Confissões de Um Ninfomaníaco - 1.2 (A Primeira Vez)

Olá, leitores. Faz um tempinho que eu não apareço, não é?
Eu peço perdão por ter sumido. Aparentemente, ter todo esse sexo acaba me deixando com pouco tempo pra escrever sobre.
E olha, eu não vou prometer que eu vou começar a postar mais ( afinal, eu odeio a formatação desse site) mas eu prometo tentar.
E com isso, que tal se eu continuar de onde eu parei…
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Ainda na cama, após um breve descanso, Kaíque e eu estávamos prontos para dessa vez, fazer muito mais do que só algumas preliminares. Ele imediatamente ficou de joelhos, batendo uma, enquanto eu ficava de quatro em sua frente, com a minha bunda bem empinada.
Ah, até hoje eu me lembro bem dessa parte. Eu balançava a minha bunda pra cima e pra baixo na frente dele; ele me sarrando com seu pau, batendo na minha bunda com seu pau. Caralho, acho que eu sentia mais tesão fazendo isso do que transando de fato. Até hoje eu me sinto meio assim. Depois de um tempinho rebolando, Kaíque segura a minha bunda, firme, e começa a beijá-la, com cada beijo ficando cada vez mais meloso e mais perto do meu cuzinho, até que eu começo a sentir a sua língua dentro de mim.
Eu solto um gemido involuntário. O safado me pegou de surpresa com essa lnguada lenta e farta no meu cu. Porra, como aquele filho da puta chupava bem. Com cada passada da língua dele, eu gemia mais alto. Eu não estava conseguindo aguentar. Ele tinha acabado de destruir o meu ponto G só com os dedos, e agora já estava me fazendo enfiar a cara no travesseiro só com a língua. Não ajudava que ele acariciava as minhas costas e batia na minha bunda enquanto ele fazia isso. Às vezes, ele parava só para soltar um “Caralho!” ou um “Que bundinha gostosa.” e depois voltava a me devorar. Após o que pareceu horas com o rosto de Kaíque grudado na minha bunda, as linguadas pararam. Ainda meio abatido de tanto prazer, eu continuava apoiado em meu travesseiro, até que eu escuto um som de cuspe. Olhando pra trás, eu o vejo cuspindo na sua cabeça grande e rosa. Ele espalha bem a baba, e cospe no meu cuzinho também; sinto imediatamente a sua saliva quente, escorrendo pela minha entrada.
Com um sorrisinho de puto, Kaíque me olha e diz:

“Pronto pra levar pica?” - Enquanto ele encaixava seu pau duro entre minha bunda.

Eu devo ter lhe dado um olhar assustado porque logo após ele me beijou, suave, e me disse que eu não deveria me preocupar, que ele iria primeiro com carinho. “Aí depois que você estiver mais acostumado, eu arrebento teu cu bem gostoso, ok?”.
Ele pincelava sua rola em mim como se eu fosse um quadro e gemia um pouco. Em poucos segundos, ele avisa: “Vou enfiar, tá?” Eu estava tão nervoso, eu me lembro disso vividamente. Ele até teve que me ajudar a relaxar com mais algumas linguadas e selinhos antes. Mas, após ficar mais seguro, ele enfia com sucesso a sua pica e Meu. Deus. Acho que aquela foi a melhor sensação da minha vida. Se eu já era viciado em sexo antes, aquele momento foi a descoberta de uma nova droga, de uma piora na minha obsessão. Nós dois gememos juntos, enquanto eu sentia a sua cabeça lentamente entrando.

“Caralho, que cuzinho apertado, Jo. Porra…” - Ele falava, soproso.

Eu não consegui responder. Estava muito focado naquela sensação. Ele continuava metendo, devagar e sempre. Lentamente, ele chegava mais fundo, e eu gemia mais alto. O filho da puta colocava e tirava, colocava e tirava; colocava a cabeça e tirava, depois colocava mais, e tirava. O meu cuzinho, lubrificado de saliva, piscava e ansiava toda vez que ele colocava pra fora. Com um sorriso de puto, ele disse: “Porra, Jo, tá com fome hein.”
Rindo entre suspiros e gemidos, eu respondi que ele que estava faminto, me comendo gostoso daquele jeito. Então, ele fala “Aé? Então me dá mais aqui pra eu comer, que tá uma delicia.” e me deu um tapa na bunda. Nós dois só sabiamos ficar assim; gemendo e falando putaria. Até que, depois de eu não sei quanto tempo, ele coloca a pica inteira em mim. Eu sinto tudo. Seus pentelhos, sua piroca alcançando até lá dentro, cada movimento involuntário dele e meu. Suspirando, ele segura meus quadris e diz:

“Pronto. Agora que foi tudo eu quero ver você rebolando no meu pau. Que nem antes, vai.”

Sem hesitação, eu começo, mas a sensação me paralisa um pouco; era tão estranho, ter algo dentro de mim, mas ao mesmo tempo, tao bom…
Eu começo a ir pra frente e pra trás com a minha bunda e com o meu quadril. De primeira, mais lento, tomando cada segundo pra me acostumar e aproveitar aquela pica gostosa dentro do meu cu. Mas com cada sentada, eu sentia aquele caralho tocar gostoso cada parte minha e em pouco tempo, eu comecei a delirar. Acho que o Kaíque também porque logo em seguida ele estava gemendo tão alto quanto eu. Me dizendo “Caralho, senta gostoso vai.” “Isso puta, rebola lentinho na minha rola, vai.”
Porra, depois disso, eu despiroquei total. Eu comecei a ir mais rápido. A rebolar mais gostoso. Era realmente hipnotizante aquela sensação. Era inexplicável. Logo eu que a alguns minutos atrás estava tão nervoso agora estava tão solicito. Mas eu não precisava entender, eu só precisava continuar, e foi isso que eu fiz.
Eu sentava com força agora, sentindo agora a mesma sensação que eu senti quando Kaíque estava só me dedando, só que mil vezes mais intenso. Eu me sentia no céu, quando de repente, eu sinto as mãos de Kaíque agarrando a minha cintura com extrema firmeza.

E ele começa a meter.

Eu dou um gemido alto, surpreso, e não paro. Ele também não.
Caralho, o filho da puta metia e metia e judiava do meu cuzinho sem nem um pingo de pena. Eu gemia incontrolavelmente. Ele me estocava como se não houvesse amanhã. Depois de alguns minutos, tentando não gemer, eu pedi:

“Aí Kaíque! P-pera um pouco, vai… vai com calma!”

Ainda metendo, ele me responde: ”Ué, tu não queria pica? Então agora toma, porra!” E começou a estocar ainda mais forte.
Minhas pernas e minha bunda não aguentaram. Eu caí na cama, soltando um gemido exausto ao sentir a pica dele sair. Estávamos suados, e eu, surpreso com o quão cansado eu estava e em como apesar disso, eu ainda queria aquele caralho me fudendo gostoso.
Rindo, Kaíque me diz:

“Ué puta, tu não disse que aguentava?”

“Eu nunca disse isso!” - Eu falava enquanto recuperava meu fôlego.

“Então cê não aguenta então?” - Ele disse, enquanto se deitava do meu lado. Eu me viro, ficando frente a frente com ele. Com um sorriso malicioso eu digo:

“Eu também nunca disse isso…” Kaíque sorri ao ouvir isso. Eu o beijo, ele me beija de volta e começamos do zero. Nos beijamos loucamente, enquanto batiamos uma um para o outro. Eu lhe dou um boquete enquanto ele me deda. Agora, após ter sido comido de jeito, seus dedos atiçam meu cu ainda mais. Logo, eu me deito, ficando de lado, virado de costas para Kaíque, e com a vozinha bem aveludada, eu digo: “Me come de ladinho, vai. Me faz gozar gostosinho de novo, por favor.”

“Por favor, é?” - Ele repete baixinho no meu ouvido.

“Aham.” Eu respondo, manhoso de tanto levar pica. Ele me beija, e eu sinto a mão dele no meu quadril, enquanto ouço ele se ajustar atrás de mim.

“Só porque você pediu com educação.” Logo após Kaíque dizer isso, ele geme. Eu também, sentindo a cabeça dele entrando em mim de novo. Mesmo cansado e um pouco dolorido, ainda é uma sensação tão boa. Agora, ele mete em mim com mais delicadeza. Lento, mas profundo. Talvez seja a posição, ou não sei, mas senhor, por algum motivo, isso consegue ser ainda melhor que todo o resto.
Sentindo o ápice do prazer, eu começo a me masturbar. E não demora muito pra eu dizer que eu vou gozar. Ao ouvir isso, Kaíque coloca um dos seus braços em volta do meu pescoço e começa a meter mais fundo. “Goza, vai. Goza com a minha pica entalada no seu cu, vai.”
As palavras dele são como um gatilho pra mim, e logo após ele dizer isso, eu solto uma jatada de leite descontrolada na cama. Eu acho que até caiu um pouco no chão, se eu me lembro bem. E enquanto eu gozo, Kaíque continua metendo; mais forte, mais fundo. Ele geme também. Quase urra, na verdade.

Acabamos tudo exatamente do jeito que começamos: completamente grudados um no outro, cheios de tesão e melados. Rimos um pouco depois, meio incrédulos com tudo. Ele beija meu pescoço e diz: “Gozei dentro.”

“É?”

“É, desculpa.” Ele ri brevemente. “É que o seu cuzinho tava tão quentinho, aí quando você começou a gozar, ele começou a contrair pra caralho o meu pau, aí eu já tava metendo e misturou com você gemendo e aí eu só…”

“Gozou?”

“Gozei.”

Nós rimos. Nos viramos e ficamos de frente um para o outro, nos beijando e sorrindo que nem os adolescentes apaixonados e tarados que nós éramos. Entre amassos, ele me fala:

“Mas sabe, é uma coisa boa que eu gozei em você. Sabe porquê?”

“Porque?” - Eu pergunto, tentando imaginar qual seria a resposta.

Ele agarra meu rosto e me beija, forte. Ainda com a mão segurando minhas bochechas, ele diz:

“Porque agora eu te marquei. Agora você é só meu.” Ele me dá um tapa e volta a segurar minha face. “Entendeu, putinha?” Eu aceno que sim. Nós voltamos a se pegar. Acho que só não tivemos um terceiro round porque os meus pais estavam chegando. Tenho certeza na verdade.

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E assim acaba esse relato. Meio longo, eu sei. Mas valeu a pena a demora, né?
Agora eu vou tentar postar mais e falar de encontros mais recentes. Um deles inclusive tem o Kaíque. Mas enfim. Até a próxima, queridos. Beijos, Jo.


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231215 - Confissões De Um Ninfomaníaco - 1 - Categoria: Gays - Votos: 4

Ficha do conto

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Nome do conto:
Confissões de Um Ninfomaníaco - 1.2 (A Primeira Vez)

Codigo do conto:
266052

Categoria:
Gays

Data da Publicação:
03/07/2026

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