Por causa de uma brincadeira um cachaceiro me chantageou

Me chamo Camila Monterrey, atualmente tenho 23 anos, tenho quadril largo, cintura fina, 1,70m de altura. Sou filha de contador e minha mãe tinha uma escola.

Desde a adolescência eu estava acostumada a ser o centro das atenções. A genética sempre foi generosa comigo. Enquanto muitas meninas passavam anos tentando mudar o corpo com academia e dietas, eu praticamente nasci com o tipo físico que hoje chamam de "cavalona". Aos quinze anos eu já tinha praticamente o mesmo corpo que tenho hoje. E eu sabia disso.

Sabia que era bonita, sabia que chamava atenção e, principalmente, sabia usar isso ao meu favor.

O problema é que beleza, quando se mistura com arrogância, costuma produzir uma pessoa difícil de suportar. Eu era exatamente assim. Nunca fiz questão de ser simpática. Pelo contrário. Gostava de sentir que as pessoas faziam de tudo para chamar minha atenção e eu simplesmente as ignorava.

Muitas vezes eu nem precisava dizer nada. Bastava um olhar de desprezo. Quando alguém insistia, eu respondia de forma seca, debochada ou até humilhava a pessoa na frente dos outros.

As poucas amigas que eu tinha eram praticamente iguais a mim. Era comum sentarmos em algum lugar movimentado apenas para observar as pessoas passando e fazer comentários maldosos. Ríamos da roupa de alguém, da aparência de outro, do jeito de andar, da forma como falavam.

Entrei para faculdade aos 17 anos para cursar psicologia, em plena pandemia. Era o ano de 2020, e as aulas começaram de forma online. Alguns meses estudando, o professor passou um trabalho para fazer sobre os limites da maldade humana – o tema principal era para dissertar se o ser humano nasce mau ou o meio em que ele vive que o molda.

Passei dias pensando. Pesquisei artigos científicos, li textos de psicologia, assisti documentários. Mesmo assim sentia que faltava alguma coisa.

Eu queria encontrar um exemplo que realmente mostrasse até onde uma pessoa comum pode chegar quando acredita que não haverá consequências.

Foi então que me lembrei de uma história que havia visto anos antes. Era sobre uma artista plástica que resolveu fazer um experimento social. Ela permaneceu completamente imóvel durante horas enquanto diversas pessoas poderiam fazer absolutamente qualquer coisa com ela. Ao lado tinha uma mesa com vários objetos, inclusive uma arma de fogo. No começo as pessoas somente a observavam, mas como o tempo começaram a dar beliscões, tapas, depois começaram a pegar objetos da mesa e agredi-la. Depois, um deles pegou uma arma e começou a apontar para sua cabeça. Por muito pouco ela não foi morta.

Ali estava um excelente ponto de partida para o trabalho. Precisava apenas organizar as ideias. Como minha casa era muito barulhenta, resolvi ir até a escolinha da minha mãe. Lá havia mesas grandes, material de escritório e bastante espaço para espalhar livros e anotações. Imaginei que encontraria o lugar vazio.

Mas, quando entrei, vi cerca de oito alunos. Minha mãe sorriu ao me ver.

- Que bom que você está aqui, as mães deles deixaram aqui porque não tem com quem deixar pra ir trabalhar. Preciso sair e você fica aqui para cuidar deles.

Meu sorriso desapareceu. Ela pegou a bolsa e completou:

— Preciso resolver umas coisas rapidinho. Você fica aqui tomando conta deles.

Olhei para ela completamente indignada.

— Ah, não, mãe... — Eu vim justamente porque achei que a escola estava vazia.

Ela fez uma expressão de quem já esperava minha reação.

— Infelizmente não está. E eu realmente preciso sair.

Fiquei furiosa, xinguei em pensamento as mães deles, mas não tive opção.

Tranquei o portão e fiquei lá dentro com aquelas petes. Liguei para uma de minhas amigas e contei sobre minha mãe me deixar ali, cuidando dos pirralhos, sendo que é trabalho. Infelizmente o lockdown ainda estava sendo planejado.

Conversamos durante quase meia hora. Ela também estava sem fazer nada por causa das restrições da pandemia. Então resolveu aparecer na escola. Depois de alguns minutos, percebemos que várias delas olhavam discretamente para nós.

Minha amiga abriu um sorriso malicioso. Ela sempre tinha ideias absurdas.

— Quer ver uma coisa?

— O quê?

Ela riu.

— Vamos fazer uma brincadeira com eles.

— Que brincadeira?

Ela aproximou o rosto e falou baixinho no meu ouvido.

Franzi a testa.

— Você está ficando louca?

Ela deu risada.

— Faz, Camila.

— Eu não vou fazer isso.

— Vai ser engraçado.

— Engraçado para quem?

Ela continuava sorrindo.

— Judia deles um pouquinho, deixe eles com tesão. Eles vão ficar loucos de vontade e vão se acabar na punheta.

Ela pegou meu celular e disse:

- Vai lá no banheiro e volta, vou colocar eles pra dentro da sala. Depois você vem, e eu vou filmar.

- Filmar não, você tá doida?

- Para de se chata, só a gente vai ver!

- Ai, caralho, tá bom!!

No fim acabei me interessando pela ideia e fui até o banheiro. Fiquei um tempo lá e voltei e entrei na sala. Minha amiga me filmou desde o banheiro até a entrada na sala:

- Atenção, vou dar aula pra vocês, já que estão aqui, vão ter que estudar.

Quando entrei na sala, eles tomaram um susto e ao mesmo tempo não conseguiam tirar os olhos de mim. Eu estava completamente nua. Passei lição na lousa e chamei um a um na mesa para explicar a matéria e coloquei eles sentados no meu colo e comecei a explicar. Depois coloquei uma música e fiquei dançando.

Nunca vi tanta timidez na face de alguém. Aqueles garotos estavam vermelhos de vergonha. Depois vesti minhas roupas e minha amiga devolveu meu celular e ficamos rindo da cara dos moleques, que estavam envergonhados com a situação, pois a gente zuava muito. Quando fui pra casa, não achei meu celular, peguei um outro e liguei para minha amiga e ela jurou que não tinha pegado. Com tinha senha nem me preocupei.

No outro dia, meu pai chegou e me entregou um envelope que estava na caixa de correios que estava endereçado a mim. Peguei o envelope e pedi para ele deixar eu estudar no escritório dele. Fui pra lá e já era noite. Quando cheguei lá percebi a tranquilidade, pois estava sozinha. Mas durou pouco, pois resolvi ver o que estava no envelope e tinha uma carta e um pendrive.

Quando eu li a carta, imediatamente fui ver o que tinha no pendrive. Fiquei apavorada, fui até o portão e liguei para minha amiga.

- Alô! Ale, você não sabe o que aconteceu! Eu perdi o celular e um cara achou e viu aquele vídeo da escola e está me ameaçando.

- Minha nossa, mas não tinha senha no celular?

- Tem, eu coloquei 1234, não achei que alguém iria descobrir.

- O que ele quer?

- Ele disse que vai levar na delegacia. Eu to ferrada. O que que eu faço – nessa hora já estava chorando.

- Ele disse que eu vou ser presa por ter ficado nua e ter dançado para os garotos. Ele escreveu num papel que todo mundo vai saber e minha mãe vai acabar perdendo alunos por causa de ter uma filha biscate e bem vagabunda. Socorro! O que que eu faço?

Ficamos um bom tempo tentando achar uma solução e nada. Entrei no escritório e tranquei a porta e fiquei ali pensando e chorando. Até que alguém bateu na porta e meu coração gelou. Não respondi e bateram de novo.

- Eu sei que você está aí, eu te vi entrar – era a voz de um homem

- Quem é? O que é que você quer?

- Sou o cara que achou seu celular.

Abri a porta correndo, com medo dele ir embora. Vi que era um homem de uns 40 anos, ele fedia muito, estava sujo como se tivesse dormindo há dias na rua. Eu o tinha reconhecido, pois era um dos amigos do meu pai. Era um viciado em cachaça. Ele ia em casa às vezes, coma esposa e um filho e uma filha, que tinha mais ou menos a minha idade.

Eu sempre notava que ele ficava me olhando, e o filho dele também, e eu sempre esnobava e ia pro meu quarto quando ele estava lá. Nunca conversei com ele.

- Moço, não faz isso não, me devolve o celular. Vou quer dinheiro eu dou, quanto você quer? – nessa hora eu estava chorando e implorando.

- Eu também quero ver você pelada.

- Não moço, isso não, me diz quanto você quer?

- Eu quero ver você pelada, ou vou na delegacia e quando os pais souberem o que você fez, sua mãe vai perder a escola.

- Não faz isso, eu te dou dinheiro, me fala quanto? Não faz isso comigo não, você é amigo do meu pai.

O homem foi indo embora e dizendo que ia na delegacia.

- Tá bom, eu faço.

- Mas eu que vou tirar, se não vou na delegacia.

Não tive escolha, chamei ele pra dentro e ele foi tirando minha regatinha, enquanto eu chorava, depois tirou meu sutiã, depois meu shorts e por último, minha calcinha. Me fez dançar. Depois tirou o pinto pra fora e ficou batendo punheta. Era grande e grosso. Quando vi aquilo imediatamente disse pra ele ir embora.

- Só vou embora depois de chupar tua buceta. – Ele disse enquanto tentava me agarrar.

- NÃO – dei um grito seco e já ia colocar minha roupa.

- Então eu vou na delegacia.

- Não moço, eu fiz o que você queria, me devolve o celular. Eu sou filha do teu amigo, não faz isso.

- Ou eu chupo tua buceta ou vou na delegacia.

Chorei muito e ele me agarrou e me jogou em cima da mesa, tentou abrir minhas pernas e não conseguia devido a força que eu fazia. Mas sob ameaça de levar o celular na delegacia eu deixei ele abrir minhas pernas e ele caiu de boca e começou a chupar minha bucetinha. Ele foi o primeiro a chupar minha buceta.

- NÃOOO, POR FAVOR, PAAARAA, EU NÃO QUERO, PARA POR FAVOR.

Ele ficou ali chupando minha buceta por um bom tempo, depois ele tirou o pinto pra fora e foi tentar enfiar na minha bucetinha.

- NÃAOO, ISSO NÃO, NÃO FAZ ISSO, POR FAVOR.

- Então eu vou te chupar inteira, se não deixar eu como sua buceta.

- Você promete se eu te deixar me chupar, você não me come.

- Prometo, deita ai na mesa de novo.

Deitei e ele começou a me chupar ferozmente, me lábia, me chupava, batia na minha bunda, foi subindo e me chupando até encontrar meus seios. Ali ele aproveitou muito, chupou meus seios com muita vontade. Eu ficava ali, chorando baixinho, com a humilhação que estava passando e pedindo para ele parar.

Era a primeira vez que eu estava sendo chupada e tinha que ser com uma cara asqueroso e fedido. Depois ele tentou me beijar e só conseguiu sob ameaça. E continuou me chupando e voltou até minha buceta. Ficou um tempão chupando minha bucetinha e quase gozei.

Depois ele se levantou e tentou forçar a entrada da minha buceta. Tomei um susto e me afastei.

- NÃOO, VOCÊ PROMETEU, VOCÊ DISSE QUE NÃO IA ME COMER SE EU TE DEIXASSE ME CHUPAR – gritei aos prantos.

Ele me puxou de volta e disse:

- Volta aqui e me dá essa buceta, se não eu vou na delegacia. Vem logo puta.

- Não por favor – pedia clemencia enquanto chorava – eu sou virgem, você tá me ouvindo, eu não quero perder minha virgindade pra você, seu bêbado sujo. Você conhece meu pai, como você tem coragem de fazer isso com a filha dele.

Ele me puxou de volta, e sem reação, ele me colocou de frango assado e deu uma cuspida.

- O preço pra eu ficar quieto, vai ser o seu cabacinho. E eu não to nem aí de quem você é filha, bati muita punheta pra você de tanta vontade que eu tenho de te comer. E eu não to acreditando que eu vou comer teu cabacinho. É melhor do que eu esperava.

Ele se posicionou e começou a enfiar.

- PAARAAA, PARAAAA, POR FAVOR, TÁ DOENDO – fiquei ali chorando desesperada enquanto eu ficava olhando aquele pinto grosso invadindo minha buceta, aquele filho da puta estava me comendo e eu não podia fazer nada.

- Vagabunda, senti minha rola nessa buceta, sua gostosa, puta que pariu, que delicia de novinha. Eu sempre quis te comer, sua putinha. Sou amigo antigo do seu pai e agora to comendo a filhinha gostosa dele. Vi você crescer e agora vou seu o primeiro a te fuder.

- NÃOOO, NÃO FAZ ISSO, PARA POR FAVOR.

Como eu chorava. E ele foi enfiando até que rompeu meu hímen, e foi aumentando o ritmo e socando cada vez mais forte. Vi e senti aquela rola grande invadindo minha bucetinha, milímetro por milímetro, até que entrou tudo. Aquele cachaceiro tinha acabado de ser o primeiro a comer minha bucetinha, na verdade foi o primeiro a usar meu corpo para o seu próprio prazer.

- Já era teu cabacinho, princesinha. A sua primeira vez é minha e ninguém vai tirar isso de mim, sua vagabunda.

Depois ele me pegou por baixo das minhas pernas e foi me fudendo no ar, e me levando em direção ao sofá. Montou em cima de mim e ficou me comendo na posição papai-e-mamãe e aproveitava para me beijar, enquanto socava lá no fundo. Já não estava mais doendo, e eu não queria sentir prazer, mas estava, um pouco mas estava. A sensação de estar sendo fodida estava me dando tesão e de vez em quando eu soltava uns gemidos. Eu estava me odiando por causa disso.

- AHH, que novinha gostosa, você é toda durinha- dizia ele enquanto eu choramingava e gemia baixinho – como é bom meter a rola na sua buceta, puta que pariu. Sempre olhei você por aí com seu pai e bati muita punheta por você. Não to acreditando que eu to te fudendo, não to acreditando que eu sou seu primeiro macho. Que delicia de novinha, como é bom comer a filhinha novinha do meu amigo, aahhh que delícia, como é bom ver minha rola entrando na sua bucetinha virgem, minha putinha linda.

Ele ficou ali me fudendo cada vez mais com vontade, eu estava literalmente sentindo a vontade que ele estava de me comer. Ele metia sem dó, sem se importar com o que ele estava fazendo comigo, só estava pensando no próprio prazer.

Depois ele me colocou de quatro e começou a meter forte. A sensação e de que estava sendo aberta. Minha buceta estava ensopada e ele estava socando sem dó. Ele começou a bater na minha bunda e eu comecei a gemer. Eu estava perdendo o controle.

- AAHHm AAAHHH, huummm, FODE, ME FODE, CARALHO, METE, METE COM FORÇA, METE LÁ NO FUNDO, ME BATE, BATE NA MINHA BUNDA, SEU CACHACEIRO.

- TOMA ROLA NA SUA BUCETA, SUA PIRALHA, TOMA BISCATE DO MEU CARAI, GOSTOSA, TAVA LOUCO PRA FUDER A FILHA NOVINHA DO MEU AMIGO. QUE FILHA PUTINHA E GOSTOSA QUE ELE TEM. TEU CABACINHO É MEU, SUA VAGABUNDA, NINGUÉM VAI TIRAR ISSO DE MIM.

Isso fez com que ele me fudesse com mais vontade, até que eu gritei.

- PARA, PARA, PAAARA, PORRA, PARA QUE EU VOU GOZAR, AAAAAHHHHH.

Eu estava desfalecida, e ele continuou me fudendo e batendo na minha bunda e puxando meu cabelo. De repente ele segurou no meu quadril, enfiou sua rola contudo dentro da minha buceta, segurou meu quadril e gritou.

- AAAHH, EU VOU GOZAR, EU VOU GOZAR DENTRO DA SUA BUCETA, SUA PIRANHA. VOU SER O PRIMEIRO A GOZAR DENTRO DA SUA BUCETA, SUA CADELINHA.

- NÃOOO, DENTRO NÃO, SEU FILHO DA PUTA.

Não consegui tirar, pois ele me segurou com força e gozou dentro de mim. Cai no sofá, chorando.

Ele se sentou no sofá e me puxou pelos cabelos e me fez chupar a rola dele. Depois ele me colocou de quatro e começou a comer meu cú. Quando ele tentou enfiar doeu pra caramba. Gritei de dor, chorei, mas no fim, ele comeu até gozar dentro. Ele também foi o primeiro.

Fiquei quase desmaiada deitada no sofá, com a barriga pra cima, com ele deitado em cima de mim. Depois de meia hora ele disse que ia me comer de novo.

- Ah, vai, pode comer a vontade, você já fudeu minha vida, fique a vontade.

Ele ficou me comendo por mais um tempinho antes de irmos embora. Ele me levou até em casa e quando meu pai saiu na porta, fiquei gelada e sem reação.

- Oi meu amigo – ele cumprimentou meu pai – encontrei a Camilinha na rua e como já está tarde da noite, eu resolvi acompanhar ela até aqui para que nada acontecesse com ela. Você sabe como é perigoso a noite para uma mocinha linda que nem ela ficar na rua. Tem muito tarado por aí.

Fiquei completamente envergonhada com aquela situação. Meu pai agradeceu e ele foi embora e não entregou meu celular. Só lembrei depois.

Mas ele nunca quis me devolver para continuar me chantageando e durante a pandemia inteira esse velho fedido ficou me fudendo sob ameaça.

No fim, não fiz o trabalho de psicologia e tranquei a matrícula.

Num belo dia, estava à noite no escritório e apareceu um homem. Me entregou o celular que eu tinha perdido e me deu conselho de não fazer mais aquilo. Não me pediu nada em troca e disse que não me entregou antes, porque tinha recebido uma proposta de emprego em outro Estado e veio visitar os pais.

Fiquei incrédula, se foi ele quem achou, como que o velho sabia da história. Fiquei puta da vida, pois aquele filho da puta do velho fedorento passou a pandemia inteira me fudendo, sendo que não foi ele que achou meu celular.

Quando ele apareceu para me chantagear de novo, eu disse que o verdadeiro cara que achou o celular tinha me entregado. Perguntei como ele sabia o que tinha no celular e ele me respondeu que ele estava passando em frente ao escritório e me ouviu chorando e conversando no celular com alguém e ouviu toda a história. Daí ele decidiu se aproveitar da situação e não achava que ia dar certo, mas que deu mais que certo, pois ele me comeu por muito tempo e tirou a sorte grande por ser o primeiro a me fuder.

Chorei bastante ouvindo ele me contar como ficou sabendo. Depois ele me perguntou se o cara tentou alguma coisa e eu disse que não, que ele só entregou o celular e foi embora, e ele respondeu:

- Que idiota, mas é uma mané mesmo, deixou uma oportunidade de ouro escapar, se sem celular eu te comi o ano todo, imagina se eu tivesse achado. Mas nunca que eu ia perder a chance de te chantagear e te comer a hora que eu quisesse. Mas fazer o que, foi bom enquanto durou.

Eu fiquei ali choramingando observando ele indo embora.

- Espera – falei – volta aqui.

Ele voltou e perguntou o que eu queria.

- Me fode, por favor. – e foi o que ele fez.

Na hora não raciocinei porque falei aquilo, acho que eu comecei a sofrer a síndrome de Estocolmo.

Hoje, com 23 anos, faz 6 anos que eu perdi a virgindade, não só da minha bucetinha mas do meu corpo inteiro, para o velho cachaceiro e ele. Hoje converso com os filhos e a esposa dele. O filho dele, dá pra ver na cara a vontade que tem de me comer.

E ainda dou pra ele, pelos menos umas 2 ou 3 vezes por mês. Só não dou mais porque tem mais machos me comendo.

Eu fiquei muito fácil, mas não para as pessoas da minha cidade, hoje, quando eu viajo por aí, sempre que qualquer homem chega em mim, ele consegue me comer. E olha que eu viajo todo final de semana e feriado. Eu tenho até um caderno para anotar o nome completo, data de nascimento, a cidade e o local onde me comeram. Já dei numa suruba no mato, cachoeira, casas abandonadas.

Faço essas anotações há 5 anos e já estou terminando de preencher meu segundo caderno de 50 folhas, de 28 linhas. Já que cada dia que fico fora de casa, no mínimo 5 caras por dia me comem. Já estou no número 2650 e quero aumentar a quantidade de homens para terminar mais rápido. Estou viciada em querer preencher o máximo de caderno possível.

Eu estou contando esse relato como uma forma de desabafo, pois eu quero parar e não consigo. Se me encontrarem por aí, por favor, não venham até a mim, se não vai ser mais um nome que eu vou colocar no caderno. É sério, eu quero parar.

Foto 1 do Conto erotico: Por causa de uma brincadeira um cachaceiro me chantageou


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Comentários


foto perfil usuario erly

erly Comentou em 14/07/2026

Gostei

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kassafper Comentou em 14/07/2026

Quando vai estar em Recife? Me diz aonde posso esbarrar contigo, vai ser um prazer ter meu nome catalogado em seu caderninho!

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casadosaisozinho Comentou em 14/07/2026

Quando você vai vir a floripa?




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Ficha do conto

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camilamonterrey

Nome do conto:
Por causa de uma brincadeira um cachaceiro me chantageou

Codigo do conto:
267137

Categoria:
Virgens

Data da Publicação:
14/07/2026

Quant.de Votos:
9

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1