Tudo transcorria sem problemas na minha chegada ao plantão, até que uma garota passou por mim e senti um frio na barriga já há um tempo sem sentir. No momento tentei segurar minha reação; no relance que vi, era uma garota normal, com a mesma roupa que todos usávamos, máscara, touca... Nada de diferente. Penso que segurei a curiosidade direitinho, dei um tempo e olhei para ela afim de descobrir o que ela tinha que me chamou atenção daquele jeito. Baixinha, pele morena, cintura perfeita e que quadril!!!!! Totalmente proporcional ao seu corpo, na minha opinião. Como já tenho um tempo nessa empresa, pensei: ela ficará comigo? Curiosidade mais que normal, eu precisaria me preparar para ser profissional e não demonstrar que sua presença provocava um descompasso em mim. Infelizmente ou felizmente, ela não ficou comigo. Ficou com outros colegas. Eu sempre dava um jeito de estar por perto, passar pelo corredor, trocar uma ou outra palavra, oferecer ajuda. O negócio era não perder de vista. Com o passar do tempo, vi que sua maneira de ser, sua voz, suas mãos que volta e meia tocavam em meu corpo, mesmo que sem segundas intenções, me desconcertavam. Comecei a criar coragem e olhar nos olhos. Pensei: olho nos olhos de todas as pessoas, qual o motivo de desviar o olhar quando é ela? É muito desaforo, uma baixinha fazer isso justamente comigo!!! Que olhos, que pele, que boca. Sim, agora, ao olhar com mais tranquilidade seu rosto, pude perceber, nos pequenos momentos que ficávamos sem máscara, o quanto eu desejava aquela boca. Nas indas e vindas pelos corredores, fui desejando cada vez mais sua presença e seu corpo perto do meu,. Certo dia, ela me ajudou e falei que estava lhe devendo . Olhando em seus olhos eu disse: o que vc quiser que eu faça, eu faço. Estou te devendo. Nessa hora, desejei que ela me pedisse um abraço bem apertado para eu sentir seu corpo grudado no meu. Poderia pedir também um beijo para eu sentir seus lábios carnudos, poderia pedir para eu beijar seu corpo, ou chupar sua buceta que imaginava ser linda – perdi a noção da quantidade de vezes que a vi nua, passeando pelos corredores, comigo abraçando e enfiando meu pau molhado de tesão em sua buceta e ela gemendo de prazer. Para minha tristeza, ela não fez nada disso. Hoje, já nem lembro o que ela me respondeu. Só lembro que sempre me enrolou. Para mim, seria simples, ela diria qual seria o pagamento e eu resolveria sem problema algum. Num determinado dia, ela confessou que precisava da ajuda de outros colegas, falei dos grupos de rede social que nós, os profissionais da unidade mantínhamos e como bom colega, peguei o telefone dela para incluir nos grupos de trabalho. Com o contato em mãos, fiquei pensando sobre como puxar assunto. Nada demais aconteceu. Continuei com meu desejo platônico, ela sublime pelos corredores, um bando de caras em cima, outros me pediram informações sobre ela, faziam elogios e eu, apenas concordava discretamente. Até que um belo dia, através de mensagens, a conversa começou a fluir. Não demorou muito para colocarmos para fora o desejo mútuo, fiquei louco de tesão. Trocamos imagens e pude constatar o quanto aquele corpo é lindo e que meu corpo tinha razão em reagir como reagiu em sua primeira aparição perto de mim. As conversas ficaram cada vez mais gostosa, lembro que certa vez, recebi um vídeo de seus dedos bricando com sua buceta. Desejei muito estar entre aquelas pernas morenas, que minha lingua fosse aqueles dedos; meu pau latejava de prazer, pude sentir minha roupa molhada de tesão. Eu precisava encontrá-la urgentemente. Mesmo sem ela acreditar muito, fui em sua casa, ela me recebeu no portão, linda como sempre, sem a roupa que eu estava acostumado em ver, seus braços a mostra, pernas lindas, corpo de deixar qualquer um babando e uma saia enorme cobria suas pernas até pouco acima dos joelhos. Demos uma braço gostoso e um pouco justinho e pude perceber seu cheiro maravilhoso. Disse que eu não poderia entrar em sua casa e ficamos ali mesmo na frente. Nossos olhos mal se desgrudavam, os meus passeavam pelo seu corpo provocando desejos quase incontroláveis. Meu pau querendo ficar animado, coisa que eu lutei para controlar com sucesso. Aos poucos nossas pernas forram se aproximando, se tocando, era uma coisa de louco sentir uma de minhas pernas entre as dela, sentir sua pele quente e não poder passar disso. Minha vontade era pular em seus lábios, seu corpo. Pensei diversas vezes em dizer que estava com sede, quem sabe não entraria para matar a sede que somente sua boca pode saciar? Matar o desejo de ter meu corpo pressionando o seu contra a parede, de fazer minha lingua brincar sem pressa entre seus seios e pernas, sentindo o sabor de sua buceta molhada. Não, não era hora, outras coisa estavam envolvidas. Se despedir estava difícil, mas era necessário. Nos despedimos com uns dois ou três abraços, subi nas moto e não olhei para trás, estava muito difícil sair dali. Continuamos conversando diariamente, é o que nos resta. Desejando que o tempo voe para estarmos juntos novamente. Ao menos nos corredores.
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