Eu namorava Gabriel, um rapaz de 25 anos de idade. Nós havíamos nos conhecido no hospital, lugar que trabalhávamos e estávamos a aproximidamente 8 meses juntos. Eu sempre fui muito gentil, educada, gosto de ter essa personalidade mais acolhedora, com todos, sem exceção. Certo dia, conheci um rapaz estrangeiro, era da rouparia, seu nome era Michèl. Ele falava português bastante enrolado e com certa dificuldade e, eu achava bastante legal. Ele era acanhado, tímido, mas sempre muito modesto. Conversávamos pouco no expediente em vista da rotina de trabalho. Certo dia, eu e Gabriel, meu namorado, íamos sair para um aniversário de uma amiga em um pagode, ficou tratado de que ele me buscaria no hospital. Após o término do plantão, eu fui me arrumar e na sequência fui esperar o meu namorado. Um hábito que tenho é ler enquanto aguardo, então uma voz acanhada perguntou que livro era e aquele português muito enrolado me lembrava alguém. Eu conversei com Michèl que parecia muito à vontade comigo Ele me disse que veio sozinho mas a famíla viria logo, era solteiro, gostava de esportes mas ninguém o convidava para algo. Trocamos números e adicionei ele no Instagram. Convidei para ir conosco à festa, ele prontamente aceitou, mesmo falando que estava "mal vestido" para a ocasião. Ele chamava atenção, era alto, magro, bastante negro. Apresentei para as minhas amigas e os meus amigos, e apesar de tudo, ele ficava muito deslocado naquele ambiente, apesar de parecer "gostar". No outro dia, acordei com uma mensagem de "bom dia" do meu novo amigo.
Com o tempo, eu e Gabriel ficamos mais frios, a ponto de terminar por motivos fúteis, brigas... Já Michèl, ficava perto a ponto de perder o ônibus para me fazer companhia enquanto aguardava o Uber. Então em Setembro, seu aniversário chegou. Ele estava triste porque ficaria sozinho. Eu dei a ideia de sairmos, nós dois, ir em um restaurante e comemorar. Ele aceitou e nós fomos. Comemoramos e curtimos muito, com fotos, video-chamadas para à família, que eu conheci por vídeo! Na madrugada, frio, ventando bastante, eu já queria ir para casa e ele também. Convidei para ir para a minha casa, pois na época eu morava com a minha família mas eles estavam no interior visitando à família. Ele aceitou e nós fomos de Uber para casa. Lá, eu passei um café e ficamos conversando. Michèl era respeitoso e educado até demais. Eu coloquei o meu pijama e ficamos assistindo TV na sala, então eu senti a mão na minha perna, fazendo carinho. Eu coloquei a minha mão no braço, fazendo carinho também. Quase como se eu tivesse dado permissão...
Eu sabia que ele não iria avançar, então eu avancei. Fui descendo a minha mão pelo braço até parar na barriga, e com as unhas, eu fazia carinho. Ele me olhou e eu avancei, beijando a boca carnuda enquanto ele me puxava para cima. Era meio descrepante olhar pelo reflexo da TV. Eu era muito pequena e ele era muito grande e esguio. A gente se beijou até eu falar pra irmos ao quarto, eu queria foder.
Lá, eu fui e me deitei na cama, chamando. Ele foi tirando a camiseta e a calça, de repente, GENTE... A cueca marcava aquela rola preta de lado. Eu conseguia ver o tamanho e a grossura. Ele se deitou em cima de mim, encaixando o corpo enquanto a gente se beijava e eu colocava a mão dentro da cueca e sentia o pau. Eu fiquei espantada, era enorme (22 centímetros). Ele foi beijando os meus seios e pedi pra subir, vir me comer. Ele arredou a calcinha de lado, pincelou a cabeça grossa e antes de meter, eu pedi para ir devagar... Ele passou a mão no meu rosto, fazendo um carinho e foi entrando e me olhando, eu falava: "Michèl, devagar..." Eu fechei os meus olhos e senti o meu corpo se arrepiar inteiro. Ele foi metendo devagar, colocando com cuidado. Ele perguntava se eu gostava assim, com aquele sotaque francês e eu sentia um pouco de dor e prazer. Eu não estava acostumada com tanto. Ele foi se empolgando e foi metendo mais rápido, e eu gemia, passando a mão no corpo negro.
Eu que adoro falar umas putarias, dizia: - Vai, fode essa branca... - E eu sentia ele metendo mais forte. Eu gemia mais alto, olhando para a minha buceta que recebia aquele dote até a metade. Ele deitou na cama, com o pau melado e eu fiquei olhando para ele. Peguei o pau e fiquei de lado, olhando para ele. Comecei a chupar o cacete grande, tentando fazer com que o pau ficasse todo melado. Eu perguntava se ele gostava, e ele mal conseguia me responder. Eu fui montando nele, subindo. Sentei devagarzinho no pau e sentia a mão na minha bunda, apertando. Comecei a cavalgar, olhando para ele que gemia, eu requebrava no pau. Eu estava maluca, melada, jorrando, gozando, me sentindo uma vagabunda de preto! Eu rebolava na cabeça do pau e ele revirava os olhos ate que falou que ia gozar. Ele queria tirar, mas eu não parava de rebolar no pau. Eu pedia pra ele segurar pra gozar comigo e ele gemia mais alto, até que eu senti a minha buceta lotar de leite, gozando muito, quente, aquele calor. A minha perna sentia a porra descendo. Quando eu tirei o pau, senti a porra descer com liberdade. Meu Deus! Eu nunca tinha gozado daquele jeito. Eu estava leve, feliz.
Eu espero que gostem! A minha ideia é escrever mais das minhas vivências. Muitos beijos melados da Dudinha.