Comi o novinho que meu amigo trouxe pra casa



Eu moro com o Cauê faz quase um ano. A gente alugou um apartamento perto da faculdade porque os dois estavam cansados de perder horas no trânsito. Dividir as contas acabou sendo um bônus. Além disso, a convivência sempre foi tranquila.

Eu tenho um porte mais parrudo. Malho praticamente todos os dias, então meus ombros são largos, os braços vivem marcados e minhas costas ocupam mais espaço do que eu gostaria nas cadeiras da faculdade. Só que nunca fui daqueles neuróticos com dieta. Gosto de comer bem, então acabei ficando com aquela barriguinha discreta que aparece quando tiro a camiseta. Sempre achei que ela combinava comigo. Tenho pelos curtos espalhados pelo peito, barriga e virilha.

O Cauê é diferente. Também treina quase todo dia, mas é mais alto do que eu e tem um físico mais atlético, daqueles que parecem feitos para usar regata.

Numa sexta-feira, eu estava largado no sofá assistindo qualquer coisa na televisão quando ouvi a chave girar na porta.

— João, cheguei! — gritou o Cauê.

— Tô na sala!

A porta se abriu completamente e ele entrou acompanhado de um garoto que eu nunca tinha visto.

O menino devia ser um pouco mais novo que a gente. Pele bem clara, corpo magrinho, olhos verdes que chamavam atenção de longe. Tinha um rosto delicado, quase angelical, e uma boca naturalmente carnuda. Assim que percebeu que o apartamento não estava vazio, parou por um segundo.

Parecia que tinha congelado.

— Relaxa — disse o Cauê, dando uma risadinha. — Esse é o João, meu colega de apartamento.

O garoto sorriu sem mostrar os dentes.

— Oi…

Foi um cumprimento tão baixinho que quase passou despercebido. Logo em seguida abaixou a cabeça, claramente sem saber onde colocar as mãos.

— E esse é o Enzo.

Acenei com a cabeça.

— Prazer. Fiquem à vontade.

Os dois seguiram pelo corredor. Antes de entrar no quarto, o Cauê ainda olhou para trás.

— Qualquer coisa, grita aí.

— Pode deixar.

Poucos minutos depois começaram os sons abafados de conversa, algumas risadas e beijos entre eles. Em seguida veio aquele rangido característico da cama encostando na parede.Era impossível não entender o que estava acontecendo.

Sorri sozinho.

“Bom… melhor aumentar o volume da TV.”

Acabei perdendo a disputa para o sofá. Quando percebi, tinha cochilado.

Acordei no fim da tarde com a luz dourada entrando pela janela da sala. Fui direto para a cozinha.

Enquanto o café passava, o apartamento inteiro ficou tomado pelo cheiro que sempre me lembrava de casa. Eu estava enchendo minha caneca quando ouvi passos.

Os dois apareceram na cozinha.

Tinham aquele ar de quem passou horas completamente desligados do mundo.

Os cabelos estavam bagunçados. Os sorrisos discretos entregavam mais do que qualquer palavra.

— Nossa… café! — disse o Cauê. — Salvou a vida.

Enzo deu uma risadinha.

— Também quero.

Enquanto eu servia outra caneca, percebi os dois trocando olhares cúmplices.

De repente, o Cauê segurou firme o rosto do Enzo, mantendo o olhar safado e um sorrisinho no rosto.

— Vou tomar um banho rapidinho.

E deu um beijo demorado nele, apertando a bunda dele com força e depois o envolveu num abraço apertado.

Por cima do ombro do Cauê, o Enzo levantou os olhos. Foi aí que nossos olhares se encontraram.

Ele não desviou.

Pelo contrário.

Ficou alguns segundos me encarando com um sorrisinho discreto e safado, daqueles que fazem a gente se perguntar se imaginou a cena ou se ela realmente aconteceu.

Confesso que achei engraçado. Mas também senti uma curiosidade inesperada.

Quando o Cauê soltou o abraço, continuou falando normalmente.

— Não demora muito aí, tá?

— Vai ser rápido.

— Quero ver.

Os dois sorriram.

Então o Cauê apontou para mim.

— João, guarda um pouco desse café pra mim.

— Pode deixar.

— Já volto.

A porta do banheiro fechou.

O apartamento ficou silencioso.

Enzo permaneceu parado na cozinha por alguns instantes.

Depois caminhou devagar até onde eu estava.

Nenhum de nós dizia absolutamente nada.

Mesmo assim, havia uma estranha eletricidade no ambiente.

Quando ele ficou bem perto, e apertou meu pau com força, que nessa altura já estava duro.

— Grande, né? Deixa eu ver?

Sem dizer mais nada, botou meu pau pra fora, agachou e começou a melhor mamada que já levei. Engolia meu pau inteiro e eu sentia meu pau abrindo a garganta daquele menino.
Depois lambeu minhas bolas e passava a língua até a cabeça do pau e voltava para a bolas.

Sem me conter, segurei ele pela cabeça e comecei a foder a boca carnuda dele. Ele aceitava sem reclamar ou engasgar.

Já tava quase gozando, então que tava na hora de meter. Logo o Cauê terminaria o banho. Tínhamos que ser rápidos.

Levantei ele, abaixei duas calças, juntei o máximo de saliva, passei no cuzinho dele e no meu pau.

O moleque pegou meu pau e foi direcionando pro seu buraquinho.

Ali, em pé na cozinha, fazendo vigia para não sermos pegos pelo Cauê, meu pau foi entrando nele sem muita resistência. Ele soltou um gemido baixo.

— Que pau grosso, gostoso. Me fode, vai!

Comecei a meter ritmado e firme, enquanto mordiscava seu pescoço e orelhas.

— Gosta de dar esse cuzinho para macho, né putinho? Tá gostando de levar pica?

— Tô… mete mais! To gozando…

Senti seu cu contrair apertando meu pau. E vi o garoto gozando no chão da cozinha. Percebendo que tinha parado de meter, ele começou a rebolar, fudendo o meu pau com o cu dele. Cada vez mais rápido, mais rápido…

— Vou gozar… vou gozar… aaaahhh!!!

Segurei firme a cintura dele e dei uma estocada funda, depositando meu leito no fundo do cu dele. Meu corpo estremeceu e relaxou.

Foi quando escutamos o barulho da porta do banheiro. Nos recompomos rápido e da melhor forma possível para o Cauê não perceber.

Poucos segundos depois, o Cauê apareceu enxugando o cabelo com uma toalha.

— Sua vez do banho.

— Tô indo.

Enzo sorriu para nós dois.

— Já volto.

Assim que ele desapareceu pelo corredor, olhei para o Cauê.

— Cara…

— Fala.

— O Enzo é uma delicinha. Onde tu encontrou esse boyzinho?

Ele caiu na risada.

— Eu sabia que você ia falar isso.

— Sério.

— Gostou dele?

Balancei os ombros.

— Conheci ele no Grindr. É um putinho. Me deu maior canseira. Tem que ver a mamada dele.

Caímos na gargalhada.

Ele me observou por alguns segundos antes de abrir um sorriso divertido.

— Relaxa. Se você quiser dá ideia nele, por mim, tá suave! Do jeito que ele é putinho, vai querer dar pra nós dois.

— Será? Tá a fim de tentar?

Naquele momento, a porta do banheiro se abriu e Enzo gritou:

— Alguém pode me trazer uma toalha?

Continua…


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Ficha do conto

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Nome do conto:
Comi o novinho que meu amigo trouxe pra casa

Codigo do conto:
265754

Categoria:
Gays

Data da Publicação:
30/06/2026

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