Eu morava com minha mãe, meu pai e meu irmão mais novo. Nós tínhamos o costume de sentar sexta à noite no sofá ou no chão e assistir um filme aleatório.
Eu comecei a crescer e me afastei mais de meu pai. Mais ou menos na mesma época o relacionamento de meus pais fraquejou. Eles brigavam muito e minha mãe tentou "reacender" o casamento fazendo coisas novas. Então ela sugeriu voltarmos a assistir juntos.
Meu pai sentou ao meu lado no sofá de dois lugares. Parecia que ele queria ficar longe de minha mãe. Meu irmão deitou no sofá de três lugares e minha mãe colocou um colchão no chão.
Desligamos as luzes, fizemos pipoca... tudo pra parecer uma família unida de novo. Então, no meio do filme, senti a mão de meu pai na minha coxa.
Eu estava de baby doll, porque ia dormir logo depois do filme. E isso nunca foi um problema, sempre andava de pijama pela casa. Mas já que eu ia dormir depois de assistir, acabei nem colocando calcinha. Foi a primeira coisa que pensei.
Mas meu pai estava calmo, sem parecer ter segundas intenções. Aos poucos, eu deitei no sofá com as pernas sobre o colo dele.
Eu senti a mão subindo aos poucos até o polegar pressionar sobre minha calcinha, bem em cima de meu grelinho.
Eu arregalei os olhos, mas fiquei quieta porqje não queria alertar ninguém. Não sei porque não falei com mamãe, mas isso fez papai continuar, com certeza.
A mão dele mexeu de novo, o polegar fazendo circulos. Eu olhei pra mamãe deitada no chão bem diante de nós, mas ela estava focada na tv e a mão do papai fazia movimentos suaves demais pra alguém perceber.
Minha perna tremeu um pouco. Involuntariamente, separei um pouco as pernas. Papai aproveitou o espaço que criei.
Ele ainda estava com os olhos no filme quando puxou minha calcinha pro lado. Mas quando me sentiu toda molhada, virou o rosto pra mim e sorriu. E sussurrou: puta que pariu.
Foi o suficiente. Papai começou a mover os dedos os círculos firmes. Então levou os dedos até a boca e chupou tudo.
— que gostinho gostoso, filha — ele sussurrou, bem baixinho.
O dedo dele voltou a mexer e o indicador roçou minha entrada, pressionando devagar a fenda anters de voltar ao clitóris.
Eu arfava e me contorcia no sofá, inexperiente, tentando não gritar enquanto os dedos do meu pai espalhavam meu melzinho e depois voltava até minha entrada.
Papai só ficou satisfeito quando conseguiu colocar um dedo.
Aí eu quase surtei e mordi os lábios. Mamãe tava bem embaixo, no chão, enquanto o marido dela, meu próprio pai, me fodia com o dedo.
Ele começou a mexer o dedo, entrando e saindo devagar. Os nós dos dedos roçavam meu clitóris criando duplo impactos.
— Papai... aii... — sussurrei.
Ele sorriu e balançou a cabeça, o dedo mexendo sem parar enquanto olhava pra tv.
Quando gozei, meu pai fechou os olhos, sentindo minha bocetinha pulsando em seu dedo enquanto eu tremia, o quadril balançando.
Ele tirou o dedo e colocou minha calcinha no lugar, chupando o que ficou no dedo dele.
Foi gostoso. Muito. Mas sei também que era errado. Por ele ser meu pai e pela minha idade. Mas, até hoje não contei pra mamãe.
srae