Minha amiga Ana.



Me chamo Carlos e quando solteiro eu tinha algumas amigas na faculdade. Uma delas chamava -se Ana. Tratava -se de uma mulher de vinte e poucos anos, porém, com o devido respeito, gordinha, mas bem acima do peso. Ana estava conversando com uma amiga quando cheguei em silêncio e ouvi dela a seguinte fala, "Ninguém quer me comer, sei que não sou atraente, então o que me resta é me satisfazer sozinha pois vivo subindo pelas paredes! Ah, se o Carlos me olhasse...!"

Eu era um jovem bem alto, moreno, com o corpo trabalhado na roça e ouvia alguns elogios. Após ouvir a fala de Ana nos corredores da Universidade saí de fininho e a esperei na sala de aula. Sentei-me de propósito atrás de Ana e a aula começou. Como já éramos amigos tive a iniciativa e a liberdade de fazer uma massagem nos ombros de Ana. Estávamos no fundo da sala, ninguém nos percebia. O professor usava data show e necessitava que as luzes estivessem apagadas. Minhas mãos pressionavam os ombros de Ana. Ela era sim uma menina obesa, mas daquelas gordinhas de rostinho lindo, com seios exuberantes, com a devida proporção entre cintura e bumbum, e que bumbum! A cadeira ficava um pouco apertada para ela de maneira que parte de sua bunda sobrava na parte de trás da cadeira.

No início ela assustou. Mas éramos amigos. Depois ela foi aceitando, até porque eu ouvi dela de suas intenções para comigo, por isso tomei a liberdade. Eu sabia que ela gostava de mim e aquilo não seria nenhum abuso. Minhas mãos fortes afundavam nos ombros macios de Ana. Sua pele macia e cheirosa arrepiava. Sua cabeça as vezes vinha um pouco pra trás meio que entregue aquele prazer. Passei uns vinte minutos naquela movimentação. Comecei a perceber que ela se empinava na cadeira cada vez mais. Aquele bumbum parecia aumentar de tamanho. Tomei a liberdade de ir massageando suas costas, sua cintura. Ela começou a ficar cada vez mais quente, mais suada.

A aula terminou.
Não entendemos nada naquela noite. Na saída ela tentou disfarçar mas disse:
- O que foi aquilo?
- Não gostou?
- Sim! Mas é que você nunca sequer me olhou e de repente aquele carinho todo!

Não sei por que mas aquela fala de Ana me fez interpretar um desinteresse de sua parte. Acho que ela queria que fossemos apenas bons amigos. Deixei pra lá!

Passados uns dois dias, quando eu já tinha me esquecido, fomos ao laboratório para uma aula de química inorgânica. De longe e por trás da turma fiquei isolado e prestando atenção no professor. Quando, de repente, sinto aquela mão acariciando a minha cintura como se fosse me abraçar por trás. Era Ana. Sorri e deixei ela a vontade. Suas mãos começaram a massagear todo o meu peito e barriga. Podia sentir seus seios roçando minhas costas. Mulheres gordinhas e gostosas sempre estão de vestidos longos e Ana não era exceção. Dessa vez eu disse:
- Quero te mostrar uma coisa! Me segue.

Saímos da sala e fomos ao pátio. Este era rodeado de plantas e isso permitia alguns atos bem mais íntimos, mas com cuidado. Mal chegamos e começamos a nos beijar. Beijo de língua, molhado, demorado, carinhoso, quente,...aquela mulher me deixou bem excitado. Comecei a beijar seu pescoço bem devagar e fui descendo. Minha intenção era mamar naqueles seios volumosos e chamativos. Ana era recatada. Poderia me proibir e aquilo acabaria com a noite. Entao, bruscamente, a virei de costas para mim. Fiquei como um vampiro sedento mordiscando seus ombros e pescoço. Ana de olhos fechados gemia, boca aberta de desejo. Pressionei o pau em seu bumbum. Como sou alto o pau ficava acima do bumbum dela, mas a pressão era maravilhosa. Depois que Ana estava praticamente entregue baixei a alça do seu vestido. Saltou um seio grande, branco, suado, cheiroso, com um bico rosado e grande e com auréolas rosadas. Mamei demais! Oscilava entre chupadas fortes e beijos molhados e suaves em seu mamilo. Ana dobrava as pernas de prazer. Eu não parava! Fiquei mergulhado naquela maciez e na beleza daquela fofura.
Peguei seu cabelo pela nuca, apertei de leve, falei em seu ouvido:
- Deixa eu chupar sua buceta, vai...
Aquilo deixou Ana louca. De vez em quando ela parava para ver se alguém poderia aparecer. Mas, neste momento, se eu quisesse teria deixado ela nua e a comido ali mesmo sem que ela demonstrasse nenhuma resistência.
O tempo passava.
Precisávamos ir embora.
Era tarde.
O vigilante poderia aparecer a qualquer momento.

Após esse dia tivemos outros momentos. Caso haja leitoras interessadas terei a satisfação de contar. Felicidades.


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Ficha do conto

Foto Perfil Conto Erotico bruce2

Nome do conto:
Minha amiga Ana.

Codigo do conto:
266888

Categoria:
Heterosexual

Data da Publicação:
11/07/2026

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3

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