Esse é meu primeiro conto aqui e espero que gostem. Aconteceu de fato e vou tentar ser o mais fiel à realidade possível. Para o relato não ficar muito longo, explico que aquela seria a terceira vez em 3 meses. E provavelmente, não a última. Eu estava viciadinha, gostava do arriscado, do proibido, do secreto, do toque do desconhecido no meu corpo ávido... não entendia as outras mulheres da minha faixa etária - 60+ - que alegavam não ter desejos sexuais... eu os tinha, muito! E minha coleção de vibradores não me deixava mentir, rsrs. Navegando em um site diferente, mais "explícito", escolhi um rapaz moreno e bem apessoado. Novinho, não devia nem ter 30. Mandei mensagem. Respondeu rápido e mandou contato. Adicionei. A foto era diferente da do perfil no aplicativo, mas era compreensível, o sigilo era imprescindível. Conversamos um pouco e alinhamos algumas preferências. Ele falou que poderia sim começar com uma massagem erótica e se eu quisesse chegaríamos às "vias de fato", mas isso não era obrigatório. Aconteceria apenas o que fosse de minha vontade. Exultei e afirmei que queria muito transar, já estava há séculos sem uma boa foda e estava com um tesão absurdo. Trocamos mais algumas mensagens picantes e ele mandou uma foto da pica - grossa, tamanho ideal, dura, delícia! Salivei. Que pica maravilhosa! A imaginação logo foi a mil e eu que tinha pouquíssima experiência, queria tudo que aquela rola pudesse me proporcionar. Marcamos para outra semana, num sábado à tarde. Nunca uma semana me pareceu tão longa, os dias se arrastando, lentos. Sonhava com aquele encontro, desejando que ele cumprisse tudo o que havia prometido: me fazer gozar em sua boca, pois era sua especialidade... gozar no seu pau como um macho faz sua fêmea delirar de gozo... chupar meu cuzinho virgem até sua língua me penetrar e eu gozar de novo, de infinitos jeitos... Imaginei o encontro mil vezes diferentes, ansiando que o dia chegasse logo. E o tão sonhado sábado chegou. Havíamos marcado às 13h, mas pedi que chegasse 15 minutos antes e nos encontrássemos na porta, evitando riscos de imprevistos. Enquanto eu entrava primeiro e me registrava, ele aguardaria do lado de fora pelo meu aviso para entrar. Quando cheguei ele já estava lá. Gostei da pontualidade, mas não acreditei que ele estivesse tão ansioso quanto eu, afinal aquela era sua "profissão" ou uma delas. O acordo não incluía intimidades além das sexuais e era isso exatamente o que eu buscava. Não houve nada além de um reconhecimento rápido. Entrei. Após um rápido registro informei que aguardava uma pessoa e fui pro quarto designado. Perfeito. Simples, mas eficiente para o esperado. Uma cama de casal e um espelho na parede oposta. Um banheiro com o básico - chuveiro e sanitário. Um frigobar num canto. Despi-me com rapidez e mandei mensagem pro boy com o número do quarto. Havia deixado a porta destrancada, ele só precisaria entrar. Não demorou. Achou- me em pé em frente ao espelho da parede enrolada numa toalha, tímida. _ Oi de novo! _ ri um tanto quanto nervosa _ Entre e fique à vontade. _ Oi, linda! Okay. _ Trancou a porta e imediatamente pôs-se a tirar a calça e a camisa, mantendo a boxer preta. Olhei logo o volume grosso e meu coração acelerou. Não era grande, mas a circunferência era mesmo grossa. Tremi um pouco, afinal lá se ia um longo período sem uma rola a preencher minha bocetinha solitária e eu havia dito isso a ele. Ele pressentiu a leve tensão. _ Não prefere deitar? Posso começar a massagem com vc de bruços pra mim, só pra quebrar o gelo e aí vc vai me dizendo o que quer, o que gosta... Mirei sua imagem através do espelho e falei, a voz rouca pela ansiedade: _ Meu bem, vou ser bem sincera. Como eu disse nas nossas conversas, não é a minha primeira vez com um profissional, mas é a primeira que quero transar gostoso. Não precisa de massagem pra quebrar o gelo, minha boceta tá pegando fogo, tô explodindo de tesão, não tem mais gelo nenhum pra ser quebrado, rsrs. Ele sorriu, meio sem graça e me encarou de volta. _ Vem cá, vem... Vem tirar essa toalha e descobrir o que está guardadinho pra vc... vem me mostrar tudo o que vc tem aí... Sorriu de novo e obedientemente parou atrás de mim, roçando seu corpo no meu e deslizando as mãos pelos meus braços. Fez suspense para me despir, os dedos brincando com a toalha por longos minutos. Suspirei forte, cheia de tesão. Enfim, a toalha foi tirada e revelou minhas curvas fartas, meus seios nus, caídos, os bicos duros de excitação, um fio dental branco que entrava todo na minha bunda grande e que mal cobria minha boceta gorducha e careca. Me esfreguei no seu corpo, a bunda pressionando o pau. _ Pode se deliciar, meu bem. Abrace, beije, lamba, chupe, morda, cada pedacinho do meu corpo é todo seu... Me mostre tudo, tudinho... _ nem me reconheci, tal era o fogo que me consumia. Ele não perdeu tempo. Abraçou-me ainda por trás, o reflexo pelo espelho mostrando mãos grandes e fortes acariciando todo o meu corpo. Eu rebolei lentamente contra o pau duro, me esfregando gostoso, sentindo todo aquele volume na bunda. Ele abaixou a cabeça e pôs-se a distribuir beijos e lambidas por meu pescoço, elevando minha excitação a um nível gigantesco e a imagem que o espelho devolvia era muito sensual. Com as mãos em concha buscou meus seios e massageou-os com força cuidadosa, pinçando e beliscando os biquinhos deliciosos. _ Ahhhhh... q delícia, amor... hummmmm... _ Gostosa... - sussurrou no meu ouvido, aspirando meu perfume com gosto. _ Você é uma delícia e tá me deixando louco de tesão... Seu pau parecia ter crescido mais enquanto sarrava minha bunda farta. Joguei a cabeça pra trás, fechei os olhos e me entreguei com um suspiro profundo. _ Louca de tesão tô eu... olha como tô molhadinha pra vc... E coloquei eu mesma a mão dele por cima da minha calcinha, que já estava ensopada. _ Nossa, tudo isso pra mim, delícia? Hummmm, vc tá meladinha do jeito que eu gosto e mal posso esperar pra beber todo esse mel... E enfiando a mão dentro da minha calcinha, lambuzou os dedos nos sucos da bocetinha que latejava e massageou meu grelo inchado e duro. Sem me soltar, levou-me até a cama e deitou-me de bruços. _ Que bunda grande e gostosa que vc tem, linda... e esse fio dental enfiado no cuzinho... hummmm.... E começou a alisar meu corpo, me fazendo gemer, deliciada. Abriu minhas pernas e encontrou meu cuzinho imprensado na calcinha minúscula. Massageou lentamente meu corpo por alguns minutos e a cada passada de mãos, mais próximo chegava da parte interna das minhas coxas grossas e das virilhas, levando-me à loucura. Afastou a calcinha e acariciou minha boceta encharcada. _ Tira, amor... Ele não se fez de rogado, tirando do caminho a peça minúscula, mas que estava atrapalhando suas carícias na minha pepeka quente como fogo. Completamente nua, arrebitei a bunda, facilitando o acesso dos dedos mágicos do meu massagista. O primeiro orgasmo veio rápido, seus dedos usando de meus próprios sucos como lubrificante natural, e eu gemi alto e tremi convulsivamente. _ Hummmm, que delícia! _ Isso foi só o começo, linda, tem muito mais... Ele não perdeu tempo. Recomeçou a massagem pelo meu corpo. Me colocou de ladinho, recostada nele, a pica dura na minha bunda, acariciou um seio, fez o mesmo do outro lado com o outro seio e inclinando-se mais, soprou no meu ouvido. _ Vc é deliciosa, uma putinha maravilhosa, quente, uma boceta gostosa que não tô aguentando de vontade de chupar... _ Então vem chupar, amor... me faz gozar na sua boca... Me colocou de 4, a buceta exposta derramando mel, insaciável, o cuzinho piscando. Espalhando beijos, lambidas e mordidas suaves por minhas costas e nádegas, chegou à boceta gulosa. _ Ahhhhhhh, ahhhhhhh, ai, amor... q delícia.... ahhhhhhh... Eu gemia muito alto enquanto ele beijava de língua minha boceta sedenta e pulsante. Beijou, sugou, mordiscou, lambeu e pôs-se a mamar por trás meu grelo avantajado, que já estava duro e saliente. Sentia meu cuzinho piscar em conjunto com a boceta e sem aviso, não resistiu e colhendo um pouco da lubrificação que escorria da minha fenda molhada, enfiou um polegar cuidadoso no buraquinho apertado. Travei, mas não reclamei e ele começou um vai e vem lento e delicado, sem parar de chupar minha boceta gulosa, fodendo com carinho minha entrada intocada. Convulsionei, gritando e gozando forte, meu mel sugado com maestria pela língua deliciosa daquele boy maravilhoso. Desabei na cama, respiração sem ritmo, me deliciando naquele gozo intenso e único. _ Hummmmm... nossa, que delícia... É realmente a sua especialidade, rsrs... Ele riu com gosto. _ Nenhuma se queixou até hoje, kk. _ Com certeza não! Kkk Ele aproximou-se e encaixou a pica dura na minha raba. _ Sei que falamos sobre eu não comer seu cuzinho... por isso só enfiei um dedo... mas se vc quiser... _ e esfregou a pica na bunda com vontade. _ Não... nunca dei meu cuzinho e não pretendo... curti muito seu dedo, adoro lambidas e chupadas, mas dar o cu não vai rolar... _ Sem problemas, gostosa... eu nem faço questão de anal, mas seu cuzinho é muito apertadinho e viajei um pouco, rsrs... _ Eu deixo lamber e chupar à vontade, gosto de carícias, gostei que enfiou o dedo, mas a "viagem" termina assim... Ele nem me esperou acabar de falar. Colocou-me de 4 de novo e mergulhou a língua no cuzinho que já piscava outra vez. Lambeu bastante e endurecendo a língua, penetrou meu buraquinho apertado, numa foda enlouquecedora. Alcançou minha boceta e dedilhou meu grelo. Com o duplo estímulo, não aguentei e gozei de novo, tremendo como se tivesse levado um choque. Dei um longo gemido e perdi a noção de tempo e espaço. Levei vários minutos para me recompor. _ Agora entendo totalmente quando me falou da sua "especialidade", kkk. Ele riu deliciado e deitou-se junto a mim, o pau duríssimo, a cueca melada. Agradecida, tentaria retribuir um pouco do enorme prazer que ele havia me proporcionado. Ajoelhei-me e inclinada, pus-me a percorrer aquele corpo musculoso com as mãos e com a boca. Ele remexeu-se inquieto e paralisou quando eu delicadamente removi sua boxer, liberando a pica grossa e bastante babada. Nunca havia chupado uma rola, nunca quisera na verdade, mas senti um desejo enorme por aquela. Envolvi o mastro com ambas as mãos numa punheta lenta, a glande ora exposta, ora coberta e foi a vez dele gemer alucinado. _ Vou ter que fazer um esforço gigantesco pra me controlar, delícia. Vc tem mãos de fada e mal posso esperar por essa boquinha linda... Estiquei o braço e alcancei a camisinha com sabor que havia comprado. Iria me deliciar com aquela pica gostosa sim, mas não iria chupá-lo em pelo, afinal ele era garoto de programa e sem dúvida nenhuma tinha uma vida sexual intensa. Embora todos alegassem autocuidado extremo, não dava pra esquecer a proteção e ele havia concordado com meu ponto de vista. Ajudou-me a vestir o cacete e voltei a distribuir beijos e lambidas por todo o seu corpo, provocando-o, demorando propositadamente a abocanhar sua rola grossa e que parecia ter vida própria, pois balançava de um lado a outro, afoita como se quisesse logo acabar com aquele tormento. Dengosa e safada, sem tirar os olhos de sua expressão deliciada, eu lambi toda a sua extensão, sem esquecer as bolas, punhetei-as um pouco e finalmente abocanhei a rola. A camisinha era delicada, quase uma segunda pele e em nada tirava a sensibilidade do pau. Ele rosnou quando suguei a cabeça. Embora nunca tivesse feito de fato, tinha visto vários vídeos e segui meus instintos. Mamei com gosto enquanto o masturbava, olhos fixos nos dele, babando gostoso naquela piroca deliciosa com gostinho de morango. Deu um urro longo quando esporrou forte, sem conseguir se conter mais. Exultei, afinal era a primeira vez que eu chupava uma pica e percebi que ele também havia se entregado àquela foda gostosa. Fui até o frigobar e peguei duas garragas de água, oferecendo uma a ele, que prontamente aceitou, após se desfazer da camisinha esporrada. Conversamos banalidades enquanto nos refazíamos e logo recomeçamos uma nova sessão de carícias com palavras obscenas, que eu havia confessado a ele amar ouvir. Virou-me de bruços e testou uma palmada. Gemi mas gostei, rebolando o quadril e pedindo mais. Ele atendeu sem piscar. Enquanto me acariciava com os lábios, dava palmadas cada vez mais vigorosas nas minhas nádegas, que começaram a ficar vermelhinhas. A cada palmada eu rebolava mais, gemia forte e quando ele enfiou os dedos na minha boceta, achou-a melada e pronta pra ele. Perdeu-se nas dobras da minha gruta quente, a pica endurecendo de novo e numa siririca lenta, onde seus dedos mais brincavam e provocavam do que realmente me fodiam, me levou a mais um orgasmo delirante. Puxei a respiração, tentando me recuperar mas ele não permitiu. Jogou- me de costas na cama e arreganhou minhas pernas, expondo a bocetinha que ainda expelia o gozo de há pouco. Inclinou-se e começou a mamar um peito, enquanto beliscava e torcia o outro. Me contorci, não aguentaria gozar tão rápido de novo e protestei rindo. Ele solenemente me ignorou, continuando a mamar gostoso, ora um peito, ora o outro. Beliscava os bicos, torcia, numa carícia excitante e dolorida. Com a mão livre, enfiou dois dedos de uma vez na gruta molhada e achou meu ponto G, que eu só sabia da existência pelos livros. Me contorci mais, o tesão me enlouquecendo de novo, mas antes que eu pudesse gozar ele retirou os dedos e parou de sugar meus seios. Protestei mas ele de novo, ignorou. Num movimento rápido, rasgou a embalagem de uma camisinha e encapou o pau que já estava duríssimo. Obviamente estava habituado àquilo, impossível contar quantas mulheres levara pra cama, era seu ofício, mas repetia sem parar que eu era uma mulher muito receptiva e muito gostosa. Deitou-se acima de mim, sem colocar todo o peso de seu corpo e apoiando-se num antebraço, encaixou a pica na minha entrada gulosa, com carinho e cuidado, pois já o havia prevenido que há muito não transava, foi penetrando- me vagarosamente, a rola esticando minhas paredes internas, dando-me tempo de me acostumar com sua circunferência. Eu estava bastante lubrificada, mas ainda assim a cabeça da piroca custou muito a entrar. Paralisei mas ele me acalmou, redobrando as carícias no meu corpo e novamente sussurrando obscenidades no meu ouvido, foi enfiando o pau, penetrando com calma, até que entrou tudo. Eu tremia de tesão, encantada por ser novamente preenchida por uma rola de verdade. Suspirei fundo e comecei um rebolado lento. Os dedos dele começaram uma nova siririca - enquanto sua pica me fodia lentamente - beliscando, puxando e esfregando meu grelo. Aumentei o vai e vem e ele acompanhou meu ritmo. Mudamos inúmeras vezes de posição e eu me sentia uma boneca em suas mãos, mas estava adorando cada minuto. Ele era maravilhoso e fodia muito gostoso. Pela primeira vez na vida gozei numa pica, radiante e maravilhada. Ele gozou em seguida, derramando seu leitinho dentro do preservativo. Saiu devagar de dentro de mim, prolongando o momento. Retirou a camisinha com cuidado, amarrou e descartou. Olhou-me semi desmaiada na cama e riu. _ Foi bom pra vc?- não conteve a brincadeira. _ Deixa minha alma voltar pro corpo e eu te respondo, kkkk. Ainda tínhamos alguns minutos. Preferi tomar banho sozinha, não podia confundir as coisas, por isso também não quis beijar na boca. Foi perfeito, mas foi apenas sexo e deveria ficar assim. Saí e foi a vez dele em usar o banheiro. Arrumamo-nos rapidamente e paguei a quantia combinada. Achei que me sentiria mal por isso, afinal havia pago pra ter sexo, mas surpreendentemente a sensação ruim não veio. Pelo contrário, me senti preenchida, exultante... bem comida, rsrs. Além disso, os homens não faziam isso o tempo todo? Porquê isso seria prerrogativa deles? As mulheres tinham os mesmo direitos! Radiante, esperei por ele e saímos juntos. Agradeci pela maravilhosa foda, nunca tinha me realizado tanto. Ele se colocou à disposição para sempre que eu quisesse repetir a dose e me deu seu número pessoal escrito num cartão. Seu carro de aplicativo chegou e ele foi embora. O meu chegou em seguida. Entrei. Olhei pro lado e vi a lixeira que o motorista dispunha para os passageiros descartarem seus resíduos. Peguei o cartão dele da bolsa, rasguei em milhões de pedaços e coloquei naquele saquinho de lixo. Era melhor assim, a foda fora incrível, perfeita, mas não deveria se repetir. Era melhor evitar problemas e deixar o sexo pelo sexo. Haveriam outras vezes e preferia não repetir figurinha.
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