Em uma noite tranquila de terça-feira, a temperatura estava agradável, a ponto de ser possível deitar na cama sem roupas e sem cobertor e não sentir frio nem calor. Fomos nos deitar cedo, o relógio marcava 21, eu estava cansado e com sono, nas últimas noites não havia dormido bem. Minha namorada é novinha tem 21 anos, baixinha, tem um corpo natural bonito, cabelos loiros e olhos verdes.
Como de costume nos deitamos e ficamos conversando ou vendo as redes sociais, nisso eu logo peguei no sono. Mas algo que não era comum aconteceu, acordei algum tempo depois devido a um movimento na cama, estava acordado mas com os olhos fechados. Pensei que minha namorada estivesse indo ao banheiro, mas ela levantou da cama com cautela e foi até a gaveta onde guarda seus vibradores, pegou algo nela e voltou para a cama devagar, se deitou novamente e parecia conferir se eu ainda estava dormindo. Ela não sabe, mas o que mais me deixa com tesão é quando ela se masturba, porém isso não acontece muito, ela fica com vergonha.
Depois que voltou para a cama já percebi a respiração dela mais rápida e pesada, mas ela permaneceu quieta como se estivesse dormindo por alguns minutos para disfarçar. Nesse momento eu já estava duro, me virei para ela não perceber que estava acordado. Logo percebo que começa a passar a mão pelo corpo, por cima da calcinha de renda, e a respiração vai ficando mais rápida a cada toque, dá para perceber a excitação dela. Não demora para ela tirar a calcinha e colocar ao lado do travesseiro, estava totalmente nua.
O vibrador que escolheu é bem silencioso, depois de ouvir o som de algo entrando em sua boca para ficar molhadinho, começo a ouvir uma leve vibração. Isso seguiu por alguns momentos acompanhado de gemidos baixinhos, até que a vibração parou. Ela chupou o vibrador sugando todo o seu mel e depois o deixou de lado. Meu coração já estava acelerado de tesão, mas queria ver até onde ela iria sem atrapalhar.
Seus dedos descem para o meio de suas pernas, esfregam a parte externa dessa buceta gostosa, trazendo parte do mel que estava dentro dela para fora, com isso o som molhado se mistura com os leves gemidos que saem de sua boca. Não demora para seus dedos deslizarem para dentro dos lábios encharcados de sua buceta, fazendo um vai e vem que espalha pelo ambiente o som do prazer. Nada como ouvir o som do dedilhar molhado que aumenta a cada instante que passa. Os gemidos vão ficando mais descontrolados e sei que ela está chegando lá, posso imaginar o mel deslizando entre seus dedos e os lindos lábios carnudos e descendo até o lençol da cama. Ela não para até chegar ao ápice e explode, ouço um gemido alto, o corpo se contorce, o clitóris pulsa e o esguicho vem forte lá do fundo, é possível até ouvir seu esguicho batendo contra o lençol. Ela perde as forças.
Ela nunca havia esguichado, e presenciar ela fazendo isso sozinha me fez sentir o maior tesão da minha vida, estava louco para chupar a buceta dela até ela gozar de novo, mas preferi deixar ela pensar que eu não sei de nada para ver se acontece outra vez. Logo após, pegou sua calcinha e secou com ela mesmo a buceta encharcada e um pouco da cama. Levantou e foi ao banheiro para se limpar, pelo menos foi o que pensei. Assim que ela saiu olhei em volta e vi o lençol molhado, uma poça de mel deliciosa. Depois de alguns minutos notei que ela estava demorando muito, então levantei em silêncio e fui até a frente da porta do banheiro, me aproximei e comecei a ouvir aquele som de dedilhado bem molhadinho de novo. Essa porta tem uma pequena fresta, espiei por ela e pude enxergar tudo. Quando ela foi se limpar acredito que acabou ficando com tesão mais uma vez por pensar em toda aquela situação, ela estava nua com uma perna apoiada na pia e a outra no chão, deixando sua buceta bem aparente. Enquanto ela olhava para o seu corpo no espelho, se masturbava com fervor, enfiando 2 dedos que deslizavam facilmente para dentro dela.
E lá estava ela, com movimentos cada vez mais rápidos, os olhos revirando de prazer, até que ela geme alto. Consigo ver seus músculos contraindo, a bucetinha avermelhada de tanto ser usada, pingando devido ao seu segundo esguicho seguido, o espelho molhado com os pingos escorrendo. Ela se apoiava na pia para não cair de tão fraca, voltei rapidamente para a cama fingir que não sabia de nada que havia acontecido.
Esse foi o primeiro conto que escrevi, espero que gostem. Abaixo deixo uma foto dela para aproveitarem a visão.