Casting da loirinha pra agência pornô



Sou dono de uma produtora de vídeos pornográficos independentes, vou contar aqui uma das minhas histórias com esse meu empreendimento. Para contextualizar, meu nome é James, 34 anos, sou um homem negro retinto de 1.93cm, tenho cabelos pretos, uma barba preta fechada, corpo bem treinado e 23 centímetros de pica. Quando comecei, produzia somente vídeos solos, me masturbando e realizando os mais diferentes tipos de pedidos dos meus fãs, até que comecei a ganhar uma relevância no meio e com isso, o dinheiro.

Conforme fui crescendo no meio pornográfico, surgiu a necessidade de contar com uma parceira para ser minha dupla em meus vídeos, com isso em mente, abri um anúncio na internet, procurando por garotas com idade entre 20 e 30 anos, bonitas, com corpos chamativos e que precisassem de dinheiro, estava oferecendo uma boa quantia para aquela que fosse minha parceira. Uma das primeiras mulheres que apareceu para mim, foi uma jovem de 21 anos, seu nome era Gleice, loira natural, carinha de santinha, peitos durinhos, de tamanho médio e bico rosado, o corpo branco como a neve, bunda mediana e uma bucetinha rosada, totalmente depilada.

Combinamos através de mensagens que ela me encontraria no meu apartamento no centro, onde eram realizadas as gravações, dessa vez havia preparado um cenário diferente: câmeras em cima. No estilo sextape, para parecer o mais natural possível, combinamos de que assim que ela entrasse, já estaria gravando e iniciaríamos a cena. O roteiro? Novinha traindo o namorado otário corno com o negão da faculdade.

Então ela chegou, eu abri a porta e a vi. Estava belíssima, trajando um vestidinho preto colado, podia observar seus peitos marcando no tecido, o que indicava que ela não estava usando sutiã, tinha uma maquiagem leve e eu estava inebriado com o cheiro doce daquele perfume. Assim que ela deu o primeiro passo para dentro do apartamento, se lançou na minha direção, largando um beijo de língua intenso e quente em mim, enquanto fechava a porta com o pé, dando uma porrada com o bico do seu salto. Eu correspondi, agarrando o corpo dela e passando minha mão por suas curvas, até chegar na sua bunda, apertando com força suas nádegas enquanto a beijava de língua. Ficamos naquela esfregação, beijo de língua, mão boba aqui e ali, chupão no pescoço, até que ela se afastou, dizendo:

— Que saudades eu estava do meu negão gostoso!

E eu respondi:

— A putinha enjoou do pau do corno e veio matar à vontade com o meu...

Ela assentiu com aquela carinha de santinha, uma grande putinha safada com o rosto angelical. Se ajoelhou na minha frente e baixou meu short, em seguida a cueca, revelando minha tora preta de 23 centímetros, babando de tesão, os pentelhos cresciam de leve ao redor da minha virilha e no meu par de bolas pesadas que caiu na sequência. Passou aquela linguinha deliciosa na cabeçona roxa e inchada, depois engoliu tudo de uma vez, deixando tudo bem babado, ela chupava meu cacete com gosto, enquanto eu a humilhava, chamando-a de putinha safada. A loira desceu para as bolas dando um bom trato nelas, enquanto eu delirava de prazer, ficamos naquele momento por mais ou menos uns quinze minutos.

Puxei ela em direção a mesa da sala, obrigando a novinha loirinha se apoiar na estrutura de madeira, levantei seu vestidinho colado e para minha surpresa a vagabunda não estava usando calcinha. Larguei um tapão forte em seu rabo branco, tatuando a marca do meus dedos grossos em vermelho naquela pele alva. Segurei minha pica pela base e acomodei na portinha daquela buceta, ditando para a putinha:

— Se prepara, sua vadia. — rugi, sentindo meu corpo ser tomado pela euforia.

Encaixei a cabeça da minha pica dentro daquela buceta apertadinha, sentindo ela esmagar meu pau, a putinha parecia quase virgem, eu empurrava com força, ganhando espaço, centímetro a centímetro. Ela se contorcia de prazer, gemendo alto e com os olhinhos embotados de lágrima, tentando aguentar a pressão da minha rola.

— Aí, caralhoooon, você vai me rasgar, filho da putannnn!! — a vadiazinha gemia, chorando e se tremendo no meu pau.

Macetava firme aquela bucetinha, enquanto apertava seus seios com força, montado atrás dela como um cavalo no cio, eu bombava muito naquele buraco apertado e quente, estava tão molhado que produzia aquele barulho gostoso da nossa foda, enquanto a mesa começava a balançar com a pressão, estocava com força e velocidade. Ambos começavamos a suar bastante, completamente entregues aquele momento de prazer, grunhia como um ogro, enchendo aquele rabo branco de tapa e a cada tapa que eu dava, a putinha gemia mais alto (tomei uma multa do prédio por conta dessa vagabunda), chorando de prazer na minha piroca.

— Ainnnn, safado, machuca vai... acaba com minha bucetinha, faz o que o corno não faz vai... — ela estava totalmente entregue ao papel de putinha, de fato ela precisava muito daquilo.

A loirinha safada começou a rebolar em mim, trabalhando aquele rabo gostoso na minha virilha, enquanto minha piroca estava encaixada nela, socando com força, eu puxei sua cabeça pelo rabo de cavalo dela, dando um beijo no seu pescoço e depois cuspindo dentro da sua boca enquanto eu metia forte. Ficamos mais alguns minutos naquela posição, até que decidi trocar.

Suspendi Gleice na mesa, colocando-a sentada e de pernas abertas para mim, na minha frente. Apoie seu par de pernas nos meus ombros fortes, deixando a vagabunda bem aberta. Soltei um cuspe na cara da vadia e dei dois tapas em sua cara, voltando a encaixar meu caralho preto naquela buceta. Num vai e vém intenso eu ia arrombando aquela bucetinha semi-virgem, ela me agarrou com força, usando suas unhas decoradas para arranhar minhas costas numa brutalidade que eu podia sentir o sangue escorrendo, enquanto gritava exasperada: Me fode vai! Me fode caralho, acaba comigo. E eu bombava mais, soltando uma risadinha enquanto a olhava, ela estava derretendo, seu rostinho branco assumiu um tom vermelho, ela gemia cada vez mais alto, um gemido fino e manhoso, enquanto eu acabava com a bucetinha dela, ficamos naquela posição por mais algum tempo, até que eu ditei, sem tirar o pau de dentro.

— Tá na hora do cuzinho agora, vagabunda. Espero que esteja preparada...

— O quê? Eu nunca dei o cú, meu namorado nunca fez isso... imagina com um pau desse tamanho? — ela hesitou, parecendo reconsiderar a ideia, como se estivesse com medo.

— Pois agora você vai dar, fica de quatro alí, vagabunda. — indiquei o sofá para ela, apontando com o queixo, enquanto ficava em pé esperando.

A vadiazinha saiu da mesa, meio trêmula, foi caminhando até o sofá e ficou de quatro para mim, apesar de assustada, tinha algo em minha voz que a deixava hipnotizada, bastante submissa, se preparou, lambendo os dedinhos e depois enfiando no cuzinho, deixando-o pronto para que eu metesse. — Vai devagar, por favor... — ela soltou outro gemido manhoso, praticamente chorando.

— Você sabe que eu não vou... — soltei uma risada perversa, depois dei um cuspidão naquele cuzinho, espalhando a baba com a cabeça da minha pica, como se fosse um pincel.

O corpinho da vagabunda ficou todo arrepiado e antes que ela pudesse se preparar, enfiei minha pica dentro dela, com a maior brutalidade que eu pude, socando tudo de uma vez dentro daquele rabo branco. Comecei a bombar forte naquele rabo, produzindo um barulho alto, do impacto das minhas bolas pesadas nas nádegas brancas de Gleice, eu socava até o talo, enquanto ela se contorcia de dor, gritando alto e chegando a rasgar a costura do sofá com suas unhas, enquanto tentava aguentar minha pica. Metendo forte, castigava aquele cuzinho virgem e apertado com brutalidade, metendo muito e com velocidade. Eu enchia de tapa aquele rabo, deixando ele cada vez mais vermelho e marcado, continuei bombando por mais 10 minutos aquele cuzinho, enquanto Gleice sofria, até que senti que estava chegando ao meu ápice, tirei minha pica de dentro e comecei a soltar porra naquele rabo, cobrindo-o todo com meu leite espesso.

— Ahhh, caralho... você acabou comigo, negão... — ela ditava, tentando recuperar o fôlego, enquanto caiu de bunda pra cima no sofá, totalmente sem energia enquanto o leite escorria por suas costas.

— Vai se limpar, vagabunda. Não quero que suje meu sofá. — ditei bravo, puxando-a para fora do estofado e mandando-a para o banheiro.

Gleice tomou um banho e se arrumou novamente, nos despedimos com um beijo de língua e ela foi embora. Depois de editar nossa tape enviei o vídeo para ela, mas acabei descobrindo que ela havia se casado com seu namoradinho e com isso, ganharam um apartamento do pai do corno. Ela acabou desistindo da ideia de trabalhar como uma das minhas atrizes para minha agência, mas me deixou ficar com o vídeo de recordação, dizendo que talvez pudessemos nos encontrar novamente, mas sem as câmeras.


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Ficha do conto

Foto Perfil Conto Erotico noctivago

Nome do conto:
Casting da loirinha pra agência pornô

Codigo do conto:
265809

Categoria:
Heterosexual

Data da Publicação:
30/06/2026

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