O Despertar de Xaiane – Parte 3
Depois das humilhações com os vigias, meu tesão virou uma obsessão perigosa. Xaiane não queria mais se esconder.
Eu não usava o short de nylon preto na escola, tinha medo que todos gozassem da minha cara por usar uma peça tão feminina. Usava o agasalho da escola, que era comum na época. O problema é que o tecido ficava “mascando chiclete” na minha bunda o dia inteiro. Eu não conseguia controlar: a cueca entrava fundo na minha bundinha de adolescente e o agasalho marcava tudo. Quando caminhava para casa, o agasalho subia e entrava entre as nádegas, deixando minha silhueta com formato de menina — bunda empinada, coxas grossas e cintura mais fina.
Foi por causa disso que um homem de bicicleta começou a me perseguir no caminho de volta da escola. Ele diminuía a velocidade, olhava descaradamente e perguntava: “Ei, você é menino ou menina?”. Às vezes falava mais baixo: “Com essa bundinha você tá pedindo pra ser comida”. Eu ficava vermelho de raiva e vergonha. Chegava em casa e chorava sozinho no quarto. “Por que meu corpo tem que ser assim? Eu não quero ser assim…” Mesmo assim, no fundo, aquelas palavras me excitavam.
Em casa eu podia ser mais livre. Minha mãe tinha comprado um short de nylon preto para mim. Curtinho, com uma listra fina branca na lateral que parava no meio da coxa — modelo típico de menina. Como eu tinha coxas grossas e bunda volumosa, o short ficava justo, marcando as curvas. Quando colocava uma tanga por baixo e puxava bem para dentro, os laços apareciam na cintura e formava um “V” bem feminino. Se puxasse um pouco, as polpas da bunda ficavam expostas. Eu adorava me olhar no espelho com ele.
Os vigias continuavam me usando quase toda madrugada. Eles gozavam na minha bunda, me deixavam toda melada de porra quente escorrendo. Eu deixava esfregarem a cabeça grossa do pau bem no meio do meu cuzinho, mas não deixava penetrar. Tinha pavor de doer… e na minha cabeça, se eu desse o cu, viraria mulher de verdade. Já tinha comentários pelo bairro sobre minha masculinidade, e isso me aterrorizava.
Uma madrugada, o desejo falou mais alto. Entrei no quarto do meu primo que morava conosco. Abaixei o short dele e coloquei o pau mole na boca. Chupei com vontade, sentindo o gosto, mas o medo de ele acordar ou contar para alguém foi maior. Parei antes dele gozar e saí correndo.
No dia seguinte, durante o café da manhã, estávamos só nós três: eu, meu irmão mais novo e o primo. Ele, com um sorrisinho provocador, comentou olhando para o meu irmão:
— Cara, ontem uma menina chupou meu pau enquanto eu dormia… não sei se foi sonho ou realidade, mas foi bom pra caralho. Queria que esse sonho se repetisse.
Eu congelei.
Mais tarde, jogando futebol no terreno de casa, percebi que meu primo ficava tentando encostar a mão na minha bunda. Chutei a bola para o terreno do vizinho e mandei meu irmão buscar. Assim que ficamos sozinhos, ele colou o corpo atrás de mim, passou a mão na minha bunda por cima do short e sussurrou:
— Então foi você… Adorei sua boca babando no meu pau. Hoje à noite você vai terminar o serviço. Vou gozar na sua boca. Se não aparecer, vou contar esse “sonho” pra tia.
Eu tremi inteiro. Medo e tesão misturados. Xaiane estava cada vez mais fora de controle.
Enquete para os leitores:
O primo está chantageando Xaiane e o homem da bicicleta está rondando…
O que vocês acham que vai acontecer primeiro: Xaiane vai ceder ao primo ou o risco com o homem da bicicleta vai aumentar?
Comenta aí!