Tarde de Putaria



Aquela tarde era uma putaria gostosa. A luz dourada entrava suave pela persiana, iluminando a gente na cama. No ar, nossa trilha sonora caseira: meus gemidos, a respiração ofegante do Fernando e, de fundo, o barulho dos bloquinhos do Antônio que tava no tapete do lado.

Sim. O filho estava no tapete. Do lado. Brincando. Enquanto a mãe dele levava rola. Isso é maternidade, gente. A gente transa com o filho do lado e finge que é normal. E é normal. Não é? É normal. Vou fingir que é normal. Ele tava lá brincando com os bloquinho ao lado da minha calcinha jogada no tapete.

Eu tava deitada de lado. Sem calcinha (óbvio, calcinha atrapalha). Camisola levantada até a cintura. O pau durinho do Fernando — pequeno e guerreiro, sempre — enfiado na minha buceta. Ele tava me comendo com uma fome de quem não come há três dias. Na verdade, a gente tinha transado ontem. Mas homem tem memória curta pra sexo. Se passou 24 horas, eles acham que tão em abstinência.

— Amor — ele sussurrou, beijando meu pescoço. — Posso botar na sua bunda?

Eu quase ri.

— Nem fudendo! — respondi firme, mas toda manhosa.

Foi aí que ele resolveu se vingar.

As metidas ficaram mais violentas. Rítimo brutal. Como se ele quisesse me arrebentar todinha por ter negado o cu. Meus peitos balançavam pra caralho dentro da camisola. Minha bunda estralava. Eu só conseguia gemer (e soltar uns gritinhos rs).

Me segurava no colchão pra não cair. O Antônio continuava no tapete, brincando com os bloquinhos um contra o outro. "TUM TUM TUM."


Do nada, Fernando me jogou pra fora da cama com uma força que eu nem sabia que ele tinha. Caí de quatro no tapete. Do lado do Antônio. Do lado dos bloquinhos.

— MAMÃE! — o Antônio gritou, feliz. — MAMÃE CAIU!

— Tá tudo bem, filho. Mamãe só... caiu.

Ele riu. Apertou o bloco.

Eu ali, de quatro, com a bunda empinada, a buceta molhada, o filho do lado batendo bloquinho. Cena mais normal do mundo.

Fernando saiu da cama. Num pulo, ficou na minha frente. O pau dele tava duro, pulsando, brilhando de tanto que eu molhei. Ele gozou. Não foi um gozo normal. Foi um gozo de filme pornô. Gozou litros. Encheu minha boca, meus olhos, meu rosto todo. Eu fiquei ali, de boca aberta, com porra escorrendo pelos lábios e queixo.

— PAI! — o Antônio gritou. — PAI FEZ XIXI NA MAMÃE!

— Não é xixi, filho. É... é... é suco de amor.

— SUCO DE AMOR!

Ele começou a bater os bloquinhos mais rápido. Estava animado. Acho que ele achou que era uma brincadeira nova. Vou ter que explicar isso na terapia daqui a 20 anos.

Fernando se jogou de costas na cama. Todo aberto. Respirando fundo. O pau ainda pulsando, ainda pingando. Parecia um leão marinho depois de uma refeição.

Eu ainda de joelhos. Tirei a camisola ensopada de suor (e de porra, vamos combinar). Limpei o rosto com ela. Passei no olho, na boca, no queixo. Aquele gosto de porra do Fernando. Gosto de casa. Gosto de casamento.

Fiquei ali, ofegante, corpo tremendo. Olhei pro Antônio. Ele tava distraído.
Olhei pro Fernando. Ele tava olhando pra mim. Sorrindo.

— Te amo também, seu filho da puta gostoso.

Levantei. Pelada. As pernas bambas. O cheiro de sexo no ar.

Fui até o Antônio. Dei um beijo na cabeça dele.

— Tudo bem, filho?

— BLOQUINHO! — ele respondeu, mostrando o bloco.

— Que bonito. Continua brincando. Mamãe vai ali rapidinho

Fui até a cama. Fernando ainda deitado, o pau ainda durinho. Eu me curvei. Chupei a cabecinha. Devagar. Gostoso. Limpando o resto da porra que tinha ficado. Ele gemeu baixinho. Olhos fechados sentindo com a boca a cabecinha macia e melada.

Olhei nos olhos dele. Dei meu sorrisão de vagabunda.

— Te amo, seu gostoso.

— Te amo também, sua linda.

Beijei ele. Me levantei. Fui pro banho.

Enquanto a água quente caía no meu corpo, eu ouvia o Antônio do outro lado da porta. E o ronco do Fernando. Dormiu. Gozou e dormiu. Homem é incrível. Consegue dormir em 3 segundos depois de uma foda.

Fiquei ali, embaixo do chuveiro, com água escorrendo pelo meu corpo, o cheiro de sexo saindo da pele, o som do meu filho brincando no chão.

E pensei: essa é a minha vida.

Deliciosa. Bagunçada. Com familia, porra na cara e amor.

E é exatamente assim que eu quero.


Faca o seu login para poder votar neste conto.


Faca o seu login para poder recomendar esse conto para seus amigos.


Faca o seu login para adicionar esse conto como seu favorito.


Twitter Facebook

Comentários


foto perfil usuario mrba

mrba Comentou em 02/07/2026

Mulher gostosa é a que não tem vergonha de fider gostoso. Parabéns!!!!!

foto perfil usuario casualsomente

casualsomente Comentou em 02/07/2026

Divino maravilhoso o paraíso perfeito

foto perfil usuario marckrj

marckrj Comentou em 02/07/2026

Gostei da forma descontraída e bem-humorada com que a história foi escrita. A narrativa é leve, cheia de personalidade e consegue transmitir a intimidade e a cumplicidade .+

foto perfil usuario ffsafadao

ffsafadao Comentou em 02/07/2026

Que tesão casada Safada putinha E qdo o porteiro vai comer vc todinha casada putinha Seus contos me deixa de pau duro sabia putinha Safada

foto perfil usuario ffsafadao

ffsafadao Comentou em 02/07/2026

Que tesão casada gosta de engolir porra e qdo o porteiro vai comer vc todinha fala Seus contos merecem fotos

foto perfil usuario negao34

negao34 Comentou em 02/07/2026

Tarde Pâmela

foto perfil usuario pamelaoliveira164

pamelaoliveira164 Comentou em 02/07/2026

Tarde boa negao34

foto perfil usuario negao34

negao34 Comentou em 02/07/2026

Uauuu que delícia de foda hein, me deixou bem excitado kk




Atenção! Faca o seu login para poder comentar este conto.


Contos enviados pelo mesmo autor


265816 - Nunca Senti Tanta Vontade de Dar - Categoria: Confissão - Votos: 24
265760 - O Colinho Mais Gostoso da Minha Vida - Categoria: Confissão - Votos: 23

Ficha do conto

Foto Perfil pamelaoliveira164
pamelaoliveira164

Nome do conto:
Tarde de Putaria

Codigo do conto:
265928

Categoria:
Confissão

Data da Publicação:
02/07/2026

Quant.de Votos:
7

Quant.de Fotos:
0