Conheci a tia Renata e no mesmo dia a tia Renata conheceu meu pau

Hoje relatarei um caso que aconteceu quando eu tinha meus 20 anos.
Mas primeiro preciso que vocês entendam a dimensão de quão grande é minha família primeiro. Vou me basear pelo lado de meu bisavô materno que já será mais que o suficiente. Meu bisavô vem de uma família de origem portuguesa onde seu pai tinha 10 irmãos. O velho seguiu os passos do pai e teve 10 filhos, no qual meu avô entre esses filhos foi o que menos teve descendentes, um total de 7, da pra acreditar? rs

Desconsiderando os primos de meu avô que também seguiram essa mesma tendência e juntando toda família de minha avó materna que é equivalente ao do meu avô, eu posso dizer que daria para povoar um pequeno município! E essa é a dimensão de minha família. Voltando ainda ao meu bisavô, desde lá de trás, ele sempre teve o costume de reunir a família nos finais de semana para brindar a vida, ele não tinha amigos, sua família eram seus amigos. E esse costume foi passado para a geração de meu avô, ficando mais flexível com a geração de minha mãe e meus tios. Então eu cresci vivenciando muitos eventos familiares feitos nos finais de semana.

Justamente por a família ser enorme, era incrível como todo evento eu conhecia um tio, um primo, uma tia avó, uma sobrinha, entre outros. Mesmo passados os anos, na verdade até hoje isso ainda me acontece! Só que num desses eventos, aconteceu um encontro de famílias de primos que não se viam a décadas, então nesse dia pude conhecer muita gente nova.

Eu lembro que estava sentado numa mesa com alguns primos mais próximos e não parava de chegar gente e nós comentávamos como nossa família era incomum pela quantidade de pessoas, até que minha mãe vem a mim e pede que levantasse para cumprimentar alguns primos que ela não via desde sua adolescência, além de suas respectivas famílias. Como eu já estava acostumado com isso, fui de bom grado, cheguei na mesa, era uma mesa que devia ter mais ou menos 20 pessoas. Junto a minha mãe fui cumprimentando e conhecendo uma por uma, já nas últimas cadeiras, eis que ela me apresenta a tia Renata.

Tia Renata era uma coroa que deveria ter seus 40 anos na época, era mestiça com descendência portuguesa e colombiana, morena, cabelo liso, curto e preto, olhos castanhos escuros, seios médios, bunda média, seu corpo não parecia ser modelado de academia, mas era um senhor corpo natural. E neste dia ela usava um vestido tubo cor branca que marcava suas curvas.

Tia Renata me deu uma olhada que pareceu mais uma secada, ela me olhou de cima abaixo antes de levantar da cadeira para me cumprimentar, aquele olhar não me pareceu de julgamento, mas era algo diferente do normal, tinha alguma maldade naquele olhar.

Como não tinha muito o que fazer, enquanto minha mãe apresentava quem era Tia Renata, esperei ela levantar, a cumprimentei e abracei. Sem terminar o cumprimento, tia Renata segurou meu rosto como se fosse dar um beijo na minha bochecha e acabou virando sutilmente meu rosto e me dando um beijão no canto da boca, pude sentir aquele beijo molhado de cerveja no canto da boca, carimbado com o seu batom vermelho, nesse momento meu pau já tinha dado sinal de vida, para não perder a oportunidade, enquanto permanecíamos ainda abraçados, a apertei um pouco mais e tentei roçar meu pau nela, não sei se deu para notar porque foi rápido.

Após os cumprimentos, tive uma conversa trivial com tia Renata e os outros da mesa, que não durou minutos. Mas arranquei as informações essenciais, a tia Renata era viúva e não tinha filhos. No meu trajeto de volta a minha mesa, comecei a processar os pensamentos sobre o que diabos tinha acabado de acontecer ali. Ainda sem saber como me comportar diante o ocorrido, fiquei aéreo, os primos que bebiam e resenhavam me perguntavam o que tinha acontecido, apenas disse que estava com um pouco de dor de cabeça. Nisso estava criando uma tonelada de hipóteses na cabeça, mas no meio de tantos familiares achei que não teria nem chances de entender, resolvi deixar pra lá para não endoidar.

Como eu e outros familiares mais próximos chegamos mais cedo, sentamos numa mesa que ficava bem localizada, estava em um local um pouco mais alto, dando visão de quase todo o espaço e das outras mesas. Aproveitei essa vantagem e de tempos em tempos olhava a mesa da tia Renata e pude perceber que ela olhava de um lado para o outro, como se estivesse procurando alguém, nesse momento eu me senti a pessoa mais emocionada do mundo refletindo comigo mesmo, “Será que ela tá me procurando?”

Resolvi testar se eu estava certo, passei em frente a sua mesa, dei uma olhada e um sorriso tímido, como se estivesse passando despretensiosamente até a mesa de salgados e frios. Foi aí que a tia Renata novamente me deu aquela olhada fixa e fulminante, abaixei a cabeça para disfarçar e mesmo assim pude me sentir sendo observado por aquela mulher. Peguei alguns quitutes e na volta alguns parentes me abordaram e me distraíram, caminhando e conversando até minha mesa. Após essa conversa, voltei ao meu foco, tia Renata! E parecia que dessa vez ela acompanhou com o olhar meu trajeto, ela se virava em minha direção e quando nossos olhares se chocavam ela baixava a cabeça e dava para ver o seu sorriso no rosto. Teve um momento que ela pediu para trocar de lugar com alguém, a deixando de frente para mim.

Trocamos olhares e sorrisos várias vezes, mas por estar no meio de muitos familiares, ainda não estava me sentindo confortável em ir até ela e tentar algo. Eis que ela tomou a iniciativa, começou a gesticular com a boca para que eu fizesse leitura labial. Foi engraçado, eu balançava a cabeça e ria e ela continuava, mas a verdade é que eu não estava entendendo porra nenhuma! Comecei a ficar preocupado porque a festa estava acontecendo e nada d’eu manter contato com ela, até que tive uma brilhantíssima ideia.

Meus tios acostumados organizarem esses eventos, elas criam o grupo no whatsapp e colocam todos os convidados para que todos depositem o arsenal de fotos tiradas no evento para posteriormente todos tenham acesso as fotos. Como eu estava nesse grupo, o que fiz foi muito simples, procurei em membros do grupo o contato da tia Renata e bingo, achei!

Sem perder tempo a enviei uma mensagem, Oiii tia, acho que por aqui fica melhor do que leitura labial, não acha?
Fiquei olhando para ela e ela para mim, então levantei o celular discretamente e olhei o aparelho, ela entendeu a mensagem. Ela pegou o celular e visualizou minha conversa e respondeu, Oii Matheus, concordo! rs Tudo bem? Você me parece bastante com alguém que eu conheço...

Eu tenho vários parentes parecidos então acredito que ela queria citar algum dos, mas resolvi puxar a conversa para o meu interesse e a enviei, Tia, não imagino quem seja, mas esse alguém é bonitão?
Nesse momento pude ver um sorriso safado de cabeça meio baixa antes de me enviar a mensagem, que dizia, KKKK Sim! Só não tenho chances porque é casado! Mas e você Matheus tem namorada? Não lhe vi acompanhado...
Então comecei a puxar as rédeas da conversa sem hesitar e mandei, Tia eu morro de amores por mulheres mais velhas, como eu sou mais novo, talvez nem meus pais ou meus avós não entendam. E a senhora? Não acredito que uma mulher tão bela esteja só, se a senhora não fosse minha tia, eu com certeza te paqueraria!

A olhei na expectativa da resposta, ela olhou para o lado se abanou, por causa do calor, falou com alguém do lado, se levantou e foi para o banheiro, enquanto eu esperava ansiosamente qual seria sua resposta.
A resposta não demorou e logo ela escreveu, Pois é Matheus, ninguém me quer, fiquei para titia! Ahahaha Mas não ligo, eu vivo a vida adoidada e sou feliz assim! Hmm quer dizer que você ficou com uma quedinha por mim é? Saiba que já fiquei com homens tão jovens quanto você!

Um sorriso tomou meu rosto e resolvi me colocar na posição de atacante e a escrevi, Tia a verdade é que ficaria com você aqui e agora, aquele seu beijo de cumprimento já me deixou todo emocionado!
Ela não demorou nem um segundo e escreveu, Eu sei seu bobinho, você faz o meu tipo, me encontre na esquina da rua!
Quando leio a mensagem, instantaneamente me levanto e saio desesperado da festa. Esse evento foi realizado numa rua residencial bem afastada do centro então durante o dia a rua é bem tranquila mesmo onde se vê pouquíssimas pessoas caminhando. Ao quebrar a esquina toda deserta, a vejo depois de uma árvore, encostada na guarita recuada de uma casa, olhando para mim e rindo.

Apertei o passo e cheguei nela, sem falarmos uma única palavra começamos a nos beijar, nossa que boca gostosa, tinha um gosto doce misturado com cerveja, a beijava com gosto a ponto de empurrar seu rosto para trás mas ela revidava e mostrava o quanto ela queria me beijar também, as mãos bobas começaram ali mesmo. Ela começou a passar a mão por dentro de minha camisa e acariciar meus mamilos, enquanto isso comecei a apertar a sua bunda que dava gosto de apertar.

Fazíamos pausas entre os beijos e ficávamos nos olhando e rindo como dois adolescentes acabando de descobrir o bom da vida! Os beijos começaram a ficar mais intensos e ela começou a descer a mão e apalpar meu pau, que já estava querendo saltar da cueca. Minhas mãos elevavam um pouco do seu vestido e começava a roçar sua calcinha que já dava para sentir úmida. A puxei para lado e comecei a dedilhar aquela bucetinha, ao me beijar começou a dar gemidos. Ela começou apertar forte meu pau, então resolvi desabotoar meu short e a tirei da cueca, ela ainda me beijando começou a me punhetar e pelo nível de excitação que eu estava ali, iria gozar a qualquer momento, então comecei empurrar a cabeça dela para o meu pau, ela não mostrou resistência, apenas obedeceu. Ela começou a me mamar ali mesmo eu sabia que iria gozar estava alucinado, mas como tudo que é bom dura pouco, passou um infeliz no carro buzinando e parando perto da gente, o verdadeiro empata foda!

Então nos recompomos, ajeitamos nossas roupas em milissegundos e saímos dali ligeiros de mãos dadas sem olhar para trás e nem dar chance do cara no carro nos filmar ou nos seguir já que a rua que a gente entrou era contra mão para ele. Passado o susto estava puto que não iria rolar transar com ela ali e já estava caminhando sentido a festa de novo, até que ela me segura mais firme pelo braço e pergunta, Está indo para onde?

Quando viro o rosto, ela estava com a chave do carro na mão o destravando em minha frente, voltei a sorrir e meu coração acelerou, ela tinha um carrão com vidro fumê que não dava para ver nada do lado de fora. Olhamos em volta se alguém estávamos nos vendo juntos e entramos no carro. Sentamos no banco de trás, como era espaçoso e ela pequena, ela se levantou tentando puxar os bancos da frente mais para frente, nos dando mais espaço, enquanto isso a subia o vestido tubo e a puxava a calcinha dela, que era um fio dental preto, nossa a visão do paraíso, tirei aquela calcinha e fiquei cheirando a parte que comporta a xota dela, tinha um cheiro muito bom, peguei essa calcinha e comecei a entrelaçar no meu pau, me punhetando com uma mão enquanto a outra acariciava sua xota enquanto elas empurrava os bancos para frente.

Assim que ela conseguiu, ela virou-se para mim, sentou no meu colo e começou a me beijar lentamente tentando guiar a frequência do nosso envolvimento. Aos poucos a respiração foi se tranquilizando e ela começou a me punhetar de novo até que caiu de boca no meu pau e dessa vez chupou pra valer, ela enfiava até a guela e babava muito, deixou meu pau ensopado, como a posição não estava muito favorável consegui desta vez segurar o gozo. Quando ela cansou de me chupar pediu que eu a chupasse e como um bom menino a obedeci, a mamei e pude sentir todo o gosto daquela buceta molhadinha de tesão e nesse momento entre gemidos e chupadas, ela tira uma camisinha de um dos compartimentos do carro, pede que eu sentasse e começa a colocar a camisinha com sua boca.

Meu tesão estava a milhão, ela seguro forte na base do meu pau, posicionou sua xota e sentou com força, quicou e quicou com vontade, ela rebolava e fazia tudo que uma verdadeira puta faz em cima de um pau. Comecei a gemer alto e ela disse, Adoro ver um novinho gemendo, vai meu novinho goza na buceta da titia vai!

Prendi minhas mãos na bunda dela e a fiz quicar com mais intensidade, como se quisesse furar o seu útero nas estocadas, até que não deu mais, dei um gemido muito alto e gozei, nesse mesmo momento, seu corpo tremeu todo e ela desfaleceu, ela também tinha gozado, ela ficou parada ali em cima de mim com meu pau em sua buceta ainda amolecendo, segurando meu pescoço e dizendo, Você é um bom menino, titia vai querer te usar mais vezes!
Apenas sorri e a beijei com vontade balançando a cabeça em sinal de positivo.

Colocamos nossas roupas e voltamos a festa, ela saiu em minha frente e foi desesperada ao banheiro se arrumar. Enquanto eu tive que ficar escondendo a barra de cima do short pois ela gozou nele todo. kkkk
Por fim, passamos o resto da festa trocando olhares e conversando no zap sobre putarias do que faríamos um com outro, foi muito bom! Mais uma vez deixarei fotos ilustrativas que me lembram essa titia devassa!

Foto 1 do Conto erotico: Conheci a tia Renata e no mesmo dia a tia Renata conheceu meu pau

Foto 2 do Conto erotico: Conheci a tia Renata e no mesmo dia a tia Renata conheceu meu pau

Foto 3 do Conto erotico: Conheci a tia Renata e no mesmo dia a tia Renata conheceu meu pau

Foto 4 do Conto erotico: Conheci a tia Renata e no mesmo dia a tia Renata conheceu meu pau


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Ficha do conto

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Nome do conto:
Conheci a tia Renata e no mesmo dia a tia Renata conheceu meu pau

Codigo do conto:
266981

Categoria:
Coroas

Data da Publicação:
12/07/2026

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