Eu praticamente o arrastei para dentro do quarto. Assim que fechei a porta, arranquei sua camisa e me ajoelhei na sua frente. Abaixei suas calças e abocanhei seu pau num movimento rápido, chupando com força e rapidez, levando-o até o fundo da minha garganta enquanto apertava seus testículos. Ele agarrou meu cabelo e começou a me foder na boca sem piedade, estocando com força enquanto eu babava por todo o seu pau.
Ele me puxou para cima e me jogou na cama. Abriu minhas pernas e enfiou o pau em mim num movimento rápido, me fodendo como um animal. Ele me penetrava com tanta força que a cama batia na parede. Me virou, me colocou de quatro e me fodeu de quatro sem parar, enfiando tudo enquanto me batia até minha pele ficar em carne viva.
Ele agarrou meu cabelo e me levantou um pouco para me foder de pé, com minhas costas pressionadas contra o peito dele. Ele enfiou os dedos na minha boca enquanto me fodia sem controle. Depois, me sentou na cômoda e abriu minhas pernas, penetrando-me novamente enquanto olhava nos meus olhos. Ele me fodeu ali, meus seios balançando, e eu gritando o nome dele.
Ele me puxou para baixo e me fez ajoelhar novamente. Ele me penetrou oralmente até eu quase sufocar, depois me levantou e me empurrou contra a parede. Levantou uma das minhas pernas e enfiou o pênis em mim de novo, me penetrando contra a parede com todo o seu peso. Me virou e me penetrou por trás novamente, meu rosto pressionado contra a parede enquanto ele me fodia sem piedade.
Ele me jogou de volta na cama, me colocou na posição de missionário e me fodeu olhando nos meus olhos, dizendo que eu era sua puta, que ele ia me usar a noite toda. Ele me virou e me fodeu de conchinha, penetrando fundo enquanto apertava meus seios. Depois, ele me levantou e me colocou em cima dele na posição de vaqueira, me fazendo quicar no pau dele, segurando meu cabelo e guiando meus quadris.
Ele me puxou para baixo e me fez deitar de costas na cama, com as pernas para o ar. Ele me penetrou nessa posição até eu começar a gozar, minha vagina se contraindo em volta do pau dele. Ele não parou. Me virou de novo e me penetrou de quatro, dessa vez colocando os dedos no meu cu enquanto penetrava minha vagina.
Ele me levantou e me carregou até o banheiro. Me empurrou contra a pia e me penetrou por trás, nos observando pelo espelho enquanto me fodia com força. Me sentou na pia e me penetrou pela frente, com minhas pernas em volta da cintura dele. Me puxou para baixo e me fez ajoelhar no chão do banheiro, penetrando minha boca até gozar pela primeira vez, enchendo minha garganta com sêmen quente.
Mas não terminou aí. Ele me levantou e me levou de volta para a cama. Me colocou de quatro novamente e me penetrou até ficar duro de novo. Me virou, abriu minhas pernas e me penetrou na posição missionária, dessa vez mais devagar, mas mais fundo, até eu gozar novamente. Ele ejaculou dentro de mim, enchendo minha vagina com sêmen que começou a escorrer pelas minhas coxas.
Deitamos na cama, suados e ofegantes. Ele olhou para mim e, pela primeira vez naquela noite, sorriu.
—Obrigada, prima — disse ele.
Eu a beijei nos lábios e acariciei seu peito.
—É para isso que estou aqui, meu primo. Sempre que quiser fazer isso de novo, é só me avisar.




