Como descrito em conto anterior, sou um sessentao vaidoso com minha aparência e físico (faço pedal periodicamente e para quem não tem o hábito eu indico. Bike certa no tempo certo é excelente para manter a forma).
Em uma das minhas pedaladas de fds, um amigo que trabalha no mesmo escritório que eu resolveu me acompanhar com argumento de que queria ficar sarado.
Ele perguntou se eu me importaria se ele levasse a esposa nessa aventura ( rotina para mim, aventura extrema para ele que n esta acostumado).
Ele um cara na casa dos 45 anos e ela não mais que 35. Ambos vaidosos e ela um espetáculo de mulher. Não é nenhuma modelo mas é muito bonita. Branca, corpo bem cuidado, bunda redondinha, barriguinha malhada e peitos fartos. Um sorriso cativante e ambos educados e bem alegres ( tipo boa companhia para qualquer evento).
Começamos nossa aventura por volta das 6:00 de uma manha muito agradável.
Depois de uns 40 minutos de percurso as margens da 040, começaram os eventos que iriam mudar toda nossa proposta inicial de um passeio descomprometido.
Ângela pediu para pararmos e disse que queria fazer xixi, longe de posto de gasolina e do apoio do pedágio eu sugeri o que é normal ( ir no mato a beira do acostamento). Ela exitou mas não teve alternativa, mato ou na calça.preferiu o mato e eu me prontifiquei a acompanha-la pois eu conhecia o lugar.
Ao descer tbm me deu uma vontade de mijar tbm e para zero surpresa meu amigo tbm quis.
Descemos os três até a moita e ficou o impasse, como ela faria? Mas prevaleceu a necessidade e eu tomei a iniciativa, virei de costas para eles, botei o pau pra fora e dei uma bela mijada. Meu jato era visível e o barulho excitou ela que foi logo falando: -
porra Márcio, Vc parece um cavalo mijando. Meu pau ficou logo duro quando ela me comparou a um cavalo. Meu amigo mijou só que mais discreto e ela deu aquela mijada que o barulho gostoso parecia o melhor som do mundo.
Carlos logo falou - se o Márcio parece cavalo, Vc foi igual uma égua, ta querendo se amostrar? Ela riu e falou - deixa se ser bobo, Vc ta c ciúmes de saber que to mijando perto do Márcio .
Falei - não precisam brigar. To gostando disso. Um cavalo, uma égua é Vc Carlos o que é? Ela se adiantou e falou - um boi, claro. Levei um choque imediato, ela tinha acabado de chamar o marido de corno na minha cara. Não perdi a oportunidade e emendei - cavalo cobre as éguas e o boi fica olhando e ela deu uma gargalhada gostosa e falou que a manhã estava propícia porque no pasto a égua estava no cio. Eu me virei pra eles de pau duro pra fora da calça e pra minha surpresa ela estava agachada ainda e com a calça arriada, a buceta linda, branquinha, lisinha e já molhadinha ali na minha frente e o Carlos como se tivesse em transe. Não falava nada.
Ângela então tomou toda iniciativa e decretou - cavalo cobre a égua e o boi só olha calado e pegou no meu pau que tava igual pedra de duro e meteu na boca. Agachada como estava foi chupando meu caralho, sugando, lambendo as bolas, enfiava na boca e tirava babando minha caceta. Chupava, mamava a pica igual cabrita leiteira. Eu segurei pelos cabelos e fudia a boca da casada puta. O Carlos só olhava e ela xingava, e dizia - boi olha a égua no cio mamando o cavalo e eu empurrava a piroca ate ela engasgar e babar meu cacete Grosso.
Puxei ela botando a piranha de quatro e fui chupando a buceta da égua vadia, a buceta que tinha acabado de mijar e tava toda babada de tesão. Eu ocupava, enfiava a língua, esfregava a racha da xereca e vinha até o cu. Quando passava a língua no cu rosadinho a eguinha gemia e empinava mais a bunda me convidando e nenhum de nós se importando se poderia aparecer alguém. Eu sorvendo o mel da buceta, ela gemendo e o corno calado assistindo, parecia que ele nasceu com o dom e a obediência que só os verdadeiros cornos tem.
Eu sugava a buceta , batia na raba branca e chamava de puta vadia, égua bucetuda, piranha de beira de estrada, ela gemia e dizia que era minha égua e que era pra eu regassar a bucetinha da eguinha. Montar na potranca ali no meio do mato, cobrir a égua socando a rola na buceta gulosa.. Eu empurrava o pau, metia sem do, socava bombando naquela buceta gostosa da égua branquinha. Cada estocada ela gemia e ganhava um tapao na bunda. Eu metendo até as bolas baterem na xota e a puta delirando... Nesse momento o corno acordou, saiu da letargia e só, regassa o cu dessa piranha assim. Sem preparação, sem gel sem porra nenhuma, regassa o rabo dessa puta
Eu simplesmente obedeci a vontade do boi, tirei da buceta e pincelei na portinha do cu. Passava a cabeça da pica e ela dizia que não ia aguentar. . O cavalo era picudo e iria rasgar o cu que ainda tinha as preguinhas .
Não me importei com os lamentos e empurrei a tora, minha jeba grossa foi abrindo o cu da eguinha safada e entrando apertado eu empurrava mais . Eu ali, inesperadamente fudendo o cu da égua piranha socava, tirava e botava deixando ela com o cu ardendo.fui aumentando o ritmo e enfiando até o talo, ela chorava na minha pica e eu suado montando na égua cuzuda.quando eu ia urrar gosando, o corno deu a segunda ordem, - é na boca que a puta vai tomar porra. Esporra na boca dela, soca pra ela tomar leite de macho com a pica com gosto de cu. Dá leite pra vadia e eu obedeci. Botei na boca dela e fudi gostoso, enchendo a boca dela com minha porra quente. Esporrei na boca, na cara, nos olhos... Estraguei a piroca na cara dela espalhando a porra na cara, melando os cabelos e dando tapas na cara da putinha fudida.
Terminamos a foda, nos arrumamos e fomos direto para casa deles, aquele sábado especial estava só começando.
Passei o dia todo na casa deles e virei o cavalo daquele pasto.
Eguinha do pasto alheio não tem comparação .
Assim o que era amizade virou cumplicidade.
Bjo na buceta da eguinha que ler esse relato e abraço ao boi que vai me oferecer sua égua.
Estou à disposição para montar nas éguas que se oferecerem.
A égua e minha rola.