A noite alucinante - Parte 1 (Quase terminou na Cadeia)
Já sou um frequentador desse site há muito tempo, já tentei escrever um conto há vários anos, mas esse conto foi perdido. Gosto dos contos de experiências que sejam ou se pareçam reais, então vou tentar passar minha história, uma das experiências mais marcantes da minha vida. Hoje do alto dos meus 48 anos ainda me recordo dessa noite, que de longe foi a noite mais louca da minha vida, e que eu amaria poder reviver tudo aquilo. Vamos ao conto. O ano era 1997, muitos nesse site nem eram nascidos, eu, um jovem de 20 anos, soldado das Forças Armadas, com muita disposição e tesão, sempre em busca de novas aventuras e com uma tara especial por mulheres mais velhas, me aventurei num canal ótimo para encontrar “contatinhos” naquela época, um telefone onde tinham salas de bate-papo por telefone, alguns vão lembrar o antigo “145 - Disque Amizade” (explodi a conta de telefone de casa por causa desse serviço kkkkkk. Era uma espécie de Tinder pré-histórico sem imagens, apenas vozes. Numa dessas investidas nessas salas tive a sorte de iniciar uma conversa inicial bastante agradável com Inês, 32 anos, solteira, professora de Guarulhos-SP, portanto perto do meu quartel, trocamos telefone e passamos a conversar fora da sala do Disk Amizade. Ela tinha uma voz agradável, sexy, um papo legal, descontraído, provocante e sedutora em alguns momentos, aquela conversa parecia ser bastante promissora. Ao final de algumas horas decidimos que poderia rolar um encontro. O Primeiro encontro foi em um Shopping no Centro de Guarulhos, combinamos a forma como estaríamos vestidos, e marcamos numa livraria. Tão logo entrei e comecei a circular e a avistei, uma mulher de pele clara, de longos cabelos escuros, alta e um corpo na medida, não era magra, mas gostosa. Nos olhamos e nos aproximamos para um primeiro contato, cumprimentos formais, sorrisos, o dela era lindo, encantador, e decidimos ir até um bar nesse shopping que ficava aberto a noite toda. Pedimos um suco cada um e conversamos aproximadamente umas duas horas para nos conhecer. Chegou a hora de irmos embora, aquele encontro foi realmente agradável e transcorreu bem. A acompanhei até o ponto de ônibus e quando o transporte dela chegou, antes de embarcar, ao nos despedirmos, ela me deu um selinho. Parece pouco, mas foi o suficiente para que eu voltasse pra casa nas nuvens. Nosso próximo contato por telefone foi mais intenso, até rolou um “sexo virtual” leve, combinamos um próximo encontro para minha próxima folga do quartel. A noite do segundo encontro aconteceu numa quinta-feira a noite no Bairro da Penha, meio de caminho para os dois, fomos direto para um bar que rolava uma música agradável, petiscos e cerveja gelada, como era um dia de semana normal, o bar não tinha muito movimento, o que foi excelente, pegamos uma mesa num canto discreto, nos sentamos de frete um pro outro e pedimos uma caipirinha que estava maravilhosa. Depois de alguns goles de bebida ela me chamou pra sentar ao seu lado e me chamou de lerdo, pois esperava que àquela altura do encontro eu já estivesse um pouco mais abusado. Ela estava com um vestido longo e assim que sentei ao seu lado ela pegou minha mão e já colocou entre suas pernas, e rolou o primeiro beijo molhado, quente de língua, ela beijava maravilhosamente bem, aí o clima realmente esquentou e engrenamos uma pegação gostosa naquela mesa. Ela não tinha vergonha de estarmos sendo observados pelos garçons ou qualquer pessoa que estivesse no bar. Entre beijos ardentes, minha mão explorando suas coxas deliciosas sob aquele vestido e subindo até sua buceta que já estava bastante molhada sob a calcinha que me parecia de renda, ao mesmo tempo que ela apertava meu pau já bem duro dentro da minha calça jeans. Ficamos nessa putaria, intercalando momentos de lucidez com mais algumas caipirinhas. Depois de algum tempo, percebemos que já era tarde, quase madrugada e o bar estava prestes a fechar, pagamos nossa conta e saímos caminhando pelo bairro. Percebemos que pelo adiantado da hora, tanto ela quanto eu havíamos perdido o último ônibus para podermos ir para nossas casas, ficamos sentados em uma praça, namorando mais um pouco até que os ônibus voltasses a circular. Ela se lembrou que precisaria sacar dinheiro para pagar o transporte, indiquei a ela que fossemos em um caixa eletrônico do Banco Banespa (antigo banco estatal em que a maioria dos funcionários públicos do Estado tinham conta), caminhamos como dois namorados apaixonados até aquela agência, ao chegarmos lá tinha um morador de rua dormindo na frete da agência, não demos atenção e entramos (naquela época os caixas eletrônicos das agências funcionavam a noite toda) acessamos pela porta com o cartão dela. Aqui preciso descrever esse recinto dos caixas eletrônicos, Tinha a porta de vidro acompanhada de algumas folhas de vidro que davam vista pra dentro da agência, uma sequência de alguns caixas eletrônicos, uns 4, mas os dois últimos ficavam encobertos por uma parede que os encobria da visão externa, foi nesse caixa que ela decidiu sacar o dinheiro. Como estava um pouco alterada por conta das caipirinhas, pediu minha ajuda pra realizar a operação, fui por trás dela, encoxando de leve enquanto ajudava com uma mão na tela e outra em sua cintura, ela começou a rebolar deliciosamente no meu pau que já estava duro como pedra. Assim que conseguimos sacar o dinheiro, eu já me encaminhando pra sair daquele espaço, ela para e me puxa pela mão, me abraça e me dá um beijo super intenso enquanto nossas mão exploram mutuamente nossos corpos, aquele vestido começa a subir enqnato minhas mãos percorrem suas coxas, sinto sua pele macia e quente enquanto ela tenta desafivelar meu cinto e abrir minha calça, minha outra mão caricia seus seios volumosos, a coisa vai ficando fora de controle, ela consegue baixar minha calça, e inesperadamente, se agacha, saca meu pau pra fora e inicia a chupeta mais incrível que eu já havia recebido até aquele momento, ela era boa nisso! Me chupa com muita vontade, me deixando alucinado, falo pra ela que daquele jeito vou gozar logo, ela para, me olha profundamente nos olhos e me sorri, num impulso se levanta, se vira de costas pra mim e levanta a parte de trás do vestido, vejo aquela bunda linda, branca com uma calcinha de renda preta, ela mesma puxa pro lado, pega meu pau e direciona pra sua buceta que já estava muito encharcada, empurra aquela bunda pra trás e em uma fração de segundos estou dentro dela, quente, apertada e molhada, intensa, deliciosa... e começos a meter loucamente com ela nessa posição, uma mão em seus quadris, outra explorando seus seios, tudo isso dentro do caixa eletrônico. Em dado momento, após alguns minutos nessa meteção, ela se levanta, se vira de frente pra mim novamente, de beija e novamente se agacha e mete meu pau na boca mais uma vez, que loucura, que delícia, estava eu prestes a gozar, e acredito que ela sabia disso e queria que eu gozasse em sua boca. Mais alguns instantes assim, não sei dizer quanto tempo ficamos nessa putaria, mas por sorte, eu ouço alguém batendo na porta de vidro e resmungando alguma coisa que não entendi. Mais alguns instantes, ela ainda agachada me chupando, eu percebo o reflexo de uma luz vermelha, tipo giroflex de viatura próximo dali, nesta hora instintivamente tirei o pau da boca dela e falei, a polícia está aqui. Ela imediatamente guardou meu pau e só foi o tempo de eu fechar a braguilha da calça e ouvimos os policiais batendo no vidro e em seguida invadirem o caixa. Sim, fomos pegos.... ou quase. Ela sentada no chão, foi muito rápida e fingiu um desmaio, assim que os policiais entraram, apontando suas armas já perguntando o que estava acontecendo, eu levantei as mãos e disse, está tudo bem, não está acontecendo nada, ela no chão e eu em pé de frente pra ela. Antes que eles fizessem mais alguma pergunta eu já me identifiquei como militar, pedi permissão pra pegar meus documentos no bolso e pude apresentar minha identidade militar a eles, nesse momento eles baixaram as armas e então expliquei que eu e minha amiga tínhamos saído deum bar, que ela bebeu um pouco demais e que teve uma queda de pressão momentânea. Ela no chão, se fingindo, olhou para eles e confirmou minha versão. Os policiais me pediram desculpas pela abordagem, e explicaram que estavam passando pela rua e o morador de rua os chamou dizendo que tinha ouvido gritos dentro da agência KKKK. Nos ofereceram ajuda, perguntaram se ela queria ser levada para algum hospital, claro que recusamos e agradecemos imensamente, nos liberaram e saímos de lá andando como se nada tivesse acontecido. E assim termina a primeira parte dessa noite que quase terminou em prisão.
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