O DIA QUE ENTREGUEI MINHA ESPOSA A DOIS MACHOS ALFA.

O DIA QUE ENTREGUEI MINHA ESPOSA A DOIS MACHOS ALFA.
História publicada a anos atrás. Foi algo intenso, mas de pouco retorno, digamos assim. Além das copias por aí que vimos, em outros lugares, sem se dar o devido credito.
Quando pensei nessa história e contar ela, tinha pensamento sobre a esposa que se tornaram realidade. Mas prefiro a fantasia.
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Fabio, o marido.
A algum tempo que eu já queria ver a Paula dando para outros caras, pois nos sempre assistíamos filmes pornô sobre o tema e entravamos em salas de bate papo atrás disso, quase sempre sem algo real, pois eram curiosos e punheteiros que se apresentavam. Mas era interessante para minha punheta também.
Um dia, olhando alguns sites de putaria, acabei vendo um anuncio diferente, ele se chamava — “Rogério dominador” — confesso que esse título era algo que me chamou atenção.
Entrei no perfil, e vi que tinha fotos, onde se descrevia como um dominador de casais. Na hora já gostei de tudo, das fotos e do tipo dele, e melhor ainda, era de um local próximo. Então diante disso, tomei coragem e liguei para ele.
Demorou para atender, e quase desisti, mas uma voz forte antedeu, sendo educado, e aos poucos foi me questionando o que queria. Depois de entender que era real, e tbm de mim entender que ele era real, o gelo foi quebrado, ficando mais fácil a conversa. Ele me explicou que fazia aquilo por prazer, mas se quisessem pagar, ele aceitava. Então conversamos mais alguns minutos, sendo que expliquei que dependia da mulher para aquilo acontecer. Na verdade, ele se frustrou um pouco, mas disse tudo bem. Então desliguei, tendo então que conversar com a Paula sobre aquilo. Então a tarde quando cheguei em casa, dei uma vistoriada nela para saber se poderia falar, e depois de explicar para ela o início, ouvi dela:
— Ah Fabio, de novo esse assunto?
— Achei que fosse uma escolha nossa.
— Uma coisa e ver na internet e fantasia, outra é real ne.
— Mas o cara parecia saber das coisas nisso.
— Vc é um tonto, qualquer um ti engana. Não quero sabe.
— Mas amor...
— Chega!!
E ficou meio assim no ar, ela deu uma esfriada e daí acabei por não insistir mais. Fui para o banheiro bater uma e tomar banho. Era o que tinha.
Acordei no outro dia e fui trabalhar, e pra minha surpresa, o Rogério tinha me add no zap, e daí me perguntou se queria dar sequência no nosso papo, eu disse que sim, mas que a Paula não queria muito mais falar sobre isso.
O Rogério acabou vendo a foto dela comigo no zap e perguntou se era ela, eu disse que sim, ele ficou bem empolgado, e com razão, a Paula já teve dois filhos, mas e bem bonita e cavala, ele me disse que tava interessado e se quisesse me encontrava pessoalmente para falarmos sobre o assunto. Confesso que eu fiquei com medo, pois parecia brincadeira, busquei tanto e naquele momento que tinha achado alguém, eu tava correndo. Mas ao final, disse a ele que iria pensar, e mais uma vez, ele pareceu compreender. De alguma forma, me encarava muito mais que um cara inseguro ou curioso. Parecia querer.
A noite na minha casa, estava eu assistindo tv, e ele me chamou no zap de novo, onde me perguntou se podia me ligar. Olhei para os lados e estava sozinho, pois a Paula não estava, então fiquei mais à vontade. Então ele ligou e perguntou com uma voz mais imponente doque na outra vez:
— E daí meu amigo, vc quer ou não quer um homem de verdade para sua esposa?
Aquilo me deu um misto de raiva e tesão, pois nunca ninguém tinha falado comigo sobre aquele tema daquela forma, eu então respondi a ele com voz tremula — Olha, foi o que falei, não depende somente de mim.
— Vamos conversar pessoalmente. Que acha?
Fiquei meio sem palavras, mas num impulso de tesão, disse que iria encontrar ele. Me pediu pra ir a um local que eu já conhecia no outro dia, e ficou combinado.
No outro dia a tarde, ele me mandou uma mensagem dizendo que tava ansioso e queria que levasse uma calcinha da Paula no encontro e uma foto dela, eu perguntei para que, e ele disse que era assim que funcionava com ele, ou fazia isso ou nem era pra eu ir, só falaria comigo com essas duas coisas, calcinha e foto dela.
Aquilo me deu mais tesão ainda e mesmo com medo, acabei aceitando aquela loucura. Ele já demonstrava que desejava dominar e isso me deixava louco. Paula chegou pouco depois dele desligar e foi tomar banho. Eu fui na gaveta dela e vi algumas calcinhas, acabei pegando uma vermelha de renda que ela usava sempre. A foto era uma dela sorrindo, estava linda. Mal dormi aquela noite, somente com aquilo, como era bobo.
Após um dia onde não fiz nada direito, me arrumei e então a noite fui no local combinado, onde cheguei 15 minutos antes do combinado. Disse a Paula que iria sair com os colegas de trabalho, como fazia de vez em quando. Ao chegar no local, percebi que estava meio cheio, o que me deu uma falsa sensação de segurança.
Me sentei aguardando, sendo que logo vi que o Rogério chegou, sendo ele um tipo meio moreno escuro, com bigode, magro, uns 29 anos. Ele olhou a volta e me reconheceu da foto do zap, sendo que chegou próximo pegando em minha mão e me cumprimentado. Então ele sentou comigo, falando e comentando coisas comuns. Parecia realmente dois amigos num bar apenas, ate que ele sorriu perguntando — Nervoso?
— Estou.
— Fica frio, vai gostar da experiência.
— Não tenho tanta certeza, sendo sincero.
Ele não comentou nada daquilo e já me questionou de outra coisa.
— Vc trouxe o que pedi?
Eu quase disse não, mas estava comigo no bolso.
Receoso de fazer aquilo, acabei passando para ele a foto.
— Belo sorriso.
Ele estendeu a mão querendo a outra coisa, então dei para ele.
— Que beleza hein, usa sempre?
— Sim.
Ele então cheirou. E era tudo estranho, um cara que mal conhecia, cheirando a calcinha da minha esposa, e vendo uma foto dela, diante de mim. Realmente não sei descrever o que tava sentindo.
Pouco depois ele mudou o tom, ficando grosseiro e sério, queria decisões.
— Bom e o seguinte, se vc quiser ir embora agora, pode ir.
— Não entendi?
— Nunca mais vai ouvir falar de mim.
Ele então jogou a calcinha e a foto na mesa. Eu encobri com as mãos para ninguém no bar ver — Porque está dizendo isso?
— É simples, não tenho tempo a perder, mas já aviso, se ficar, a partir de agora vai me servir como macho, e depois vai ser a vez da Paula.
— Bem direto.
— Eu ferro vc e fodo ela, e assim comigo, qual vai ser?
— Nem sei o que lhe dizer?
— Seu ingresso para esse mundo, é essa calcinha, me dê ela e diga sim.
Eu fiquei mais paralisado ainda sem resposta, ele olhou com um tipo bem pilantra que quase me fez correr daquele lugar. Claramente aguardava eu devolver a calcinha para ele, sendo como ele disse meu ingresso para aquele mundo maldito de putaria insana. Mas mesmo tremendo e nervoso, pois não sabia bem oque aquilo significa, acabei cedendo.
Dei a calcinha de volta para ele — Aceito!
Ele num gesto de poder me olhou e disse — Ótimo.
E não falou mais nada por um tempo, e eu fiquei incomodado com aquilo. Ele então riu e ordenou ¬— Pede uma cerveja para mim.
Não tendo muita opção, eu pedi.
Do nada, perguntou — Já pegou num caralho de alguém?
— Que pergunta é essa, claro que não.
Fiquei bem chateado com aquilo, não era o rumo que pensava que iria tomar, o garçom veio, eu disfarcei então e ele tomou rapidamente.
— Onde está seu carro?
— La fora no estacionamento.
— Paga a conta e me dá a chave do seu carro, ti espero nele.
Eu já estava dominado, sem volta, dei a chave a ele e fui ao balcão pagar, claro que ele podia ter roubado, mas eu não estava nem aí, pensei comigo, tem seguro.
Depois do balcão, sai do bar, parecendo um condenado, caminhei até o estacionamento que estava escuro, so com carros. Fui no meu carro que tava la ainda, pois ele não tinha roubado, olhei pela janela e ele tava sentado no passageiro, entrei no lado motorista e so daí pude notar ele com a calcinha da Paula envolta no pau pra fora da calça. E realmente era um pau muito grande, grosso e veiúdo apesar de mole ainda.
— Cara, vc ta louco fazendo isso aqui?
— Cala boca, me ajuda ai.
— Que?
Ele mandou pegar no pau dele e bater punheta com a calcinha da Paula, e confesso que naquele momento, pensei em sair dali, mas o cheiro daquele pau com o cheiro da calcinha dela, chegaram ao meu nariz, e sem ter alternativa, senti ele pegando na minha mao e levando ate a pica, sendo que não houve resistência. Acabei pegando na pica dele, sentindo ela pulsar entre meus dedos.
Ele esfregava a calcinha da Paula, sendo que de repente gemeu, onde soltei a pica e gozou forte. Passando a calcinha na porra, ele limpou tudo me entregando ela.
— Pega.
— Não vou fazer isso.
— Pega logo ou esfrego na sua cara seu corno filho da puta.
Sem jeito por estar pegando uma calcinha da esposa toda suja de porra, fiquei acanhado, ele então so mandou sair dali para levar ele embora. Quando chegamos na rua dele, me ordenou.
— Sua esposa tem que usar essa calcinha, se vira.
Realmente eu nãos sabia bem como proceder ou oque dizer, pois aquilo não era bem oque eu pensava, quando me acertei com ele. Mas também não tinha espaço pra perguntas, pois ele foi embora.
No caminho com a calcinha jogada no banco, fiquei pensando se não era bom jogar fora, mas não fiz aquilo. Cheguei em casa e a Paula já estava dormindo, deixei a calcinha escondida para secar e fui tomar banho, mas conforme a água batia no rosto, fui me sentindo culpado, pois afinal acabei batendo punheta para outro cara, com a calcinha dela, pensei que tava ficando louco. Mas ao final, acabei batendo uma punheta como nunca tinha batido antes, gozei muito, relaxei e fui dormir.
No outro dia peguei a calcinha e coloquei na gaveta dela em cima para ela usar, pois tava seca mas claro dura onde tinha passado porra, mas achei que somente se ela prestasse muito atenção para ver, mas eu não sabia se ela ia usar, então deixei lá e fui. No café, ela me perguntava coisas normais e eu com a cabeça na gaveta, e por fim, fui trabalhar, com ela ficando em casa.
Após uma manhã mais sentado que nunca, almocei e fiquei pensando no que daria tudo aquilo. E na parte da tarde, o Rogério me chamou no zap, perguntando se podia ligar. Minha barriga esfriou, mas deixei ligar.
— Dai corno, fez o que mandei?
— Sim, deixei na gaveta dela.
— Bom, é isso ai, mas acredito que vc deu sorte grande.
— Sorte?
— Isso mesmo corno, pois geralmente não curto outro DOM num mesmo casal, mas teve uma vez que fiz isso com um chegado meu que é DOM tbm, e pra sua sorte ele ta na área, o que acha?
— Não entendi bem, vc ta falando de outro cara nisso?
— Porra corno, que lerdo, isso mesmo, dois dominadores pra vc e sua puta, ótima notícia.
— Mas não temos experiência nem com um, imagina dois, acho melhor não.
— Fica frio corno, a gente conduz tudo. Já ta decidido.
Nossa aquilo me deu um negócio, pensei comigo, será que devo? Mas eu já sabia que tava enrolado em tudo, e que eu não teria poder de mudar aquilo.
O Rogério disse que era para a gente se ver e conhecer o amigo dele, pois o próximo passo seria a Paula entrar no jogo, e marcamos naquela noite de eu ir até a casa dele onde tinha deixado na noite passada. Ele desligou e fiquei pensativo, imaginado porque deveria ir la, mas ao final da tarde, já tava decidido a ir. Então avisei a Paula e disse que tinha hora extra, pois não colaria outra cerveja com amigos do trabalho, e ela meio que fico na boa. Até estranhei.
Sai do trabalho e fui até a casa do Rogério, e chegando lá, ele foi me atender no portão. Entrei e fomos na sala, sendo que ele tava sozinho.
— Ajoelha.
— Que?
— Ajoelha, não questiona.
Sem entender o porque daquilo, fiz oque mandou.
— Me agrade por isso seu.
— Agradecer porquê?
Ele então me deu um tapa na cara, bem forte, pegando no meu queixo e dizendo de novo — Agradece.
— Obrigado.
— De novo.
Antes de eu dizer obrigado, ele me deu mais um tapa na cara, e já com o rosto ardendo, ele deu outro, seguindo várias tapas. Então pegando nos meus ombros, me ergueu, fazendo eu ficar de costas para a parede, e com a ponta dos pés ele abriu minhas pernas, só então senti uma joelhada na bunda, onde me virei, e acabei tomando uma joelhada no saco, caindo no chão, tossindo.
— Fraco heim corno, levanta vai.
Ao ficar em pé, vi que ele tirou o pau pra fora mandando eu segurar. Era obsceno e terrível aquilo, mas apesar da dor, havia excitação no ar. E com aquela cena patética, o amigo dele chegou. Era Marcos, moreno escuro, magro, mais folgado que o Rogério, só pelo olhar, me vendo com o pau dele na mão.
— Esse e o filho da puta que deseja ser corno?
— Sim mano, veja bem ele pegando na minha pica.
Dito isso tirou o pau pra fora tbm e mandou eu fazer o mesmo, o Rogério mostrou a foto da Paula para ele — Essa e a puta.
— delicia, vou foder muito o cu dessa vagabunda.
O Marcos sentou no sofá e colocou as bolas pra fora, e mandou que eu alisasse o saco dele, dizendo que corno submisso só podia fazer aquilo.
A humilhação continuou, onde eles se revezaram entre tapas na minha cara e cuspidas. Os Marcos levantou e me pegou pelas costas prendendo meus braços, sendo que o Rogério ficou de frente comigo, e sem aviso, me deu um murro na barriga, Marcos gritava.
— Seu corno, tem que apanhar mesmo.
— Toma seu merda.
E após alguns murros na barriga, eles me soltaram no chão, rindo de mim. Marcos acendeu um cigarro dizendo — Vamos fuder sua esposa.
Rogério e o Marcos foram bem duros comigo, mas de certa forma, eu sabia que aquilo fazia parte daquilo tudo. Então Rogerio puxou um celular que estava na mao dele e disse — Ta tudo filmado aqui no meu celular.
— Caramba, vcs querem me ferrar?
— Sim, com certeza.
— Vc vai chegar em casa e mostrar para a Paula e dizer tudo que ta acontecendo, e que nós queremos ela amanhã a noite.
— Mas como vou fazer isso?
— Leva o celular e mostra. Queremos conhecer ela, entendeu corno submisso?
Eu estava apavorado, morrendo de medo daquilo tudo.
O Rogério naquele minuto disse — Fica frio, isso aqui é nosso, acaso não role mais nada e ela não queira, vamos deletar, nosso intuito é dominação e submissão e não acabar com a vida de ninguém, e agora que sabe isso, some daqui seu lixo,
E dito isso fui embora um pouco mais aliviado, claro que não tinha garantia nenhuma de não ser chantageado ou coisa pior, mas eu realmente estava dominado por tudo aquilo, pensando como seria que eu iria convencer a Paula de uma coisa dessa.
Cheguei em casa mancando, e ela já estava lá.
— Que foi isso?
— Cai apenas, to bem, vou toma banho.
No chuveiro sentia as porradas que levei, estavam doendo. Meu saco ardia, mas ainda assim, como bom filho da puta, bati punheta ainda. Depois do banho, me enxugando, olhava no espelho, sem noção do que era aquilo tudo.
Esperei as crianças dormir e formos para o quarto, então disse que precisava falar com ela, sendo que ficou meio assim, porque no íntimo dela, já sabia que eu não tinha feito horas extra.
— Que houve?
— Bom, lembra quando eu falei sobre achar algo diferente?
— Putz Fabio, que vc fez?
Respirei fundo e contei pra ela, tudo realmente, pois uma coisa levava a outra, contei que tinha conhecido Rogério e esse tal de Marcos e tudo que tinha rolado até aquela noite, sobre a calcinha gozada, a foto, e por fim a filmagem deles me humilhando.
A merda tava feita...ou não...

Foto 1 do Conto erotico: O DIA QUE ENTREGUEI MINHA ESPOSA A DOIS MACHOS ALFA.


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Nome do conto:
O DIA QUE ENTREGUEI MINHA ESPOSA A DOIS MACHOS ALFA.

Codigo do conto:
265961

Categoria:
Traição/Corno

Data da Publicação:
02/07/2026

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