Apaixonados em Arembepe

Naquele fim de semana, seguimos para Arembepe, uma pequena vila à beira-mar no litoral norte da Bahia. Éramos jovens amantes em busca de qualquer oportunidade para ficar a sós, longe dos olhares conhecidos, livres para aproveitar sem pressa o desejo que parecia sempre nos acompanhar.

Ficamos em uma pousada bastante conhecida no lugar. Não havia luxo, mas era confortável, acolhedora e tinha aquela simplicidade própria das vilas de praia.

Pouco depois de chegarmos, fomos ao mar. Eu adorava vê-la naquele biquíni discreto, moldando um corpo que carregava toda a beleza da juventude. Os seios pequenos, firmes, cabiam em uma mão. A bundinha redonda permanecia coberta pelo tecido, mas o biquíni não escondia a harmonia de suas curvas. E havia o sorriso. Talvez fosse o que mais me fascinasse nela: uma delicadeza luminosa que combinava perfeitamente com seus olhos castanhos.

Passamos algumas horas na praia, bebemos umas cervejinhas e, no fim da tarde, voltamos para o quarto. Ofereci-me para ajudá-la no banho — embora nós dois soubéssemos que aquela ajuda tinha outras intenções.

Debaixo do chuveiro, beijei sua boca macia e molhada. A água escorria pelos cabelos, percorria o pescoço e descia lentamente pelos seios. Minhas mãos acompanhavam aquele caminho. Tocava seus biquinhos rígidos, mordia de leve seu pescoço, acariciava suas costas e descia, sem pressa, até alcançar sua bundinha gostosa.

Então me abaixei diante dela.

Desci até sua bucetinha, coberta por pelinhos curtos, e me perdi naquele sabor doce e inebriante. Quanto mais eu a chupava, mais ela se esforçava para conter os gemidos. Gemia baixinho, quase em segredo, com medo de que alguém nos outros quartos pudesse ouvir. E talvez justamente por isso tudo parecesse ainda mais excitante.

Transamos ali mesmo, debaixo do chuveiro, apertados naquele espaço, entre a água quente, os beijos e o desejo acumulado desde a praia.

Mais tarde, saímos para jantar. Comemos apenas alguns petiscos, tomamos outra cervejinha e caminhamos sem pressa pela praça, observando os hippies que expunham suas bijuterias. A noite tinha aquela atmosfera tranquila das pequenas vilas litorâneas. Depois de algum tempo, voltamos para a pousada.

Já eram umas dez da noite.

Nosso quarto dava para uma varanda com um pequeno jardim. Logo adiante havia um muro vazado, separando a pousada da rua. Do outro lado, alguns jovens conversavam. Não conseguíamos vê-los perfeitamente, mas ouvíamos suas vozes, risadas e comentários soltos atravessando a noite.

Deitamos na rede e ficamos conversando no escuro.

Em algum momento, ela se levantou para vestir uma roupa de dormir. Quando voltou, apareceu com uma camisola fina e aberta, quase transparente na penumbra, e uma tanguinha provocante. Permaneci deitado na rede, olhando para ela, admirando sua beleza naquele escurinho.

Foi então que comentei, em voz baixa, que os rapazes do outro lado do muro poderiam vê-la.

Ela olhou na direção da rua.

As vozes continuavam ali, próximas o bastante para alimentar nossa imaginação. A simples possibilidade de que alguém pudesse perceber sua presença, distinguir sua silhueta ou surpreender um pouco mais do que deveria provocou em nós um tesão diferente.

Desafiei-a a abrir a camisola.

Ela hesitou por um instante, dividida entre a vergonha e a excitação. Depois abriu.

Seus peitinhos ficaram expostos na penumbra da varanda.

Eu continuava dizendo que eles poderiam vê-la. Que bastava um olhar mais atento através das aberturas do muro. Ela sorria sem jeito, envergonhada, mas eu percebia que aquela possibilidade também fazia o tesão subir à cabeça. Havia algo de eletrizante naquela mistura de pudor e provocação, no risco imaginado de sermos percebidos por desconhecidos a poucos metros dali.

Depois disso, já não havia muito espaço para conversa.

Deitamos juntos na rede e transamos ali, embalados lentamente, enquanto as vozes dos jovens continuavam do outro lado do muro. Cada risada, cada mudança de tom, cada silêncio repentino parecia aumentar a sensação de que, a qualquer momento, alguém poderia perceber o que acontecia tão perto deles.

E talvez fosse justamente essa possibilidade que tornasse tudo ainda mais gostoso.


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Ficha do conto

Foto Perfil Conto Erotico lukestrike

Nome do conto:
Apaixonados em Arembepe

Codigo do conto:
266263

Categoria:
Exibicionismo

Data da Publicação:
05/07/2026

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