Primeiro e único encontro.

Eu, jovem professor de inglês em busca de oportunidades de trabalho quando uma amiga de uma amiga, precisando urgentemente de ajuda com uma tradução, entrou em contato. Coloquei-me à disposição para ajudar e acabei realizando o trabalho

A partir desse episódio, fiquei amigo da Tati. Passamos a nos falar diariamente e nos tornamos amigos por mensagens.

Uma noite, após dar uma volta pelo bairro, cheguei em casa e liguei o computador. Como ela estava online, começamos a conversar.

Ela comentou que estava um pouco alta e, a partir daí, decidi fazer algumas perguntas para ir além da amizade.

Perguntei se ela já estava pronta para dormir de pijaminha.

Ela respondeu:

— Estou pronta!!! mas não estou de pijama.

E fez uma pausa.

Eu disse:

— Sou de Peixes. Minha imaginação já foi longe.

— É? Você gosta de imaginar? — perguntou.

— Gosto de imaginar e, depois, realizar tudo o que imaginei — respondi.

O tom da conversa foi esquentando de forma sutil, e provocações nas entrelinhas, até que ela comentou que havia perdido o sono e me convidou para ir à sua casa.

— Tem certeza?que medo, vc bebada!!! — perguntei.

— Vem logo e traz alguma coisa para bebermos juntos.

Não pensei duas vezes. Peguei o carro e fui direto para o endereço dela, que ficava a cerca de seis quilômetros da minha casa. Parei em uma loja de conveniência, comprei uma bebida e segui viagem.

O mais interessante é que eu não a conhecia pessoalmente, apenas por mensagens e por fotos de amigas em comum. Isso aumentava minha curiosidade e a adrenalina do momento. Fui preparado, mas sem criar grandes expectativas.

Ela morava em uma kitnet na Avenida Nove de Julho. Ao chegar, enviei uma mensagem:

— Cheguei. Tem certeza?

— Vem logo — respondeu.

Subi e toquei a campainha. Ela demorou um pouco para atender e, quando finalmente abriu a porta, manteve a corrente de segurança instalada. Olhou pela fresta, como se estivesse me avaliando, e disse que estava com vergonha. Notei que ela parecia bastante nervosa, talvez mais do que eu.

Sorri e disse:

— Abre logo, agora estou aqui!

Ela repetiu que estava com vergonha, mas, por fim, abriu a porta.

Encostou-se na parede da entrada e me chamou para entrar. Assim que dei o segundo passo para dentro do apartamento, ela me puxou pelo braço e me beijou. Beijamo-nos com a intensidade de amantes que nao se via a muito tempo. Percebi que ela vestia um babydoll de seda e, ao tocá-la, senti a maciez de sua pele.

Sem que houvesse tempo para pensar, ela me segurou com força e me conduziu até a cama.Derrubamos, livros, resvistas e outros objetos da casa.

Meu pau já estava latejando com essa recepção.

Ela me jogou na cama, abriu minha calça e começou a me chupar.

— Que recepção... Já adorei te conhecer pessoalmente — falei em tom de brincadeira.

Ela riu e continuou me chupando. Parecia faminta com vontade de pau. Ela chupava engolindo ele inteiro... Ela fechava os olhos e passava meu pau em seu rosto.

Puxei-a para cima de mim, dei-lhe um beijo e disse:

— Agora é a minha vez.

Ela tinha vergonha de olhar nos meus olhos.

Saí debaixo dela, deitei ela na cama de costas e me aproximei de sua cintura. Aproveitando que vestia um short largo, abri o caminho com as mão e comecei a chupá-la por trás. Ela estava tão molhada que me lambuzei por completo. Enquanto a chupava, alternava entre sua buceta e seu cuzinho. Sempre que subia até seu cuzinho, ela se contorcia de prazer, como se nunca tivesse sentido aquilo antes.

Perguntei:

— Gosta?

— Muito.

Passei mais algum tempo explorando seu cuzinho. Ela arqueava o corpo para mim, facilitando meus movimentos. Alcancei sua mão e fiz com que ela também abrisse a própria bunda.

Levantei, coloquei a camisinha e comecei a comê-la por trás. Passei a cabeça do pau de leve pelo cuzinho e, em seguida, penetrei sua buceta. Ela escorregava deliciosamente, e eu sentia cada milímetro.
Segurava suas mão e fodia com força. Cada empurrada é era um gemido sexy.

Ela gemia de um jeito tão gostoso e tão sexy que meu tesão só aumentava, me deixando completamente louco.

Entre gemidos, anunciou que iria gozar.

Aquilo me deixou ainda mais excitado.

Saí de trás e pedi que ela sentasse no meu pau. Ela o segurou com a mão, brincou esfregando-o na buceta enquanto me olhava e, em seguida, sentou devagar. Rebolava lentamente, tirando-o quase por completo antes de voltar a sentar.

Aquele sorriso dela é inesquecível.

— Rebola gostoso no meu pau, gostosa!

Ela acelera, fechando os olhos e segurando o cabelo e diz.

— Vou gozar...

Ela anunciou mais uma vez.

— Vou gozar...

— Goza comigo... Goza!

Ela teve um orgasmo intenso, arrancando toda a porra de mim. Gozamos juntos.

Depois, deitou desfalecida sobre o meu corpo, olhou para mim e disse:

— Seu safado gostoso... Adorei te conhecer pessoalmente.

Em seguida, voltou a me abraçar.

Ficamos ali, em silêncio. por alguns instantes.
Então!!! aconteceu o inusitado: ela dormiu sobre mim. Caiu em um sono profundo.

Tentei acordá-la algumas vezes, mas não consegui. Kkkkk.

Com cuidado, tirei-a de cima de mim, ajeitei-a na cama, cobri seu corpo e a deixei mais confortável possível.

Logo percebi que a mistura do álcool com o orgasmo intenso não permitiu que ela permanecesse acordada.

Arrumei as coisas que havíamos derrubado pelo apartamento e escrevi um bilhete:

"Adorei te conhecer.

Henrique."

Fui embora.

Esse foi o nosso primeiro e único encontro.


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Ficha do conto

Foto Perfil Conto Erotico bluehook

Nome do conto:
Primeiro e único encontro.

Codigo do conto:
267181

Categoria:
Heterosexual

Data da Publicação:
14/07/2026

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