Comi uma lésbica na praça da república.



Vamos lá gente mais um conto, com elas que eu amo, as lésbicas.

Teve um dia que eu estava de bobeira sem fazer nada. Decidi dar uma volta no centro de São Paulo. Passei pela Santa Cecília, Amaral Gurgel, Largo do Arouche, Vieira de Carvalho até chegar na praça da república.
Notei que lá tinha um sapatão, e ele estava sozinha, vou chamar-la de Carla.
Carla 1,53 mais ou menos de altura, uns peitos gigantes, uma barriguinha um pouco grande, uma buceta peluda, bunda pequena. Ela estava usando uma calça apertada e uma blusa.
Vou falar o jeito que eu estava vestido. Mais pra frente vocês vão entender kkk...
Eu vestia uma calça jeans um pouco larga e uma casaco de frio bem grande que ficava um palmo abaixo do meu pau e tinha touca.

Cheguei na praça e vi que tinha bastante movimento. Mais comecei a olhar aquela mina. Sozinha naquele lugar, andando de um lado para o outro. Meu pau começou a dar sinal de vida.
Decidi observar um pouco mais pra saber o que estava acontecendo.
Fiquei mais ou menos 1 hora ali só olhando.
Foi quando o movimento foi caindo e foi ficando tarde.
Decidi dar mais uma volta por ali. Fui no Arouche e voltei e aquela mina ainda ali.
Nessa já era mais de meia noite e meia. Como eu moro no centro, pra mim ir pra casa andando tá tranquilo.
Decidi puxar assunto.

_ boa noite tudo bem? Você poderia me dar uma informação?
_ boa noite, claro, o que quer saber?
_ você sabe se já fechou o metro?

Como eu fiquei observando ela de longe ela não tinha me visto.

_ oh amigo já fechou.
_ nossa perdi o metro então.
_ nossa eu também perdi, acabei de chegar aqui é já tinha fechado.

Era nítido que eu e ela estávamos mentindo. Eu sei porque eu estava mentindo e ela, por que estava mentindo?! Kkkk...

_ caramba amiga e agora que horas abre o metro?
_ amigo só as 4:20.da manhã.
_ nossa e agora?? Você vai ficar aqui na praça? Ops desculpa a minha falta de educação moça, prazer, pode me chamar de neguinho.
_ opa tudo bem neguinho eu me chamo Carla.
_ Carla, vai ficar aqui na praça?
_ vou sim esperar o metro abrir.
_ mais aqui não é perigoso?
_ neguinho todo lugar é perigoso.
_ posso ficar aqui com você então Carla?
_ pode sim fica aí.

Ficamos ali mais ou menos 1 hora conversando, se conhecendo dando risada e tudo mais. Foi quando tomei coragem.

_ o Carla a noite vai ser longa. Nós poderíamos aproveitar ela de um jeito diferente.
_ como assim não entendi.
_ ah você já me disse que é lésbica, mais você poderia abrir uma excessão pra mim é a gente poderia ficar hoje.

Avancei e dei um beijo nela.
Pra minha surpresa, ela não me empurrou e continuou me beijando.

_ nossa que boca gostosa você tem Carla.
_ a gente tá ficando hoje, amanhã quando passar por mim finge que nem me conhece.
_ claro eu entendo, pode ficar tranquila Carla o que acontece aqui, morre aqui.
_ vamos para perto da escada ali neguinho é mais escondido.

Nós fomos pra perto da escada do metrô e continuamos a nos pegar. O beijo daquela mulher era quente, tinha pegada. A mão dela passeava pelo meu corpo, ela me apertava e soltava uns gemidos abafado quando me beijava.

_ huum, hum, hum...
_ eu enfiava a mão no meio dos cabelos dela. E puxava a cabeça dela pra trás e beijar o pescoço dela.
_ hum, hum, hum...

E cada vez mais a mão dela apertava o meu pau com força. Foi quando eu abri meu zíper e coloquei meu pau pra fora. Ele pegou e começou bater uma punheta pra mim.

_ nossa Carla que mão macia você tem...
_ é tua rola neguinho, que maravilhosa. A minha vontade é de chupar você todinho e depois sentar nesse pau gostoso de frente e de costa e deixar você arrombar meu cuzinho bem gostoso.

Eu vi que a mulher estava fora de si. O tesão já tinha tomado conta dela.
Tirei meu casaco e pedi pra ela colocar e deixar o zíper aberto. A blusa ficou quase no joelho dela.

_ e você vai ficar sem blusa neguinho nesse frio?
_ relaxa que agora é hora de você e eu se esquentar.

Desabotoei a calça dela desci o zíper e coloquei minha mão na buceta dela.

_ hum, huuuuuummm. Agora entendi seu safado. Porque me deu a blusa. Huum, hum. Se você continuar desse jeito não respondo por mim.
_ e o que você vai fazer cachorra?

Comecei a brincar com o grelinho dela. Ela começou a gemer mais ainda, e acelerar a punheta em mim. Meu pau continuava pra fora. Mais como ela estava com a blusa aberta ninguém via que ela estava batendo uma pra mim e eu batendo uma siririca pra ela.

_ porra neguinho, vai me fazer gozar aqui não. Vai molhar toda minha calça.

Ela segurou a minha mão, no sentido pra eu parar. Ela desceu a calça até a metade das coxas, como o casaco tampava ela, ela ficou de boa. Ficou na ponta dos pés, pediu pra eu encostar na parede e abaixar um pouco mais. Ela colocou meu pau, naquele bucetão, um de frente para o outro e ela mesmo começou fazer o movimento pra trás e pra frente, na maior discrição, pra quem passar não perceber o que estava acontecendo.
Ela me beijava e continuava pra frente e pra trás.

_ neguinho queria estar sentando em você agora. Sentir ele todinho dentro de mim, pular com força em você.

Ela não parava de falar que queria sentar e mim. Essa deveria ser a posição preferida dela.

_ não fala isso não gata, que hoje eu estou sem dinheiro. Mais a minha vontade é de chupar esse bucetão e esse cú bem gostoso.
_ huuuum, huuum...
_ quero enfiar minha língua nesse cuzinho e depois comer ele com força.

Essa mulher ficou louca, começou a acelerar o movimento. Como se estivesse em um lugar fechado. E gemia alto e nessa hora eu também já não estava nem aí...
Comecei a gemer e empurrar o corpo pra frente. Foi quando ela anunciou que iria gozar. Fiz questão de pegar na cintura dela e começa a empurrar ela pra frente e pra trás. De repente ela ficou mole e senti meu pau se molhar.

_ tira neguinho por favor. Meu gozo molhou minha calça.
_ deixa eu gozar também Carla.
_ nossa queria muito te deixar gozar dentro de mim. Mais se isso acontecer vou molhar toda a minha calça, e como vou com a calça toda molhada e aínda por cima melada. Tira que eu vou bater uma punheta pra você gozar bem gostoso.

Tirei ela rapidinho pegou meu pau e começou a bater uma pra mim. Eu já estava a ponto de gozar. Foi quando ela acelerou a punheta e me fez virar pra o lado pra terminar. Eu estava gozando no chão e ela não parava de bater uma pra mim. E eu gemendo e gozando. Quando olhei já era 4 da manhã.
A gente se arrumou e esperamos o metro abrir.

_ aí Carla você é muito gostosa.
_ neguinho me espera aqui amanhã. Umas 6 horas da noite. Quero te levar para o motel. Quero sentar em você.
_ espero sim.
_ tchau neguinho.
_ tchau Carla.

No dia seguinte tive que resolver um problema no serviço e não consegui chegar no horário. Mesmo assim eu fui, a esperança é a última que morre kkk...
Cheguei era quase 8 horas da noite. E ela não estava lá.
Fui pra casa e bate uma punheta assistindo filme de lésbica no xvideos.


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Ficha do conto

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Nome do conto:
Comi uma lésbica na praça da república.

Codigo do conto:
265804

Categoria:
Heterosexual

Data da Publicação:
01/07/2026

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