Voltamos ao nosso perfil na rede social liberal. Procurar um perfil de comedor era função minha. Eu observava potenciais candidatos que poderiam agradar a ela. Depois de um tempo encontrei alguns. Ela curtiu os perfis e investimos num primeiro contato. A conversa fluiu com Carlos.
Moreno claro, bem apessoado, gentil, respeitoso e simpático. Também não era de nossa cidade (assim como o amigo da primeira experiência, preferimos assim). Pelo seu perfil parecia ter certa experiência no meio liberal. Durante uns bons meses, sem pressa, trocamos mensagens com ele, explicando que tínhamos apenas uma experiência, que estávamos iniciando no mundo liberal. Ele sempre atencioso e compreensivo. Sendo assim o surgimento de confiança entre nós foi acontecendo.
Nesse ponto minha esposa e eu sentimos segurança para marcar o esperado encontro. Combinamos de pegá-lo no estacionamento de um shopping de nossa cidade e, de lá, iríamos para o motel.
Chegando ao estacionamento circulamos com o carro uma vez e o avistamos, o reconhecemos pela descrição que ele havia informado e ficamos aliviados de não ser uma pessoa conhecida nossa (uma preocupação e “trava” nossa de início). Estacionei o carro e fui abordá-lo, ela aguardou no carro. Eu me apresentei e o cumprimentei. Depois o convidei para irmos até o carro onde a Bruna nos esperava. Ele entrou na parte de trás do carro e a cumprimentou.
No trajeto até o motel Carlos demonstrou ser realmente muito simpático e sabia conduzir a conversa, atenuando nosso nervosismo e nos deixando descontraídos. Já no quarto nós três fomos, individualmente, tomar uma ducha (assim como aconteceu na nossa primeira experiência).
De volta ao quarto continuamos a conversar. Os dois sentados na cama, ela enrolada em uma toalha e ele já só de cueca.
Em um dado momento eles começam a se beijar, ele afastando a toalha do corpo dela, revelando seus seios e ela com uma das mãos procura o pau dele por sobre a cueca, constatando que já estava duro.
Eu, com uma mistura de ciúmes e tesão (mas mais tesão que ciúmes) assisto a esta cena de pau duro: os dois namorando, as línguas se encontrando, ele apalpando o corpo gostoso da minha mulher, ela buscando o pau dele dentro da cueca.
Em seguida ele retira a cueca (com ajuda dela) e exibe um membro de tamanho normal (ela prefere assim, grandes demais a machucam, ela tem o colo do útero curto). Ela começa a chupá-lo, engole, passa a língua da cabeça até as bolas. Chupa as bolas (ela adora) com vontade. Deixa aquele pau bem babado, me enchendo de orgulho. Naquele momento lembro que aquela é boca que eu beijo todos os dias e tenho que soltar o pau pra não gozar de imediato na punheta que eu batia vendo aquela cena.
A foda segue. Eu passo um preservativo pra ele e ele a come de tudo que é jeito: ora ele por cima, ora ela por cima cavalgando, de ladinho (enterrando todo o pau na bucetinha dela). Ele também a colocou de quatro, deve ter adorado a visão daquele bumbum gostoso dela. Nunca vou esquecer essa imagem), ela de quatro empinando o bundão pra ele, até ambos gozarem.
Depois tomamos banho, saímos do motel e o deixamos.
Em casa ela confirma que esta foi uma experiência muito melhor, que gostou e que quer manter contato com Carlos.
A afinidade sexual dos dois rendeu outros encontros e Carlos está em vias de se tornar o comedor fixo da Bruna. Ainda vou ver minha amada levando pau sem camisinha, do jeito que ela gosta.





Muito excitante. Relata a principal dificuldade de um casal iniciante a procura do primeiro parceiro para compartilhar a esposa. Encontrou !!!
Que conto gostoso…. Que comedor de sorte rs
Agora ela e vc se realizaram ele vai adorar ser fixo com certeza , ela e uma mulher deliciosa parabéns
Delícia