Para quem viu o primeiro conto será mais fácil entender a minha luta para transformar minha puta santa em uma mulher aberta para novas aventuras e para sentir outros paus enfiando em seus buracos. Quando a pandemia chegou todo mundo ficou preso em casa menos algumas profissões como a minha . Continuei fazendo 3 plantões por semana de 24 horas. Minha mulher ficou em casa esse tempo toda presa , sem nada para fazer. Como muitas mulheres ela arrumou rapidamente algo bem gostoso para passar seus dias dias de solidão. Um cara que nunca tinha visto por perto começou a cercar meu galinheiro. Quando via minha mulher no Hall do predio estava ela e Roberto do sétimo andar conversando, no elevador quando ia pegar ví varias vezes os dois . Meu instinto de corno começou a perceber que algo estava errado . Estava chegando de carro as 19 horas ví os dois em uma rua deserta passeando com os seus cachorrinhos parecendo namorado . Plena pandemia sem máscara e ele com a mão na cinturinha da minha esposa e conversando algo no seu ouvido . Minha santinha com roupa de academia . Naquele momento eu entendi que alguem estava levando rola e seria mais uma oportunidade deu usar aquilo para converser minha mulher a termos um relacionamento aberto. Como Roberto era um cara Jovem tinha cerca de 32 anos , era casado e morava no prédio eu percebi que seria mas fácil ver alguma foda pelo ou menos e a primeira eu vi sem querer. Estava as 9 horas chegando do plantão por uma rua que fica a uns 200 metros do meu prédio e vi o carro do Roberto parado. Não pensei duas vezes e parei na esquina desta rua , na traseira do carro , onde , eu conseguia ver perfeitamente o banco do carona. Como o vidro era relativamente escuro, via apenas vultos . Viu a parte do corpo de alguém de cabelo grande sentada no banco da frente de frente para ele , no torno, subindo e descendo num movimento frenético. Não precisa falar que meu pau estava estourando , tirei para fora peguei papel higiênico no porta luvas e fiquei vendo e batendo uma gostosa punheta . Eu tinha praticamente certeza que era minha mulher que estava fudendo gostoso com ele, levando o cara a loucura . Gozei segundos antes dele. Vi quando eles pararam deram alguns beijos ela ainda sentada no pau dele que depois eu descobri que era um pouco mais grosso que o meu. Fiquei com o carro parado e em cerca de dois minutos noto que ela tira o pau de dentro dela e vem para o banco do acompanhante, para minha surpresa ela abre a porta e sai levantando um vestido curto que eu conhecia muito bem , era a minha mulher. Eu quando vi fiquei com , ainda, mais tesao e senti que meu pau subiu de novo. Vi ela com o vestido levantado , sem calcinha , passar um lenço umedecido na bucdta para tirar o excesso de porra. Não aguentei tirei o pau para fora e comecei a bater outra falando o nome dela, com um tesao absurdo. Ela voltou para o carro e Roberto deu partida . Peguei meu carro desci e fui procurar o lenço que ela jogou no chão. Encontrei estava cheio de porra. Trouxe para dentro do meu carro e fiquei sentido o cheiro da porra que havia acabado de esporrar na buceta da minha mulher. Dei uma gostosa gosada. Voltei para casa encontrei minha mulher no banheiro , lavando a buceta que havia levado rola do seu macho. Esse acontecimento me fez comprovar que estava levando chifre e transar com ela maravilhosamente por semanas . Pensava na fida dos dois no cheiro da porra dele. E pensava, essa buceta que estou comendo outro cara goza , só quem é corno sabe desta sensação. Até o próximo conto
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