Uns 10 dias após ter saído pela segunda vez com a Vânia (quando comi o cuzinho dela), recebi uma mensagem da Ana (filha caçula, 22 anos) que queria conversar comigo pessoalmente.
Respondi a ela que naquele dia só estaria disponível após ás 19 horas, pois tinha oftalmologista marcado ás 18 horas. Ela disse que podia ser após ás 19 horas, que não iria na faculdade e que eu enviasse mensagem a ela assim que saísse do médico.
Ás 18:50 enviei mensagem a Ana dizendo que estava livre e que poderíamos nos encontrar. Marcamos em uma pizzaria pequena próxima ao bairro que moro que é bem tranquila (eu estava com muita fome), no que ela aceitou, ela foi de Uber.
Quando ela chegou eu já estava na pizzaria, bebendo um chopp. Ana uma menina muito bonita, 1,65 alt, devia ter uns 58 kilos, corpo esguio, pele branquinha, cabelos pretos, olhos castanhos. Cumprimentamo-nos com um aperto de mãos, puxei a cadeira para ela sentar, agradeceu pela gentileza dizendo que o namorado não fazia isso e sorriu.
Eu disse que ia pedir uma pizza e se ela me acompanhava, diz que sim, escolhemos os sabores e aguardamos o pedido ser atendido.
Ela puxou o assunto me perguntando o que eu tinha feito para a mãe dela estar tão feliz apesar dos problemas com o pai. Respondi dizendo que tinha mostrado a Vânia que existia vida além do casamento, que as mulheres sendo casadas ou não, deveriam ter a coragem de fazer tudo aquilo que os homens sempre fizeram. Que nenhum casamento hoje em dia deve seguir uma única regra, que as mulheres devem buscar os prazeres em outras pessoas e serem felizes.
Ana perguntou, como assim? Então fui direto ao assunto.
Ana, sua mãe só teve o seu pai de homem a vida toda, 30 anos juntos, ela nunca transou com outro homem, ela não tinha referência de como o sexo podia ser prazeroso com outros homens, e foi isso que mostrei a ela. Levei-a ao motel duas vezes, na primeira vez fiz ela gozar três vezes seguidas no sexo oral, coisa que ela nunca tinha sentido. Na segunda vez comi o cuzinho dela bem gostoso, ela gozou intensamente, com seu pai o sexo anal era dolorido. Mostrei a ela como era diferente ter outros parceiros que proporcionam as mulheres prazeres intensos, que era isso que minha esposa sentia quando estava com outros homens, e agora o pai dela.
Perguntei a Ana como era o sexo com o namorado, no que ela respondeu que era gostoso apesar dele gozar muito rápido e ela ás vezes nem gozar, que tinham tentado fazer anal uma vez, mas não foi legal. Falei a Ana que os meninos tem muita pressa pra gozar e não tratam as namoradas com carinho e atenção, quando ela conhecer um homem mais velho que lhe dê atenção, carinho e sexo gostoso, ela vai conhecer os prazeres de um bom sexo, que era o que a Vânia estava descobrindo agora.
Já passava das 21:30, pedi a conta, paguei e saímos. Dei carona para a Ana até a casa dela, nos despedimos com um beijo no rosto e disse a ela para enviar mensagem quando quisesse.
CONTINUA...
Como descontei uma traição em dose quadrupla (parte 06_a filha caçula)