeça passar. Fico um pouco mais ali, em silêncio, esperando ela melhorar, e a hora passava. Eventualmente, as pessoas começam a ir embora e então, um amigo dela, que iria fazer uma viagem, vem até o quarto, no intuito de se despedir, aparece na porta do quarto, chamando por ela, e ela se levanta, indo até a porta. Lógico, com o casaco mal abotoado, dava para ver todo o decote, na verdade, todo o sutiã, preto de renda, ele se despede dela, e fica olhando, e ela nota, e fecha o casaco, dando dedo pra ele, disfarçadamente. Então, volta pra cama, e ficamos conversando uma coisa qualquer. Dai pra mais tarde, todos se foram, e sobra apenas o amigo que é dono da casa, que, também, é um dos que ela tinha mais intimidade. Então, ela se levanta, e diz estar com fome, e vamos para a sala. Lá, ele se junta a nós, e combinamos de pedir comida, ela ainda com meu casaco, mal abotoado, e não muito desconfortável ao ponto de fechar como fez anteriormente. Então, ele coloca algo na tv, e nos sentamos no sofá, os três, enquanto esperamos a comida chegar. Eu me sentei na ponta direita do sofá, ela no centro, e ele na outra ponta esquerda. Então, ele coloca um programa de humor, ela dava algumas risadas, dai, ela diz que está calor, e pergunta pra ele se ele tem um daqueles blusões grandes, aquelas camisas masculinas oversized, e ele responde que sim, e ela pede pra ele pegar uma. Ele levanta e vai até o quarto, rapidamente, pega e volta, jogando a camisa na direção dela. Então, ela desamarra o cadarço, tira a meia, se levanta, vai até o canto da sala, de costas para nós, prestando atenção na tv ainda, dai, tira meu casaco, tira o short, ficando de calcinha e sutiã, calcinha preta de rendinha também, tira o sutiã, e coloca a camisa, de costas pra gente, sem que desse para ver seus seios; Então, vira na nossa direção, e senta no sofá outra vez, como se nada tivesse acontecido. Tudo isso foi extremamente rápido, ela apenas fez, e eu nem sequer consegui pensar exatamente no que aconteceu. Então, ela pergunta sobre a comida, e vemos que ainda ia demorar um pouco, e ficamos vendo a tv, agora, estava mais silencioso. O blusão cobria até 1/4 da coxa dela, quando estava de pé, basicamente só escondia até onde terminava a calcinha, e sentada, mostrava uma boa parte. Então, nessa hora, ela comenta que estava com sono, e se reclina no meu ombro, colocando a cabeça e, para ficar mais confortável, coloca as pernas em cima do sofá, como se estivesse deitada de lado, com a cabeça pro meu lado. Bom, se você tem boa visualização, consegue entender que, se a cabeça dela estava pro meu lado, e ela estava de ladinho, a visão dele, era um tanto mais especifica e picante, e sim, era isso mesmo, ela estava com a bunda empinadinha pro lado dele, só de calcinha de renda, não era fio dental, mas era bem safadinha. O sofá não era tão grande, e ele estava bem perto, ficamos assim por cerca de 15 minutos, e então, a comida chegou e ela se sentou normal, dai, comemos, conversando sobre qualquer coisa. Depois disso, ela foi embora, trocou de roupa, se despediu, foi de taxi, e eu, pouco depois, já era de madrugada. Lembro de ter conversado uma coisa qualquer com ele enquanto esperava, não teve nenhum comentário específico, nem nessa hora, nem antes, e pra ser sincero, na hora, tentei ignorar o que estava acontecendo, e não pensei muito e nem observei demais, as vezes eu pensava que ela só era...espontânea. Mas, vocês, entendem muito bem o que foi, assim como eu entendo hoje. Então, esse é o primeiro e um dos notáveis casos dessa história.
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