Quando eu cheguei pra trabalhar no filme já tinha umas três semanas que estava sendo filmado. Bom para substituir uma pessoa que ficou doente. Minha função seria de making off que fazer um registro fotográfico das cenas e documentar as coisas que acontecem por trás da câmera.
Tinha uma atriz realmente muito linda e gostosa. Daquelas pessoas que exalam energia simpatia alegria.
Ela realmente é muito muito muito gostosa. Logo descobri que diretor do filme estava comendo ela. Eu era amigo do diretor a bastante tempo.
O problema é que eu não conseguia parar de olhar e imaginar coisas. Mesmo não querendo isso intelectualmente.
E tinha umas cenas bem eróticas, não pornograficas.
Ela tomando banho de em uma lagoa de noite sem ninguém por perto , essa era a cena do filme, ela chegava na beira da lagoa e começava a se despir. Não ficou pelada nesta cena só de calcinha e sutiã. Meu pau grudava. Eu fotografando ela de perto.
Teve uma espécie de pausa nas filmagens com os atores. O diretor precisava fazer algumas cenas de cobertura. Que na verdade era no meio do estão sergipano.
Os atores foram liberados por uma semana e eu também.
Bom, esse meu amigo o diretor perguntou se eu podia fazer umas fotografias dá atriz em determinadas situações. Que poderia posteriormente serem usadas em cartazes divulgação do filme. Claro que me botei à disposição para fazer.
Ele fez uma lista do o que precisava e conversamos bastante sobre as características das fotografias.
Ele partiu com a equipe dele para o sertão e eu fiquei com um carro do produção incumbido das fotografias.
Até então tinha conversado muito pouco com ela, mas naquela noite fomos nos dois jantar em um restaurante que tinha um acordo com a produção. Jantamos conversamos bastante. O clima estava tão leve divertido. Saindo do restaurante em frente tinha bar, tipo buteco pe sujo mesmo. Ela me chamou pra gente ficar mais pouco na rua e beber alguma coisa.
Era uma cidade pequena onde estava à base da produção. Todos já nos conheciam. Sentamos e pedi logo uma cachacinha, gosto bastante de uma boa cachaça e lá tinha uma garrafa que era produzida pelo dono do bar num alambique que tinha no seu sitio. Ela gostou da ideia e também pediu uma. Bebemos conversamos e lá pra tantas ela me perguntou se eu era bom de guardar segredo. Disse que sim.
Vou chamar ela se Bina
Bina- Eu desde minha adolescência que tenho um desejo enorme e nunca tive a possibilidade de realizar. Quando a gente tava jantando percebi que esse o momento ideal pra poder fazer isso.
Eu- estou ficando bastante curioso, fala logo não fica dando voltas. Prometo que seja o que for nunca ninguém vai saber por mim.
Ela tinha um olhar que desconcertava. Uma mistura de timidez, ingenuidade, que para os incautos poderia parecer alguma insegurança. Mas por quando ele levantava o olhar e segurava nos meus olhos, caramba, parecia que ia me desnudar.
Ela começou a falar com aquela olhar de garota que parecia estar um pouco perdida sem saber o que falar insegura.
Bina- sabe Bruno, o Fernando me contou um pouco sobre você sobre a amizade de vocês. E soube que você é um você tem um talento enorme pra fazer ensaios fotográficos de todos os tipos. E ainda me mostrou uma revista em que tinha umas fotografias de uma mulher muito muito bonita pelada mas sem em momento nenhum ficar vulgar. Eu sempre quis fazer um ensaio assim mas nunca encontrei alguém que eu gostasse do trabalho e tivesse confiança pra fazer.
Estou sentindo que com você vou ter essa confiança. Mas o Fernando não pode saber tudo bem pra você?
Ele muito possessivo, ciumento. Eu sempre fui uma mulher livre, dona do meu nariz. E vou te confessar outra coisa, sempre fui uma mulher muito fogosa safada tarada. Seu amigo Fernando no início me dava muita atenção e me satisfazia. Mas agora ele ainda muito estressado por conta do filme e já tem mais de uma semana que eu não sei o que é gozar.kkkkkkkkk
Estou falando demais. Quem mandou eu beber cachaça.
Kkkkkkkk
Eu falei- eu vou adorar fotografar você. Você pode ficar tranquila, você vai que é um processo lento e leve. Poxa , também gosto muito de cachaça. E ouvindo você falar assim tenho que aproveitar o sincericidio e te dizer que des da primeira vez que te vi , não sei explicar bem, mas não consigo tirar você da minha cabeça dos meus sonhos dos meus desejos. Só de você falar essas coisas pra mim…… hummmm. Não não, isso é melhor eu falar….
Bina- A não, começou agora tem que falar tudo. Vamos combinar que hoje não vamos guardar nada, não vamos deixar nada por falar. E fazemos um pacto de amanhã vamos esquecer dessas coisas.
Eu- poxa, é que estou muito excitado com uma ereção que está pra explodir. Meu pau está doendo. Não me lembro de ter tido uma ereção assim.
O bar já estava fechado, só os dois estavam lá. Ela olhou para a virilha de Bruno e não conseguiu parar de olhar.
Então ela olhou para os lados e não viu ninguém sem pudor nenhum botou a mão por dentro da bermuda que ele estava usando. Entrando com a mão pela perna. Foi direto, Bruno a muitos anos não usava cueca. Então a mão de Bina segurou aquele pau duro prestes a vazar sangue pelos poros.
Bruno tirou do bolso uma nota de 100 reais botou em cima da mesa, pegou Bina pela mão e saiu puxando ela.
A poucos metros entraram em uma rua estreita e sem iluminação. Aí Bruno agarrou ela já puxamos o vestido dela pela cabeça. Ficou só de calcinha. Ele virou ela de costas empurrando até o muro, abriu as penas dela e começou a passar a cabeça da pica no meio das pernas dela.
Na segunda passada já conseguiu enfiar a cabeça pra dentro da buceta dela. E foi botando tudo como se a vida dependesse disso.
Ela gemia gritava se retorcia tremia. Os dois entraram em uma vibração um transe o resto do mundo deixou de existir.
Era urgente forte violento. Ele metia metia metia a rola dentro da buceta dela com um frenesi e ela gozava. Não foram um monte de orgasmos mas sim um orgasmo interminável. Não se sabe quando tempo durou esse frenesi. Quando ele finalmente gozou, ele desabou de joelhos no chão e ela só não caiu porque sentou se encostado no muro.
Não falaram nada não se olharam. Por um momento ela fechou os olhos e as pagou ele abraçou ela ficaram assim um pouco. Quando ele conseguiu retomar um pouco do fôlego. Se acocorou na frente dela segurou o rosto dela com as mãos e falou pra ela que eles tinham que sair dali. Ela abriu os olhos e acenou com cabeça concordando.
Se levantaram com dificuldade e foram embora.
Essa história começou assim com essa força, e pode ter certeza que não acabou ai.
Depois, se eu conseguir recuperar meu fôlego, eu conto tudo.