Quando eu era pequeno eu sempre ia para a casa da minha avó em Nova Iguaçu. Minha mãe sempre muito protetora, me proibia de ter contato com meus primos longe de sua visão. Em um momento de distração dela eu fui para a piscina com dois primos meus. Um desses primos (vou usar o codinome Léo), já havia tentado outras vezes me fuder, mas eu fugia. Na água resolvemos brincar de o mestre mandou. Aí o show começou. Ele se aproveitava para me prender em seu colo, até então eu achava ser só uma brincadeira. Meu outro primo saía da água, alegando estar exausto da brincadeira. Eu então permanecia no colo do meu primo Léo. Era alto, negro e cabelo escuro. Ele perguntava se eu queria continuar brincando e eu inocentemente dizia que sim. Aí ele mandou eu abaixar minha sunguinha. Eu abaixei e sentia suas mãos transitarem por minha bunda e seu dedo adentrando meu buraquinho, ele abaixava seu calção e começa a enfiar. No início doeu muito e eu saí correndo da água, mas ele me perseguiu e me amordaçou na árvore. Aí começava a me comer brutalmente. Sua rola tinha aparentemente uns 19 centímetros, mas para mim que nunca tinha transado antes, somente dado umas mamadas, era demais. Eu tentava gritar mas a meia que estava presa em minha boca não deixava. Foi aí que eu vi sangue escorrer pela minha perna. Ele só parou quando tinha gozado todo o meu cuzinho. Meu outro primo, havia feito um estrago em mim, só não foi tão grande igual ao que Léo fez naquele dia. Quando eu pensava que isso iria acabar ele chama seu irmão para ver o que tinha acontecido e eles se masturbarem por mais meia hora, ejaculando tudo em meu rosto e bunda. O outro só não me comeu porque viu que eu estava debilitado. Me deram banho e disseram para eu não contar isso nunca a ninguém, alegando que gostariam de me experimentar novamente. Para finalizar o dia paguei um belo de um boquete para os dois. O irmão de Léo tinha 17 anos e uma rola tão grande que eu engasgava. Imagina aquilo dentro de mim? Minha mãe perguntou se eu tinha me comportado e mancando eu respondia que sim. Hoje eu amo rola e ninguém me tira isso. Léo hoje é casado com uma mulher e as vezes me olha com desejo. Será que eu tento investir nele e em sua madeira, que embora tenha me deixado marcas, me fez tão bem...
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