Trio elétrico



Meu nome é Maju, 48 anos, casada com o Lino, de 53, faz quase trinta anos. Temos um casal de filhos, ela casada e morando em outro bairro e ele fazendo intercâmbio no Canadá. Sou branca, 1,59, corpo proporcional (talvez uns quilinhos a mais), seios avantajados e bunda empinadinha. Meu marido é magro com barriguinha de chope típica da idade, um pouco mais alto que eu e um tipo tranquilão. Sua paixão é tocar violão.
Tem um amigo dele que sempre frequentou a nossa casa, solteirão convicto, mais ou menos a mesma idade. O Nelson é professor, bem humorado, de bem com a vida. É um tipão, bem grisalho, coroa que impressiona. Há pouco mais de um ano, o Nelson teve uma crise de apendicite e foi socorrido ás pressas no pronto-socorro, foi operado e ficou se recuperando. Nos primeiros dias, um monte de gente se prontificou a ajudar, já que ele, com seu jeitão jovial, tem muitas amizades, mas conforme os dias foram se passando, o pessoal sumiu e na hora da alta dele, meu marido falou pra mim, "Ma, estou morrendo de dó do Nelsão, pois ele vai ter alta amanhã e na casa dele não tem como ficar, já que ele não tem ninguém para cuidar dele. Estava pensando em trazer ele aqui pra casa, só pra poder ter uma comida decente, um banho da ora e não ficar sozinho. O que vc acha?"
É claro que não gostei mas não quis ser a empata-foda do rolê, e acabei concordando. E no dia seguinte, lá estava ele, alojado no quarto que foi dos meus filhos. Mas também preciso admitir que gosto da companhia dele e o cara se esforçava para não incomodar.
No primeiro dia, o Lino praticamente cuidou dele sozinho e eu só entrei no quarto uma vez, pra ajudar a colocar o aparelho da sala no quarto pra ele assistir, já que a gente estava mais acostumado a assistir em nosso quarto. Eu estava de short não muito apertado e camiseta larga, mas mesmo assim flagrei o Nelson dando uma olhada em mim através de um espelho. Ele viu que notei e baixou os olhos. Fiz de conta que não percebi e tudo seguiu o .
Mas na manhã seguinte lá estava eu paparicando o bebezão, já que meu marido tinha ido trabalhar. Depois de ajudá-lo com alimentação, arrumação do quarto, etc, também fui trabalhar, deixando tudo facilitado pra ele. Quando saí da escolinha onde leciono, fui direto pra casa e reiniciei os cuidados com o Nelson. Trabalho só no turno da tarde e a escola é mais ou menos perto, então saio mais tarde e chego mais cedo que meu marido praticamente todos os dias. Mais tarde o Lino chegou e levou o Nelson para tomar banho. Sem prestar muita atenção, ainda assim ouvi de longe as piadinhas de macho que ambos contavam e riam.
Quando fomos dormir, percebi que meu marido estava mais aceso que o seu normal e começou a insistir nos carinhos e insinuações, que foram ficando mais intensos. Ele começou acariciando meus cabelos, depois me beijando e dando umas mordidinhas no meu pescoço, minha nuca. Fui sendo seduzida e quando ele segurou minha cintura e depois subiu e me apertou os seios, não resisti mais, já doida de tesão. Dei uma empinadinha básica na bunda e rebolei gostoso pra ele, que entendeu o meu sim e avançou o sinal de vez. Eu sempre durmo sem calcinha, com um camisetão folgado e ficou fácil pra ele, que coloucou o pau no meu rego e começou a esfregar com vontade, me segurando pela cintura. Gemi, rebolando. Foi o sinal que faltava. Ele conhece bem o jeito d eme levar à loucura, subiu as mãos me segurando os seios e apertando um mamilo de cada vez, com o queixo enterrado em meu pescoço. Quando ameaçou enfiar o pau em mim, pedi toda manhosa para ele me dar um banho de língua antes.
Então virei de barriga pra cima, abri as pernas e ele desceu e se deliciou me chupando maravilhosamente. Minha bocetinha babava de prazer.
Sempre que era possivel, eu gostava de escandalizar nos gemidos e nos gritinhos, mas como tinha gente em casa, estava me contendo, apenas com aqueles "huuunnnsss" incontroláveis. Mas... era impressão minha ou o Lino estava demorando mais no tratamento, caprichando mais nas preliminares? Eu já estava chamando ele pra subir e me rasgar toda fazia um tempo e ele transformando sua língua numa cobra que parecia descontrolada, me enlouquecendo.
"Amor, sobe... vem!" E ele nas linguadas. "Vem, amor, vem logo!" E ele nada. Até que não aguentei e gritei: "Vou gozar!" "Vou gozar, porra!" "Vou gozaaaarrrrrr!!!..." A lingua do filho da puta martelando meu grelo, dois dedos me explorando como se fosse um Indiana Jones numa caverna. Explodi num gozo violento sem conseguir segurar uns gritinhos que con certeza extravaram pra fora do quarto. Só então ele diminuiu o ritmo e veio, apontou aquela pica maravilhosa e me penetrou devagarzinho, me preenchendo, esfregando cada centímetro de minha buceta suada. Eu estava suada, cansada, extasiada, mas queria mais, então ele foi aumentando as batidas, até me deixar maluca de tesão novamente. Eu já nem ligava de gemer alto e forte, tava pouco me lixando pra vergonha que sentia, queria mesmo era continuar naquele cenário de luxúria e de loucura. Não aguentei e gozei de novo, minhas unhas cravadas nas costas do Lino. Ele não aguentou, se descontrolou junto comigo e logo despejou um rio de porra dentro de mim.
Depois caiu de lado e dormiu em seguida.
Foto 1 do Conto erotico: Trio elétrico


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Ficha do conto

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mmariah

Nome do conto:
Trio elétrico

Codigo do conto:
266640

Categoria:
Fantasias

Data da Publicação:
09/07/2026

Quant.de Votos:
3

Quant.de Fotos:
1