Samuel não aguentou mais, e o deitou no sofá, abriu suas pernas e, em missionário, penetrou lentamente. Quando a cabeça grossa do pau encostou ao fundo, ele gemeu grave, satisfeito, jogando a cabeça para trás.
- Porra...que bucetinha apertada!
Cada estocada era precisa, molhada, quente e saborosa. A pressão no útero era intensa, enfatizava a necessidade de Guto por algo mais profundo, queria ser preenchido ao homem acima dele.
Para Samuel aquela maciez e sucção gulosa da buceta era diferente de tudo que ele conhecia como homem gay.
O menor esticou sua mão e começou a massagear os testículos pesados e gordos, apertando leve e sentindo o peso.
Samuel grunhia de desejo aprovando a submissão do garoto.
- Sente como sua bucetinha foi feita para isso?
Guto arqueou o corpo com um gemido rouco e desesperado, e aquela sensação só aumentava: O desejo de ser dominado, preenchido, reduzido a servir. Um verdadeiro receptáculo obediente.
Samuel tirou Guto da posição e o virou de costas num reverse cowboy.
Quicava sem controle, as coxas batendo contra as do mais forte, a buceta engolindo o pau grosso até o fundo.
- Isso...senta nesse pau, com vontade, vai - Samuel segurou os tornozelos do mais novo o forçando a subir e descer sem parar. Obcecado em sentir o pau latejar e as pernas falharem no pau grotescamente grosso.
- ooh..porra, minha buceta! - expeliu Guto num gemido alto e quebrado. Seus pés tremiam, sem poder de controle, estava a mercê do homem negro que conduzia o ritmo forçando seus pés, e a buceta cada vez mais inchada, vermelha e encharcada implorando a semente grossa.
- Ò porra...tô gozando! - Sua carne molhada sentiu uma pulsação forte, e de repente jorrou um Squirt, encharcando o pau do macho que o dominava. Os jatos saíam sem controle, espirrando contra a barriga e o saco.
Samuel soltou um gemido grave, metendo mais fundo, agarrando os joelhos do rapaz.
- Não é o que você queria? De um pau preto grosso te fazendo vazar.
O estrago era visível: O cheiro obsceno, o som molhado de cada estocada, o saco batendo pesado feito um tapa na bucetinha do garoto trans.
Porra, tudo extremamente excitante e barulhento.
No ápice, virou Guto de ladinho, ergueu uma perna sobre o ombro e entrou com tudo, curto e violento. Cada entrada vazia o corpo tremer inteiro. A buceta pulsava cada vez mais esperando cada gota.
Samuel arqueou o corpo como uma onda e rugiu prestes a gozar.
Enterrou o pau até o limite e explodiu jatos grossos, Era abundante e viscoso, preenchendo cada espaço interno do garoto.
Guto transbordava devagar sentindo a porra invadir, sentia -se marcado e usado por Samuel.
O pequeno puxou o rosto dele e o beijou com desejo, sentindo o cavanhaque áspero roçar em sua pele enquanto Samuel retira relutante seu pênis semi-duro.
O ativo hipnotizado, espalhou sua própria porra com os dedos, esfregando o grande e pequeno lábios, o grelo grande e inchado.
Então, um som molhado e obsceno - um cumfart - forte escapou, em formato de pequenas bolhas que explodem empurrando sêmen. A semente grossa escorreu pesada seguida de pequenos peidos vaginais pingando no sofá.
- Bom garoto.