Fui feito de puta por um macho e uma travesti num motel da estrada (Com vídeo real)

Meu nome é Rick, tenho 44 anos, olhos verdes, cabelos castanhos (às vezes raspados totalmente), 1,83m, 93kg. Vídeos e Fotos no meu perfil. Sou um pouco gordinho, pele branca e lisinha, e tenho um cu rosado, apertadinho, que já levou muita rola grossa, mas ainda reclama e arde pra caralho quando é arrombado sem preparo.
Isso aconteceu há cerca de um ano, quando eu morava em Osasco e estava entrando de cabeça na fase de me entregar pra qualquer um que me tratasse como um simples buraco de uso. Tinha combinado no viva com um cara chamado Marcos — 42 anos, casado, barbudo, tipo pedreiro forte, 1,90m, barrigudo mas com braços grossos de quem trabalha pesado o dia todo. Ele queria me foder sem camisinha, gozar dentro e me deixar pingando. Eu respondi na hora: “pode vir sem nada, quero sentir a porra quente escorrendo lá no fundo”.
Aí ele soltou a bomba: “tenho uma amiga travesti que adora participar. Ela é safada pra caralho, gosta de meter em putinha e depois mijar na cara da puta. Topa os dois ao mesmo tempo?” Meu pau deu um pulo só de ler. Topei na mesma hora.
Marcamos num motel meia-boca na Castelo Branco, saída de Osasco pro interior. Cheguei de noite, por volta das 23h, só de bermuda tactel cinza, regata branca e chinelo. O quarto era antigo: cama king com lençol florido já gasto, espelho grande na cabeceira, azulejos bege rachados no banheiro e um cheiro forte de desinfetante misturado com cigarro velho.
Assim que tranquei a porta, vi os dois me esperando. Marcos, de calça jeans surrada e regata preta, me olhava como quem avalia uma peça de carne. Ao lado dele estava Laysa, 28 anos, pele morena clara, cabelo loiro liso até a cintura, silicone enorme (uns 44/46), batom vermelho vivo, vestido curto preto colado no corpo e salto alto. O volume entre as pernas já estava bem evidente.
Marcos nem se levantou. Só apontou pro chão entre as pernas dele e mandou:
— Tira tudo e ajoelha, sua putinha. Mostra pro seu dono o cu que vai ser destruído hoje.
Obedeci imediatamente. Tirei a regata, a bermuda e a cueca, ficando completamente pelado, pauzinho encolhido de nervoso. Ajoelhei no carpete áspero. Laysa riu alto:
— Olha esse viadinho… já tá tremendo antes mesmo de levar rola.
Ela levantou o vestido e mostrou o pau: uns 19cm, bem grosso na base, cabeça vermelha brilhando de lubrificante. Marcos abriu a calça e tirou o dele: 17cm reto, veias saltadas, com aquele cheiro forte de macho que trabalhou o dia todo sem tomar banho.
Começaram pela boca. Marcos segurou minha nuca com força e meteu até o talo, fodendo minha garganta sem dó, fazendo eu engasgar, lacrimejar e babar. “Engole tudo, sua cadela.” Enquanto isso, Laysa batia o pau grosso na minha cara, depois enfiou junto. Os dois colocaram as picas coladas e eu fui passando a língua de uma pra outra, babando inteiro, tentando engolir o máximo possível. Laysa me deu um tapa forte no rosto que ardeu pra caralho, cuspiu na minha boca aberta e meteu de novo. Marcos ria:
— Olha como esse viado gosta de apanhar… hoje você vai virar nossa puta oficial.
Me viraram de quatro no chão. Laysa cuspiu grosso no meu cu, abriu minha bunda com as unhas compridas e enfiou a língua fundo, chupando meu anel com fome. Enquanto ela me comia com a boca, Marcos meteu o pau na minha garganta de novo. Depois Laysa se posicionou atrás, pincelou a cabeça grossa no meu buraco e empurrou com força. A dor foi imediata e violenta — a cabeça larga abrindo meu cu apertado de uma vez. Gritei abafado no pau do Marcos. Ela não teve misericórdia: meteu até o meio e começou a socar forte.
— Toma, sua puta! Aguenta essa rola de travesti!
Eles trocaram de lugar várias vezes: um arrombando meu cu, o outro fodendo minha boca. Meu buraco ardia, esticava, latejava. Me jogaram na cama de bruços. Laysa subiu em cima de mim, meteu tudo de uma vez e começou a socar rápido, batendo os quadris com força na minha bunda. Marcos me enforcava levemente com o braço enquanto eu chupava ele.
Depois inverteram: Marcos me pegou de quatro e meteu fundo, enquanto Laysa se deitou por baixo e me fez sentar na rola dela. Fiquei no meio dos dois, completamente empalado, sentindo as duas picas grossas me rasgando ao mesmo tempo. A dor era intensa, ardendo, mas o tesão era maior ainda. Eu gemia como uma cadela, pedindo mais.
Marcos gozou primeiro: segurou minha cintura com força, enterrou até o talo e jorrou dentro de mim, enchendo meu cu com porra quente. Laysa acelerou, me deu tapas no rosto e gozou logo depois — jatos fortes e grossos misturando com a porra dele, escorrendo pelas minhas coxas.
Meu cu estava destruído, vermelho, piscando e pingando porra. Eles me viraram de costas. Laysa sentou na minha cara e mandou eu limpar o pau dela com a língua. Enquanto eu lambia, Marcos mijou no meu peito. Depois Laysa ficou dura de novo, me colocou de quatro e me arrombou por mais uns 15 minutos seguidos, socando sem parar. No final gozou mais uma vez dentro de mim.
A cereja do bolo: os dois ficaram de pé na minha frente e mijaram juntos na minha cara — mijo quente, forte, escorrendo pela boca, nariz, olhos e cabelo. Engoli o que consegui, tossindo, todo molhado e humilhado.
Me largaram na cama, cu ardendo, corpo coberto de porra e mijo, roupa jogada no chão encharcada. Marcos falou:
— Se arruma e vaza, puta. Depois a gente marca de novo.
Saí do motel com porra escorrendo pelas pernas, cheiro forte de sexo e urina, e dirigi os 40 minutos até em casa sentindo meu cu pulsar. Foi doloroso pra caralho na hora, mas era exatamente o que eu queria: ser usado como buraco, tomar rola crua, porra e mijo na cara.
Até hoje, quando vejo os vídeos que eles gravaram (tem vários ângulos, inclusive um mostrando eu de frango levando as duas rolas alternadas), bato uma punheta relembrando e já fico com vontade de repetir.

Vídeos e Fotos no meu perfil.


Faca o seu login para poder votar neste conto.


Faca o seu login para poder recomendar esse conto para seus amigos.


Faca o seu login para adicionar esse conto como seu favorito.


Twitter Facebook



Atenção! Faca o seu login para poder comentar este conto.


Contos enviados pelo mesmo autor


266976 - Bêbado fui enrabado, leitado, mijado e filmado por três machos (com vídeos) - Categoria: Gays - Votos: 0
266974 - Estuprado sem dó pelo macho (com vídeo real) - Categoria: Gays - Votos: 0
266973 - Fui feito de puta por dois homens desconhecidos em uma casa isolada - Categoria: Gays - Votos: 1

Ficha do conto

Foto Perfil mmourasp1982
mmourasp1982

Nome do conto:
Fui feito de puta por um macho e uma travesti num motel da estrada (Com vídeo real)

Codigo do conto:
266975

Categoria:
Gays

Data da Publicação:
12/07/2026

Quant.de Votos:
0

Quant.de Fotos:
0