FREIRA VERÔNICA – DESEJOS INSANOS E PROFANOS
Histórias de ficção contadas com base em pessoas reais, qualquer semelhança com realidade não é puro acaso.
Freiras gostam de orgias, sexo anal, chupar paus.
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Verônica entrou para o convento após uma decepção amorosa, estava noiva e foi traída, e no sofrimento resolveu escolher outra vida.
Na sua admissão se dedicou a ajudar pobres e ter a mente voltada para outras coisas que não a ela mesma, mas quando a noite vinha e Verônica ficava sozinha em seu quarto, sua mente se perturbava, pois ela durante o dia ajudava vários homens de rua, jovens, e alguns lhe olhavam com olhares obscenos, sentia a maldade neles, podia sentir eles despindo ela com a mente, e isso a incomodava, mas não de um forma que lhe repudiasse, mas a excitava.
Ela tinha um rosto claro bonito, que contrastava com o capuz preto que usava, tinha 1,78, bem mais alta que qualquer outra freira ou outra mulher da onde vivia, seu quadril era largo, cintura fina, apesar da túnica que cobriu tudo, era nítido o corpo que tinha por baixo, e isso chamava atenção de homens, mas o que ninguém sabia, que ficava no íntimo dela, era os sonhos profanos que tinha.
Desses sonhos, em muitas vezes estava envolta em chamas que pareciam o inferno, em que demônios lhe violentavam, mas ela não tinha medo, ao contrário, tinha prazer, e por várias noites teve orgasmos, mas guardou para si isso, pois não tinha coragem de confessar isso a um padre ou uma irmã, manteve o silêncio, esperando melhorar.
Mas não melhorou, ao contrário, piorou, seu instintos estavam lhe levando a delírios, nas madrugadas se masturbava com fúria, enfiando os mais diversos objetos na buceta, se contorcendo, desejando toda aquela violência dos sonhos na realidade.
Numa bela manhã, sua superior lhe pediu que levasse a Kombi do local para arrumar um pneu que havia furado, estava rodando com estepe, e como Verônica era uma das poucas que sabia dirigir, lá foi ela, mas não sem antes, a Madre Superiora Ruth lhe avisar.
— Veja bem Freira Verônica, leve a Kombi, mas tenha cuidado, aquele borracheiro é entregue a maldade.
— Não entendi?
— Ele é um homem do mau, já foi preso, e é alcoólatra conhecido, então não de margem para nada.
— Mas então não devia levar em outra borracharia?
— Hoje é domingo irmã, somente ele ta aberto.
— Mas então não devia alguém ir comigo.
— Está na companhia do senhor, siga.
— Tá bom.
E com esse aviso macabro, ela foi sendo que o convento era meio fora da cidade, e entre ele e a cidade havia um posto de gasolina, e nele a borracharia. Ela encostou a Kombi e desceu, não havendo ninguém lá fora, o local era uma casa de madeira, bem rústica, bem velha.
Ao adentrar a borracharia, se deparou com fotos e imagens nas paredes, típicas deste lugar, calendários com mulheres nuas, e no canto uma imagem a fez paralisar, um calendário pornográfico, um homem fodendo o rabo de uma ninfeta branca, Verônica ficou hipnotizada com a cena, até que uma voz rouca lhe acordou:
— Pois não irmã?
Ela tomou um susto, botando a mão no peito, olhou ao lado e Jorge, o borracheiro, um homem negro, de bigode, forte, estava de camisa, mas toda aberta, mostrando seu peito cheio de pelos e suor, ela se recuperou e disse:
— Ah, me desculpe entrar assim, preciso que arrume um pneu!
O borracheiro não era bobo, notou o flagra nela, mas não se manifestou, foi na Kombi, e enquanto arrumava o pneu, soltava olhares nela, entre tragadas num cigarro e sorrisos perguntou — Faz tempo que está no convento?
— Algum tempo.
— E gosta de ser freira?
Que pergunta abusiva ela pensou, mas de certa forma ia de encontro ao seu momento de dúvidas, respondeu — Sim.
— Não deve ser fácil, se privar da vida assim pra ajuda os outros?!
— A gente se acha nisso.
— Hum, e a madre Ruth ta lá ainda?
— Sim, ela é a superiora, vc a conhece?
— Superiora, que engraçado isso.
— E o nome que damos por ela nos coordenar.
— Sim conheço ela bem. Mas faz tempo que não a vejo.
Aquele comentário parecia meio duvidoso na índole dela.
Apesar de seu um homem grosso e bruto, tinha uma certa sabedoria. Verônica so acenou a cabeça concordando. Parecendo que havia uma certa brecha dada por ela, ele pegou mais pesado:
— Gostou do pôster la dentro?
Um calafrio subiu na barriga dela, secando a boca, então se fez de desentendida — Que pôster?
— Oque vc tava olhando sem parar.
— Nem notei, pois tava procurando vc.
— Ta bom irmã.
Ele deu uma risada e terminou o serviço.
— Pronto irmã, se precisar arrumar mais alguma coisa, moro no fundo, é 24 horas aqui!
— Ta bom, obrigada.
— Ela parece vc pra falar a verdade.
— Quem?
— A mulher do pôster.
Ao ouvir aquilo, Veronica sentiu o cheiro forte de suor dele, e totalmente sem graça, so ligou a Kombi e saiu dali, e conforme ia se afastando, olhou no espelho retrovisor, vendo que ele alisava o saco, e sua buceta estava melada.
Ela retornou ao convento, nem vendo o caminho, sendo que logo chegou, encostando na garagem, e correndo para o quarto. Respirando ofegante, começou a esfregar a túnica, erguendo e passando a mão na buceta loucamente, sendo que alguém na porta bateu, lhe assustando, soltando a túnica rapidamente.
— Oi, pois não?
— Abre, sou eu.
— Madre, sim, to abrindo.
Ela abriu, sendo que a madre mesmo sendo uma mulher mais velha e baixa, impunha autoridade total. Ela entrou olhando o quarto de Verônica, e então se virando perguntou rispidamente — Que tava fazendo?
— Ah...eu...eu...tava lavando o rosto.
— Mãos secas e rosto seco.
— Eu sequei.
— E como foi lá?
— Lá onde?
— Borracharia freira Verônica.
— Normal, ele arrumou e vim embora.
— Parece que demorou mais que o habitual.
— Ele tava mexendo outro carro.
A freira mentiu, pecadora.
— Ta bom irmã, come alguma coisa e faça suas orações para dormir.
— Sim madre.
A madre foi saindo, sendo que então Verônica perguntou.
— A senhora o conhece?
— Conheço quem?
— O borracheiro?
Claramente não gostando da pergunta, ela ficou em silêncio por alguns segundos — Ele disse algo?
— Nada demais, apenas perguntou se tava aqui ainda.
— Sim, eu conheço ele, pois é um ex-detento, e já cuidamos dele aqui quando era mais novo. Agora vai comer, orar e dormir.
Verônica foi então comer e dormir, nem orou.
Sua buceta pegava fogo, então se masturbou na cama varias vezes, até que dormiu. Após acordar, tomou café e manteve sua rotina matinal, mas tudo remoía em sua mente, e até mesmo o cheiro dele de suor lhe incomodava. Sua superiora dizer aquilo foi como querer apagar fogo com gasolina. E a noite, Verônica novamente em seu quarto se masturbava loucamente, com imagens vindas da borracharia, a foto que tinha visto no calendário e aquele homem bruto lhe assediando, tudo contribuía para orgasmos intensos. O inferno lhe consumia.
No outro dia, pela parte da tarde, foi solicitado a ela que fosse a cidade levar uma encomenda num local. Era umas 17 horas, e acabou passando pelo posto de gasolina, não podendo deixar de não olhar para a borracharia. E como passou devagar, viu ele sentado na frente fumando, e ele também a viu, dando um aceno com a mão, ela então acelerou e foi pra cidade.
Mas tudo demorou muito, e só conseguiu voltar à noite para o convento, já eram mais de 19 horas. Então próxima ao posto, novamente olhou a borracharia e estava fechada. Ela passou e andou mais 300 metros, onde acabou parando a Kombi no acostamento.
Ofegante, ela tinha um fogo que lhe consumia, não podendo se conter, então fez meia volta e retornou a borracharia. Parando ao lado, meio que querendo esconder o veículo, desceu e foi até a porta lateral, e estava fechada.
No fundo havia um casebre, onde ela chegou na varanda, vendo uma porta, e encostando o ouvido, não ouviu nenhum som vindo dali, então num impulso insano, pegou no trinco e viu que estava aberta, e entrou. Deu alguns passos e viu uma sala com um sofá velho, uma tv, e um vaso de flor de plástico.
Sem notar uma sombra na porta ao lado que dava para o quarto, ela tomou um novo susto com a voz dele — Sabia que vc voltaria aqui.
— Eu...
— Cala boca.
Sem camisa, sujo e suado, o borracheiro avançou sobre ela e agarrou pelos braços, sendo que ela não reagiu. Ele com sua boca nojenta, lambeu seus lábios, lhe dando um sentimento de asco e nojo misturado com vontade.
O bafo dele ardia a cigarro e bebida barata.
Jorge pegou a cabeça dela e empurrou ao seu peito suado, onde seu nariz sentiu o cheiro forte e sua boca o gosto do suor, não resistindo, ela tirou a língua pra fora e começou a lamber aquele peito cabeludo e suado, um tesão incontrolável tomou conta dela, ao mesmo tempo ele ergueu a túnica, procurando sua buceta e sua bunda, Jorge pode notar que era uma cavala que se encontrava ali, sendo que dois dedos dele já adentraram a buceta mais que úmida de Verônica, a outra mão explorava sua bunda.
Jorge então a fez sentar no sofá velho, ficando em pé na frente dela, abrindo o zíper e retirando um caralho grosso e cabeçudo, com veias saltadas, pentelhos enormes que cobriam seu saco, já pingando.
— Chupa irmã!
Verônica ficou espantada com o tamanho, mas sem hesitar, abriu a boca e abocanhou a rola grossa, sentindo o gosto de azedo que era intenso, mas que para o paladar dela, era delicioso.
O caralho não estava totalmente duro, mas com a boca dela, ele ficou maior ainda, sendo que toda baba de sua boca escorria pelo mastro negro. Jorge praticamente batia uma punheta com a boca dela, tomando o cuidado de não tirar seu capuz, pois era mais tesão a ver mamando daquele jeito, como freira.
Verônica olhava pra cima e sentia mais tesão em estar com aquele pauzão na boca e sentir aquele macho abusando dela.
Satisfeito com a boca, ele a puxou e fez ficar de quatro no sofá, e com muita brutalidade puxou a calcinha dela, passando a pica na buceta e socando, ela se sentiu sendo aberta no meio, pela grossura da vara, e como ele não tinha nenhuma delicadeza, a foda acabou por se tornar o sonho que tinha. Buceta fechada por não ter caralhos a muito tempo.
Com as mãos em sua cintura, Jorge fodia sem dó a buceta, Verônica urrava de dor e prazer, pois fazia tempo que não trepava, mas em nenhum momento pediu pra parar, se agarrando no encosto do sofá e chegando a morder o tecido pra não gritar, tamanha violência que ele socava nela.
Tapas na bunda eram dados com muita força, sendo que ele se arqueou por cima das costas dela, puxando seu pescoço, passando sua língua nojenta nos lábios dela, Verônica então sugou a língua dele.
Jorge arrancou a pica e sentou no sofá, já fazendo ela sentar nele para cavalgar, isso tudo com a túnica puxada apenas, o crucifixo de Verônica pulava entre suas tetas conforme cavalgava, Jorge pegou ele e mandou ela beijar, após isso, deu dois tapas no rosto dela — Sua puta, não passa de uma vagabunda!
Verônica ao ouvir, gozou na vara dele, continuando a cavalgar, sendo que ele mordia os bicos dos peitos dela. A cavalgada era infernal.
Jorge não se contendo tbm, tirou de cima, e pegando na cabeça dela, colocou seu pinto na boca, empurrando fazendo engolir, sendo que gozou, enchendo sua boca de porra.
Ela nunca tinha sentido o gosto, mas não se negou a beber tudo, cada gota foi lambida por ela, tendo um pouco que espirrou em sua túnica, sujado.
Ela se levantou do sofá e foi no banheiro, sendo que na pia tentou limpar, mas descobriu que porra em tecido preto era difícil de tirar, e dava pra ver de longe. Mas fez o que podia e voltou a sala, e Jorge estava ainda sentado no sofá fumando um cigarro. Pelo tesão ter acabado, ela se sentiu envergonhada. Então pediu — Vamos deixar isso entre nós, está bem!?
— Com medo de saberem que é puta?
— Não sou puta, só cai em tentação.
— Acredita nisso?
— Não importa, so peço que fique quieto.
— Claro irmã, e tbm pra que vou fica falando isso, se posso deixa em segredo pra ter de novo.
Verônica sentiu uma ponta de chantagem naquela resposta, mas não disse mais nada, saindo do casebre. Então pegando a Kombi, foi pro convento. Mas conforme guiava, olhou no espelho retrovisor interno percebendo a porra branca na túnica.
— mas que merda.
Esfregando tentou esconder, mas não dava, então pensou se teria sorte de ninguém estar lá quando chegasse. Mas parece que sorte não era algo que ela tinha. Pois ao entrar no pátio, acabou vendo várias irmãs esperando junto da superiora, guardando a Kombi, ela foi até o grupo sendo já questionada pela madre — Porque demorou?
— Lá no lugar da encomenda, demorou mais que pensava, e ai na volta, a Kombi começou a tossir, até que parou na estrada e não ligava.
— A Kombi tossiu?
— Sim madre.
— E como chegou aqui?
— Um senhor passou e mexeu.
— Que bom né irmã?
— Sim, muito bom.
Achando que tinha se livrado de mais perguntas, uma das irmãs acabou por ver a porra no canto da túnica — Que isso aí branco na sua roupa?
Se fazendo de boba, ela perguntou tbm — Onde tem branco?
— Aqui em cima.
Passando o dedo, Verônica respondeu — Nem sei o que é, mas acho que foi a hora que a Kombi soltou uma fumaça branca quando pegou, e eu estava bem atrás do escapamento, acho que manchou.
A freira Lucia sendo amiga dela chegou perto — Deixa-me ver.
Sob o olhar da madre e das outras, a irmã Lucia encostou a cara perto da mancha e passou o dedo — Ta seco, não parece fumaça.
Verônica ficou vermelha, roxa, azul — Então não sei o que é.
A madre veio perto e passou o dedo, e cheirando, acabou lambendo um pouco — Não é fumaça mesmo.
Lucia a desavisada perguntou — Parece oque madre?
Ruth olhou para Verônica e respondeu para todas — É algo que nossa irmã bebeu e caiu, apenas isso, não é mesmo Verônica?
— Sim madre.
— Acabou então irmãs, todas pra dentro.
Verônica foi até o quarto, tirou a túnica e colocou pra lavar rapidamente. Naquela noite ela dormiu como uma pedra, pois estava exausta da foda. Aliviada era a melhor palavra.
No outro dia cedo, durante o café da manhã no salão, a madre superiora não tirava os olhos dela, deixando-a incomodada, sendo que até mesmo sua amiga Lucia viu — A madre parece brava com vc.
— Parece sim.
— Não gostou mesmo de vc chegar tarde ontem.
E após tomarem café, Verônica ouviu logo atrás alguém chamando.
— Irmã, espere.
— Pois não madre?
— Iria cuidar do jardim hoje né?
— Isso.
— To mudando sua função, vai lavar os banheiros.
— Banheiros? Mas isso não é obrigação das novatas?
— É sim, mas hoje mudei.
E sem dar mais explicações, ela foi embora, deixando Verônica parada, falando baixinho.
— Vadia...