O relógio marcava 10:50. Luiza, tomada por tremores involuntários de pura exaustão física, passou a mão discretamente pelas calças para conferir o pior cenário. Por incrível que pareça, ela ainda estava seca. Mas manter o controle havia exaurido todas as suas forças. Quando o sinal das 11:00 finalmente ecoou pelo corredor anunciando o intervalo, ela não conseguiu se levantar imediatamente. O medo de dar um passo em falso e perder totalmente o controle a manteve paralisada na cadeira por alguns instantes.
Quando finalmente se forçou a andar, deu passos milimetricamente calculados, arrastando-se bem devagar pelo corredor. Ela tinha apenas 30 minutos de intervalo. Ao virar o corredor do bloco vizinho e entrar no banheiro feminino, o alívio que esperava se transformou em desespero absoluto. Diante dela, uma fila imensa serpenteava pelo azulejo: ao todo, 20 meninas aguardavam em um funil agonizante. Todos os outros vasos estavam interditados; apenas uma cabine funcionava.
Cada minuto ali era uma tortura psicológica. A cada estudante que entrava e saía, o som do fluxo de urina alheio, o suspiro audível de alívio e o barulho ecoante da descarga faziam a bexiga de Luiza contrair-se em espasmos dolorosos. Lágrimas grossas voltaram a descer por seu rosto. Ela apertava os joelhos um contra o outro, contando cada segundo. Quando finalmente restavam apenas 5 meninas na sua frente, Luiza olhou para o relógio de pulso e deparou-se com o impossível: eram 11:25. Só restavam 5 minutos de intervalo.
No exato momento em que a cabine se esvaziou e chegou a sua vez, o sinal estridente tocou, anunciando o fim do intervalo. Luiza, chorando de frustração e descrença, congelou. A próxima aula era com o professor de anatomia patológica, um homem conhecido tanto por sua postura galanteadora e inadequada com as alunas quanto por sua tolerância zero a atrasos. E pior: hoje era o dia da prova mais importante do semestre. Se ela entrasse na cabine agora, seria trancada para fora da sala e perderia a chance de fazer o exame.
Sem opção, ela deu meia-volta. Mancando visivelmente e arrastando os pés para manter o esfíncter selado, Luiza retornou à sala. Ao sentar-se pesadamente na cadeira, sussurrou para a colega ao lado, com a voz embargada, que seu desespero continuava e que não havia conseguido usar o banheiro. A amiga fingiu choque e deu conselhos sussurrados, dizendo para Luiza correr com as respostas e ir embora rápido. Por dentro, porém, a colega nutria uma satisfação invejosa e torcia secretamente para ver Luiza passar pelo vexame de se molhar em público.
Às 11:30 em ponto, o professor galanteador distribuiu as folhas e lançou um sorriso cínico para a turma. Com tom teatral, anunciou as regras:
— A prova contém 50 questões dissertativas e de múltipla escolha. Vocês têm das 11:30 até as 16:00, o horário final, para entregar. Quem terminar antes pode sair. Porém, atenção: os últimos 10 alunos a restarem na sala serão obrigados a esperar até as 16:00 para saírem todos juntos. Boa sorte.
Para Luiza, o mundo desabou. Aquela prova valia a manutenção de sua bolsa de estudos integral; ela não podia errar. No entanto, o nível de dificuldade parecia triplicado pelo nevoeiro de dor em sua mente. Desesperada, ela mudou de posição na cadeira: recolheu uma das pernas e pressionou o calcanhar firmemente contra a própria área íntima, usando a estrutura do corpo para exercer pressão externa e ajudar a segurar o fluxo.
Do tablado, o professor cruzou os braços e fixou os olhos diretamente em Luiza. Com um deleite visível e inadequado, ele observava a postura retorcida da aluna, claramente percebendo a situação limite em que ela se encontrava.
Uma hora de prova se passou. Eram 12:30. A mente de Luiza já não processava mais o português das perguntas; ela assinava alternativas quase às cegas. Com a cabeça baixa, quase encostada na mesa de madeira, ela abandonou as aparências: levou uma das mãos por baixo da mesa, pressionando a região do esfíncter com os dedos, fazendo uma força sobre-humana para conter a pressão avassaladora que ameaçava romper a qualquer milésimo de segundo.
Luiza sentiu o espasmo doloroso e, imediatamente, a umidade térmica. Como estava totalmente depilada, percebeu de forma instantânea: as primeiras cinco gotas haviam escapado, manchando a calcinha branca.
Antes que pudesse processar o pânico, notou uma sombra se aproximando. Era o professor. Num reflexo rápido, Luiza puxou a mão que tentava estancar o esfíncter embaixo da mesa. O homem se inclinou e, com um sorriso cínico, sussurrou diretamente em seu ouvido:
— Minha gatinha precisa miar...
Luiza arregalou os olhos, trêmula. Sentiu o rosto queimar de vergonha ao perceber que ele sabia exatamente o que estava acontecendo. Ele então estendeu a folha de respostas e fez a proposta sórdida: se ela aguentasse firme por mais uma hora inteira dentro da sala, ele garantiria sua nota máxima para manter a bolsa de estudos, independentemente do que estivesse assinalado certo ou errado. Sem forças para lutar e com medo de perder o futuro acadêmico, ela choramingou baixinho, abaixou a cabeça e aceitou a derrota.
Mas o sadismo do professor não parava ali. Ele colocou uma garrafa na mesa dela e impôs uma condição: a cada 5 minutos, Luiza deveria beber exatamente 100ml de água.
A tortura começou. O primeiro gole desceu sem grandes problemas, mas a cada nova fração de tempo, engolir aquela água se tornava um pesadelo físico. O líquido novo descia enchendo ainda mais a bexiga já sobrecarregada, multiplicando a pressão interna a níveis insuportáveis. Como Luiza usava uma saia fluida e uma calcinha branca, qualquer movimento brusco corria o risco de expor o desastre.
Para piorar, a colega ao lado percebeu a dinâmica da conversa. Em vez de ajudar, a suposta amiga começou a rir discretamente. Quando faltavam apenas alguns minutos e os últimos goles da garrafa, a garota começou a fazer barulhos de água batendo e sons de fluxo com a boca, testando o limite psicológico de Luiza, que chorava em silêncio, apertando as pernas com as mãos trêmulas.
Faltando apenas 5 minutos para o encerramento daquela hora de tortura, a amiga levantou a mão e pediu para ir ao banheiro. O professor, cúmplice da maldade, permitiu imediatamente e deu uma piscada discreta para a aluna, indicando que ela deveria enrolar o máximo de tempo possível no corredor. E assim ela fez.
Os 5 minutos finais se passaram, e Luiza engoliu o último gole de água exigido pelo trato. Reunindo as últimas forças, ela se levantou devagar, arrastando os pés milimetricamente e mancando de dor para entregar a folha na mesa do professor e finalmente correr dali. Ao pegar o papel, o homem olhou para a sala quase vazia e disse friamente:
— Pode voltar para a sua mesa e sentar. Você precisa esperar a sua amiga voltar para eu liberar a turma.
Incrédula e traída, Luiza soltou um xingamento baixinho entre os dentes. O professor escutou, mas apenas sorriu com desdém, ignorando a ofensa.
Foram 25 minutos agoniantes e intermináveis de espera. Sem o apoio das mãos, Luiza perdeu o controle de mais algumas gotas, que começaram a vazar pela calcinha branca e a marcar visivelmente a saia. O desespero era tanto que ela já começava a se mover na cadeira de madeira, percebendo que o verniz do móvel e a superfície da mesa começavam a refletir o suor frio e a umidade do vazamento.
Quando a amiga finalmente retornou ao recinto, entrou com um sorriso sarcástico no rosto e fingiu surpresa ao notar o drama e o estado deplorável de Luiza. O professor olhou ao redor, viu que restavam exatamente 10 alunos trancados ali e se gabou em voz alta de sua autoridade inabalável dentro daquela sala de aula.
Luiza olhou para o relógio na parede: eram duas horas da tarde. Faltavam ainda duas longas horas para o final da aula, às 16:00. Pela regra sádica estabelecida, ela estava oficialmente presa ali. A calcinha branca já estava completamente ensopada, e o tecido da saia começava a colar na pele com uma umidade fria e desesperadora.
O professor se aproximou da mesa dela mais uma vez, aproveitando o silêncio da sala onde os poucos alunos restantes tentavam terminar o exame. Com um tom de voz baixo e carregado de deboche, ele se inclinou:
— Gostou do meu joguinho, bolsista? A sua amiga me contou que você passou a manhã inteira apertada e não conseguiu ir ao banheiro no intervalo. Agora você tem duas escolhas: ou perde o controle de vez aqui na sala na frente de todo mundo, ou assina a sua desistência, sai e perde a nota da bolsa.
Nesse instante, ao olhar para cima tomada pelo ódio, Luiza percebeu uma reação física nítida nas calças do homem; o membro dele estava rígido, revelando que toda aquela tortura psicológica servia apenas para o prazer doentio dele. Um calor de pura vergonha e repulsa subiu pelas bochechas de Luiza, deixando-a completamente vermelha. Para piorar, a colega de classe passou pela mesa dela, recolhendo os materiais com um sorriso maldoso, e cochichou:
— Agora eu vou de novo lá no banheiro me aliviar... Fica aí na sua luta.
Sozinha e traída, Luiza baixou a cabeça sobre os braços cruzados na mesa. O corpo inteiro tremia. Ela não usava o banheiro desde a noite anterior. Sua barriga estava visivelmente inchada abaixo do umbigo, endurecida pela pressão extrema de uma bexiga que parecia prestes a romper. A dor física era tão cortante que ela mal conseguia respirar sem choramingar.
Quando o relógio marcou 14:30, restando ainda uma hora e meia de aula, a dor superou o medo. Tomada por uma onda de coragem desesperada, Luiza fixou os olhos cheios de lágrimas no homem e o chamou até a sua mesa. Com a voz trêmula, mas firme, ela disparou:
— Chega. Ou o senhor me deixa sair agora mesmo para o banheiro, ou eu vou soltar tudo aqui nesta cadeira, na frente de todo mundo, e vou direto na diretoria contar exatamente o que o senhor e aquela garota fizeram comigo.
O professor deu um passo para trás e soltou uma risada abafada, demonstrando total prepotência:
— E quem você acha que vai acreditar em você, sua garota mimada? Eu sou um profissional renomado nesta instituição. Você é só uma criança de 17 anos querendo arrumar desculpa por não saber a matéria. Ninguém vai te ouvir.
Luiza engoliu em seco, sentindo mais algumas gotas escaparem com a força das palavras dele. Ela percebeu que precisaria ir além para derrotar aquele homem e salvar sua dignidade.
Luiza passou alguns segundos estática, processando o absurdo daquela situação. Por um momento, a realidade pareceu distante, mas ela respirou fundo e encarou o homem com um olhar carregado de pura determinação.
— Você não vai me ver molhar esta saia. E você vai me dar a nota máxima — disparou ela, entre os dentes.
O professor sorriu com desdém, cruzando os braços.
— Isso é o que veremos se você conseguir aguentar essa próxima uma hora e meia.
Conforme os minutos avançavam, o fluxo de entregas continuou. A maioria dos rapazes e a garota que Luiza chamava de amiga saíram da sala, restando apenas cinco meninas na mesma situação limite que ela. Luiza olhou ao redor e percebeu o sofrimento compartilhado. Foi quando uma das estudantes sussurrou, desesperada, que o professor fazia aquilo em todo semestre, sempre blindado pelo apoio dos alunos homens e daquela garota nojenta que monitorava os passos das vítimas.
Faltando apenas uma hora para o fim do prazo, o clima na sala atingiu o ápice do desespero. De repente, uma das estudantes não aguentou mais a pressão física; o choro cessou e o som do líquido batendo no chão ecoou pelo local. Imediatamente, o professor puxou o celular do bolso, tirou uma foto e gravou um vídeo rápido do desastre.
— Se alguma de vocês pensar em me denunciar para a reitoria, já sabe o que acontece. Todos os alunos da faculdade vão receber isso — ameaçou ele, exibindo a tela.
A humilhação gerou uma onda de revolta incontrolável. Tomadas pela raiva e pela injustiça, três das meninas que também acabaram perdendo o controle logo em seguida tomaram uma atitude drástica: abaixaram as calcinhas molhadas e as arremessaram com força na direção da mesa do professor, gritando que ele era um tarado, um nojento e um criminoso. Elas recolheram suas coisas e saíram batendo a porta, deixando o ambiente em absoluto caos.
O relógio agora marcava 15:20. Faltavam apenas 40 minutos. Luiza era a única que restava na sala, lutando contra espasmos terríveis na bexiga. Sabendo que os métodos tradicionais de cruzar as pernas não funcionariam mais, ela recorreu a uma tática extrema que havia lido em um fórum de curiosidades na internet: o estímulo físico focado na masturbação, baseado na teoria de que o corpo feminino bloqueia temporariamente a uretra durante o ápice da excitação para evitar micção simultânea.
Discretamente, por baixo do tecido da saia e aproveitando a barreira da mesa de madeira, Luiza levou a estimulação ao limite absoluto. Ela controlava a respiração com dificuldade, mantendo-se na linha tênue e agonizante antes do clímax do orgasmo. O suor escorria pelo seu rosto e o coração batia acelerado, mas a tática desesperada funcionou, criando uma barreira de retenção muscular que a mantinha sob controle. O professor, focado em olhar os papéis e limpar a mesa após o confronto anterior, não percebeu o que ela estava fazendo.
O relógio de parede marcava quase 15:55. Luiza estava exausta, mantendo o corpo sob uma tensão muscular insuportável no limite do clímax artificial para não ceder à pressão da bexiga. Focada em sua própria sobrevivência física, ela não percebeu a aproximação silenciosa do homem.
Ele se inclinou novamente sobre a mesa, observando o suor em seu rosto e a respiração pesada. Com uma voz carregada de perversão, sussurrou:
— Sabia... Isso tudo é tesão por mim, não é?
O susto com aquela declaração nojenta quebrou a última barreira psicológica de Luiza. Ela desmoronou emocionalmente, caindo em um choro alto e desesperado. Tomada por uma mistura de ódio e humilhação, ela começou a xingá-lo de todos os nomes possíveis, descarregando toda a tortura que havia sofrido desde as 7 horas da manhã.
O predador, em vez de se intimidar, pareceu ainda mais excitado com o desespero dela. Ele abriu um sorriso cínico e disse, estendendo a mão:
— Quer ajuda, gatinha?
O que ele não sabia era que o seu império de abusos e impunidade havia acabado de ruir nos corredores. Uma das quatro meninas que haviam saído revoltadas da sala era filha de um empresário extremamente importante, o principal investidor e mantenedor daquela faculdade. Sem perder um segundo, a jovem tinha ido direto à sala da reitoria.
A diretora, incrédula e horrorizada com o relato da estudante sobre os vídeos de chantagem, a proibição de ir ao banheiro e o assédio, agiu imediatamente. Ela acionou a segurança interna do campus e ligou diretamente para a polícia militar.
Na sala de aula, no exato momento em que o professor avançava para dar o bote final na pobre Luiza — prestes a cometer um abuso ainda maior —, a porta da sala foi arrombada com força.
A diretora entrou à frente, com os olhos injetados de indignação, seguida por dois guardas da escola e três policiais armados.
— Afaste-se da aluna imediatamente! — ordenou o oficial da polícia.
O professor congelou, o sorriso sádico sumindo instantaneamente do rosto enquanto a cor sumia de suas bochechas. Ele tentou gaguejar uma desculpa, alegando ser um profissional renomado, mas os policiais não deram espaço. Ele foi imobilizado, algemado sob os gritos de "tarado" e "criminoso" que ecoavam pelo corredor, onde as outras alunas já aguardavam para testemunhar. O celular dele, contendo as provas dos vídeos e fotos, foi apreendido na hora.
Luiza, vendo o agressor ser levado preso em flagrante, finalmente respirou. A diretora correu até ela, amparando-a com um casaco e garantindo que sua bolsa de estudos integral estava salva e que o histórico de notas seria retificado com nota máxima.
Com a dignidade resgatada e o monstro fora do caminho, Luiza foi escoltada com segurança e apoio até o atendimento médico do campus para finalmente aliviar o sofrimento de tantas horas e receber o cuidado que merecia.
Ao tentar se levantar da cadeira de madeira, as pernas de Luiza falharam completamente. Os músculos de suas coxas e abdômen estavam tão exauridos e dormentes pelas horas de contração extrema que ela não conseguiu se manter de pé.
Percebendo o estado físico da jovem, um dos seguranças do campus se aproximou com respeito e a carregou cuidadosamente no colo. Envergonhada, mas sem forças para caminhar, Luiza segurou no uniforme dele e fez um apelo desesperado com a voz bem baixinha:
— Por favor... antes de me levar para o atendimento médico, me deixa no banheiro. Eu não aguento mais nenhum segundo.
O segurança assentiu prontamente, apressando o passo pelos corredores até o bloco principal e deixando-a com cuidado logo na entrada do sanitário feminino, que agora estava completamente vazio e silencioso.
Mancando e apoiando-se nas paredes de azulejo, Luiza entrou na primeira cabine que viu pela frente. No momento em que finalmente se sentou no vaso e permitiu que seu corpo relaxasse, um enorme e avassalador alívio tomou conta de todo o seu ser. A liberação repentina daquela pressão absurda, combinada com o estado de hipersensibilidade gerado pela tática física que ela vinha usando nos últimos 40 minutos, provocou uma reação intensa em seu corpo, levando-a instantaneamente ao clímax de um orgasmo.
Foi uma descarga de adrenalina e exaustão que fez suas lágrimas de dor finalmente se transformarem em um suspiro profundo de paz. Luiza sentiu as bochechas corarem intensamente de vergonha pela situação, mas o alívio físico era tão divino que nada mais importava.
Ela permaneceu sentada ali por longos dez minutos, respirando devagar para se recompor, recuperar as forças nas pernas e limpar os vestígios daquela manhã torturante. Quando finalmente conseguiu se levantar com firmeza, ajeitou a saia e abriu a porta do banheiro.
Com o semblante visivelmente mais calmo e leve, ela olhou para o segurança que a aguardava no corredor e disse, com um sorriso tímido:
— Pronto... Agora sim, já posso ser encaminhada ao atendimento médico.
A justiça havia sido feita, o sofrimento tinha acabado e Luiza sabia que, a partir daquele momento, sua jornada na faculdade seria segura e livre de abusos.
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