Quase sempre fico em casa solitária, sem carinho, sem contato físico, enfim, sem sexo. E isso me gera uma frustração imensa, já que sempre fui bem safada. Já não posso me lembrar a última vez que gozei intensamente.
Esse é o cenário em que me descobri hotwife, resgatando a primeira vez da memória, vou relatar pra vocês.
Era manhã de um dia frio, meu marido havia saído para o trabalho logo cedo com sua roupa social bem ajustada e sua pasta profissional, fazendo jus ao título de homem de negócios. Eu permaneci na cama, um pouco triste pela situação e cheia de preguiça, algum tempo revirando na cama resolvi pedir um café da manhã, algo simples e que chegasse rápido. Alguns minutos no aplicativo, escolhi o que eu queria e quando me dei conta, a campainha tocou.
– Merda, o entregador veio muito rápido, nem deu tempo de me trocar! Pensei.
Tentei disfarçar meu pijama quase transparente colocando uma blusa de frio fina, quase sem esconder meu corpo. Ainda meio sonolenta recebi o entregador, era pra ser uma conversa rápida, mas o rapaz estava ofegante e um pouco suado. Resolvi oferecer um copo de água e sem maldade alguma o chamei pra entrar, envergonhado ele entrou.
Caminhando pouco mais de cinco metros até a entrada da casa, notei que o entregador parecia incomodado, mas seguimos. Chamei ele para dentro da casa, não aceitou de imediato, mas rapidamente foi convencido. Já na cozinha servi um copo de água e recebi um sorriso e um elogio sincero:
– A senhora é muito simpática! Disse ele sorrindo e envergonhado.
– Credo, não me chame de senhora não (risos)
Completei, já percebendo os olhares do homem em meu corpo, ainda que desconfiado.
Conversamos rapidamente alguns assuntos banais. O rapaz bebeu a água e logo se encaminhou pra sair, mas acabei falando algo que mudou tudo, de maneira inocente disse para ele não reparar que eu estava de pijama pois tinha acabado de acordar. Percebi o rapaz sorrir e olhar para baixo envergonhado, mas não esperava o elogio, e ele veio:
– Que nada, você está muito linda. Além de simpática é bonita!
Me envergonhei, me aproximei do jovem e perguntei o que ele havia acabado de dizer, como se não tivesse entendido corretamente, gaguejando ele tentou repetir, mas o interrompi com um sorriso:
– Eu não sou acostumada com elogios. Eu disse.
Os poucos passos até o portão demoraram tempo o suficiente para eu sentir um frio na barriga e quando percebi estava bem próxima do rapaz, que mesmo envergonhado também se aproximou de mim, ele já não caminhava mais para fora, pelo contrário virava para mim, que após um suspiro e sem pensar muito, o beijei.
Estávamos no quintal da casa naquele momento, era quase impossível alguém nos ver, mas me preocupei e o chamei para dentro novamente, um pouco confuso ele me seguiu, ainda olhando meu corpo. Assim que passamos pela porta de entrada da casa ele me puxou pelo braço, me encostou na parede e nos beijamos novamente, um beijo ainda mais ardente e mais safado que o anterior.
A mão áspera do jovem começou a percorrer meu corpo, que também reagi retribuindo os carinhos, alguns segundos os dois estávamos arrepiados, o jovem ousou um pouco mais e levantou a parte de cima do meu pijama, revelando meus peitos médios rosados de mamilos já duros, como se fosse eu fizesse um convite, que ele prontamente aceitou.
A língua quente nos meus mamilos me fez suspirar fundo, naquele momento senti o volume na calça do jovem aumentar e rapidamente quis senti-lo, passei a mão por cima do tecido que pulsava quase se rasgando com tanta vontade. Sem muita cerimônia abaixei a calça e a cueca dele, revelando aquele cacete negro (cerca de 20cm) duro. Não consegui resistir por muito tempo.
Rapidamente fomos até o sofá, onde o rapaz se sentou, suas roupas jogadas pela casa, ele respirando rápido e louco de tesão, Me ajoelhei em sua frente, tocando aquele pau rígido e comecei a chupá-lo, primeiro devagar, como se ainda pensasse em me arrepender e depois mais intensamente.
Aquele homem que eu mal conhecia estava na minha casa, recebendo um delicioso boquete e naquela altura, eu não estava me sentindo nem um pouco culpada, tudo que eu queria era aproveitar cada segundo. Eu engolia com vontade fazendo aquele som delicioso de chupada e quando olhava para o rosto do homem, ele estava em êxtase. Tudo serviu para me deixar ainda mais excitada.
Sem pensar muito, retirei o restante das roupas e me sentei ao lado do homem, beijando com uma vontade ainda mais louca que antes. Qualquer indício de culpa ou arrependimento de ambas as partes, havia sumido e só restava o tesão.
Com um movimento rápido e cuidadoso, subi no colo do rapaz, corpos nus, ficando de frente pra ele, deixando os seios na altura de sua boca, e enquanto ele começava a chupar, eu me posicionava minha buceta já molhada na cabeça daquele pau duro feito pedra.
Lentamente ele me penetrou, entrando como se pedisse licença, com cuidado, mas com uma vontade evidente, enquanto o homem chupava meus peitos com uma intensidade que me fazia delirar. A sensação da língua nos peitos e o pau entrando fundo na minha buceta começou a esquentar ainda mais a situação, me transformando em uma verdadeira vadia.
– Me come seu filho da puta! Eu falava baixo, mais com uma ordem impossível de ser negada. O rapaz obedecia socando mais fundo, enquanto eu cavalgava em sua piroca, subindo e descendo feito uma louca no cio.
– Não para, nãoo paraa!
Eu continuava gemendo enquanto o homem tentava segurar o orgasmo, que pela intensidade estava prestes a vir. Me apoiava no ombro do rapaz e às vezes o beijava, sentindo o hálito quente e sua língua molhada, a troca de fluidos acontecendo de uma maneira tão natural que parecia que já nos conhecíamos. O suor escorrendo por nossos corpos, minha buceta encharcada e o pau dele melado com uma mistura de pré-gozo e suor.
– Fode essa puta casada, fode!
Eu falava revelando minha condição, naquele momento percebi o rapaz reduzir as socadas, mas rapidamente voltou a me foder com uma intensidade que meu marido nunca havia feito. O delírio do prazer tomou conta, nós trocamos carícias safadas, palavrões e certas ofensas deliciosas de serem ouvidas naquele momento. O homem pareceu gostar de saber que eu sou casada, não demorou muito pra começar a me dar ordens, a primeira foi pedir para que eu ficasse de quatro no sofá, e lógico que atendi ao seu pedido.
Meu corpo gordinho, coxas grossas, e minha bunda grande empinada fizeram o rapaz ficar com ainda mais vontade, socando seu pau rapidamente até o fundo da minha buceta, que acabei dando um leve grito de tesão, as socadas ficaram mais intensas, fazendo o sofá ranger e eu me balançar a cada estocada. O homem começou a puxar meu cabelo como se eu fosse uma verdadeira vadia, arrancando um sorriso safado do meu rosto, enquanto eu pedia mais.
Aquele homem negro ali em pé, socava em mim de uma forma diferente, era um misto de desejo e fetiche, algo difícil de explicar, tudo intensificado pelo que era dito, eu pedia pra ser chamada de puta, de cachorra, rapariga… tudo que eu tinha direito, ele por sua vez, obedecia e socava mais forte, mais fundo.
Quando finalmente nós dois chegamos ao limite, o homem fez um movimento como se quisesse gozar fora, mas o contive, jogando sua bunda contra o corpo dele e pedindo pra ele continuar, e obviamente que ele não ousou tirar aquele pau gostoso de dentro de mim. Mais algumas socadas e eu já estava gemendo alto, quase gritando, me contorcendo como uma doida e foi nesse momento que gozei, seguida do meu macho, que jorrou tudo dentro de mim, enchendo minha buceta sedenta, me tirando um sorriso de gratidão e prazer, e fazendo com que eu “desmoronasse” no sofá, exausta, mas satisfeita.
Parece que o mundo havia parado para aquele momento, e assim que nos demos conta, vários minutos haviam se passado, o homem atrasado tratou de se limpar, pegou suas roupas, se vestiu apressado e saiu, não sem antes me dar um último beijo, enquanto eu sentia uma mistura de culpa e satisfação. Eu adorei aquilo, embora tivesse consciência que era errado, mas isso eu refletiria por alguns dias.
À noite, meu marido retornou do trabalho provavelmente sem desconfiar de nada, segui fingindo normalidade e após um tempo, percebi que para meu marido, não importava o que eu fizesse, desde que não interferisse em seus negócios profissionais, ele provavelmente aceitaria qualquer coisa. E assim começou minha vida de hotwife.
Espero que tenham gostado.
Seguem algumas fotos modificadas por inteligência artificial visando manter minha privacidade.
Inicialmente uma amiga trans havia publicado esse conto, mas resolvi contá-lo eu mesma.


Maravilhoso a vizinha dos meus sonhos uma esposa assim ser amigo casual seu só o paraíso viver esta proeza divirta-se quem sabe a vida nos apresente e vivemos alguma travessura maravilhosa
Delícia de texto muito excitante parabéns adoro uma casada safadinha fofinha melhor ainda