Descoberta e chantageada



Quem já leu meus contos anteriores, sabe que eu gosto mesmo da putaria. A alguns anos atrás, eu era mais gordinha (estou em processo de emagrecimento), e eu ficava com um homem casado, o Renato (fictício). Ele trabalhava comigo no banco, e sempre que podia inventava umas mentiras de sair com amigos, jogar bola, horas extras, e vinha na minha casa me comer.
Certo dia ele me chamou para um café, disse que tinha algo importante para falar. Chegando na lanchonete. Estava com uma cara de pânico, disse que sua esposa havia descoberto que estávamos saindo e que ela queria falar comigo. Na hora eu disse:
- Tá louco Renato, não vou não, sua mulher vai querer me bater.
Mas ele disse que não, que ela queria conversar mesmo, apesar de estar muito brava. Falei que se fosse falar com ela seria em um local público, pois assim ficaria um pouco mais segura. Ele retrucou dizendo ela está no carro, vou chamar. Na hora me deu um gelo na barriga, queria sair dali, mas acabei ficando para ver o que acontecia. Quando ela chegou, uma mulher com aproximadamente 40 anos, beem magra, quase sem peito e bunda. Sentou a mesa conosco me deu uma olhada e já perguntou bem calmamente:
- Então você é a tal Fernanda, você sabia que o Renato é casado. Respondi que sim, e ela continuou:
- E ainda assim esta saindo com ele, olha minha vontade quando descobri, foi de matar vocês dois. Mas depois parei e pensei, vou me aproveitar da situação, quero participar dessa putaria de vocês. Achei estranho, pensei que fosse uma desculpa para me bater em algum lugar. Mas ela completou:
- Se não aceitar, vou até o banco e faço um escândalo. Estava assustada, mas acabei aceitando, não por conta da ameaça, pois nunca gostei daquele emprego (não trabalho mais lá), mas aceitei porque senti um certo tesão, não sabia se ela queria ver o Renato me comendo, ou se ela queria que eu visse ele comendo ela. Combinamos de ir a um motel no Sábado.
No dia seguinte, na sexta feira, procurei o Renato na empresa, para ver o que ele estava achando, ele estava em pânico, pois disse que também não sabia o que esperar. Mas me garantiu que a esposa não faria nada demais, pois não era agressiva, ele estava com medo mesmo era de perder o casamento.
Chegando o dia, eles passaram na minha casa, Renato dirigindo, a esposa no passageiro, e eu entrei atrás. Ela estava com uma cara de tranquila, mas com um ar de maldade. Me deu boa noite, e partimos para o motel. Chegando, entramos em uma suíte linda, com muito espaço, um duplex, com 2 banheiras, piscina, sauna e uma cama em cada andar. Tinha também um cadeira erótica do lado da banheira.
Ao chegar, como ainda não sabia o que ela iria querer de mim, sentei em uma cadeira e esperei eles ficarem a vontade, até que ela sentou na cama e falou:
- Fernanda, vem aqui e tira essa roupa pra eu te ver. Fiquei sem graça e com tesão ao mesmo tempo, e fiz o que me pediu, fiquei apenas de calcinha, por já estava sem sutiã. Ela olhou para o Renato e falou:
- Você me trocou por essa gorda? Tá bem, agora ela é minha também, vai virar nossa marmita. Me senti um pouco incomodada com o comentário, mas rapidamente ela já tirou minha calcinha e mandou eu sentar na cama para assistir. Mandou Renato tirar a roupa e ir para cama, ela se levantou, tirou toda a roupa (nua era mais magra ainda, pois o bojo ajudava), deitou e mandou Renato chupar ela. Depois de alguns minutos que eu estava observando, eu ja estava toda molhada, pois já havia visto o pau do Renato duro de chupar a esposa dele. Até a ela falou:
- Fernanda vai lá pra cima e prepara a banheira para nós. Assim o fiz. Quando a banheira estava cheia eu entrei e fiquei esperando. Da onde eu estava consegui ouvir os gemidos dela quando gozou. Então ele subiram para o andar que eu estava. Quando chegou ela falou:
- O que é isso, essa banheira não é pra você, é pra mim, sai dai. Assim eu sai. Quando ela entrou Renato olhou pra ela, e ela já disse:
- Você também não vai entrar. Quero que você chupe ela pra eu ver também, então sentei em uma poltrona que tinha ao lado da banheira e Renato começou a me chupar, eu ja estava tão molhada que gozei em 2 minutos. Ai ela pediu pra que eu entrasse na hidro e ficasse de pé na frente dela. E mandou Renato buscar a bolsa dela e um espumante no frigobar, que estava no andar de baixo. Fiquei na frente dela e ela pediu pra eu abaixar. Ficou balançando meus peitos e apertando (acho que ela não tem queria sentir um peito grande). Logo desceu e enfiou dois dedos na minha buceta que ainda estava encharcada. E disse:
- Você é uma puta mesmo né, está toda molhada de vontade de dar essa buceta arrombada. Mas não vai, esse filho da puta do meu marido não vai comer você agora. Quando Renato voltou ela mandou ele servir espumante pra ela e deitar na cadeira erótica que tinha ao lado. Abriu a bolsa, e tirou um Plug de metal, nada grande. Pediu para que eu colocasse no cuzinho dele, ele olhou pra trás, com olhar de medo, mas não se moveu. Ela só disse:
- Baba bem nesse plug pra deslizar mais fácil. Assim o fiz, chupei bastante o plug. Passei saliva no cuzinho dele e coloquei bem devagarinho, ele deu um gemidinho baixinho, mas aguentou bem. A esposa dele falou, você vai ficar com esse plug até chegarmos em casa. Não tira e não deixa cair. Fiquei com pena dele, mas estava adorando a situação toda. Até que ela sentou na borda da hidro. me mandou entrar e chupar ela. Como já tinha experiência em sair com mulheres fiquei até feliz com o pedido. Chupei, lambi, dedilhei, e ela se contorcia na minha boca. Até que ela falou agora quero trepar. Deitou de frango assado em uma cama que tinha ao lado da banheira e mandou o marido comer sua buceta. Ele veio, mas acho que não estava confortável com o plug, e o pau dele estava meia bomba, e ela disse, chupa o pau dele pra ver se anima, chupei até ficar duro, e ele comeu ela, enquanto ela acariciava meus peitos e me chamava de puta. Até que rapidamente ele gozou, inundando a buceta dela de porra. Ela disse:
- Já seu filho da puta, nem gozei. Olhou pra mim e me mandou limpar o pau dele, lambi até deixar sequinho. Em seguida mandou limpar a buceta dela. E assim o fiz também. Saia muita porra de lá. Era salgada e tinha cheiro de sexo. Até que ela falou, agora sim é sua vez de foder. Mandou o marido sentar e olhar. Ele sentou com um pouco de incomodo por causa do plug, mas obedeceu.
Ela me agarrou pelo cabelo, me deu um tapa na bunda que chegou a marcar e disse:
Queria ser puta para meu marido, agora será minha puta, deita e levanta as pernas, deitei segurando as pernas por trás dos joelhos, e ela começou a me chupar, chupou tão bem que acabei gozando, e ela com a boca pegajosa no meu melzinho disse:
- Sua puta, gozou na minha boca, agora você vai ver. Pegou na bolsa dela um consolo, o maior que eu ja vi. Deu uma batida na minha cara com ele e apontou na porta da minha buceta. Conforme ela foi enfiando fui vendo estrelas, no final, conseguia sentir ele no meu útero. Não me contive e gemi alto, quando ela me bateu na cara.
- Cala boca, sem escândalo, se não enfio isso no seu cú. Ficou ali fazendo um movimento de vai e vem até que eu me acostumei com o tamanho. Então ela falou para o Renato:
- Vem quero ver como você comia essa puta pelas minhas costas, come o cú dela. Tirando o consolo da minha buceta que ja estava anestesiada. Nunca tinha feito anal com Renato, naquela época não tinha costume de dar o cú. O pau do Renato não era enorme, mas longe de ser pequeno, cerca de uns 18cm, grossura média, mas bem cabeçudo, estilo cogumelo. Ela mandou eu ficar de 4 e abrir bem a bunda, passou gel no meu cú, e no pau do Renato. Ela apontou a cabeça no meu cú e o Renato foi enfiando bem devagar, doía muito, e colocou e tirou a cabeça umas 3 vezes, não conseguia aguentar direito, estava com tesão, mas a dor era maior. Ele deixou um pouco a cabeça dentro para acostumar, quando eu ia pedir para parar ela apertou com o dedo o plug no cu do Renato, o que fez ele contrair e enfiar de um vez até o talo do pau no meu cú. Senti minha pregas abrirem caminho. Gritei na hora, derrubei lagrimas, mas a esposa dele disse.
- Aproveita que entrou e fode ela de uma vez, e assim ele fez, fodeu meu cú por uns 1 min antes de gozar. Quando tirou, meu cú expelia porra, muita porra mesmo. Passei mais uns 20 minutos peidando porra, sem controle do meu cú. A esposa dele ria muito. Depois de me recuperar um pouco ela me chamou para a banheira, me deu um banho, me beijou, chupou meu peitos, parecia que a raiva dela havia acabado quando me viu sofrer.
Ainda naquele dia ela me comeu a buceta mais 1 vez. Na hora de ir embora, fez Renato vestir a roupa com o plug no cú. E dirigir de volta assim. Me pediu para deixar minha calcinha de recordação. Me deixaram em casa e antes de eu sair do carro ela falou:
- Lembre que sempre que quiser dar para o meu marido vai dar pra mim também. Concordei, desci do carro e fui pra casa. Passei o domingo todo sem conseguir controlar minhas pregas, estava tomando cuidado até para espirrar ou tossir.

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Ficha do conto

Foto Perfil Conto Erotico correiafernanda

Nome do conto:
Descoberta e chantageada

Codigo do conto:
265747

Categoria:
Grupal e Orgias

Data da Publicação:
30/06/2026

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