Quando decidi ajudar o Nilseu a entregar alguns trabalhos gráficos na empresa para a qual ele prestava serviços, não fazia ideia de que conheceria um homem com o pau mais lindo que eu já tinha visto — e que eu iria experimentá-lo. O Nilseu havia me dito que o trabalho deveria ser entregue no departamento de publicidade, no 19º andar, mas que, se estivesse fechado, eu deveria ir ao 8º andar, onde sempre havia alguém fazendo hora extra. No primeiro dia, tive que ir ao 8º andar porque o 19º estava fechado. Bati à porta e um homem muito musculoso e robusto pediu que eu entrasse. Era o Maurício; notei a vascularização em seus braços e em suas mãos grandes e poderosas. Mas a ideia de que eu provaria o caralho dele nem passava pela minha cabeça; Eu não conseguia acreditar que um homem daquele tipo transaria com um viado. Na segunda vez que fui ao 8º andar, disse a ele que estava muito impressionado com a vascularização de seus braços e perguntei se o corpo todo dele era assim. Ele levantou a perna da calça e me mostrou a perna, onde as veias estavam bem saltadas. E, para minha surpresa, disse que o pau dele também era assim. Perguntei: "Sério?". Ele respondeu: "Sim... quer ver?". E, antes que eu pudesse responder, ele tirou a rola para fora. Era o pau mais excitante e desejável que eu já tinha visto em toda a minha vida de viado. Fiquei sem palavras e, para minha surpresa, ele perguntou se eu queria tocá-lo. Virando a cadeira com o pau semiereto, ele disse: "Segura". Depois de eu segurar, ele ordenou: "Chupa". Eu não conseguia acreditar. Estava chupando aquele caralho magnífico. Não demorou muito para que uma explosão de porra enchesse minha boca. Era tanta porra que eu quase engasguei. Com o gosto do pau e da porra dele na boca, e agradecendo por ele ter enchido minha boca com aquele suco masculinos deliciosos, saí de lá nas nuvens. Uma semana depois, voltei sem nenhum trabalho para entregar; eu queria chupar aquele pau de novo. Encontrei-o pela terceira vez e, quando ele me viu, perguntou pelos trabalhos. Eu disse que tinha vindo porque queria chupar a rola e dele de novo. Ele disse para eu não levar as coisas a sério, que gostava de mulheres e que aquilo tinha sido algo de momento. Eu concordei e, quando estava indo embora, ele segurou meu braço com firmeza e disse: "Já que você está aqui e gostou do meu pau, vamos fazer de novo". Ele fechou a porta com firmeza e eu comecei a chupar aquele pau fabuloso. Depois, ele tirou o pau da minha boca e me arrastou para o banheiro. Lá, mandou eu me curvar e abrir as pernas. Cuspiu no meu cu e enfiou o pau nele. Que sensação maravilhosa. Aquele pau monumental estava dentro de mim. Depois de mais alguns encontros assim, convidei-o para dormir na minha casa. Ele recusou e disse que jamais iria à minha casa. Quando perguntei por quê, ele disse que não queria ser visto indo a um lugar de viado! Não insisti, porque não queria perder o caralho de um homem tão poderoso. Continuei sendo fodido pelo Mauricio por meses a fio, sempre no mesmo lugar.
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