Naquela mesma noite Elton chegou cansado da estrada. Isabela, animada, correu para contar a novidade assim que ele entrou em casa.
— Amor, já está tudo certo! Vamos pra Ubatuba no próximo fim de semana. Seu pai e o seu Manoel já confirmaram, e o amigo do Manoel, o Ailton, ofereceu a casa dele pra gente ficar. Vai ser ótimo!
Elton franziu a testa, largando a mochila no chão.
— Ubatuba? Amor, eu não vou conseguir. Tenho viagem marcada pro norte, saio quinta à noite e só volto na outra semana. Desculpa, mas não dá.
Isabela ficou parada, o sorriso morrendo no rosto.
— Como assim não dá? Eu planejei tudo! Faz meses que a gente não viaja juntos. Você sempre tem viagem, sempre tem trabalho!
A discussão esquentou rápido. Pedro, sentado na varanda, ouvia tudo em silêncio, sem interferir.
— Isabela, eu sou motorista de caminhão, é o meu trabalho! — respondeu Elton, já irritado.
— Trabalho, trabalho, trabalho! E eu? Fico aqui sozinha a semana inteira, aguentando tudo sozinha. Agora que eu arrumei uma viagem legal, você simplesmente não pode?
— Eu não “simplesmente” não posso. Eu tenho compromisso. Você quer que eu perca o frete?
— Eu quero que você priorize a gente pelo menos uma vez! — ela quase gritou, com a voz embargada. — Seu pai e o Manoel vão, o Ailton já liberou a casa… e você vai ficar fora de novo?
A briga se estendeu por quase meia hora. Isabela chorava, acusava Elton de nunca estar presente, de ela ser praticamente viúva de caminhoneiro. Elton se defendia, dizendo que o dinheiro dele pagava as contas e que ela estava sendo egoísta. Pedro escutava cada palavra, o pau meio duro só de imaginar a nora sozinha com eles na praia.
No dia seguinte, Pedro puxou Elton para conversar na varanda enquanto Isabela ainda estava magoada no quarto.
— Filho, vai ser bom pra ela. A menina tá precisando sair, se divertir. Você sabe como ela fica sozinha aqui a semana inteira. Deixa ela ir com a gente. Eu e o Manoel cuidamos dela.
Elton suspirou, passando a mão no rosto.
— Pai, eu não consigo ir mesmo. Mas… tudo bem. Ela pode ir com vocês. Só peço pra vocês tomarem conta dela, hein. A Isabela é muito confiada.
Elton foi até o quarto conversar com a esposa. Isabela estava sentada na cama, olhos vermelhos de choro.
— Amor… pode ir. Eu liberei pra você viajar com eles. Desculpa pela briga ontem, tá? Eu realmente não consigo, mas não quero que você fique presa aqui por minha causa.
Isabela fungou, ainda chorosa, mas aceitou.
— Tá bom… eu vou. Mas vou sentir sua falta.
Na sexta-feira bem cedo, Pedro e Manoel já estavam arrumando a bagagem no carro. Manoel, discretamente, colocou um frasco pequeno de seu remédio para dormir no fundo da mala — “só por precaução”, pensou, com um sorriso malicioso. Ele já imaginava dando uma dose para Isabela “acidentalmente” cair no sono pesado, facilitando as coisas.
O dia estava quente desde cedo. Partiram rumo a Ubatuba, litoral norte de São Paulo. O sol forte entrava pelas janelas, e Isabela viajou de short jeans curto e regata fina, o vento fazendo o tecido colar nos seios. Pedro dirigia e Manoel, no banco do passageiro, virava o retrovisor de vez em quando só para observá-la.
Chegaram na casa de Ailton por volta das 11h. A casa era grande, com piscina grande nos fundos, churrasqueira e vista parcial para o mar. Ailton, um homem de 48 anos, forte, pele bem bronzeada e sorriso fácil, recebeu todos com abraços calorosos.
Quando viu Isabela descendo do carro, ele não disfarçou: olhou-a dos pés à cabeça, demorando-se nas coxas grossas, na bunda empinada e nos seios que balançavam levemente sob a regata.
— Caralho, Manoel… você não me falou que vinha acompanhado de uma deusa dessas! — disse ele, rindo. — Moça, você tá perdida aqui no meio desses três velhos safados. Se precisar de companhia mais nova, é só chamar o Tio Ailton.
Isabela corou, mas riu, ingênua como sempre.
— Ai, para com isso… obrigada pelo elogio! Sua casa é linda, muito obrigada por receber a gente.
Ailton piscou para ela.
— Imagina, princesa. Fica à vontade. Pode usar a piscina, a praia… e qualquer coisa que precisar, é só pedir.
Mais tarde, enquanto Isabela arrumava suas coisas no quarto, Ailton puxou Pedro e Manoel para o terraço com uma cerveja gelada na mão.
— Porra, mano… que mulher é essa? Bunda assim não é normal. E o jeito dela… parece que não faz ideia do estrago que causa. Vocês vão me contar direito essa história, hein. Ela é mesmo nora do Pedro?
Manoel riu baixo.
— É sim. E o melhor: o marido dela não veio. Ela tá solta o fim de semana inteiro.
Ailton deu um assobio baixo, olhando na direção do quarto onde Isabela estava.
— Então o jogo mudou… Vamos fazer esse fim de semana valer a pena.
O sol queimava forte lá fora, a piscina brilhava convidativa, e a casa de Ailton parecia o cenário perfeito para que as barreiras de Isabela começassem a cair — ainda que ela continuasse achando que tudo não passava de brincadeira inocente
Depois de arrumar suas coisas, Isabela pegou a sacola com os biquínis e foi para o quarto, fechando a porta. Os três homens ficaram no terraço, bebendo cerveja e esperando. Ela demorou um pouco, experimentando os dois modelos na frente do espelho. O vermelho era absurdamente cavado: o top mal cobria os mamilos, e a calcinha fio-dental desaparecia entre as nádegas redondas. Ela se olhou de lado, corando um pouco com o próprio reflexo, mas achou que estava bonito.
Respirando fundo, Isabela abriu a porta e saiu para o terraço. Os três homens pararam a conversa no meio. Ela estava com o biquíni branco primeiro — mínimo, sexy, revelando quase tudo.
— E aí? O que acharam? — perguntou ela, girando devagar, ainda ingênua. — Dêem nota de 0 a 10 pra eu escolher qual usar.
Ailton foi o primeiro a falar, sem tirar os olhos da bunda dela:
— Princesa, isso aqui merece fácil 11. Tá perfeita.
Pedro sorriu, disfarçando a ereção:
— Tá linda, filha. 10.
Manoel lambeu os lábios:
— 10 também. Esse branco destaca sua pele.
Isabela riu, satisfeita com os elogios.
— Tá bom, vou experimentar o vermelho agora.
Ela voltou para o quarto e trocou. Quando saiu novamente, o biquíni vermelho era ainda mais ousado. A parte de baixo mal cobria a frente, e atrás praticamente só tinha um fio fino entre as nádegas empinadas. Os seios pareciam prestes a pular do top minúsculo.
— Esse então? — perguntou ela, fazendo uma pose inocente, mãos na cintura.
Os três deram nota máxima novamente. Ailton assobiou.
— Esse ganhou. Tá matadora, Isabela.
Ailton bateu palmas:
— Beleza! Então, onde vocês querem ir primeiro? Praia ou piscina?
— Praia! — responderam os três quase ao mesmo tempo. Isabela riu e concordou.
Ela voltou rapidinho para o quarto, pegou uma saída de praia fina e uma bolsa, e todos partiram para a praia, que ficava a poucos minutos a pé.
Enquanto Isabela passava protetor solar nas pernas na frente do espelho do quarto antes de sair, Ailton puxou Pedro e Manoel para um canto da sala.
— Rapaziada, vamos ser sinceros aqui — começou Ailton, voz baixa. — Aquela mulher é um tesão ambulante. Como vocês aguentam morar com ela e não fazer nada? Eu vi o jeito que ela olha pra vocês, toda sorridente e confiada. Ela não faz ideia do que causa, né?
Manoel riu:
— Faz não. É isso que é o melhor. Ela acha que tudo é brincadeira.
Pedro completou:
— O marido dela liberou ela pra vir com a gente. A gente já tem uns vídeos… ela já dançou, já tomou banho com a porta aberta. Tá cada vez mais solta.
Ailton olhou para os dois com interesse claro.
— Então eu tô dentro. Quero participar do plano de vocês. Se for pra embriagar ela com umas caipirinhas ou dar um remedinho pra ela dormir mais pesado… eu ajudo. Casa é minha, ninguém vai atrapalhar. Quero ver essa bunda de perto, tocar, quem sabe mais. Vocês topam dividir?
Manoel e Pedro se entreolharam e sorriram.
— Topamos — respondeu Pedro. — Quanto mais gente, mais divertido. Só tem que ir com calma pra ela não estranhar.
— Perfeito — disse Ailton, batendo palma no ombro dos dois. — Hoje mesmo a gente começa.
Na praia, o sol estava forte e o movimento era médio. Isabela tirou a saída de praia e caminhou na areia com o biquíni vermelho. Estava absurdamente gostosa: bunda redonda balançando a cada passo, seios firmes quase saltando, corpo brilhando com o óleo. Vários homens viraram o pescoço para olhar.
Já bem soltinha por causa do calor e da animação, Isabela estendeu a canga e se deitou de bruços.
— Ai, tá quente demais! Alguém passa protetor nas minhas costas? Não quero ficar vermelha.
Os três homens se entreolharam, quase ao mesmo tempo.
— Eu passo! — disse Ailton.
— Deixa comigo, filha — falou Pedro.
— Eu que trouxe o protetor — argumentou Manoel.
Eles começaram a discutir em tom de brincadeira, cada um querendo ser o escolhido. Isabela riu da confusão, virando o rosto para eles.
— Calma, seus safados! — ela disse, ainda rindo. — Vamos fazer um joguinho divertido pra decidir. O que acham?
Os três pararam a discussão e olharam para ela, ansiosos.
Isabela se apoiou nos cotovelos, empinando levemente a bunda enquanto olhava para os três homens com um sorriso travesso e inocente ao mesmo tempo.
— Vamos fazer assim: cada um de vocês vai me contar uma piada bem safada. Quem me fizer rir mais alto e corar ganha o direito de passar o protetor. Mas tem que ser bem criativa, hein! Sem moleza.
Ailton foi o primeiro, se ajoelhando na areia ao lado dela.
— Tá bom. Por que a mulher de biquíni fio-dental nunca se perde na praia? Porque o fio sempre aponta pro buraco certo.
Isabela soltou uma gargalhada alta, cobrindo o rosto com as mãos, as bochechas ficando vermelhas.
— Ai, seu safado! Essa foi boa…
Pedro foi o segundo:
— Qual a diferença entre uma praia e uma mulher como você? Na praia o mar sobe… em você, o mar já tá subindo agora só de olhar.
Ela riu novamente, mas um pouco mais tímida, sentindo o duplo sentido.
— Pedro! Você também? Tá pior que o Ailton…
Manoel, mais direto, se aproximou:
— Por que eu queria ser o protetor solar hoje? Porque assim eu podia passar a mão bem devagar em cada curva desse corpo até você brilhar inteira… e depois lamber pra ver se ficou bom.
Isabela ficou ainda mais vermelha, mas caiu na gargalhada, balançando as pernas na areia.
— Manoel! Essa foi a pior… e a melhor ao mesmo tempo! Vocês três são impossíveis!
Depois de rir bastante, ela apontou para Ailton.
— A do Ailton me fez rir mais alto. Ganhou! Pode passar, mas comporta a mão, hein seu safado.
Ailton não perdeu tempo. Pegou o protetor e se ajoelhou atrás dela. Começou pelas panturrilhas, subindo devagar pelas coxas grossas. Suas mãos grandes espalhavam o creme com calma, apertando levemente a carne macia. Quando chegou na bunda, ele puxou um pouco o fio do biquíni vermelho para o lado “pra não ficar marca” e passou o creme bem no meio das nádegas, os dedos roçando perigosamente perto da entrada. Isabela soltou um suspiro baixo, mas riu:
— Ei, aí tá bom já… você tá caprichando demais!
— É pra proteger bem, princesa — respondeu Ailton, voz rouca.
Ele continuou subindo pelas costas, abrindo o top do biquíni “só um pouquinho” para passar nas laterais dos seios. Isabela sentiu os dedos dele roçando a curva dos peitos, mas continuou achando que era só brincadeira de praia. Quando terminou, ela estava brilhando inteira, o corpo quente de sol e de algo mais.
— Agora eu quero ficar de barriga pra cima — disse ela, virando-se.
Os seios quase pularam do top minúsculo. Ailton, ainda com o creme nas mãos, olhou para Pedro e Manoel com um sorriso cúmplice. Eles sabiam que o jogo tinha aberto a porta para muito mais.
Depois de passar o protetor na frente (com mais “acidentes” nas coxas internas e na barriga), Isabela se levantou animada:
— Agora vamos entrar no mar! Quem chegar por último paga a primeira rodada de caipirinha mais tarde!
Depois de passar o protetor, os quatro entraram no mar. As ondas estavam moderadas e a água morna convidava a ficar bastante tempo. Isabela, já bebendo a segunda caipirinha forte que Ailton tinha preparado na hora, estava mais solta e risonha.
— Vamos brincar de pega-pega na água! — sugeriu Ailton. — Quem for pego tem que pagar prenda depois. Vocês três contra mim?
— Não! Vocês três contra mim! — respondeu Isabela, rindo e já se afastando.
Começou a brincadeira. Os três homens a cercavam, fingindo que era só diversão inocente. Ailton foi o primeiro a alcançá-la, mergulhando e agarrando sua cintura por baixo d’água. Ele encoxou Isabela de leve, pressionando o volume duro do pau contra a bunda redonda dela por alguns segundos enquanto fingia lutar.
— Te peguei! — disse ele, rindo.
Isabela se debateu, rindo alto, sem perceber a ereção roçando nela. Logo depois Pedro a segurou pela frente. Suas mãos “escorregaram” e agarraram ambos os seios por cima do biquíni, apertando por um instante.
— Opa, desculpa filha! A onda me empurrou… — mentiu ele, mas deixou as mãos ali um segundo a mais.
Manoel veio por trás, passando as mãos abertas pelo corpo dela: cintura, quadris, descendo pelas coxas grossas e subindo novamente, roçando os dedos bem perto da virilha. Isabela se contorcia entre os três, rindo sem parar, o álcool deixando tudo mais leve e natural para ela.
— Vocês estão me apertando demais! Eu sou só uma contra três! — reclamava, ainda ingênua.
Numa das investidas, quando ela tentou escapar de Ailton, Isabela passou a mão para trás e encostou sem querer no pau de Manoel, que estava duro como pedra dentro da bermuda de banho. Ela sentiu o volume latejante e puxou a mão rapidamente, olhos arregalados.
— Ai meu Deus! Manoel… o que é isso?!
Manoel riu, sem soltar a cintura dela.
— Calma, Isabela! Isso é culpa do amendoim que eu comi mais cedo. Fica inchado, sabe como é… reação natural de velho quando vê uma mulher bonita na água.
Os quatro caíram na gargalhada. Isabela, ainda meio envergonhada mas influenciada pela caipirinha, aceitou a explicação absurda e continuou brincando.
De repente, uma onda maior veio e derrubou todo mundo. Eles caíram embolados na água rasa. Quando Isabela se levantou, cuspindo água e rindo, não percebeu que o top do biquíni vermelho havia deslocado completamente. Seu seio esquerdo estava totalmente à mostra: grande, redondo, firme, com uma auréola marrom escura, grande e convidativa, mamilo rosado endurecido pela água. Era um peito suculento, perfeito, brilhando ao sol.
Os três homens viram imediatamente. Ninguém falou nada. Os paus de Pedro, Manoel e Ailton endureceram na hora dentro das bermudas, latejando dolorosamente. Eles trocaram olhares famintos, admirando o mamilo exposto enquanto Isabela ainda ria, alheia.
Só quando ela caminhou alguns passos de volta para a areia é que sentiu o tecido solto. Olhou para baixo e viu o seio nu balançando.
— Ai, meu Deus! — gritou, cobrindo o peito rapidamente com as duas mãos, o rosto inteiro vermelho. — Desculpa! Eu não vi… que vergonha!
— Tá tudo bem, filha. Coisa que acontece — disse Pedro, disfarçando.
— Foi sem querer… — completou Ailton, com um sorriso safado que ela não captou.
Isabela ajustou o biquíni às pressas, ainda envergonhada, e correu de volta para as cadeiras na areia. Os três homens saíram da água logo depois, paus ainda duros, marcando visivelmente nas bermudas molhadas.
Eles recolheram as coisas e voltaram caminhando para a casa de Ailton. O sol ainda estava forte, mas o cansaço e o álcool já pesavam. Assim que chegaram, Isabela anunciou:
— Vou tomar um banho agora. Tô toda suada e com areia.
Ela pegou sua toalha e o nécessaire, indo direto para o banheiro da suíte que Ailton havia separado para ela. Deixou a porta encostada — não totalmente fechada — e começou a tirar o biquíni molhado.
Os três homens, na sala, já sabiam o que fazer. Ailton baixou a voz:
— Agora é a nossa vez de assistir… e depois a gente vê como vai ser o resto da noite.
Isabela entrou no banheiro, tirou o biquíni molhado e ligou o chuveiro. A água quente escorria pelo corpo quando seu celular vibrou em cima da pia. Ela esticou a mão, abriu a mensagem de número desconhecido e congelou.
Era uma foto nítida: Elton beijando uma mulher loira em uma boate, a mão dele na cintura dela, o beijo profundo. A legenda dizia apenas: “Ele não tá trabalhando tanto assim não, né?”
Isabela sentiu o chão sumir. Não conseguia acreditar. Seus olhos encheram de lágrimas e ela desabou ali mesmo, chorando debaixo do chuveiro. O álcool já deixava tudo mais intenso. Raiva, mágoa e humilhação tomaram conta. Ela fechou a porta do banheiro com força e ficou vários minutos soluçando, a água misturando com as lágrimas.
— Filho da puta… — murmurou entre dentes. — Enquanto eu fico aqui sozinha, você faz isso?
Engolindo o choro, uma ideia tomou forma em sua cabeça: vingança. Se ele podia trair, ela também podia se divertir. Secou as lágrimas, respirou fundo e decidiu não contar nada para ninguém.
Quando saiu do banho, os olhos ainda estavam um pouco vermelhos e inchados. Os três homens perceberam na hora.
— Aconteceu alguma coisa, filha? — perguntou Pedro, preocupado.
Isabela forçou um sorriso e deu uma risadinha.
— Não foi nada não. Só o shampoo que entrou no olho. Tô bem! — respondeu, já pegando uma cerveja gelada e entornando metade de uma vez.
Os três se entreolharam, alegres. Manoel cochichou para Ailton:
— Tá mais solta ainda… hoje é o dia.
Isabela vestiu um top preto justo, sem sutiã por baixo, e a parte de baixo de um biquíni que havia levado (bem cavado). O conjunto marcava bem os seios e deixava a bunda quase toda à mostra.
Eles acenderam a churrasqueira na varanda e começaram a beber e comer. A noite estava quente, mas de repente uma chuva forte caiu. Todos correram rindo para dentro da sala de estar.
Entediados com a chuva, Isabela sugeriu:
— Vamos jogar cartas?
Ailton sorriu malicioso:
— Eu topo… mas vamos deixar mais interessante. Strip poker. A cada rodada, quem perder tira uma peça de roupa. Topam?
Isabela titubeou por um segundo, mas lembrou da foto de Elton. “Ele que se foda”, pensou.
— Topo — disse, com um brilho diferente no olhar.
Os três homens ficaram eufóricos e safados.
Primeira rodada – Pedro perdeu. Lamentou um pouco, mas tirou a camiseta, mostrando o peito peludo e a barriga.
Segunda rodada – Ailton perdeu.
— Caralho, você é boa nisso hein, Isabela — disse ele, tirando a camiseta e exibindo o corpo bronzeado e musculoso.
Terceira rodada – Isabela perdeu. Alegre e já bem bêbada, ela tirou o top preto sem nenhum pudor. Ficou só de sutiã preto rendado por baixo, os seios médios bem marcados.
Quarta rodada – Pedro perdeu novamente. Tirou a bermuda, ficando só de cueca. O volume grande e grosso marcava claramente.
Isabela olhou, soltou uma risadinha e brincou:
— Nossa, sogro… que volume grande hein? Tá carregando um amendoim bem grande aí!
Todos caíram na gargalhada.
Quinta rodada – Isabela perdeu de novo.
O clima ficou tenso. Ela estava só de sutiã e parte de baixo do biquíni. Respirou fundo, lembrou mais uma vez da traição do marido e decidiu ir em frente.
— Tá bom… — murmurou.
Tirou o sutiã devagar. Seus seios médios saltaram livres: redondos, firmes, com mamilos rosados e auréolas ligeiramente maiores, perfeitos. Eles balançaram naturalmente com o movimento. Isabela ficou ali, peito nu, olhando para os três homens.
Os três ficaram paralisados, admirando. Os seios dela eram lindos, empinados, com um formato perfeito e mamilos que endureceram com o ar-condicionado. Ailton murmurou baixinho:
— Porra… que peitos maravilhosos…
Pedro e Manoel não conseguiam desviar o olhar, paus latejando. O clima ficou extremamente safado.
Isabela, corada mas decidida, continuou o jogo.
Próxima rodada – Ailton perdeu.
Ele não aguentou mais o tesão. Levantou-se, abaixou a bermuda e a cueca de uma vez, liberando o pau grosso, grande e completamente duro, veias saltadas, cabeça brilhando.
Isabela corou intensamente, mordeu o lábio inferior e ficou encarando o tamanho dele, sem conseguir disfarçar a surpresa e o interesse..
( Quase lá, fiquem com algumas fotinhas da praia .. )





Esposa deliciosa 😋.
Que rabo delicioso, ansioso pela continuação...