Seguimos viagem depois de todos terem gozado. E ele foi embora. Até agora, na primeira visita, ela sentiu o pau dele com os pés, na segunda visita ela masturbou ele com os pés e ela sentiu a mão dele sendo levada por mim até a buceta dela. E na terceira visita ela sentiu o pau dele com a mão. Na quarta vez que nos encontramos ele chupou o peito dela. E ela masturbou ele. Foi a primeira vez que ela teve os peitos chupados por duas pesssoas ao mesmo tempo. O tesão só aumentava. Agora ele já tinha visto e chupado os peitos dela. Ela tinha pego no pau dele. Essa era a última viagem dele antes das férias, daí ficaria três meses sem vir. No meio da viagem dele, avisaram que as aulas foram canceladas devido a chuva volumosa na nossa cidade. Mas como ele estava quase chegando, avisou a mulher dele que dormiria aqui e iria embora de volta pela manhã. Assim que ele chegou, saímos, tínhamos alugado uma cabana e fomos os três. Já não precisava mais fingir que nada acontecia. Depois do último encontro. Na viagem, contei pra ele do boquete do primeiro encontro, enquanto ele estava no banheiro, e aí veio todas as histórias. Da perspectiva dele. Dos pés despretensiosos encima do pau no primeiro encontro, sentir a buceta dela no segundo, ela pegar no pau dele no terceiro, até ele gozar nos peitos dela no quarto. Disse que desde aquele encontro em que sentiu a buceta dela não parava de pensar nisso. Transava com a mulher dele mas sempre pensando em nós. Ele dizia que ver os peitos dela foi incrível, e ter ela me masturbando enquanto ele chupava os peitos dela só aumentava o tesão. Tanto que ele só deixara ela pegar no pau. Nem sequer masturbou ele. Chegamos na cabana. Eu já tinha pedido pra deixar a banheira pronta. Servimos um vinho. Já sugeri pra ela ir pra banheira enquanto arrumávamos as coisas. O quarto era num mesanino e a banheira na parte debaixo que era monoambiente. Passados alguns minutos ela desce as escadas. Só de roupão. Linda. Ela descia com cuidado as escadas e juro, parecia em câmera lenta. Os dois boquiabertos olhando. Eu e ele trocamos olhares pela primeira vez desde que começamos essa história. Ela vira, joga o roupão no chão e ao entrar na banheira temos a visão da bunda dela, é a primeira vez que está assim, pelada. Que dá de ver tudo. Meu amigo começou a acariciar o pau dele já. Nisso, tirei minhas roupas, estava de pau duro, servi o vinho a todos. Ele estava ainda paralisado olhando ela. Que estava sentada na banheira, a espuma cobria os peitos parcialmente. Entrei na banheira. Ele solta:"Só falta eu!" E tira a roupa completamente. O pau está muito duro. Ele entra na banheira meio tímido ainda. Depois de uma garrafa de vinho começamos a nos soltar. A banheira é redonda. Vejo ele passando a mão na perna dela, altura da canela e sobe devagar. Eu estou mais perto dela e já estou com a mão na coxa dela. Ela disse que ver dois paus duros desse jeito por ela estava excitando demais. Falei:"Quer ver ficar mais duro?" Removi lentamente a espuma dos peitos dela. Revelando os mais belos peitos. Aqueles que meu amigo gozou chupando. E não deu outra. Meu pau e o dele ficaram ainda mais duros. Ele essa hora estava com uma mão no pau e outra na altura do joelho dela. Ele me olha como que pedisse ajuda. Ele tremia de tesão. Eu entendi. Peguei na mão dele e fui subindo pela perna dela, bem lentamente. Até chegar na buceta. Nossas mãos chegaram juntos a buceta dela. Estava muito molhada de tesão. Ela deu um gemido e um respiro alto. Ficamos ali masturbando ela ao mesmo tempo. Direcionei o dedo dele dentro da buceta dela e eu fiquei masturbando ela. Virei de lado e comecei a chupar os peitos dela, sei que ela gosta. Ela pegou no meu pau e começou a me masturbar. Ele vendo isso, fez o mesmo do outro lado. Começou a chupar o peito dela do outro lado e encostou o pau do lado do corpo dela. Ela olhou pra mim com aquela cara de: "posso?". Eu peguei a mão dela e levei o pau dele. Ele deu um gemido alto. Estávamos ali, ela deitada na banheira com os peitos pra cima, eu de um lado chupando um peito dela e ele do outro chupando o outro, enquanto ela agora, masturbava nós dois. Ela gemia agora já muito alto. Ele se vira pra se ajeitar e o pau está na entrada da buceta. Com ela virada com os peitos pra cima e ele de lado. Estávamos os dois na mesma posição. Eu tomei a iniciativa e coloquei meu pau na buceta dela. Ela deu um gemido alto. Tava muito lubrificada, o pau dele foi entrando junto, estava tendo uma penetração dupla na buceta dela. A hora que os dois paus estavam dentro. Ela gemeu alto e respirou fundo, quase que aliviada. Tanta antecipação. E finalmente ela estava ali. Sendo chupada por nós dois e com os dois paus na buceta dela. Comecei a acelerar um pouco porque vi que ela estava quase gozando, hora eu socava junto com ele, hora entrava um e saia outro pau. Ela apertava muito forte meu pau e o dele também. Já nem conseguia mais masturbar nós, só apertava o pau e gemia. Ela gozou, a buceta contraia, ela apertava o pau dele com muita força e o meu também. Continuamos metendo. Eu metia com força, ele com menos intensidade, concentrado pra não gozar. Ela começou a contrair a buceta o que deixava a gente com mais tesão ainda. Ele iria gozar, não segurava mais, ainda chupávamos os peitos dela. Fiquei de pé na banheira e mandei ela ajoelhar. Meu amigo me imitou, gozei nos peitos dela novamente, ele também, ela nem encostou em nós. Foi tamanho tesão a cena que gozamos em jatos nos peitos dela. Quase juntos. Acabamos nosso banho. Extasiados. Fomos pro chuveiro nos recuperar. Sentamos tomar um vinho e conversar. Nos recuperando porque teria mais uma. E seria a última. Nesse formato. Porque desde nossa primeira brincadeira, meu amigo foi introduzindo a esposa dele no menage também, nunca realizaram, mas começou a mostrar contos e vídeos. Ele comentou que ela está quase aceitando. Já consegue se imaginar. Acendi a lareira, jantamos, tomamos mais um vinho e sentamos no tapete da sala, ao lado da banheira e frente a lareira. Aí começamos a namorar propriamente. Estávamos só de roupão. Comecei a beijar ela, instantaneamente ele está de pau duro. E eu também. Continuamos namorando. Ele veio perto e começou a beijar o pescoço dela. E foi descendo até os peitos. Abriu o roupão e começou a chupar. Ela empurrou a cabeça dele um pouco pra baixo e ele entendeu. Foi descendo. Beijando o corpo dela todo. Até chegar na buceta e começou a chupar ela. Eu beijava ela e de relance olhava ele chupando ela. Ela foi deitando cada vez mais, eu apertava um peito dela e ele o outro enquanto chupava ela. Eu parei de beijar ele e coloquei o pau na boca dela. Ele chupava ela e ela chupava eu. Ela para de me chupar e olha pra mim. Como que pedindo permissão, eu entendi tudo, falei pra ele deitar no chão. Ele fez. Ele tremia de tesao. Até agora ela tinha pego no pau dele, e ele tinha enfiado junto com o meu na buceta dela na banheira. Mas agora era pra valer. Ele nao sabia o que ia acontecer. Ele tremia muito e o pau pulsava demais. Ela deita no ombro dele, eu deito atrás dela. E começo a beijar o pescoço e as costas dela. Meu pau ta na entrada da buceta dela mas eu não coloco. Deixo ela ficar bem excitada antes. O pau dele ta duríssimo também. Ela deitada no ombro dele, começa a descer a mão pelo peito dele, pela barriga, até chegar no pau, ele geme. Ela aperta mas não masturba. Ele quase goza. Ela para. Fica só apertando. Enquanto ela respira no pescoço dele. Eu começo a levantar a bunda dela, e com isso a cabeça dela vai baixando do ombro dele. Já está na barriga, a centímetros do pau dele. E deixo os dois assim. Tremendo de tesão e antecipação. A boca dela agora está a um centímetro do pau dele. Que pulsa como tivesse gozando. Eu penetro ela nessa hora e a boca dela chega no pau dele. Ao mesmo tempo ela é duplamente penetrada. Ele finalmente sente a boca dela. Eu começo a aumentar a intensidade, já estou metendo com força, ela nem consegue mais chupar ele, só fica com a boca no pau. Eu levanto, ela levanta junto. Senta em cima dele. Eu estou com muito tesão. Sei que ele tá tendo a visão que eu tenho quando ela senta em mim. Aqueles peitos deliciosos. Ela direciona o pau e começa a cavalgar devagarinho. Ele senta pra poder pegar na cintura dela e chupar os peitos dela. Eu fico em pé e ela começa a me chupar. Ela tá tão excitada que nem consegue me chupar, eu que começo a fuder a cabeça dela devagar. Ela tá bem excitada, geme muito. Percebo que essa é a hora. Me posiciono atrás dela. Coloco meu pau na entrada do cu dela. Ela para de mexer encima dele. Pra se concentrar em eu enfiando pau devagarinho no cu dela. Ele essa hora está sentindo a buceta dela contraindo de tesão enquanto eu enfio o pau no cu dela. Assim que passou a cabeça ela deu um gemido alto. Respirou fundo. Aliviada. Esses encontros todos, tanta antecipação. E agora era a hora. Duplamente penetrada. Meu amigo me olha, ele vai gozar. Não aguenta mais. Eu começo a meter mais forte no cu dela. E o balanço encima do pau dele foi demais. Ele gozou. Gemeu alto e apertou os peitos dela com muita força. Ele fica parado. Ela ta quase gozando. Eu sentido o cu dela apertar, gozo também. Enchi o cu dela. Além de duplamente penetrada. Estávamos gozando quase simultaneamente no cu e na buceta dela. Essa hora ela gozou. Gemeu alto. Gozou intenso. Foi o ápice de excitação. Deitamos os três desacreditados. Tomamos banho e fomos dormir. No outro dia teria de sair cedo pra continuar a viagem dele pra casa. Ela dormiu no nosso meio. Deitada no meu peito e ele na outra ponta. Perto da manhã, acordei já de pau duro pensando no que tinha acontecido noite. Ela dorme ainda nos meus braços, semi tampada com a bunda de fora virada pra ele. Pego a mão dela e coloco no meu pau. Enquanto me masturbo. Meu amigo percebendo a movimentação. Se vira. Começa a se masturbar também e põe a mão na bunda dela. Ela ainda adormecida, meio acordada, meio dormindo. Está com uma mão no meu pau, e meu amigo com a mão na bunda dela. Ela quase acordando com a outra mão começa a procurar o pau dele. Até que pega no pau dele. Ficamos eu ele ali, eu me masturbando e com uma mão dela no meu pau e ele se masturbando com a outra mão dela no pau dele. Ela aperta o pau dele e ele goza.
Ela ainda está acordando, mas começa um boquete em mim. Gozo na boca dela. Ela engole tudo e volta a dormir. Desci pra fazer café. E meu amigo já tinha feito. Logo ela desce. Tomamos café e seguimos viagem. Meu amigo disserta sobre como está convencendo a mulher dele a fazer um menage. Ela ainda nao sabe de nossas aventuras. Precisa alguém de confiança pra iniciar. Combinamos que eu iria na casa dele sozinho a primeira vez. E combinamos como iria acontecer. Minha esposa no banco de trás só imaginando isso . Já conheço o olhar dela. Dou o vibrador pra ela. Estamos quase chegando. Mas dá tempo. Ela levanta o vestido e começa a se mastuebar no banco de trás. Eu e meu amigo apenas contemplamos aquela cena. Mando ela baixar as alças do vestido para que possamos ver os peitos dela. Pra minha surpresa ela tira tudo. Fica completamente pelada. Gostosa. Depilada. Peituda. Eu e ele pegando nas coxas dela. Eventualmente até a buceta. Ela goza. Geme alto. Se contorce no banco. Eu e ele de pau muito duro. Ela se veste. E chegamos na casa dele. Ela ficou no carro. Ainda chovia. Eu desci pra ajudar a carregar tirar a mochila do carro. Fazia um minuto que minha esposa tinha se vestido novamente. Ainda estávamos de pau duro. Carreguei a mochila dele. A mulher dele esperava na garagem. Eu vi ela vendo nossos paus duros. Mas fingimos que nada era nada. Cumprimentei ela com um beijo no rosto. E fomos embora. No caminho pra casa minha mulher me fez um boquete. Minha esposa me perguntava se gostei da mulher do meu amigo. Como ela era. E com que roupa estava. Falei que ela estava ainda de pijamas, sem sutiã. E que dava de ver os peitos pequenos e firmes. Ela me chupava e me fazia imaginar a mulher dele. Gozei na boca dela. Chegamos em casa extasiados. Tinha que esperar agora meu amigo me chamar pra casa dele. Ele precisava alguém de confiança e intimidade pra iniciar a mulher dele no menage. Espero ansioso. Confesso que minha mulher também. Ela sabe que não vai junto, não na primeira vez pelo menos. Mas durante nossas transas me faz imaginar a guria.