Era uma quinta-feira de um feriadão, eu queria terminar o serviço para colocar o apartamento para alugar logo. Eu sai de casa, peguei as coisas e fui pro apartamento esperar o tal pintor que seu Severino me mandou. Eu abro a porta e, um cara branco, parrudinho, troncudo, baixo, macho bonito, braços grossos feito do pai, sorridente todo, com uma bermuda e um rabo grande que era tudo de bom, uns 30 anos. Meu irmão, o cara era gostoso pra caramba.
Eu nem tava acreditando que ele era filho daquele velho feioso e derrubado. Ele se apresentou e me disse que estava de férias no trabalho aquele mês e estava ajudando o pai, pois estava precisando de dinheiro. Precisava ganhar um trocado, pois a esposa tinha tido filho recentemente e as despesas estavam altas. Com um sorriso daquele e com uma bunda daquela dava pro cara ficar rico se quisesse, eu pensei.
O cara colocou um short velho de pano pra começar a pintura. O short era curto, mostrava as coxas grossas todas, e também tava apertado nele por causa do tamanho da bunda e, é claro, que já comecei a soltar gracinha pra ele a respeito do tamanho da bunda dele. Se não fechou a cara era porque tava gostando, mas não respondeu nada. Eu coloquei um short também e ficamos trabalhando juntos, até porque eu tava querendo quebrar o gelo com ele e deixar ele bem à vontade. Eu trocava algumas tomadas velhas e outras pequenas coisas para ajeitar o apartamento, e ele na pintura.
Continuando o trabalho, eu terminei pintando também, para conversar mais e me aproximar mais dele. Eu tinha trazido de casa uma coca e abri um pacote de biscoito pra lanchar, paramos o serviço, e comemos, mas na hora de voltar ao trabalho, ele passa por mim e eu faço um elogio a fartura de carne na bunda dele. Ele ficou muito sem graça, mas não quis me bater, nem falou nada, não disse nem que sim e nem que não.
Perto da hora do almoço, disse pra ele ir comigo almoçar num barzinho aqui perto e que tínhamos que comprar mais tinta e material, e que era pra gente tomar banho pra passar na loja. Ele entrou na frente no banheiro e no box, e enquanto ele tomava banho, eu disse que ia entrar também pra andar mais rápido, só que no que eu tirei meu short a rola já tava enorme e dura.
Entrei no box e disse pra ele que era aquela bunda dele que me deixava assim, ele tava muito sem graça, mas parti pra cima, peguei na rola dele mole, que num instante endureceu e ele ficou parado, deixou eu pegar. Passei sabonete na mão e ensaboei e punhetei a rola dele e a minha também. Desci a minha mão pros ovos dele, e ele deixa. Fiquei olhando pra cara dele, encarando ele, e fui pegando nos ovos dele e com minha mão entre as pernas dele, um dedo meu esticado ia tocando aquele cuzinho. Ele ia abrindo um pouco a perna e se ajeitando e soltando um gemido baixo de macho que me deixa doido.
Baixei minha cabeça naqueles peitos dele e chupei enquanto meu dedo esticado passava esfregando na porta do daquele cuzinho.
Virei ele pra parede e comecei a me esfregar naquela bunda, como ele virou sem pestanejar, muito fácil, já sabia que naquele mato tinha coelho, ou seja, ele já tinha dado o rabinho, não ia querer dar o golpe da moça virgem pra cima de mim. Agora ele virado de costas pra mim no box, passei bem muito sabonete e enfiei um dedo, depois 2, naquela bundinha. Comecei a falar mil elogios no ouvidinho dele, e mandei ele empinar o rabão, ele atendia a todos meus comandos: o sonho de todo macho metedor.
Dedinho entrava e saia fácil, já tava pronto pro abate. Peguei camisinha e enchi a rola de sabonete pra deslizar pra dentro (era o que tinha na hora, pois meu gel tava lá no mochila na sala, e eu não ia perder o clima da foda pra buscar). Ele se empinando todo, a rola achou fácil o caminho, entrou todinha até o talo, abracei ele por trás e comecei socar na bundinha, não preciso dizer que gozei num instante. Tava com um tesão doido naquele rabo de macho. E engoliu a pica todinha com o cu e nem sofreu, só gemeu.
Terminamos o banho, nos enxugamos e puxei ele peladinho mesmo pro quarto, disse que queria descansar um pouco antes de irmos almoçar. Na verdade, eu ia era comer aquele rabo de novo e desta vez ia demorar mais pra gozar. Liguei o ar e ficamos sentados na cama conversando. Eu pegando na minha rola, e ao mesmo tempo pegava na rola dele com minha mão pra botar ela dura de novo também. Eu nem mandei, mas logo ele começou a chupar minha rola para meter de novo. O cara tava com vontade. kkkk.
Coloquei ele de frango assado, me agachei e fui dar uma chupada no cuzinho dele. Que cuzinho lindo, e eu chupava tudinho, voltei a enfiar os dedos, desta vez com gel para lubrificar bem, porque agora é que o meu pintor ia levar rola. Ele estava mais relaxado e começou a gemer baixinho. Que delicia de gemido de macho, macho geme se travando, pede pra enfiar mais bem baixinho, nada de gemer alto nem fazer o maior escândalo. Por isso sou doido por macho casado. Meti muito nele de galeto.
Enfiei a rola até o talo, depois virei ele meio de lado na cama, que visão espetacular daquele rabo imenso e branco, aquelas coxas grossas, as costas dele, meti fundo, ele gemia cada vez mais, apoiei minhas mãos na cintura dele e soquei, soquei, e terminei gozando muito. Ainda ia comer mais aquele rabo gigante de 4 hoje. Como meu pau é um pouco acima da média, digamos assim, e ele entrou de boa naquele cuzinho, sabia que ele tava levando rola já há algum tempo, mas não toquei no assunto, por enquanto não.
Levei ele num restaurante bem melhor do que tinha pensado, tratei ele como amigo, como se nada tivesse acontecido. Pelo menos até voltarmos pro meu apto. Pintamos um pouquinho de nada, e já voltamos pra putaria. Voltamos pro quarto e meti naquele rabo o resto da tarde toda, o melhor foi de 4. Eu metia, ele dizia que a minha rola era grande, pra eu ir com calma. Calma foi o que eu mais tive, eu queria era meter, e devagar eu metia mais e por mais tempo. Assim fui metendo, metendo, metendo, feliz da vida.
O pai dele ia passar lá embaixo no prédio às 17h para dar carona pra eles voltarem pra casa. Ele disse que era melhor ele já ficar lá embaixo, se não o pai dele poderia subir no apartamento para ver como estava a pintura, e pintamos muito pouco naquele dia. Pouco antes ele tomou banho e eu avisei "prepara o cú pra amanhã", e ele riu e desceu pra encontrar com o pai. E eu fiquei ali no apartamento doido pro dia seguinte.
Continua assim que tiver tempo para escrever mais. Aguardem.