Primeiro, quero agradecer do fundo do coração, todos os comentários carinhosos, as curtidas e as mensagens privadas que recebi nas últimas horas.
Vocês não sabem o quanto me deixam animada pra continuar compartilhando minhas saídas com vocês.
Beijos pra cada um de vocês!
Pra quem ainda não me conhece, sejam muito bem-vindos! Leiam meus outros relatos, tem história bem safada por lá.
O endereço do meu perfil está na bio, é só copiar e colar no navegador.
Bom, vou contar pra vocês sobre minha penúltima saída, no último dia 3 de julho de 2026.
Eu tinha tido um dia absurdamente corrido e cansativo no escritório. Quando cheguei em casa, só queria tomar um banho, comer alguma coisa e desabar na cama. E foi exatamente isso que fiz. Dormi feito pedra por 3 horas.
Acordei por volta das 21h30, com aquela vontade muita disposição pra sair, mesmo ainda um pouco sonolenta.
Tomei outro banho, e resolvi me depilar toda, isso mesmo, deixei a “Cleo”, sem nenhum pelinho. Me arrumei e vesti esse vestidinho preto brilhante que vocês estão vendo na foto.
O que acharam do vestido? Deixe o seu comentário.
Ele (vestido), marca bem o corpo, curto na medida certa, com esse decote que valoriza tudo... me senti poderosa usando-o.
Saí de casa por volta das 22h45, dirigi até a Vila Madalena, peguei muito trânsito, gastei uma hora, sem ter certeza de qual lugar ia escolher.
Pesquisei rapidinho no Google, e o Pé de Manga, apareceu com ótimas avaliações. Decidi arriscar. Enfim, quando cheguei, estacionei o carro num estacionamento próximo, e fui andando até o bar.
Assim que cheguei, já ouvi o som de pagode ao vivo e fiquei contente. Eu amo pagode! Entrei e o lugar me conquistou na hora: ambiente descontraído, gente bonita, luzes boas e o som ao vivo tocando daquele jeito que faz a gente mexer o esqueleto sem nem perceber.
Sentei numa mesinha boa, chamei o garçom e pedi uma cerveja bem gelada com uns petiscos. Enquanto esperava, fiquei curtindo a música, batendo o pé, as mãos, e logicamente, observando o movimento.
Tinha muitos homens bonitos por lá, a maioria solteiros e bem animados. Sim, fui em busca de uma: rola, pica, cacete, caralho, pra me satisfazer. Não saí de casa por bobeira, né?
E foi aí que eu reparei nele... Vanderlei, um rapaz bem bonito, 33 anos, alto, solteiro, sorriso bonito, todos os dentes na boca, e um olhar que não desgrudava de mim.
O bofe estava um pouco mais adiante, perto do palco, mas toda hora virava o rosto na minha direção e ficava sorrindo, a “Cleo”, já ficou piscando e umedecendo dentro da calcinha.
Enquanto eu tomava minha cerveja gelada e mexia o corpo no ritmo do pagode, não conseguia parar de reparar no Vanderlei, e em outro homem rapaz que também me olhava.
O outro, era um homem bem interessante: uns 37 anos, alto, pele clara, cabelo bem cortado, bem vestido. Ele ficava me olhando bastante durante a roda de samba.
Eu admito pessoal... quando estou solteira, sou bem safada mesmo. Fiquei esperando um pouco pra ver se outros homens viriam me xavecar. E olha que não faltavam olhares!
Vários me encaravam, alguns até sorriam, mas ninguém criava coragem pra se aproximar. Talvez medo de levar um fora, sei lá. Homens às vezes são engraçados e medrosos.
Aí eu decidi tomar a iniciativa. Esperei o Vanderlei me olhar de novo, sorri e fiz um sinal discreto com a cabeça, chamando-o pra vir. Não precisei repetir. Vanderlei levantou da cadeira onde estava, deu um sorriso largo e veio direto pra minha mesa.
Falei comigo mesma: “É hoje que arrebentam a ‘Cleo’...
Nos cumprimentamos com dois beijinhos no rosto. Ele cheirava bem, perfume masculino dos bons. Sentou do meu lado e começamos a conversar. Conversa vai, conversa vem... o papo fluiu super bem. Ele foi muito simpático, tinha bom humor, me fez rir. Me contou que trabalha como assessor de um vereador aqui de São Paulo (não vou revelar qual, né? Questão de ética). Falamos de música, de viagens, da vida agitada de São Paulo... o pagode ao vivo tocando sem pausas.
Demorou um pouco pra rolar o primeiro beijo, porque o outro rapaz perto, que eu também tinha gostado bastante do visual, mas ele acabou ficando o tempo todo conversando com uma mulher bem mais nova que eu.
Fiquei um pouco decepcionada com a escolha dele, confesso.
Foi aí que eu resolvi: “Se ele quer menina novinha, eu vou ficar com quem me quer de verdade”.
Puxei o Vanderlei pela camisa social dele, olhei bem nos olhos dele e lasquei um beijo bem gostoso na boca. Ele correspondeu na hora, segurando minha cintura.
Foi um beijo longo, quente, daqueles que vão esquentando a noite. O beijo foi esquentando tanto que a gente mal conseguia parar. A ‘Cleo’, estava toda molhadinha.
Foi o Vanderlei quem tomou a iniciativa e perguntou, com a voz rouca:
— Vamos pro Motel?
Eu sorri, mordi o lábio e respondi na hora:
— Sim, vamos!!!
O que demorou um pouco pra sair do local, foi a fila para pagar a comanda. Demorou uns 15 minutos ou mais.
Cada um pagou a sua comanda. Ele foi no meu carro. Assim que saímos do estacionamento, o clima já estava insano, pegando fogo. Eu dirigia com uma mão no volante e a outra... masturbando seu pau delicioso. Não era grande, tamanho normal. O bofe estava com a mão na minha ‘Cleo’.
Eu, safada, parei o carro, levantei um pouco o vestido, tirei minha calcinha preta de renda bem devagar e entreguei na mão dele como presente. Vanderlei cheirou muito a calcinha, e guardou no bolso da calça com um sorriso largo.
Quase transamos dentro do carro de tanto tesão. Os dedos dele, não parava de roçar a minha buceta, me dedando gostoso enquanto eu tentava prestar atenção na rua.
Quando parávamos num sinal fechado, pegava no pau dele e ficava masturbando devagar, apertando a cabeça. A gente se beijava, os dois loucos de vontade.
Chegamos no motel (um mais simples, daqueles que a gente escolhe quando a pressa é grande). O quarto era básico: cama grande, se, espelho na parede, luz fraquinha, sem hidromassagem e nem piscina.
Assim que entramos e trancamos a porta, eu pedi pra ele tirar várias fotos ousadas minhas. Fiquei de quatro na cama, levantei o vestido, mostrei a buceta e a bunda, fiz caras bem safadas... ele fotografava bem e elogiava o tempo todo.
Depois das fotos, a gente não aguentou mais, se pegou daquele jeito. Tiramos as roupas rapidinho. Eu me ajoelhei e comecei a chupar ele com vontade, bem fundo, babando no pau, nas bolas. Ele gemia alto e segurava meu cabelo.
Depois ele me deitou na cama, abriu minhas pernas e me comeu com a língua, chupando meu clitóris e enfiando a língua dentro de mim até eu tremer e gozar.
Quando não deu mais, ele vestiu um preservativo na rola, me virou de quatro e meteu com tudo na ‘Cleo’ primeiro, bem fundo, com muita força. Porra, temei várias com força, ele arrebentando a ‘Cleo safada’.
Depois pediu pra foder meu cu. Eu deixei, ele lambeu e babou na portinha do meu cu, e foi enfiando devagar, dizendo; ‘relaxa mais gatona’, - até conseguir meter tudo.
O pau dele não era grande, mas é o cu, né? Sempre dói um pouco no começo. Aí, depois, foi festa! Ele aumentou o ritmo, socando meu cuzinho enquanto eu gemia alto, masturbando a ‘Cleo’, esfregando os dedos nela e no clítoris.
Mudamos pra ‘missionário’, ele metendo ora na buceta, ora no cu. Depois, eu fiz uma espanhola bem gostosa, apertando os peitos em volta do pau dele enquanto ele empurrava.
Voltamos pra cavalgada, eu sentando primeiro a buceta, e depois sentando no cuzinho. Ele não aguentou e gozou forte dentro da camisinha socada no meu ânus, gemendo alto.
Eu gozei logo depois, me masturbando, tremendo inteira, apertando os dedos no clítoris. Ficamos um tempo na cama, suados, recuperando o ar. Conversamos durante essa pausa.
Depois de um tempo descansando na cama, Vanderlei me puxou pela mão e disse:
— ‘Vamos tomar um banho juntos?’
Topei, fomos pro banheiro. Pelo menos, a água estava quente, e o clima ainda mais. Rolou muitos beijos, toques, ele me virou de costas, me encostou na parede do box, se abaixou, me chupou toda. Levantou, e me penetrou por trás, anal, sem camisinha. Vacilei, mas foi o que aconteceu, preciso ser sincera com vocês. NÃO COMENTAM ESSE ERRO.
O Bofe metia fundo, segurando meus quadris, nos seios com força. Ao mesmo tempo, uma mão dele desceu e massageava meu clitóris, deixando a ‘Cleo’ mais excitada.
Depois enfiou na buceta, eu gemia alto, empinando a bunda pra ele. Gozei gostoso assim, tremendo as pernas, quase escorregando no chão molhado. Ele continuou metendo até não aguentar mais.
Quando sentiu que ia gozar, tirou o pau, me virou de frente, ‘pedindo pra eu ajoelhar, porque queria gozar na minha cara’.
Assim que ajoelhei, o bofe ejaculou forte no meu rosto e nos meus peitos. Eu adorei... gostei de verdade... olhei pra ele com cara de putona e lambi um pouco.
Satisfeitos sexualmente, tomamos banho direito depois, rindo e nos beijando. No quarto, enquanto nos secávamos, conversamos um pouco. Ele disse; ‘que tinha adorado me conhecer, que eu era uma mulher incrível e muito intensa’.
Eu falei; que ele tinha sido uma ótima companhia e que tinha me feito esquecer do cansaço do dia.
Trocamos o WhatsApp, ele salvou meu contato, e eu salvei o dele como “Vanderlei – Pé de Manga ??”.
Nos vestimos, ele pediu um Uber pra voltar e pegar o seu carro. Lá fora do motel, me acompanhou até o carro, me deu um beijo de língua, apertou minha bunda por cima do vestido e disse:
— ‘Qualquer dia a gente repete, hein?’
Eu sorri e respondi:
— Quem sabe, né?
Entrei no meu carro, liguei o carro, o som, e voltei pra casa, com o corpo leve, com aquele sorriso no rosto.
E é isso, meus amores. Mais uma noite quente pra conta. Obrigada por acompanharem até aqui.
Fofuxos, vai nos meus álbuns, têm mais fotos lá dessa noite.
Boa noite e sonhem comigo... ??
Zana ??
CACHORRA GOZEI LENDO SEU CONTO, PUTA SAFADA, CACHORRA DE RUA TESUDAAAA
Voltou mais puta do que nunca 😋
Desculpe, mas as fotos que adicionei junto ao conto, não foram postados. O erro foi do site. As fotos estão no álbum (último). Comentem, please. 🥰