Bêbada no Jogo do Brasil Dei Pro Amigo do Meu Namorado.



Bêbada no Jogo do Brasil Dei Pro Amigo do Meu Namorado.
*Contos da série Copa do Mundo 2026

Um conto erótico de Kelly Patricinha Safada

Publicado Por: Tuga069

Categoria: Heterossexual

Contém 1615 palavras

Data: 28/06/2026 00:39:46

Última revisão: 28/06/2026 04:40:22

Assuntos: Anal, Corno, Exibicionismo, Heterossexual, Ninfeta, Oral

Neymar em campo, o Brasil vencendo e todo mundo comemorando. Uma festa pós jogo, em plena quarta feira a noite. A gente até esquece que tem que trabalhar no dia seguinte kkkkkk

Eu bebia e dançava enquanto o corno do meu namorado conversando de futebol com uns amigos. Mas um amigos em especial me interessava mais. O mesmo que me comeu no conto anterior. E a minha bucetinha com saudades da piroca daquele safado rs.

Ele me encarava com jeito de safado. E eu me empinava toda risonha. Virada de costas quebrando o quadril de um lado pro outro, querendo provocar. O corno ali do lado sem perceber nada. Por isso que é corno...

Olá sou a Kelly Patricinha. Namoradinha comportada, escritora de contos e viciada em provocar. Vou tentar contar pra vocês como eu levei picha do amigo do meu namorado no meio da festa da copa do mundo.

Baixinha, loirinha, com uma blusa cor de rosa. Parecendo uma Barbie toda patricinha. Rebolando no meio da sala, com uma sainha branca curtinha. Na frente da TV, passando os gols do Vini Junior.

A bundinha jogada pro alto, a sainha branca subindo a cada rebolada. As minhas coxas roliças todas suadinhas. Todo mundo comemorando a vitória do Brasil e eu pensando em rola.

Fazendo coreografias da música da comemoração dos gols dos jogadores da seleção. Fazendo o "surf" do Matheus Cunha, agachada de pernas abertas com a sainha branca curtinha subindo cada vez mais.

Nessa posiçãozinha, virada de frente pro meu amigo comedor de patricinhas. As pernas escancaradas, meus cabelos loiros voando no meu rostinho, a risadinha de bêbada e a minha calcinha branca aparecendo dando bucetadas no ar.

Uma baixinha CAVALA, com os pezinhos descalços e as pernas abertas. A sainha enrolada no topo das minhas coxas. Com a minha coninha quase pulando pra fora na calcinha bagunçada.

Ele me encarando com cara de cafajeste e eu cruzando os olhares com jeitinho de putinha sonsa. Esperando a hora dele me agarrar escondida. Sem falar nada, apenas trocando olhares e apontando com os dedos.

Fugindo pra escada de incêndio do prédio. Com o coração acelerado sem ninguém poder perceber a putaria que a gente tava fazendo.

Sentindo o tarado me agarrando por trás. Com os braços em volta da minha cintura e as mãos descendo pelas minhas pernas. Alisando e apertando as minhas coxas. Com o volume da piroca roçando na minha bundinha.

No silêncio da escada, toda empinadinha nos degraus. A mão espalmada do amigo tarado subindo pelas minhas pernas e entrando por dentro da minha saia. O abraço cada vez mais forte e a ponta do cacete esfregando de um lado pro outro no meu rabo.

Tocando na minha bucetinha por cima da calcinha e me encoxando por trás. Virada de costas pra ele, com as minhas mãozinhas espalmadas na parede, Presa naquela encoxada gostosa. Sentindo as dedadas forçando na minha coninha.

- Ainnnnnnnnnnnnn....

Soltei um gemidinho manhosa, toda ofegante e com as perninhas bambas. A adrenalina de fazer escondida, o tesão de me sentir uma vagabunda. O cafajeste sarrando com vontade nas curvas do bundão da namoradinha do amigo dele.

Era tudo tão errado que só me deixava com mais tesão. Sentindo ele segurar as laterais da minha calcinha e arriar pelas minhas coxas. A gente não podia demorar. O corno tava ali perto alguns andares acima no apartamento.

Mas eu queria uma putaria ainda mais sacana. O meu instinto de piranhazinha exibicionista me fez entregar o meu telefoninho na mão dele. Pedindo pra ele me filmar.

Toda empinadinha na escada de incêndio. Virada de costas, com as mãos espalmadas na parece e jogando a bundinha pro alto. Uma raba de 98 de quadril, toda empinada com a minha sainha branca subindo. Olhando pra trás, por cima dos ombros e uma risadinha de safada.

Chamando o meu comedor e começando a rebolar. Eu queria provocar. Eu queria me sentir uma vagabunda.

EU SOU UMA VAGABUNDA!!!!

Bêbada e com a bucetinha toda babada. Com jeitinho de ninfeta sapeca e as coxas grossas de cavala de academia. Subindo a minha sainha branca e arriando a calcinha até o chão. Dando pulinhos pra tirar ela pelos pezinhos.

Chamando o meu amigo tarado pra me comer todinha.... Eu teho esse vídeo pros meus leitores tarados...

Em pé, com as minhas mãos espalmadas na parede, eu ficava numa posição toda empinada, com a raba toda exposta na cara da cam do meu celular. O meu safado se dividia entre me filmar e meter a mão na minha bunda.

Levantando a minha saia, abrindo as bandas da minha bunda e metendo o celular pra me filmar naquela posição. A minha coninha toda convidativa, as mãos safadas apertando a minha bunda e um fogo subindo no meio das minhas pernas.

Eu precisava de picha!

Ele nem falou nada, acho que ele só deixou o instinto comandar as duas cabeças dele. Me segurando firme pela cintura, me dando um tapa estalado na bunda. O safado só deu uma cuspida e foi encaixando a cabeça da pichota na entrada do meu cuzinho.

FILHO DA PUTA!!!

Era tudo tão sacana que tinha que ser no cuzinho mesmo... O corno ia ser muito corno naquela noite rssssss

Me ajeitei de 4 nos degraus da escada, com a blusinha brilhante e os cabelos loiros jogados por todos os lados. Eu era montada como uma cachorra, e devorada com fome por um tarado doido pra comer a namoradinha do amigo dele.

Mais do que isso, era no cu. Da forma mais devassa e pervertida possível. Sendo enrabada e filmada naquela situação. As marquinhas de fio dental escancaradas pra câmera do meu celular. A pichota sumindo no meio da minha bunda. Sumindo no meio das minhas marquinhas.

Os tapas estaladas no meu rabo faziam eco na escada silenciosa. As cravadas com força e com fome me dando trancos por trás. Eu fechava os olhinhos e mordia maus lábios pra aguentar aquela curra.

Levando trancos e sentindo a pichota me fodendo todinha. Não sei explicar o prazer anal, acho que é tudo na cabeça. É o tesão de me sentir uma vadia, fazer algo pervertido. Me sentir sendo usada como a piranha que leva na bunda.

Meus gemidinhos ecoando na escada de incêndio. Com o risco de ser pega no flagra. O corno ali do lado e o amigo dele me comendo.

De 4, com as marquinhas de biquini e uma rola na bunda. Sendo montada, sendo fodida, sendo enrabada. O quadril dele alucinado indo pra frente e pra trás. Me dando trancos e me fazendo gemer toda manhosa.

- Ainnnnnn... Ainnnhêêêêênnn.... Come o meu cuzinhoonnnn... Safáááádoonnnnnn!!! Safáááááádoooooooooonnnnn!!!!

Me filmando, me fodendo, me segurando pelos cabelos. Foi tudo rápido mas muuuuuito intenso.

Eu gemia, eu me apoiava nos degraus, eu sentia as bolas explodindo na minha bunda. Batendo cadenciado a cada macetada que o safado me dava por trás.

Ploc ploc ploc ploc ploc com o silêncio e eco de uma escada de emergência, esses ploc ploc ficavam ainda mais altos. Meus cabelos na minha cara, uma piroca na minha bunda e um safado montado atrás de mim.

Eu levava trancos com força, sentido meu cuzinho sendo invadido, sendo fodido, sendo desvirtuado da imagem da loirinha cor de rosa. Não sei explicar, porque dói, mas dá tesão. E acaba sendo gostoso pra caralho.

Eu gosto, eu aguento, eu levo na bunda... A patricinha comportada gosta de uma pichota por trás...

Me apoiando nos degraus da escada, sendo montada como uma cachorra, sendo feita de piranha com uma picha na bunda. Isso é muito pervertido e justamente por isso me dá tanto tesão...

Não demoramos muito ali na escada, com uma acelerada ainda maior nas metidas que ele me dava por trás. Largando o celular e me segurando com uma mão na cintura e outra no meu ombro. Fazendo uma alavanca pra meter ainda mais firme e com mais força.

Era hora de gozar...

Os barulhos ecoando na escada vazia. Os meus gemidinhos manhosa. Os tapas na minha bunda. Meu namorado ali pertinho e o amigo dele me fodendo gostoso. Era muita coisa acontecendo de uma vez só

Ploc ploc ploc ain ainn ainnn ainn plaft plaft aiinn ainnn ainn ploc ploc ploc ainnnnnnnnnnnnnnnn

Eu tava loka revirando meus olhinhos do avesso. Sendo enrabada igual uma piranha devassa. Eu só consegui esticar uma das mãozinhas pra alcançar a minha bucetinha e esfregar a coninha. Eu desliguei meu cérebro e gozei gostoso com uma pichota na bunda.

Ali, de 4, no meio da escada, esfregando a bucetinha e gozando com uma picha socada na bunda. Era tudo pervertido demais. Essas coisas mexem muito com a minha cabeça.

O safado gozou logo depois, mas eu já nem sei dizer como e quando. Eu já tinha desligado a minha mente e meu corpo tava no automático aguentando as metidas na bunda. Eu tinha gozado na pichota do amigo do meu namorado.

Eu precisava voltar pra festa antes que o corno sentisse a minha falta. Eu precisava escrever esse conto pra vocês. E ainda tem mais copa do mundo pela frente. Ou por trás também kkkkkkkkk.


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Ficha do conto

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Nome do conto:
Bêbada no Jogo do Brasil Dei Pro Amigo do Meu Namorado.

Codigo do conto:
265741

Categoria:
Exibicionismo

Data da Publicação:
30/06/2026

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