"" DOU ASA A IMAGINAÇÃO, QUEM QUISER LER JM CONTO COM SEUS SEGREDOS, MANDA MENSAGEM E FAREI COM SIGILO!
Ana era uma esposa insaciável. Morava com o marido Carlos, o filho Lucas (24 anos) e a filha Beatriz (22 anos). Carlos sempre fora um corno manso e submisso. Ana adorava humilhá-lo. Sempre que sentia tesão, mandava o marido sair da sala ou ficar de costas, sem trancar a porta. Vestia apenas lingerie transparente e recebia qualquer homem — ou vários ao mesmo tempo — enquanto dizia em voz alta:
— Meu marido não manda porra nenhuma aqui. Podem me foder sem vergonha, ele adora ouvir.
Carlos obedecia como um pau-mandado. Ficava sentado de costas, ouvindo os gemidos, os tapas, os gritos de prazer da esposa sendo arrombada. Nunca reclamava. Só ficava de pau duro, sofrendo em silêncio.
Lucas observava tudo desde adolescente. Cresceu vendo a mãe como a puta da casa e desenvolveu um tesão doentio por ela. Começou a filmá-la escondido, criou um grupo privado no celular com dezenas de amigos pervertidos e compartilhava fotos e vídeos da mãe em posições degradantes. “Olha minha mãe sendo usada como vadia enquanto o corno do meu pai fica olhando”, escrevia. Os amigos babavam.
Ele planejou algo grande: um gangbang BDSM pesado com dez amigos extremamente dotados, conhecidos por dominarem mulheres sem piedade. Todos maiores de idade, tarados e sem limites.
Naquela manhã fatídica, Ana acordou possuída pelo tesão. Desceu só de calcinha fio-dental, sem sutiã, os seios grandes balançando. Os dez amigos de Lucas já haviam chegado. Ela sorriu como uma vadia profissional, esfregou o corpo em cada um, beijou na boca e olhou para Carlos com desprezo:
— Hoje vai ser especial, meu corno. Fica quietinho aí.
Carlos estava tão excitado que pediu permissão para ir ao banheiro. Ana riu:
— Não. Se quiser mijar, faz na calça na frente de todo mundo. E não ousa tirar o pau pra fora.
O clima ficou insano. Lucas, completamente fora de controle, virou para o pai:
— Eu também ia pro banheiro bater uma punheta pensando na minha mãe sendo arrombada… mas foda-se. Vou fazer aqui.
Ele abriu o zíper e tirou a rola grossa e dura para fora, bem na frente de todos. Olhou para o pai com um sorriso sádico:
— Vem, corno viado. Pega na pica do seu filho.
Carlos, alucinado de tesão e humilhação, obedeceu. Segurou a rola do filho, apertou, sentiu o calor e o peso. Murmurou gemendo:
— Que delícia… é assim mesmo. Sem respeito. Só querer e pegar.
Foi o gatilho. Lucas perdeu totalmente a noção. Mandou o vídeo ao vivo pro grupo e chamou mais gente. Ana, com os olhos brilhando de luxúria, declarou:
— Hoje eu sou da rua. Quero rola pra caralho. Meu filho vai arrombar meu cu enquanto eu levo rola na boca e na buceta. E o meu corno de marido fica proibido de tocar em mim. Quero que vocês maltratam o rabo dele também.
A orgia explodiu.
Ana foi colocada no centro da sala sobre uma mesa. Mãos fortes amarraram seus pulsos e tornozelos. Os dez amigos caíram em cima dela como animais. Dois paus enormes entraram ao mesmo tempo na buceta, esticando-a ao limite. Outro invadiu sua garganta. Lucas, sem piedade, cuspiu no cu da mãe e enfiou sua rola grossa até o talo. Ana gritava de prazer misturado com dor:
— Isso! Arromba a buceta da sua mãe! Me usa como uma vadia de verdade!
Carlos foi obrigado a ficar de quatro ao lado, com a cara bem perto da ação. Um dos caras meteu o pau na boca dele enquanto outro dava tapas fortes na sua bunda e enfiava dedos sem lubrificante. Ele gozou na calça só de ver o filho fodendo a própria mãe com força bruta.
A putaria ficou cada vez mais insana. Ana era virada de um lado para o outro, dupla penetração anal, bukkake, tapas no rosto, cabelo puxado, xingamentos. Lucas filmava tudo de perto, mandando os amigos gozarem na cara da mãe enquanto ele metia no cu dela.
Foi nesse momento que a porta abriu.
Beatriz chegou em casa, viu a cena e parou por dois segundos. Em vez de choque, um sorriso safado surgiu em seu rosto. Ela largou a bolsa, tirou a blusa e disse em voz alta:
— Me amarrem também. Quero ser tratada como a vadia que eu sempre fui. Na frente do meu paizinho corno, que sempre me olhou com tesão escondido. Façam com vontade, sem limite.
Os homens não pensaram duas vezes. Beatriz foi amarrada ao lado da mãe. Mãe e filha lado a lado, sendo destruídas. Lucas metia na mãe enquanto um amigo enorme fodia a filha com força. Carlos era obrigado a assistir tudo, com o pau preso na calça molhada de mijo e porra, enquanto chupava os paus que saíam das duas.
Não havia mais limites. Gozadas dentro, fora, na cara, nos cabelos. Ana e Beatriz se beijavam enquanto levavam rola. Lucas trocava de buraco — fodia a mãe, depois a irmã, depois voltava. Os amigos revezavam, usando as duas como brinquedos sexuais. Tapas, mordaças, correntes, tudo.
A casa inteira cheirava a sexo, suor e porra. Gemidos, gritos, tapas e risadas pervertidas ecoavam. Carlos, o corno supremo, só observava e obedecia ordens — lamber o chão sujo, segurar os paus que entravam na esposa e na filha, agradecer por cada humilhação.
A putaria durou horas. Todos gozaram várias vezes. Ana e Beatriz, exaustas, cobertas de porra, sorriam satisfeitas. Lucas olhou para o pai e disse:
— Bem-vindo ao novo normal dessa casa, corno.
E todos riram, sabendo que aquilo era só o começo.



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